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Seminário Anual da Copagril reúne mais de 450 produtores de suínos

Encontro discutiu normativa de biosseguridade, cenário nacional e internacional da carne suína e assuntos relacionados a manejo

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Divulgação

O Seminário Anual de Produtores de Suínos da Cooperativa Agroindustrial Copagril reuniu mais de 450 pessoas na quarta-feira (06), em Marechal Cândido Rondon, PR. O encontro contou com palestras sobre a normativa de biosseguridade, cenário nacional e internacional da carne suína e assuntos relacionados ao manejo na suinocultura.

A diretoria executiva da Copagril participou do evento e durante a abertura o diretor-presidente, Ricardo Sílvio Chapla, ressaltou a importância da suinocultura para a cooperativa e lembrou que a proposta de criação da Copagril veio por meio da união dos produtores de suínos. “Nossa história conta com a suinocultura e buscamos o trabalho conjunto entre produtores e cooperativa a cada dia. Cada vez mais devemos cuidar e estar atentos, a biosseguridade se faz nas ações do dia a dia. Somos em grande parte pequenos produtores rurais, mas isso não pode impedir uma grande produção”, reforçou Chapla ao falar do comprometimento com a qualidade e responsabilidade na cadeia de produção.

O médico veterinário Loreno Tafarel, da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), falou com os produtores sobre a Normativa 265 da Adarpar, a qual trata sobre as práticas de biosseguridade. Ele explicou que a normativa foi elaborada por meio de um trabalho conjunto entre os órgãos representativos da cadeia de produção e isso reflete uma evolução para o setor, onde o objetivo é fomentar boas práticas de produção. “Temos o exemplo da avicultura, que é mais recente e já tem estabelecidas as práticas adequadas. O objetivo da normativa é reforçar as práticas de biosseguridade na produção de suínos com ações de manejo adequadas que refletirão em melhores resultados para o produtor e também mais segurança alimentar para toda a cadeia de produção e comercialização da carne suína”, reforçou o fiscal da Adapar.

A tarde ainda contou com a palestra do professor Geraldo Alberton, da Universidade Federal do Paraná (UFPR – Campus Palotina), o qual falou sobre o cenário atual do mercado nacional e internacional da carne suína e manejo básico para melhor ganho financeiro com a suinocultura. “Temos uma oportunidade internacional com o mercado asiático, especialmente o Chinês, mas devemos ser cautelosos com os efeitos a médio e longo prazo. Temos uma retomada do crescimento a boas expectativas, mas o cuidado começa lá na base, com os detalhes, muitas vezes de coisas simples, que interferem significativamente na conversão alimentar e ganho de peso, por conseguinte no resultado do produtor e na qualidade da carne”, descreveu.

Premiados

Durante o encontro também foram premiados os melhores produtores da Copagril neste ano, com dados contabilizados até o dia 31 de outubro nas categorias terminação, creche e UPL, considerando também a fidelização. Confira os ganhadores:

Terminação

Menor percentual de mortalidade: Clair Paulo Coldebella

Melhor conversão alimentar: Neldo Hasper

Creche

Menor percentual de mortalidade: Claudiomar Gartner

Melhor conversão alimentar: Heriberto Conrat

UPL – Leitões desmamados/porca/ano

1º – Cesar Luiz Petri

2º – Granja Tigrinho – Cesar Luiz Scherer

3º – Granja Vô Manzke – Cesar Luiz Scherer

Fonte: Assessoria
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Notícias Guerra Comercial

China diz que espera poder chegar a acordo comercial com EUA o mais rápido possível

Próxima rodada de tarifas de Washington contra produtos chineses está programada para entrar em vigor em 15 de dezembro

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REUTERS/Jason Lee/Illustration

A China disse nesta segunda-feira (09) que espera fazer um acordo comercial com os Estados Unidos o mais rápido possível, em meio a intensas discussões antes que novas tarifas norte-americanas sobre importações chinesas entrem em vigor no final desta semana.

Pequim espera conseguir um acordo comercial com os Estados Unidos que satisfaça os dois lados, disse o ministro assistente do Comércio chinês, Ren Hongbin, a repórteres nesta segunda-feira. “Sobre a questão das conversas e negociações comerciais China-EUA, desejamos que ambos os lados possam, com base na igualdade e no respeito mútuo, avançar nas negociações e, considerando os interesses principais de cada um, chegar a um acordo que satisfaça todos os lados o mais rápido possível”, disse Ren.

A China e os Estados Unidos estão negociando a chamada “fase um” de um acordo que visa aliviar sua prolongada disputa comercial, mas não está claro se um acordo pode ser alcançado no curto prazo. A próxima rodada de tarifas de Washington contra produtos chineses está programada para entrar em vigor em 15 de dezembro.

O presidente dos EUA, Donald Trump, exigiu que a China se comprometesse com compras mínimas específicas de produtos agrícolas norte-americanos, entre outras concessões sobre direitos de propriedade intelectual, câmbio e acesso aos mercados de serviços financeiros da China.

O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse na sexta-feira que os dois lados conversam quase diariamente, mas atualmente não há planos para conversas presenciais ou para uma cerimônia de assinatura entre Trump e o presidente chinês Xi Jinping.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Importação de soja da China salta em novembro com cargas dos EUA agendadas durante trégua

China importou 8,28 milhões de toneladas de soja em novembro, alta de 54% na comparação anual

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Ivan Bueno/APPA

As importações de soja da China em novembro saltaram na comparação com mesmo mês do ano anterior à medida que embarques dos Estados Unidos agendados durante uma trégua na guerra comercial entre chineses e norte-americanos foram liberadas pelas alfândegas, segundo dados oficiais.

A China importou 8,28 milhões de toneladas de soja em novembro, alta de 54% na comparação anual, com a chegada das cargas dos EUA, mostraram dados da Administração Geral de Alfândegas no domingo. O dado também mostrou alta de 34% na comparação com as 6,18 milhões de toneladas em outubro.

A China, maior compradora de soja do mundo, geralmente obtém a maior parte de suas importações da oleaginosa junto aos EUA nos últimos meses do ano, quando a colheita norte-americana domina o mercado. Mas as cargas dos EUA caíram após Pequim ter colocado uma tarifa de 25% sobre produtos do país, incluindo a soja, em julho passado.

Os compradores chineses têm evitado a produção dos EUA em meio à guerra comercial, mas compraram mais grãos norte-americanos nos últimos meses, depois que o governo ofereceu a alguns deles a compra de compras cargas americanas isentas de tarifas extras, em um gesto de boa vontade com Washington.

A China disse na sexta-feira (06) que vai oferecer mais isenções em alguns embarques de soja, à medida que os dois lados tentam fechar um acordo para acabar com a prolongada guerra comercial.

Ainda assim, a demanda da China por soja, esmagada para produzir farinha de soja para alimentação animal, tem sido contida por um surto devastador da peste suína africana que reduziu em 41% o seu rebanho suíno, segundo dados oficiais.

Nos primeiros 11 meses do ano, a China comprou 78,97 milhões de toneladas de soja, uma queda de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, mostraram dados alfandegários.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Mapa identifica recuo no preço da carne bovina na primeira semana de dezembro

Ministra Tereza Cristina disse que preço deve se estabilizar, pois mercado está se ajustando

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Rodrigo Flix Leal

O monitoramento feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aponta recuo no preço da carne bovina em dezembro. Nos principais mercados, a queda foi de cerca de 9% na primeira semana do mês.

Em Mato Grosso, a arroba do boi passou de R$ 216 na última segunda-feira (02) para R$ 197 na quinta-feira (05). Na Bahia, caiu de R$ 225 para R$ 207, de segunda para quinta-feira. Em Mato Grosso do Sul, a arroba estava cotada a R$ 220 e foi para R$ 200 no período. Os resultados mostram a tendência iniciada na última semana de novembro.

Ao participar do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, em Medianeira (PR), a ministra Tereza Cristina ressaltou que o preço da proteína está se ajustando. “O preço daqui para frente deve se estabilizar”, disse.

A ministra explicou que a alta decorreu de diversos fatores: seca deste ano prejudicou o crescimento do pasto e, consequentemente, afetou a engorda do rebanho bovino de corte; a arroba do boi gordo ficou estável nos últimos dois, três anos inibindo os investimentos; e a abertura de mercados externos, em especial o aumento da demanda da China por proteína animal em razão da peste suína africana, que dizimou pelos menos 40% do rebanho suíno chinês.

A ministra destacou que cabe ao mercado encontrar o equilíbrio nos preços entre a oferta e a procura, sem interferência do Mapa. “Isso é mercado. Não tem o que a gente fazer no momento”. Tereza Cristina descartou falta de carne para consumo interno. “Fiquem todos absolutamente tranquilos, tem carne para todo o Brasil”, acrescentando que o país dispõe de um rebanho de mais de 215 milhões de cabeças.

Fonte: MAPA
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