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Sementes Falcão inaugura nova unidade de beneficiamento e de tratamento de sementes

Evento marca parceria com a Bayer para o tratamento industrial de sementes. Nova UBS tem capacidade de beneficiar até 240 toneladas de sementes por dia.

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A Sementes Falcão e a Bayer inauguraram nesta sexta-feira (10), a Unidade de Tratamento Industrial de Sementes (TSI) e a nova Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), em Sarandi, no Rio Grande do Sul. O evento, que contou com a presença de mais de 200 pessoas, entre autoridades, diretores e gerentes das empresas parceiras (Bayer, Monsanto, Monsoy, Case IH, Biotrigo Genética, Embrapa Trigo, OR Sementes, UFRGS e Fundação Pró Sementes), clientes e distribuidores dos estados do RS, SC, PR, SP, MS, GO, MG, marcou os 30 anos de produção de sementes e 45 anos na agricultura da Sementes Falcão. Homenagens foram prestadas aos fundadores da empresa, Manuel Antônio Falcão e Humberto Falcão e aos colaboradores Vergilio Gomes dos Santos e Elio Luiz Maurer, como reconhecimento de trabalho dedicado a agricultura e a produção de sementes.

Entre os investimentos, a empresa modernizou a estrutura de beneficiamento das sementes, com tecnologias de automação e robotização nas fases de ensaque e paletização. Além disso, a capacidade de beneficiamento foi ampliada para até 240 toneladas de sementes por dia. Segundo diretor e engenheiro agrônomo da Sementes Falcão, Humberto Falcão, o novo processo de produção de sementes vai beneficiar ainda mais o agricultor, trazendo ao campo sementes com qualidade superior as já oferecidas e garantindo uma lavoura bem estabelecida e com alto potencial produtivo.

 

Tecnologia Bayer: tratamento industrial de sementes

Outra inovação que marca os 30 anos da empresa é o tratamento industrial. Através da parceria com a Bayer, o processo passa a ser realizado com uma das mais modernas máquinas de tratamento do mercado, CBT 200. Segundo o diretor da Sementes Falcão, o tratamento protege as sementes e a lavoura em sua fase inicial, resguardando a tecnologia inserida nas sementes e possibilitando um melhor desenvolvimento da cultura. "Esse processo agrega maior valor às sementes e ainda facilita o trabalho do produtor já que ele não precisará mais se envolver com o tratamento no campo, podendo se dedicar exclusivamente à semeadura e ao manejo da cultura durante a safra. As sementes serão tratadas e protegidas com a dose adequada de produtos agroquímicos, além da possibilidade de aplicação de inoculantes específicos e micronutrientes", explicou.

Em seu discurso, Falcão destacou ainda a importância da parceria com a Bayer para a empresa e para a cadeia produtiva. “A tecnologia confere melhor qualidade na proteção do cultivo, facilidade no manejo para o produtor rural, bem como segurança às pessoas envolvidas no processo de tratamento de sementes, além de propiciar redução do impacto ambiental", afirmou.

Roberson Lima, diretor da Bayer SeedGrowth™, área responsável pelo TSI, reforçou que essa parceria é importante, pois a região Sul do País tem grande capacidade para produção de sementes, difundindo o conceito de tratamento industrial para o setor. “A Sementes Falcão tem grande tradição, está completando 30 anos de atuação, e faz um trabalho muito forte em relação à qualidade das sementes produzidas. Esse conceito vem ao encontro da filosofia da Bayer, que atua como parceiro do produtor para desenvolver um agronegócio mais sustentável e com ganhos na produtividade, por meio de uma tecnologia de ponta, que atende às necessidades do agricultor com uma solução completa”, disse.

 

Acima do padrão: sementes com alto vigor e germinação

Além de ser referência em produção de sementes de alto vigor, que aumentam o rendimento dos grãos em 35%, a Sementes Falcão ainda entrega um nível de germinação acima do padrão mínimo estabelecido pelo Ministério da Agricultura. “Nosso objetivo é oferecer aos clientes sementes e grãos de alta qualidade e com o máximo valor agregado”, ressaltou Falcão.  Um dos grandes desafios apontados por ele é que o produtor entenda a relevância da semente entre os insumos da lavoura. “O agricultor define o potencial produtivo da sua lavoura no início do processo, na semeadura. Tudo que se faz depois, como aplicação de fungicidas e inseticidas é para proteger aquilo que já foi estabelecido.  Um dos insumos mais importantes e o único insumo vivo da lavoura, capaz de aumentar a produtividade sem aumentar o custo é a semente”, completa.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

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O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

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A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

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Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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