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Sementeira de grande porte é reconhecida em premiação de sustentabilidade

“O agronegócio brasileiro é um agro que preserva, que cuida do meio ambiente. – Tages Martinelli – Head Comercial e líder do setor de Sustentabilidade na Jotabasso”

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Judson Vieira - CFO da Jotabasso, Lorenço Basso - Membro do Conselho de Administração e Lara Trouva - Gerente de Marketing

A Sementes Jotabasso, há mais de 50 anos perpetua sua vocação pelo crescimento sob o comando da terceira geração da família, consolidando-se como uma das maiores produtoras de sementes de soja do país sustentada pelos seus valores e robusta governança corporativa, com estratégias sustentáveis e de inovação que caminham juntas em todo o seu processo de produção.

Confirmando que a empresa tem trilhado um caminho sustentável, a Sementes Jotabasso acaba de ter uma de suas unidades agroindustriais, a Fazenda Verde, de Rondonópolis (MT), reconhecida pela 7ª edição do Prêmio Fazenda Sustentável como uma das três propriedades rurais de grande porte mais sustentáveis do Brasil. A importante premiação, organizada pela Globo Rural, em parceria com o Rabobank, Fundação Eco+ e Cargill, avalia, por meio de auditoria, questões sociais, ambientais e econômicas.

Historicamente a empresa zelou pela conservação e meio ambiente mesmo antes de que isso se tornasse um dos principais assuntos em pauta. Conforme portaria nº 170-N de 30 de dezembro de 1997 foi constituição aa Reserva Particular do Patrimônio Natural, a RPPN João Basso, com 3.624 ha destinados exclusivamente à preservação e não integrantes de área de reserva legal, além de incentivo à pesquisa de sua riqueza arqueológica e cultural realizadas por mais de 30 anos junto ao Museu de História Natural da França e Universidade de São Paulo (USP). A RPPN recebeu e ainda recebe pesquisadores de outras instituições de ensino nacionais e internacionais que realizam estudos científicos na área da unidade.

Em 2019, com objetivo de dar ainda mais foco para as ações de sustentabilidade, a Sementes Jotabasso criou de um setor de Sustentabilidade. O novo departamento surgiu com o propósito de criar uma cultura orientada para as práticas socioambientais com um conceito que vai além de atitudes para a preservação ambiental, envolvendo também iniciativas econômicas e sociais.
“Produzir com sustentabilidade é mais que uma obrigação da Sementes Jotabasso, é um dever”, comentou Tages Martinelli, head comercial e líder do setor de sustentabilidade na Sementes Jotabasso.

De acordo com a Food and Agriculture Organization (FAO), agência da Organização das Nações Unidas (ONU), a agricultura sustentável deve garantir a conservação dos recursos ambientais e atender às necessidades das gerações presentes e futuras.

A Sementes Jotabasso possui governança corporativa, tendo como pilares equidade, transparência, prestação de contas e responsabilidade corporativa, princípios que norteiam e possibilitam o crescimento de forma sustentável, aplicados pela Diretoria Executiva e Conselho de Administração, criando uma relação de confiança.

Zelando também pela ética e credibilidade em seus negócios e sua equipe, a Jotabasso instituiu e segue um Código de Conduta firmado por todos os seus funcionários e parceiros, Conselho de Administração resguardando a governança, auditoria externa (atualmente por uma das maiores empresas de auditoria) e canal de Ouvidoria de livre acesso para colaboradores, clientes, parceiros e partes interessadas.

Acompanhando a evolução das práticas sustentáveis de agricultura certificando que sustentabilidade e produtividade caminham juntas em seu processo, desempenhando práticas como Plantio Direto, Manejo Integrado de Pragas (MIP), Rotação de Cultura, Recuperação de Pastagens e Integração Lavoura-Pecuária (ILP).

De acordo com Judson Vieira, CFO da Jotabasso, a empresa sempre zelou pela conservação do meio ambiente, antes mesmo que esse contexto ganhasse relevância no Brasil. “Há mais de 20 anos, adotamos técnicas de plantio direto, comprovando que sustentabilidade e produtividade podem caminhar juntas. Ao longo desses anos, também não medimos esforços em adotar tecnologias e estratégias que contribuíram para a conservação ambiental, como a telemetria e mapeamento de áreas para acompanhamento do desempenho das máquinas, redução no uso de combustíveis e diminuição de distâncias e rotas de operações de plantio e colheita para minimizar o uso de recursos e emissões; e utilização de insumos biológicos com fabricação interna no manejo sanitário das lavouras”, observa.

Atualmente as inovações tecnológicas oferecem um novo arcabouço de ferramentas que permitem a racionalização de recursos e maior eficácia visando maiores produtividades, ou seja, produzir mais com menos. Dentre estes, a empresa destaca algumas de suas iniciativas: telemetria e mapeamento de suas áreas para acompanhamento de desempenho de suas máquinas, redução no uso de combustíveis e diminuição de distâncias e rotas de operações de plantio e colheita para minimizar uso de recursos e emissões; mapeamento de solo e uso em taxa variável de fertilizantes, otimizando produtividade e quantidade necessária do insumo; monitoramento de pragas e invasores identificando zonas de maior incidência realizando aplicações localizadas, reduzindo o uso de produtos químicos mantendo a sanidade de suas lavouras; utilização de insumos biológicos com fabricação interna em seu manejo sanitário das lavouras; monitoramento climático visando as melhores janelas para efetuar operações agrícolas sem incorrer em retrabalhos ou excesso de operações.

Centro de Operações – O CFO da Jotabasso explica que todas as informações do processo produtivo da empresa são consolidadas em um Centro de Operações, auxiliando na constante tomada de decisão. “Temos uma estrutura de Business Intelligence, que disponibiliza, em tempo real, as informações para a possível correção de rotas, proporcionando maior assertividade em nossas estratégias”, revela.

A estrutura de analytics da empresa, foi, inclusive, premiada pela Amazon Web Service no projeto Falcon 9, como o mais inovador do Centro-Oeste e como case de sucesso de uma implantação e fomento da cultura data-driven em sua gestão.

No aspecto social a Jotabasso promove campanhas de conscientização ambiental junto às comunidades e regiões onde atua, realizando palestras e divulgando conteúdo informativo sobre melhores práticas ambientais, além de manter suas portas abertas a seus clientes e parceiros na troca de informações e experiências visando a capacitação e otimização no uso de recursos na condução das lavouras de seus clientes. Possui entidades parceiras que patrocina voluntariamente com doações e trabalho de seus representantes e colaboradores como hospitais e casas de apoio, promovendo maior interação em suas comunidades. Entre as certificações já obtidas possuem a Certificação Round Table on Responsible Soy – RTRS que confirma uma produção de soja ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável, somos certificados também na Great Place to Work – GPTW e FEEx FIA Employee Experience com alto nível de satisfação de clima organizacional e laboral, além de possuir o reconhecimento por quatro anos consecutivos como a Melhor Sementeira pelo prêmio Melhores do Agro, da Revista Globo Rural.

Hoje, com 5 décadas e 3 gerações o sucesso da empresa é resultado do esforço e dedicação de homens e mulheres que fazem ou fizeram parte de sua história. Nunca foi fácil, e continua sendo desafiador. A Sementes Jotabasso é pioneira na produção de sementes de soja no Brasil entregando a mais alta tecnologia, inovação e produtividade aos seus clientes e parceiros. Na última safra a companhia atingiu a marca histórica de produção de sementes de soja, e continua com propósito de entregar a cada ano para o produtor rural sementes com altíssimo potencial produtivo permitindo uma safra mais produtiva aos produtores rurais, gerando mais empregos e renda, produzindo alimento de forma sustentável para o Brasil e o mundo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo

Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

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Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.

Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.

Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.

Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”

A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.

Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.

Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.

É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.

Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.

Sustentabilidade como impulsionador de produtividade

A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.

O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.

Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.

“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.

Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono

O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.

Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.

Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)

Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.

Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.

Fonte: Assessoria Cargill
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Empresas Visão de longo prazo

Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026

Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

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Divulgação / Foto: Agrifirm

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM

De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.

Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.

Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.

Soluções Responsáveis e o futuro do agro

A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil

Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.

IPPE 2026

A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.

Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.

Fonte: Assessoria
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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