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Semana Nacional do Pescado é aberta em São Paulo

Iniciativa busca chamar a atenção para o setor e ampliar o consumo em todo o país; piscicultura produz 860 mil toneladas

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Ideia da Semana do Pescado é chamar a atenção para o produto - Fotos: Ana Maio/SFA-SP

Está aberta oficialmente a 20ª Semana do Pescado, uma campanha que busca estimular o consumo de peixes e frutos do mar em um período intermediário entre a Semana Santa e as festas de final de ano. A cerimônia de lançamento, realizada na quinta-feira (31), contou com a presença do ministro da Pesca e Aquicultura (MPA), André de Paula, que foi recebido pelos superintendentes da Pesca e Aquicultura de São Paulo, Audrey Rodrigues, e de Roraima, Hilton Xavier. Também participou da recepção o superintendente da Agricultura e Pecuária de São Paulo, Guilherme Campos, representando o ministro Carlos Fávaro, da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Guilherme Campos, Cristiane Neiva (Instituto de Pesca), ministro André de Paula e Audrey Rodrigues

A solenidade aconteceu em um hipermercado na rua Pamplona, na capital paulista, com a presença de representantes do setor público e da iniciativa privada. O ex-ministro da Pesca Altemir Gregolin foi o primeiro a se pronunciar e disse que o aumento do consumo é estratégico para ampliar a produção e transformar o Brasil em um grande produtor mundial do pescado.

Em seguida, André de Paula disse que o MPA pretende expandir sua participação em eventos como a Semana do Pescado, que nos últimos anos vinha sendo protagonizada pela iniciativa privada. “Minha presença sinaliza a importância de ações como essa”, afirmou.

Ele lembrou que o setor conseguiu isonomia tributária em relação aos impostos cobrados sobre as rações que alimentam peixes. “Obtivemos essa conquista graças à nossa parceria com o parlamento. Queremos ampliar nosso relacionamento com a iniciativa privada, governos estaduais e municipais e com o Congresso, dialogando sempre com deputados e senadores”, afirmou André de Paula.

Guilherme Campos, Cristiane Neiva (Instituto de Pesca), ministro André de Paula e Audrey Rodrigues (Foto: Ana Maio/SFA-SP)

O ministro falou ainda da importância da recriação do MPA e elogiou o colega Carlos Fávaro, da pasta da Agricultura e Pecuária. “Por mais sensível que possa ser o ministro da Agricultura, como é o Fávaro, que tem nos ajudado muito, a recriação renova a oportunidade e estabelece interlocução direta do presidente Lula com o setor. Isso faz uma diferença que vocês não podem imaginar”, afirmou.

Setor

De acordo com o Anuário Peixe BR da Piscicultura, lançado em 2023, das 860 mil toneladas produzidas pelo Brasil, 63,9% são tilápia. No entanto, o crescimento do mercado de pangasius vem chamando a atenção. O consumo interno deste peixe em 2023 chegou a 28.407 toneladas e a expectativa é que a espécie tenha potencial para gerar R$ 500 milhões na cadeia produtiva.

São Paulo é o segundo Estado em volume de produção de peixes de cultivo, com 83,4 mil toneladas. Só perde para o Paraná, que somou 194 mil toneladas no ano passado. Rondônia, Minas Gerais e Santa Catarina completam o ranking dos cinco maiores.

Fonte: Assessoria SFA-SP

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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