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Semana do Ovo 2013: Instituto Ovos Brasil e UBABEF promovem simpósio para médicos nutrólogos

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O Simpósio promovido pelo Instituto Ovos Brasil e União Brasileira de Avicultura (UBABEF) durante o XVII Congresso Brasileiro de Nutrologia, em São Paulo, demonstrou os principais fatores que garantem a excelência na produção de ovos no processo agroindustrial. A participação neste evento faz parte das ações de comemoração da Semana do Ovo 2013, que aconteceu entre 7 e 11 de outubro com celebrações até o final deste mês. 
Esta participação permitiu desmistificar crenças disseminadas entre a população e ainda presentes como dúvidas entre profissionais da saúde humana, tais como o uso de hormônios na produção avícola, iluminação permanente de galpões de aves produtoras de ovos, entre outras.
O XVII Congresso Brasileiro de Nutrologia reuniu mais de 3 mil participantes, sendo a maioria médicos e especialistas, para discutir temas relacionados à obesidade, gestação, nutrologia esportiva, pediatria, transtornos alimentares entre outros. A exemplo das edições anteriores, o Congresso recebeu também, simultaneamente, o XVIII Simpósio de Obesidade e Síndrome Metabólica, a XI Annual Meeting International Colleges for Advancementes of Medical Nutrition e o X Fórum de Direito Humano à Alimentação Adequada.
O Instituto Ovos Brasil marcou presença na área de exposições do congresso, com estande conjunto com a UBABEF, onde divulgou diversos informativos técnicos a respeito dos benefícios do ovo e frango, assim como suas propriedades nutricionais, e realizou degustação de receitas práticas e nutritivas preparadas com estes alimentos como ingredientes principais.
Durante o Simpósio Ubabef/Ovos Brasil, o zootecnista Diogo Tsuyoshi Ito, que tem mestrado pela Universidade de São Paulo com especialidade em avicultura de postura, apresentou a palestra “O uso de novas tecnologias garantem a excelência do alimento Ovo”. Em sua apresentação, o especialista demonstrou que os avanços tecnológicos nos principais aspectos do processo produtivo – manejo, ambiência, sanidade, nutrição e genética – são os grandes responsáveis pela produtividade das poedeiras. 
O profissional também apresentou argumentos técnicos que demonstram a inviabilidade legal, biológica e financeira do uso de hormônios na produção de ovos, assim como de práticas como a iluminação permanente de galpões de produção avícola, entre outros, que gerariam situação de estresse nos animais, reduzindo significativamente sua produtividade. Após a apresentação, Diogo respondeu perguntas e esclareceu dúvidas dos profissionais de saúde presentes no auditório.

Ovo: alimento saudável

Um ovo tem 13 nutrientes essenciais em quantidades variadas necessários para o bom funcionamento do organismo, incluindo proteínas de alto valor biológico, colina, ácido fólico, ferro, zinco e outros. Tudo isso com apenas 75 calorias. Ovos são importantes para as dietas de emagrecimento, ganho de força muscular, funcionamento do cérebro, a saúde dos olhos e muito mais. 
Um ovo grande contém 6g de proteínas, e quase metade delas está na gema. Tem 4,5 g de gorduras (7% das necessidades diárias), e somente um terço desta é gordura saturada. Não contém gordura trans. A Associação Americana de Cardiologistas (American Heart Association) corrigiu suas recomendações para consumo de ovos: “Não existe mais uma recomendação específica de quantidade de gemas que uma pessoa pode consumir por semana”.

Fonte: Ass. Imprensa do Instituto Ovos Brasil

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Notícias Demanda da suinocultura

ABCS realiza audiência com diretoria do Agronegócio do BB

Entidade nacional solicita a prorrogação do vencimento das parcelas de investimento adquiridas na instituição financeira

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Divulgação/Assessoria

Com o objetivo de atender as demandas da suinocultura nacional, em uma agenda positiva, o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, apresentou ao vice-presidente de agronegócios do Banco do Brasil (BB), Ivandré Montiel, e ao diretor de agronegócios, Marco Túlio da Costa, as prioridades dos produtores de suínos no que tange à instituição financeira. O encontro aconteceu na segunda-feira (18), na sede do Banco, em Brasília, e também contou com a presença das consultoras do departamento de política da ABCS.

Com intuito de garantir a permanência de grande parte dos suinocultores na atividade, o encontro trouxe como tema principal a prorrogação do vencimento das parcelas de investimento adquiridas nos últimos anos. O presidente da ABCS, explicou à diretoria do Banco do Brasil que devido às crises cíclicas do setor suinícola, muitos produtores utilizaram recurso para investir nas propriedades, mas ainda não tiveram o retorno do mercado para quitar as dívidas. “Devido a demandas do mercado consumidor, muitos produtores investiram em tecnificação nas granjas, entretanto a venda da proteína no mercado não foi tão positiva. Dessa forma, a ABCS reitera o pedido para prorrogar as parcelas de investimento”, destacou Lopes.

O vice-presidente de agronegócios do BB, Ivandré Montiel, explicou que a orientação da instituição financeira é que cada caso seja resolvido pessoalmente com sua agência. “O que nós vamos fazer é chamar os superintendentes dos municípios que estão com problemas de endividamento nas parcelas de investimento e pedir para que a agência daquela unidade analise particularmente a situação do correntista e converse com ele sobre o que pode ser feito”, explicou.

Ainda durante a reunião, o vice-presidente reforçou a importância de buscar as agências financeiras, caso os produtores estejam com problemas de endividamento de modo geral. “Os suinocultores representam uma parcela quantitativa dos nossos clientes e ,por isso, vamos buscar analisar os casos e tentar atender da melhor forma possível. Mas, para isso, é necessário que cada produtor que esteja com problemas de inadimplência converse com o seu gerente, senão ele poderá ter problemas com a retirada de outras linhas de crédito no Banco”, ponderou.

Mais recurso para o suincultor no INOVAGRO

Ainda na agenda positiva, o presidente da ABCS solicitou à diretoria do Banco do Brasil mais recurso para o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (INOVAGRO), que é uma das linhas de crédito do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) mais procuradas para inovações na área de sustentabilidade e bem-estar animal. “Atualmente poucos produtores conseguem acessar o INOVAGRO, devido à alguns entraves na sua contratação. Por exemplo, não é permitido fazer reformas civis e estruturais nas granjas, sendo que a suinocultura mundial passa por muitas inovações para o atendimento do mercado globalizado. Por conta desses entraves é necessário termos dentro do Programa alguns incentivos/mudanças”, destacou.

Montiel disse que não é complicado resolver o processo do INOVAGRO, mas que a demanda deve ser levada primeiramente ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para que o banco construa depois a melhor forma de atender o setor.

Ao final da reunião o presidente da ABCS avaliou o encontro como produtivo, pois, segundo Lopes, o Banco se mostrou disposto a construir juntamente com o setor os melhores acessos ao INOVAGRO e as questões de investimento que interessam ao setor. “O que faremos agora é construir argumentos cada vez mais sólidos e com dados técnicos para que possamos evoluir mais nas agendas junto ao BB”, finalizou.

Fonte: Assessoria
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Notícias Parceria

Brasil e Argentina no caminho da integração produtiva criarão a Rota do Milho

Objetivo foi apresentar informações relacionadas à complementariedade produtiva entre os dois países

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Arquivo/OP Rural

Autoridades, lideranças empresariais, investidores, cooperativistas, pesquisadores, representantes do governo da Argentina e Governança do agronegócio catarinense, envolvendo atores das principais cadeias produtivas, participaram nessa semana da Jornada Caminhos para a Integração Produtiva, em Chapecó, SC. Em pauta, a viabilização da Rota do Milho. 

Com a intenção de discutir formas de integração entre o Brasil e a Argentina, em especial entre o Estado de Santa Catarina e a Província de Misiones, o evento foi promovido pela Secretaria de Agroindústria do Ministério de Produção e Trabalho da Presidência da República Argentina, com apoio logístico do município de Chapecó e apoio operacional do Sebrae/SC.

O objetivo foi apresentar informações relacionadas à complementariedade produtiva entre os dois países e conhecer a política argentina em questões sanitárias, regime de propriedade intelectual, propriedade de imóveis, regime legal para exportação de grãos e direitos de exportação, dentre outros aspectos. A programação incluiu explanações de técnicos, autoridades argentinas e apresentação de organizações cooperativistas da região da Província de Misiones (Argentina) e de Santa Catarina, além de atendimento individualizado pelos responsáveis.

O ministro da Agricultura de Misiones, José Luiz Garay, realçou que neste caso particular o tema pontual está relacionado com produção de milho e a possibilidade de abastecer todo esse grande polo produtivo para elaboração de proteína animal em Santa Catarina e também a possibilidade de integração da produção florestal da Província de Misiones com produtos semi-terminados com o polo moveleiro que existe nesta região e a possibilidade de prover essa matéria-prima. “Os resultados da integração sempre são bons em todos os processos. De fato, por mais que tenhamos vindo como servidores para colocar em prática o marco institucional que já existe entre os habitantes de um lado e outro sem necessidade de intervenção da Província e dos servidores, acredito que estamos tendo um início muito bom”.

Garay observou, ainda, que é uma ação muito positiva. “Podemos afirmar que está envolvida não somente a Província de Misiones, mas também a Argentina como um todo. Os resultados poderão ser muito positivos para ambas as partes e acredito que com união será possível potencializar o desenvolvimento sustentável de nossas nações para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”.

O presidente do Bloco Regional de Intendentes, Prefeitos, Alcaides e Empresários do Mercosul (BRIPAEM), prefeito de Chapecó Luciano Buligon, enfatizou a importância do evento para fortalecer o desenvolvimento dos dois países. “A reunião é inédita. O que nos alegra muito é que estamos conversando sobre políticas de desenvolvimento local que interessam aos três Estados do Sul, mas também à Província de Misiones, na vizinha Argentina. Precisamos criar o hábito de desenvolvimento local e para isso o corredor do milho seria a primeira iniciativa de muitas outras que irão se consolidar. Estamos juntando os interesses do setor privado e público para o desenvolvimento social e comercial”, frisou.

O gerente regional oeste do Sebrae/SC, Enio Albérto Parmeggiani, destacou que a jornada teve como referência a clareza de que existem grandes oportunidades de integração e complementariedade entre estes dois territórios. “Ficou evidente a consolidação das informações técnicas que foram trazidas. Isso é necessário, convergente e é uma grande oportunidade de desenvolvimento não só aos produtores rurais vinculados às cooperativas, mas também para elevar o grau de competitividade de nossos territórios. Fica claro que essa construção sai de patamares sólidos para que tenhamos condições de competir”.

O gerente regional extremo oeste do Sebrae/SC, Udo Trennepohl, complementou que há anos entidades e lideranças regionais procuram, por meio de eventos como os que aconteceram nessa semana, aproximar as relações comerciais, econômicas e sociais entre os Países, as Províncias e os Estados. Muito já foi conquistado e muitos desafios foram superados, porém sabemos que os entraves burocráticos só serão vencidos por meio do fortalecimento de iniciativas como essas, que visam promover a integração e o crescimento”.

O presidente do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar da República Argentina (SENASA), Ricardo Negri, falou sobre as oportunidades e desafios para trabalhar em conjunto, abordando aspectos como a cooperação tecnológica, sanitária e comercial. “A integração sanitária não está somente no protocolo para o caso do milho que já existe porque a Argentina já exporta o grão ao Brasil. A rastreabilidade de todo o sistema será essencial no futuro, o que implica que tenhamos o mesmo registro de agroquímicos, os mesmos produtos aprovados dos dois lados e que a genética que se usa seja adequada. A união local pode ocorrer informalmente e, de fato já existe, mas para pensar isso de forma sustentável é preciso que seja de maneira conjunta”.

Segundo ele, as perspectivas de sinergia entre Brasil e Argentina são impressionantes. “Creio que a cadeia do milho será a primeira porque é mais fácil, mas toda a integração de proteína animal é fantástica. Não há outra região no mundo que tenha essa quantidade de água doce, nem agricultores que comportem a mesma cultura. O grande desafio, tanto para o Brasil quanto para nós, é que a burocracia não derrube os sonhos”.

O vice-presidente regional Oeste da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), Waldemar Schmitz, avaliou o evento como uma excelente oportunidade econômico/social para os dois Países. “Do lado do Brasil, falta milho para abastecimento de nossas agroindústrias e, pela proximidade, poderíamos baratear esse insumo, tornando nossas agroindústrias mais competitivas. Do lado argentino, uma região com terras boas e férteis, atualmente mal trabalhadas, quase que improdutivas e muito próximo a nós, onde buscam alternativas para seu desenvolvimento, pretendendo copiar nosso sistema de cooperação e integração”.

No entanto, segundo Schmitz, para os brasileiros investirem no país vizinho, como foi o desejo deles nas apresentações durante o evento, existem vários desafios. Além de resolver todos os problemas de infraestrutura, rodovias, pontes e portuário, é necessário adaptar as questões legais, de parcerias, tais como alienações de terras, condições, comodatos, tributações e demais exigências, adaptando-se às políticas e legislações argentinas. “Sabemos da importância para ambos os lados, mas no nosso entender é essencial facilitar e adaptar mecanismos de desburocratização de vários entraves hoje existentes. Com uma boa dose de bom senso de ambos os governos isso poderá e deverá acontecer, pois notamos nas autoridades um grande interesse para selar essa fantástica parceria comercial. Aproveitamos para felicitar ao Sebrae, coordenador e promotor do evento pela sua importância”.

O presidente do Fórum de Competitividade para o Desenvolvimento do Oeste, Vincenzo Francesco Mastrogiacomo, realçou que o dia foi muito produtivo e que é fundamental fortalecer essa interação. “Temos que dar um próximo passo. Nós, da região Oeste, estamos sempre interligados com Misiones, mas as dificuldades existem e precisamos começar a fazer o movimento para que outras autoridades entendam o que queremos.  Necessitamos traduzir nossa conversa em ação. É fundamental estabelecer metas para que possamos dar continuidade a esse trabalho e para isso teremos que ser proativos. Nós, do Fórum estamos juntos com as empresas, entidades e cooperativas para que possamos dar sequência ao próximo passo”.

Cooperativismo em destaque  

Após apresentar o panorama do cooperativismo catarinense que contabiliza 51 cooperativas agropecuárias e um total de 263 cooperativas de todos os ramos, o superintendente da Ocesc, Neivo Luiz Panho, enalteceu a importância de discutir medidas para fortalecer a integração entre os dois países. “Quando se fala de um país para outro, dá para perceber que Brasil e Argentina estão interessados em fazer negócios em várias atividades e o evento propiciou os primeiros contatos, discutir entraves e as soluções. Temos observado que Santa Catarina tem uma deficiência ‘positiva’ na oferta de milho para sustentar as cadeias de aves, suínos e leite. Precisamos buscar alternativas para manter esse sistema de produção que está desenvolvido há mais de 50 anos. As ofertas que tínhamos até um tempo atrás foram escasseando e, cada vez mais, as indústrias precisam buscar o insumo em locais distantes. A logística encarece reduzindo sua competitividade que vai impactar no produtor. Temos que manter a condição de ter o produtor competitivo produzindo na região e essa integração será importante para que isso aconteça”.

O presidente da OCESC, Luiz Vicente Suzin, expôs que é fundamental para o Oeste, onde se necessita de vários produtos, o mais essencial o milho, no qual a Argentina é uma grande produtora. “Essa jornada é muito importante porque sabemos que o país vizinho tem áreas muito favoráveis para o plantio que não estão sendo exploradas. O encontro é o início de uma grande oportunidade que pode surgir entre os dois países. Nós necessitamos de milho e eles precisam vender e precisam de apoio para explorar algumas áreas que não estão sendo usadas e nós podemos fazer esse intercâmbio entre as cooperativas da Argentina e as do Oeste catarinense”.

O evento também contou com explanação do gerente de suprimentos da Aurora Alimentos Marcos Luiz Cortina que apresentou a estrutura e o histórico da Coopercentral que comemora 50 anos em 2019. A Aurora Alimentos é formada por 11 cooperativas filiadas, mais de 65 mil famílias cooperadas, mais de 10 mil empregados das cooperativas filiadas e mais de 28 mil empregados diretos da Aurora Alimentos. Em 2018 o faturamento do Sistema Aurora foi de R$ 20,8 bilhões e o faturamento somente da Aurora Alimentos foi de R$ 9,1 bilhões. Segundo Cortina, a Aurora Alimentos tem capacidade de abate de 18 mil suínos/dia, um milhão de aves/dia e um processamento de 1,5 milhão de litros de leite/dia, mantendo 42 estabelecimentos: oito unidades industriais de suínos, sete unidades industriais de aves, seis fábricas de ração, 13 unidades de ativos biológicos (incluindo granjas, incubatórios e unidade de disseminação de gens), oito unidades de vendas e a sede central (matriz).

A jornada

A Jornada Caminhos para a Integração Produtiva foi organizada pela Secretaria de Agroindústria do Ministério de Produção e Trabalho da República Argentina com apoio do Bripaem. Também se engajaram o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias de SC (Fecoagro) Cláudio Post, o presidente do Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale), Ilseo Rafaeli, participantes do Núcleo de Fronteira de Santa Catarina, parlamentares e lideranças de alto nível dos Governos de Santa Catarina e de Província de Misiones.

Além de autoridades e agentes econômicos que atuaram na implementação de formas de aproximação entre o Estado de Santa Catarina e a região da Argentina, também estiveram presentes os representantes dos Departamentos de Itapúa e Alto Paraná, do Paraguai, com os quais já existem vários protocolos de cooperação assinados.

Fonte: Assessoria
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Notícias Bom para o produtor

Custos de produção de suínos e frangos de corte caem em fevereiro

Queda acontece pelo segundo mês consecutivo em 2019

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Arquivo/OP Rural

Os custos de produção de suínos e de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa tiveram queda no segundo mês de 2019. O ICPSuíno baixou 0,85%, fechando fevereiro em 219,08 pontos, o menor valor dos últimos 12 meses. No ano, o índice de custo de produção de suínos acumula -0,18% e alta de 5,86% nos últimos 12 meses.

 A queda do ICPSuíno foi garantida com a redução dos gastos com nutrição (-0,91%). O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu de R$ 3,86 em janeiro para R$ 3,83 em fevereiro (o menor valor desde março de 2018).

Já o ICPFrango teve uma variação de -0,71% em fevereiro, fechando o mês em 216,29 pontos. No ano, o índice de custo de produção de frangos de corte acumula -0,81% e alta de 8,35% nos últimos 12 meses.

 O custo de produção do quilo do frango de corte vivo caiu de R$ 2,82 em janeiro para R$ 2,79 em fevereiro no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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