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Semana do Ovo 2013: Estudo mostra consumidor disposto pagar por ovo mais amarelo

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O consumidor brasileiro está disposto pagar um pouco mais caro para ter em sua mesa um ovo com a gema mais amarela ou mesmo com enriquecimento de vitaminas e ácidos graxos poli-insaturados, como ômega 3, por exemplo. Este é o resultado de uma pesquisa realizada com consumidores de ovos em grandes redes varejistas do país. 
A crescente busca por um estilo de vida mais saudável levou a uma demanda por um produto de maior valor agregado, explicou o médico veterinário e gerente de Nutrição e Saúde Animal da DSM Produtos Nutricionais, Augusto Adami. “Fatores como a cor da gema e a presença destes nutrientes remetem a imagem de um produto saudável”. 
Consumo
Aumentar o consumo de ovos no Brasil é hoje um dos principais desafios do setor. Com uma média de consumo das mais baixas do mundo, o país atingiu no ano passado uma média de 168 ovos por habitante, bem abaixo da média de 360 ovos por habitante no ano passado atingida pelo México, maior consumidor de ovos do mundo. A média mundial foi de 210 ovos por habitante em 2012.
Hábitos alimentares e uma limitada disponibilidade de produtos diferenciados, como ovo líquido ou em pó, por exemplo, são algumas das causas do baixo consumo no país apontadas por Adami. “Nossa pesquisa também mostrou uma falta de reconhecimento do consumidor por marcas neste segmento, o que também pode ser uma das causas”. 
Semana do Ovo
A DSM, empresa que realizou a pesquisa, aderiu à campanha de comemoração da Semana do Ovo 2013. A iniciativa é realizada pelo Instituto Ovos Brasil e pela Novus do Brasil na maior mobilização do setor, reunindo representantes de todos os elos da cadeia produtiva, desde os produtores até o varejo.  
O objetivo do projeto é levar informações e esclarecimentos sobre os benefícios do ovo para a nutrição humana e fomentar o consumo no país. Para isso, os participantes vão realizar, durante todo o mês de outubro, uma série de ações coordenadas e simultâneas em 10 Estados brasileiros. Degustação de omeletes em supermercados, realização de palestras e distribuição de folders explicativos para públicos distintos serão algumas das principais ações neste ano.    
Iniciativas como a Semana do Ovo representam uma reação do setor a este desafio. O objetivo é atingir um consumo médio de 208 ovos por habitante ao ano, o que significa quatro ovos por semana, até 2016. “Nós acreditamos que através da informação continuada aos formadores de opinião somada à educação dos jovens consumidores é possível derrubar alguns mitos ligados ao consumo de ovos e formar uma geração com maior consumo per capita”, avalia o especialista.
Se o setor tem desafios também tem oportunidades. Para o executivo, comunicar mais diretamente com consumidores finais, ganho de escala na produção, sucessão familiar nas empresas produtoras bem direcionadas, produção sustentável e segurança alimentar representam oportunidades para que o consumidor enxergue no ovo um alimento saudável, seguro, acessível economicamente e proveniente de uma indústria forte, aposta Adami. Outras informações sobre a Semana do Ovo 2013 podem ser encontradas no site www.diadoovo.com.br ou na fan page www.facebook.com.br/semanadoovobrasil.   
Apoio
A Semana do Ovo 2013 tem o patrocínio ouro das empresas Bayer, Novus, Merial e Ourofino. Na cota prata estão confirmadas DSM, Agroceres Multimix, Sanovo e Label Rouge. A Des-Vet confirmou uma cota de patrocínio bronze. O site Setor Avícola e portal de notícias e o jornal Mundo do Agronegócio são apoiadores do projeto como mídias parceiras. 
No Canal Oficial da Semana do Ovo 2013 estão a Revista do Ovo, o Ovosite, a Revista do Avisite, o Avisite, a Revista Avicultura Industrial o site Avicultura Industrial, a Revista AveWorld, o site AveWorld, o jornal O Presente Rural, o site O Presente Rural, a Revista A Hora do Ovo, o site A Hora do Ovo, a Revista Agromais, o site Agromais e o Portal Agrolink. 

Fonte: Ass. Imprensa do Instituto Ovos Brasil

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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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