Conectado com

Notícias

Semana do Ovo 2013 divulga ações em lançamento

Publicado em

em

Eventos para médicos, nutricionistas, estudantes e universidades com degustação de omeletes, palestras sobre produção de ovos, exposição de bonecos comemorativos, distribuição de folders informativos, de papéis para bandejas de restaurantes e divulgação de receitas especiais, como moqueca de ovos, estão entre as principais ações da Semana do Ovo deste ano. 
O objetivo é levar informações e esclarecer questões sobre os benefícios deste alimento e promover seu consumo no país, explicou o médico veterinário e Diretor do Instituto Ovos Brasil, José Roberto Bottura, no lançamento da Semana do Ovo, que aconteceu na última quinta-feira, dia 12 de setembro, em São Paulo, com uma reunião entre produtores, profissionais do setor, empresas e representantes do varejo, na sede da entidade, em São Paulo. 
“Queremos aumentar o consumo médio de ovos no país de 164 unidades por habitante no ano passado para 208 ovos per capita até 2016”, anunciou o membro da Comissão Organizadora da Campanha para os convidados. Ele comemora o resultado atingido no ano passado, quando a campanha atingiu 2 milhões de pessoas em todo o país e as vendas de ovos especiais aumentaram em 30% na rede Pão de Açúcar. 
O lançamento teve ainda a apresentação da nova identidade visual da campanha, que foi produzida por estudantes da Faculdade de Publicidade e Propaganda da PUC Campinas após vencerem um concurso para as melhores peças publicitárias, realizado pelos organizadores da campanha no ano passado. As cotas de patrocínio para este ano também foram apresentadas na ocasião. 
A Novus do Brasil confirmou sua contribuição como co-organizadora da Semana do Ovo neste ano. “Acreditamos que aumentar o consumo de ovos no país é uma maneira eficiente de melhorar a dieta do brasileiro, além de ajudar o produtor a desenvolver o seu negócio”, explicou o coordenador de Marketing da Novus do Brasil, Guilherme Fray. 
A Semana do Ovo 2013 será de 7 a 11 de outubro, contudo as ações de divulgação começaram desde a reunião de lançamento. A campanha conta com a participação de representantes de todos os elos da cadeia produtiva, desde produtores, passando pelas principais empresas do setor, até o varejo, no maior evento do setor. Outras informações sobre a Semana do Ovo podem ser encontradas no site www.diadoovo.com.br.   

Principais Ações

As maiores ações de promoção do ovo neste ano vão começar em um evento para médicos nutrólogos que vai acontecer de 26 a 28 de setembro, em São Paulo. Nesta ocasião os organizadores da campanha vão ministrar uma palestra sobre a produção de ovos para os participantes. Distribuição de bonecos comemorativos, chamados João Ovão, folder com informações sobre os benefícios do ovo para a saúde humana e degustação de omeletes farão parte das ações neste encontro. 
O mesmo formato será adotado no Mega Evento, focado para nutricionistas, no Shopping Frei Caneca, em São Paulo, de 3 a 5 de outubro. No dia 3 de outubro será realizado o já tradicional Ciclo de Palestras com degustação de omeletes para estudantes de zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), no campus de Pirassununga. Uma rede de academias de Campinas, a Ômega Academia vai expor banner da campanha na recepção e na sala de musculação de suas quatro unidades com folders especiais sobre os benefícios do ovo para a prática esportiva durante todo o mês de outubro. Na semana de 7 a 11 de outubro, a campanha da Semana do Ovo fará degustação de omeletes em suas unidades. 

Apoio

A campanha de comemoração da Semana do Ovo no Brasil é realizada pelo Instituto Ovos Brasil (IOB) e pela Novus do Brasil com o apoio de empresas do setor. Para este ano já estão confirmadas a adesão de empresas como a Sanovo, Merial, Novus do Brasil, Ourofino, Porto Alimentos, com a marca Label Rouge, DSM, Agroceres Multimix, Uniquímica e Grupo Pão de Açúcar, com as bandeiras Extra e Pão de Açúcar. Outras empresas vão confirmar suas adesões após o lançamento nesta quinta-feira.
No Canal Oficial da Semana do Ovo estão a Revista do Ovo, o Ovosite, a Revista do Avisite, o Avisite, a Revista Avicultura Industrial o site Avicultura Industrial, a Revista AveWorld, o site AveWorld, o jornal O Presente Rural, o site O Presente Rural, a Revista A Hora do Ovo, o site A Hora do Ovo, a Revista Agromais, o site Agromais e o Portal Agrolink. 

Fonte: Ass. Imprensa do Instituto Ovos Brasil

Continue Lendo

Notícias

1ª Feira Aves Seara reúne integrados em Arapongas (PR) para capacitação, inovação e geração de negócios

Evento para produtores da companhia deve reunir cerca de 2 mil participantes e mais de 40 empresas expositoras no Golden Hall Eventos

Publicado em

em

José Antônio Ribas Junior, diretor-executivo de Agropecuária da Seara - Foto e texto: Assessoria

A cidade de Arapongas, no Norte do Paraná, recebe, no dia 26 de junho, a primeira edição da Feira Aves Seara, iniciativa voltada ao fortalecimento da cadeia produtiva avícola e ao desenvolvimento dos produtores integrados da companhia. O evento deve reunir cerca de 2 mil produtores de frangos de corte e matrizes vinculados às operações da Seara nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul.

Gratuita e exclusiva para produtores integrados, a feira será um espaço dedicado ao compartilhamento de conhecimento, atualização técnica e geração de oportunidades e negócios. A iniciativa reunirá especialistas, lideranças do setor e empresas parceiras que apresentarão soluções inovadoras para a atividade avícola. A programação começa às 8h30, no Golden Hall Eventos, localizado na PR-218, Km 5, saída para Astorga.

“Os produtores integrados são protagonistas do modelo de negócio da Seara e fundamentais para a qualidade e a competitividade dos nossos produtos. A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira”, afirma José Antônio Ribas Junior, diretor-executivo de Agropecuária da Seara.

O evento contará com painéis e debates com a participação de executivos da Seara e de importantes lideranças do setor avícola, entre eles Francisco Turra, conselheiro da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e Ricardo Santin, presidente da entidade setorial.

A programação também inclui uma área de exposição com mais de 40 empresas fornecedoras de equipamentos, tecnologias e soluções para a avicultura, além de companhias de referência nas áreas de nutrição animal, genética e bem-estar animal, apresentando inovações, tendências e oportunidades de negócios para os produtores.

A Feira Aves Seara integra a Plataforma SuperAgro, principal iniciativa de relacionamento da companhia com seus mais de 10 mil produtores integrados de aves e suínos em todo o Brasil. Criada há mais de 10 anos, a plataforma reúne ações de reconhecimento, acompanhamento de desempenho, capacitação técnica e gerencial, treinamentos e suporte, contribuindo para o fortalecimento da atividade no campo e para a evolução sustentável da cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias

O paradoxo da suinocultura em 2026

Produção cresce, exportações seguem em alta e os custos recuam, mas o aumento da oferta mantém as cotações pressionadas e amplia as perdas nas granjas.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Os dados definitivos do IBGE para o primeiro trimestre de 2026 confirmaram o avanço da produção de carne suína no país. Embora o número de animais abatidos tenha sido mantido em relação à divulgação anterior, o instituto revisou para cima o peso das carcaças. Com isso, a produção totalizou volume 6,93% superior ao registrado nos três primeiros meses de 2025, o equivalente a 92,4 mil toneladas adicionais de carne.

Além do aumento de 5,49% no número de suínos abatidos, cerca de 794,5 mil cabeças a mais na comparação anual, os dados mostram crescimento do peso médio das carcaças. Em março de 2026, o indicador alcançou 93,54 quilos, acima dos 90,93 quilos observados em dezembro de 2025. O movimento sugere maior permanência dos animais nas granjas antes do envio para o abate.

A análise da evolução mensal reforça a consistência da expansão da atividade. A última retração no número de cabeças abatidas ocorreu em abril de 2025, enquanto a redução no volume produzido em toneladas foi registrada pela última vez em fevereiro do mesmo ano. Entre abril de 2025 e março de 2026, o abate cresceu, em média, 5,05% ao mês em número de animais e 6,5% em toneladas de carcaça na comparação com os mesmos meses do ano anterior, evidenciando um ciclo prolongado de aumento da produção.

Tabela 1: Abate de suínos no primeiro trimestre de 2026 x 2025, em cabeças e toneladas de carcaças e peso médio das carcaças. Destaque (em laranja) para os últimos meses em que houve redução da produção em cabeças e toneladas em relação ao mesmo mês do ano anterior. Destaque (em amarelo) para ao crescimento do primeiro trimestre de 2026 em relação ao primeiro trimestre de 2025. Elaborado por Iuri Machado, com dados do IBGE.

Parte deste aumento da produção (92,4 mil toneladas) do primeiro trimestre de 2026 foi destinada às exportações de carne suína in natura que cresceram 15,15% (+44,1 mil toneladas) no mesmo período. Ou seja, a disponibilidade interna aumentou 48,2 mil toneladas (4,63%) no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025 (Tabela 2).

Na mesma tabela, analisando cada mês, observa-se que março de 2026 foi o mês de maior incremento na disponibilidade interna, com 22,8 mil toneladas (6,6%), o que equivale a quase 1,3kg per capita ano a mais de consumo.

                       Tabela 2: Produção, exportação (in natura) e disponibilidade interna de carne suína no primeiro trimestre de 2026 x 2025, em toneladas,
e variação percentual de um ano para outro. Elaborado por Iuri Machado, com dados do IBGE e Secex.

Esta sobre oferta bastante significativa explica a queda consistente de preços no início do ano, porém as cotações continuaram caindo em abril e maio e na primeira quinzena de junho (Gráficos 1 e 2).

                          Gráfico 1: Indicador Suíno Vivo – Cepea/Esalq (R$/kg) em Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, mensal,                                nos últimos 6 meses (até dia 16/06/26 em destaque). Fonte: Cepea.
                      Gráfico 2: Indicador Carcaças Suína Especial – Cepea/Esalq (R$/kg) em São Paulo/SP, mensal, nos últimos 6 meses, até dia 16/06/2026.                            Fonte: Cepea.

O que explica, em grande parte, a continuidade da queda de preços no segundo trimestre/26 é a redução do ritmo de crescimento percentual das exportações de carne suína in natura em relação ao mesmo período do ano passado (Gráfico 3). Geralmente, por representar, em torno de 24% da destinação da produção, a exportação de carne suína in natura precisa crescer percentualmente em torno de quatro vezes mais que o crescimento da produção para manter a disponibilidade interna no mesmo patamar, ou seja, se, por exemplo, a produção em toneladas de carcaça crescer 6% as exportações precisam crescer 24% no mesmo período para que não haja sobreoferta no mercado doméstico.

Conforme o gráfico 3, a seguir, no acumulado do segundo trimestre de 2026, até os embarques de 12 de junho, as exportações de carne suína in natura só cresceram 5,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Ainda não temos dados oficiais da produção neste segundo trimestre, mas mantido o ritmo do início do ano, dificilmente o crescimento em relação ao ano passado ficará abaixo de 5%, ou seja, certamente também fecharemos o segundo trimestre com um excedente significativo de carne suína ofertada no mercado doméstico.

                  Gráfico 3: Toneladas de carne suína in natura exportadas de janeiro a junho de 2026 (até dia 12/06/26) e percentual de variação em relação                       ao mesmo período do ano passado. Destaque (em amarelo) para o percentual de crescimento do 1º e do 2º trimestre (15,15% e 5,8%,                                         respectivamente). Elaborado por Iuri Machado, com dados da Secex.

Custo da atividade recua, mas prejuízo aumenta 

Com o início da colheita da segunda safra de milho, mesmo com expectativa de quebra considerável em estados como Goiás e Minas Gerais, as cotações do cereal continuam em queda (Gráfico 4). O farelo de soja se apresenta estável, com pequenas oscilações para baixo.

                Gráfico 4: Preço médio mensal do Milho (R$/SC 60kg) em Campinas (SP), nos últimos 60 dias úteis, até dia 16/06/2026. Fonte: Cepea.

Porém, com preço do suíno ainda em queda, a relação de troca com os mix de milho e farelo de soja continua desfavorável para o suinocultor (Gráfico 5), o que tem ocasionado prejuízo considerável e crescente ao suinocultor independente (Tabela 3).

 

Tabela 3: Custos totais (ciclo completo – suinocultura independente), preço de venda e lucro/prejuízo estimados, mensais, nos três estados do Sul (R$/kg suíno vivo vendido) de janeiro a maio/2026 e a média anual de 2024 e 2025. Destaque para os meses de abril e maio/2026 com os três estados apresentando prejuízo na atividade. Elaborado por Iuri Machado com dados: Embrapa (custos), Cepea (preço do suíno).

Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, as quedas nas cotações do suíno parecem ter chegado ao seu pior momento nas últimas semanas, pois na entrada da segunda quinzena de junho, algumas praças demonstram estabilização e até reação dos preços pagos ao produtor. “Os dados definitivos de abate do IBGE referente ao primeiro trimestre, trazem a preocupação quanto ao crescimento significativo da produção, exigindo que haja um aumento também expressivo da demanda interna e externa para que determine um novo ciclo de alta nas cotações do suíno, permitindo tirar a atividade do vermelho”, ressaltou.

Fonte: Assessoria ABCS
Continue Lendo

Notícias

De importador de tecnologia a exportador de conhecimento: a nova fronteira da agricultura tropical brasileira

Com mais de quatro décadas dedicadas ao ensino e à pesquisa, Durval Dourado Neto explica como a ciência desenvolvida nos trópicos colocou o Brasil entre os protagonistas da segurança alimentar mundial.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

A liderança do Brasil na agricultura tropical não surgiu por acaso. Foi construída em laboratórios, salas de aula e campos experimentais, com a dedicação de pesquisadores que desenvolveram tecnologias capazes de adaptar cultivos às condições tropicais e ampliar a produtividade no país. Se hoje o Brasil é uma potência agrícola é graças ao investimento na ciência tropical.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “A inclusão digital permite ao agricultor criar negócios, ter maior segurança na propriedade e ampliar o acesso à educação” – Foto: Danilo Lysei CLB

Parte dessa história pode ser contata a partir da atuação do engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto. Com uma trajetória enraizada no ensino, pesquisa e extensão pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), de docente a diretor, o pesquisador é uma das principais referências do Brasil e do mundo na área de agronomia, agricultura digital e sustentabilidade. Ao longo de mais de quatro décadas, liderou iniciativas focadas em transformar conhecimento em inovação para a sociedade.

Atualmente, ele coordena o Centro de Agricultura Tropical Sustentável (STAC), sediado na Esalq/USP, que reúne projetos voltados para temas estratégicos do agro brasileiro, como irrigação, conectividade rural, segurança alimentar e conservação dos biomas.

Entre os trabalhos conduzidos pelo grupo está o estudo que serviu de base para o Plano Nacional de Irrigação, além de um diagnóstico sobre conectividade no campo que identificou a necessidade de infraestrutura de internet nos municípios brasileiros sob a ótica da agricultura digital.

Segundo Durval, o acesso à conectividade vai além da produtividade no campo. “A inclusão digital permite ao agricultor criar negócios, ter maior segurança na propriedade e ampliar o acesso à educação. São benefícios que extrapolam a produção agrícola”, afirma.

Criado em 2023, durante a gestão do então reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, o STAC foi concebido para aproximar universidade, setor público e iniciativa privada na busca de soluções para a segurança alimentar global.

O centro atua na elaboração de diagnósticos sobre a cadeia mundial de alimentos, na formulação de políticas públicas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento

Foto: Jonathan Campos

Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU e no desenvolvimento de projetos voltados à inovação, empreendedorismo e formação de lideranças. “Basicamente, o que a gente procura fazer é utilizar todo o conhecimento científico que nós temos para resolver problemas práticos com base nas demandas da sociedade”, resume Durval.

Brasil quer liderar a ciência dos trópicos

Historicamente, a produção científica agrícola esteve concentrada em países de clima temperado, no Hemisfério Norte. Para Durval, um dos desafios do Brasil é justamente reduzir essa dependência e fortalecer a produção de conhecimento voltada às condições tropicais.

Com sede própria inaugurada em janeiro de 2026, o STAC busca se consolidar como um centro internacional de referência em agricultura tropical sustentável.

Para o pesquisador, a estrutura vinculada à Universidade de São Paulo confere credibilidade científica às tecnologias desenvolvidas no país e fortalece o papel do Brasil na chamada diplomacia científica. “Deixamos de ser vistos apenas como um grande produtor agrícola para nos firmarmos como um dos principais provedores de conhecimento agroambiental do século XXI”, destaca.

Foto: José Fernando Ogura

Na avaliação do professor, a contribuição brasileira será cada vez mais relevante diante da crescente demanda global por alimentos. A expectativa é que o país responda por uma parcela significativa da segurança alimentar mundial nas próximas décadas.

Transformar conhecimento em riqueza

Ao explicar sua visão sobre o papel da ciência, Durval recorre frequentemente à teoria tridimensional do direito, baseada nos conceitos de fato, valor e norma.

Segundo ele, a realidade gera fatos; a sociedade atribui valor a esses fatos; e, a partir dessa interpretação, surgem as normas e decisões. “Nós estamos constantemente diante desses desafios de fato, valor e norma. O grande desafio está justamente no valor. Transformar conhecimento em riqueza é, na verdade, a nossa grande missão”, enfatiza.

Para o pesquisador, a agricultura tropical brasileira chegou ao atual patamar graças à capacidade de integrar ciência, inovação e aplicação prática. E é justamente essa combinação que, na sua visão, permitirá ao país ampliar sua contribuição para a produção sustentável de alimentos no mundo.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.