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Semana do Ovo 2013: Coopeavi e Aves promovem ações no ES

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O sustento de boa parte das famílias residentes no município de Santa Maria de Jetibá vem da produção de ovos. A cidade produz cerca de 8 milhões de ovos por dia. Para mostrar a importância dessas pessoas, que se dedicam integralmente com objetivo de levar a mesa de tantas outras um alimento nutritivo, foi criado o Dia Mundial do Ovo, que esse ano será comemorado no dia 11 de outubro, véspera do Dia da Criança. 
A Secretária de Educação do município junto com a Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi) e a Associações de Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves) unificaram as comemorações. Durante a próxima semana, entre os dias 7 a 11 de outubro, cerca de 3.500 estudantes da rede básica de ensino se deslocarão até a sede do município, que é o segundo maior produtor de ovos do Brasil, para assistirem um espetáculo circense. 
Cada dia haverá duas apresentações no centro da cidade. Além de se divertirem com os artistas do circo, os estudantes receberão dicas sobre o alto valor nutritivo do ovo, como 13 nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo, incluindo proteínas, colina, ácido fólico, ferro e zinco, valorizando assim o produto da atividade mais importante da cidade. 
Avicultura no Estado
A avicultura familiar representa cerca de 10% do total de ovos produzidos no município, ou seja, são os pequenos produtores que trabalham com suas famílias e une forças por meio da Cooperativa, que oferece todo suporte necessário para o exercício da atividade, como venda de frangas prontas para postura, rações, vacinas, consultoria técnica e comercialização dos ovos. 
O Dia Mundial do Ovo é sempre comemorado na segunda sexta-feira do mês de outubro. A data é lembrada/celebrada em diversos países como México, Argentina, Austrália, Reino Unido, Dinamarca, Holanda, Hungria, Nigéria e Estados Unidos realizam atividades para celebrar. Em Santa Maria de Jetibá as crianças receberão gibis e brindes educativos sobre o ovo. 
O International Egg Commission (IEC), criador da data em 1996, afirma que “o ovo é um alimento único – compacto, economicamente acessível, que mantém a seu frescor durante muito tempo e é convenientemente embalado pela própria natureza. Pessoas de todos os cantos do mundo apreciam o ovo, que é um dos principais ingredientes de uma dieta nutritiva e saudável”. Segundo estudos da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), o brasileiro consome cerca de 160 ovos por ano.  
Sobre a Coopeavi 
Fundada em 1964 por 20 avicultores, na região Centro Serrana do Espírito Santo, a Coopeavi é uma cooperativa com mais de 7.500 cooperados e gera mais de 400 empregos diretos. Atualmente, a empresa fabrica e comercializa rações aves de postura e de corte, codornas, suínos, bovinos de corte e leite, peixes, equinos, caprinos, coelhos, ovinos, além da linha Pet (cães e gatos) e sal mineral. 
Além da Nutrição Animal, a cooperativa trabalha em outros três segmentos de negócio: produtos agropecuários, avicultura e cafeicultura. Em 2012, a Coopeavi foi considerada a 65ª empresa em faturamento bruto do Espírito Santo e a 32ª entre as 100 maiores com controle de capital capixaba, segundo a revista 200 maiores do Espírito Santo da IEL/Findes. Na edição desse ano (2013) a Coopeavi foi a única empresa de Nutrição Animal do Espírito Santo citada no ranking das 400 maiores do agronegócio da Revista Exame. A cooperativa fechou o ano de 2012 com um faturamento superior a R$ 186 milhões. 
A Coopeavi tem unidades distribuídas em três estados do país: Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia. São 14 Lojas de Produtos Agropecuários, uma Unidade Industrial, duas Unidades de Armazenamento de Café, uma Unidade de Recria de Pintainhas, um Entreposto de Ovos, duas Unidades de Distribuição de Ovos, uma em Caratinga (MG) e outra em Salvador (BA). A cooperativa comercializa os produtos de seus cooperados em mais de 60 pontos de venda no país.

Fonte: Ass. Imprensa do Instituto Ovos Brasil/Ass. de Imprensa – Coopeavi

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Notícias Agronegócio

Volume exportado cresce, mas faturamento se mantém estável no início de 2019

De janeiro a abril deste ano, as exportações dos produtos do agronegócio cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018

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Ivan Bueno/APPA

Após atingirem volume recorde no ano passado, os embarques dos produtos do agronegócio brasileiro se mantêm firmes em 2019. De acordo com pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, de janeiro a abril deste ano, as exportações (em quantidade) dos produtos do agronegócio brasileiro cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018.

Já o faturamento em dólar se limitou a crescer apenas 0,3% no mesmo período. Neste caso, pesquisadores do Cepea destacam que foi a queda dos preços médios em dólar que não permitiu ao setor obter um faturamento maior no primeiro quadrimestre deste ano. Além disso, a valorização da moeda nacional reduziu a atratividade das vendas agrícolas brasileiras. Nesse sentido, foi o volume exportado que manteve o faturamento em dólar do setor no início de 2019 em patamar positivo.

Produtos exportados

Quando comparado o primeiro quadrimestre deste ano frente ao mesmo período de 2018, o algodão em pluma foi o produto que registrou o aumento mais significativo nos embarques, de 75%. As vendas externas de milho e café também apresentaram crescimentos expressivos, de 42% e 32%, respectivamente.

Pesquisadores do Cepea indicam que o ano tem se apresentado promissor para algodão, milho e carnes. Há expectativa de que as carnes continuem apresentado aumentos nas vendas externas, principalmente para os países asiáticos. No caso do algodão, exportadores brasileiros conquistaram a segunda posição no ranking de vendas internacionais do produto.

Destino

A China segue como principal parceira comercial do setor, mas tem uma pauta muito concentrada nos produtos do complexo da soja, com destaque para soja em grão. A Europa é o segundo maior destino dos produtos agrícolas e os Estados Unidos são o terceiro. Países que compõem o grupo “outros” também têm participação significativa de 30% nas exportações brasileiras totais, com destaque para os asiáticos.

2019

Este deve ser mais um ano de boa colheita de grãos, o que deve manter elevada a disponibilidade dos produtos, tanto para consumo doméstico quanto para exportação. O exportador deve se manter atento à disputa comercial entre China e Estados Unidos, tendo em vista que esse contexto favorece o Brasil, que pode manter fatia maior nas exportações de produtos agrícolas à China, inclusive para o mercado de carnes. Por outro lado, os preços no mercado internacional têm se reduzido.

Há que se considerar, também, o efeito do câmbio. O Real tem se desvalorizado com mais força nos últimos meses, o que ajuda a manter a atratividade dos produtos brasileiros no mercado externo, favorecendo o crescimento do volume exportado. Caso a moeda nacional se mantenha mais desvalorizada, o faturamento em Real do setor pode continuar crescendo em 2019.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Arc Mercosul

Adiantada, colheita de milho do Brasil atinge 12,5% da área

Após plantio antecipado, colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos

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Divulgação

O Brasil havia colhido até esta semana 12,5% de sua área de milho segunda safra, em ritmo acelerado que supera os 3,9% registrados na mesma época em 2018, informou na quarta-feira (19) a consultoria Arc Mercosul. Após um plantio antecipado, a colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos, de 4%, segundo dados da Arc Mercosul.

O Paraná é o Estado mais adiantado nos trabalhos, com 21% da área colhida, disse a consultoria, apontando o mesmo percentual divulgado na véspera pelo Departamento de Economia Rural (Deral), do governo paranaense.

Em Mato Grosso, maior produtor nacional, a colheita avançou para 16,9%, seguido por Goiás, com 7%, segundo a Arc Mercosul.

Com uma segunda safra favorecida por boas condições climáticas, o Brasil deverá colher mais de 100 milhões de toneladas de milho na temporada 2018/19, segundo algumas consultorias especializadas.

Fonte: Reuters
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Notícias Map autorizou

Produtor pode usar Virginiamicina como melhorador de desempenho

Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos, que trata da intenção de proibição de comercialização

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Arquivo/OP Rural

A Virginiamicina é autorizada para uso como aditivo melhorador de desempenho na produção animal. A informação foi confirmada por parecer técnico da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/MAPA), divulgado no dia 7 de junho.

Ofício 309/2019 assinado pelo titular da SDA/MAPA, José Guilherme Tollstadius Leal, confirma parecer favorável da Secretária à “manutenção por 24 meses do uso da molécula (Virginiamicina) na finalidade do atual registro”.

Dessa forma, a Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos da Portaria 171/2018, que trata da intenção de proibição de comercialização.

“A comunicação da SDA/MAPA reconhece o importante papel da Virginiamicina como melhorador de desempenho, possibilitando aos pecuaristas, produtores de leite, suinocultores e avicultores o uso dessa molécula para a melhoria de desempenho na produção animal, com consequente aumento da produtividade”, ressalta Mauricio Graziani, presidente da Phibro Animal Health.

Fonte: Assessoria
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