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Seis raças leiteiras lotam o Parque da Gameleira para a Megaleite 2017

Na programação da Megaleite 2017 estão previstas as realizações de seis exposições de animais

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O Parque da Gameleira, em Belo Horizonte/MG, que será palco da 14ª Exposição Brasileira do Agronegócio do Leite (Megaleite 2017) entre os dias 28 de junho e 1º de julho, já está com os pavilhões lotados de bovinos. Os 1.741 animais inscritos para a feira estão sendo recepcionados no parque. São exemplares das raças leiteiras Girolando, Gir Leiteiro, Holandês, Jersey, Pardo-Suíço e Guzerá Leiteiro que participarão de competições de julgamento e do torneio leiteiro.

Na programação da Megaleite 2017 estão previstas as realizações de seis exposições de animais: a 28ª Exposição e Torneio Leiteiro Nacional de Girolando, a 9ª Exposição e Torneio Leiteiro Internacional do Gir Leiteiro, o Circuito Nacional da Raça Holandesa 2017 – Etapa Mineira, a Exposição Nacional da Raça Pardo-Suíça 2017, a 1ª Exposição Homologada da Raça Jersey e de Jersolando de Minas Gerais e o Concurso Leiteiro e Mostra de Guzerá e Guzolando.

A raça Girolando terá 711 animais participando da 28ª Exposição e Torneio Leiteiro Nacional de Girolando, cujas disputas começaram nesta segunda-feira (27), com as fêmeas inscritas no Torneio Leiteiro, e seguem até o dia 1º de julho. Já a 9ª Exposição e Torneio Leiteiro Internacional do Gir Leiteiro, que conta com 312 animais inscritos, iniciou no último domingo seu Torneio Leiteiro, e terá julgamento de quarta-feira até sábado.

No Circuito Nacional da Raça Holandesa 2017 – Etapa Mineira, 150 animais participarão do julgamento na sexta-feira e no sábado, às 8h, no Parque da Gameleira. Na sexta, a Associação dos Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais premiará os “Melhores de Minas”. A premiação tem como objetivo homenagear os associados que se destacaram em 2016, com os excelentes resultados obtidos por meio dos serviços realizados pela entidade e também pelos resultados das exposições ranqueadas.

A Exposição Nacional da Raça Pardo-Suíça 2017 contará com 78 animais com o julgamento na sexta e sábado. A raça Guzerá terá 40 animais participando da “Mostra de Guzerá e Guzolando” e do torneio leiteiro. A disputa será de 27 a 30 de junho.

Já a 1ª Exposição Homologada da Raça Jersey e de Jersolando de Minas Gerais terá a presença de 70 animais, sendo que 20 deles são da raça Jersolando (cruzamento de matrizes Jersey com touros Holandeses). Haverá um balcão de negócios para animais da raça na sede da Associação dos Criadores de Gado Jersey de Minas Gerais, no interior do parque. O julgamento dos animais será nos dias 30 de junho e no dia 1º de julho.

 

Sobre a Megaleite 2017

A Megaleite 2017 ocorrerá de 28 de junho a 1º de julho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG), e reunirá animais das principais raças leiteiras do Brasil em competições de julgamento e concurso leiteiro. A programação da feira ainda contará com leilões, feira de negócios, espaço kids (Mini fazenda), Megaleite Day com palestra do médico Drauzio Varella e oficina culinária com Olivier Anquier, dentre outros eventos. A feira é organizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Acordo entre EUA e Irã reduz risco logístico no mercado global de fertilizantes

Estreito de Ormuz tem reabertura parcial após avanço diplomático, enquanto a ureia recua US$ 360 toneladas desde abril, com maior oferta no Golfo e retomada parcial das exportações da China.

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Foto: Claudio Neves

O conflito no Oriente Médio teve um novo desdobramento em 14 de junho, com o anúncio de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã, seguido pela assinatura eletrônica do documento no dia 15. Apesar disso, o texto final do acordo ainda deve ser divulgado na sexta-feira, mantendo incertezas no cenário.

Foto: Claudio Neves/Portos Paraná

O Estreito de Ormuz foi parcialmente reaberto e há expectativa de liberação total até o fim da semana, embora o fluxo ainda não esteja normalizado. A região é considerada estratégica para o transporte de matérias-primas usadas na produção de fertilizantes.

No mercado de nitrogenados, a ureia registrou queda expressiva de cerca de US$ 360 por tonelada desde o fim de abril, retornando a patamares anteriores ao conflito. O movimento foi influenciado por um excesso pontual de oferta, com estoques acumulados no Golfo e o retorno parcial da China como exportadora. As cotações CFR Brasil recuaram para cerca de US$ 445/t, com negócios sendo fechados em níveis ainda mais baixos.

Nos fosfatados, o cenário segue mais pressionado. O enxofre, insumo essencial para a produção de MAP e SSP, avançou para cerca de US$ 1.250/t. Já o MAP permanece próximo de US$ 900/t CFR Brasil. Do lado da oferta, a China segue praticamente fora do mercado de fósforo, enquanto a Rússia opera com restrições ligadas a danos de infraestrutura decorrentes da guerra. No Oriente Médio, há impactos logísticos, e o Marrocos enfrenta limitação de capacidade associada à escassez de enxofre.

Nos potássicos, o mercado apresenta maior estabilidade. O KCl oscila em torno de US$ 405/t CFR Brasil, sustentado por um equilíbrio maior entre oferta e demanda globais, sem mudanças estruturais relevantes no período.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Finep destina R$ 220 milhões para inovação na agricultura familiar

Editais vão apoiar o desenvolvimento de tecnologias em parceria com cooperativas rurais e da aquicultura.

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Foto: Shutterstock

Dois editais públicos, lançados na terça-feira (30) pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), preveem o pagamento de R$ 220 milhões para o desenvolvimento de soluções tecnológicas para a agricultura familiar e a aquicultura no país. A iniciativa faz parte do programa CooperaMais Brasil Tecnologia no contexto do  Plano Safra voltado a agricultores familiares. 

Para acessar os recursos, os candidatos deverão atuar obrigatoriamente em parceria com cooperativas da agricultura familiar ou da aquicultura.

Política pública

Foto: AEN

Os editais integram uma política pública liderada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em articulação com os ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA), da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Fazenda.

O presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, destacou que o Plano Safra incorpora, com os editais, a inovação como instrumento permanente e fundamental de desenvolvimento para os trabalhadores.

Segundo ele, o programa tem como objetivo promover a difusão de inovações que ampliem a produtividade, agreguem valor à produção e garantam a inclusão socioprodutiva e a segurança alimentar no país.

Ciência e desenvolvimento

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O primeiro edital (ICTs, no valor de R$ 100 milhões) é voltado a instituições científicas, tecnológicas e de inovação para o desenvolvimento de soluções integradas, transferência tecnológica, capacitação e extensão no campo.

O outro (Empresas, de R$ 120 milhões) é relacionado ao desenvolvimento industrial de maquinários e insumos específicos de pequeno porte, como tratores, implementos agrícolas, máquinas para plantio e colheita de culturas essenciais à agricultura familiar.

A íntegra das chamadas públicas e os critérios de participação vão ser disponibilizados no portal da Finep.

Crédito

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027 somará investimentos de R$ 97,3 bilhões para programas de crédito, seguro agrícola, compras públicas, assistência técnica e extensão rural.

Desse total, R$ 85,2 bilhões serão para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), um aumento de quase 9% do crédito, comparado à última safra.

Fonte: Agência Brasil
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Produção recorde de soja deve manter mercado pressionado em 2026/27

De acordo com a Consultoria Agro Itaú BBA, oferta elevada no Brasil e nos Estados Unidos pode limitar a recuperação dos preços.

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Foto: Divulgação

A perspectiva de produção elevada no Brasil e nos Estados Unidos deve ampliar a oferta global de soja na safra 2026/27 e manter pressão sobre os preços internacionais. De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, uma eventual recuperação das cotações dependerá principalmente das condições climáticas e do ritmo das compras chinesas.

Foto: Jaelson Lucas/AEN

No relatório divulgado em junho, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos estimou a produção brasileira em 186 milhões de toneladas na safra 2026/27. Para os Estados Unidos, a projeção é de 121 milhões de toneladas, volume 4% superior ao da temporada anterior.

O USDA também prevê esmagamento recorde de soja nos Estados Unidos, estimado em 74,8 milhões de toneladas, impulsionado pela demanda por óleo destinado à produção de biocombustíveis. Em nível global, a expectativa é de um aumento de aproximadamente 14 milhões de toneladas no processamento em comparação com a safra 2025/26.

Apesar da demanda aquecida, o mercado acompanha a capacidade da China de absorver simultaneamente o aumento da oferta de soja produzida por Brasil e Estados Unidos. Segundo a Consultoria Agro Itaú BBA, o acordo comercial anunciado em maio amplia o potencial de compras da soja norte-americana, mas seus efeitos ainda são limitados e dependem de confirmação oficial por parte do governo chinês.

Foto: Aprosoja MT

Nos Estados Unidos, as condições climáticas permanecem favoráveis no Meio-Oeste, e as previsões para o trimestre entre junho e agosto indicam bom desenvolvimento das lavouras. Ao mesmo tempo, a ausência de novas compras chinesas da soja norte-americana e a redução das apostas dos fundos em altas na Bolsa de Chicago (CBOT) continuam influenciando as cotações no curto prazo.

Segundo a consultoria, o cenário para 2026/27 ainda é de pressão sobre os preços diante da possibilidade de produção recorde no Brasil e de uma safra cheia nos Estados Unidos, caso o clima de verão confirme o potencial produtivo das lavouras.

Uma mudança nesse quadro poderá ocorrer caso haja problemas climáticos na produção norte-americana ou na próxima safra brasileira. Além disso, um El Niño de forte intensidade poderá provocar impactos negativos sobre a produção na América do Sul. A Consultoria Agro Itaú BBA também destaca que um aumento das compras chinesas de soja dos Estados Unidos tende a favorecer a valorização dos contratos negociados na Bolsa de Chicago.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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