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Segundo semestre promissor para agronegócio catarinense

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“O futuro é promissor para o agronegócio, o preço dos grãos e dos insumos deve subir, mas tudo indica que produziremos mais alimentos” observou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, nesta sexta-feira (12) durante reunião regional da entidade, em Chapecó. Participaram do encontro 60 dirigentes de Sindicatos Rurais.
O objetivo foi discutir a atual conjuntura do agronegócio, os desafios e as oportunidades do setor. De acordo com Pedrozo, o fornecimento de milho para o oeste de Santa Catarina e a construção de silos e armazéns são questões que preocupam o setor. 
Pedrozo também enfatizou a importância dos dirigentes sindicais rurais participarem dos eventos da categoria. “Nosso desejo é de que nossas lideranças sempre estejam à frente e saibam sobre tudo o que está acontecendo no segmento”, explicou. Também ressaltou os avanços no Plano Safra 2013/2014, do qual atende praticamente todas as reivindicações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). 
O vice-presidente da Faesc e presidente da Cidasc, Enori Barbieri, abordou as perspectivas do mercado agrícola e as atividades da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina. “Neste ano os ventos sopraram positivamente. Exemplo disso são a emissão eletrônica da Guia de Trânsito Animal (e-GTA), a aprovação do Serviço Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Suasa) e a abertura de novos mercados internacionais para a carne catarinense”. 
Barbieri antecipou que o lançamento oficial do Sisbi-Suasa será em agosto, no município de Chapecó. A meta é integrar 200 frigoríficos até 2014. Essas empresas abatem 12 mil suínos/dia com inspeção municipal no território catarinense. 
A carne suína catarinense será um dos destaques deste segundo semestre, segundo Barbieri, principalmente com a abertura do mercado japonês, com o embarque no mês de agosto dos primeiros containers para os Estados Unidos da América, a reabertura da Ucrânia e o interesse da Rússia, que esteve recentemente em Santa Catarina para habilitar mais plantas industriais para exportação. 
Na área de grãos, Barbieri destacou que os estoques mundiais estão se recompondo, porém o desafio é a logística. “O Brasil ainda tem espaço para ampliar e os preços devem se manter bons para o produtor. Em resumo, é possível afirmar que o setor vive um dos melhores momentos porque a metade dos empregos no País com carteira assinada foi criada pelo agronegócio”, finalizou. 
A pecuária de leite também continuará em um bom momento com perspectiva de aumento para o produtor rural. Porém, essa rentabilidade tem chamado à atenção do Governo Federal alertou o vice-presidente de finanças da Faesc, Nelton Rogério de Souza. 
Segundo Souza, Santa Catarina elevou a produção/mês, enquanto outros Estados reduziram. “O Governo Federal também autorizou no nordeste a colocar água no leite em pó, imagina se amplia essa medida”, comentou. Souza destacou que neste ano o produtor teve uma rentabilidade de 14% de janeiro a junho, neste mês de julho deve melhorar. “Sem dúvida, foi uma ampliação bastante significativa”, complementou.
Para finalizar, o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), Gilmar Zanluchi, explicou sobre o plano anual de trabalho do Senar e o levantamento das demandas na área profissional rural. Zanluchi destacou que após sair na frente com o Pronatec e a Inclusão Digital, o Senar/SC novamente é pioneiro, desta vez com o programa “Leite Legal”. “Esta iniciativa é importantíssima e fará a diferença porque preconiza a qualidade do leite”, explicou.
Também estiveram presentes o vice-presidente da região Oeste e presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Chapecó Américo do Nascimento e o vice-presidente da região extremo oeste Adelar Maximiliano Zimmer. 
Foto 13 – Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo
Foto 14 – Participaram do encontro 60 dirigentes de Sindicatos Rurais
Foto 15 – O objetivo foi discutir a atual conjuntura do agronegócio, os desafios e as oportunidades do setor

Fonte: MB Comunicação

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Notícias Mercado

JBS adquire empresa europeia e expande sua plataforma global de alimentos plant-based

Compra da Vivera, terceira maior produtora de proteína plant-based da Europa, impulsiona a JBS no mercado de proteína vegetal

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A JBS, maior empresa de proteína e segunda maior indústria de alimentos do mundo, celebrou acordo para a compra da empresa Vivera, terceira maior produtora de plant-based na Europa, por um enterprise value (valor de empresa) de 341 milhões de euros. A Vivera desenvolve e produz um diversificado e inovador portfólio de produtos plant-based substitutos de carne para grandes varejistas em mais de 25 países europeus, com presença relevante na Holanda, no Reino Unido e na Alemanha. A transação inclui três unidades fabris e um centro de pesquisa e desenvolvimento localizados na Holanda.

A aquisição da Vivera fortalece e impulsiona a plataforma global de produtos plant-based da JBS. A tendência global é de forte crescimento no consumo desse segmento. A operação vai ampliar o portfólio da JBS com uma marca consolidada na preferência dos consumidores, reforçando o foco da Companhia em produtos de valor agregado.

A Vivera, atualmente a maior companhia independente de plant-based da Europa, se soma às iniciativas da Seara, no Brasil, onde a Linha Incrível detém a liderança em hambúrgueres vegetais, e da Planterra, que conta com a marca OZO nos Estados Unidos.

“É um passo importante para o fortalecimento da nossa plataforma global de proteína vegetal. A Vivera traz musculatura para a JBS no setor de plant-based com conhecimento tecnológico e capacidade de inovação”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Para fomentar seu espírito empreendedor, a JBS vai manter a Vivera como uma unidade de negócios autônoma, mantendo sua atual liderança.

“Juntar forças com a JBS nos dá acesso a recursos significativos e capacidades para acelerar nossa atual trajetória de forte crescimento”, diz Willem van Weede, CEO da Vivera.

A transação, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Administração da JBS, está sujeita à validação das autoridades antitruste.

Fonte: Assessoria
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Notícias Soja

Indicador Paraná atinge recorde nominal

Preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa

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Danilo Estevão/Embrapa

Os preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa. Segundo pesquisadores do Cepea, parte dos produtores mostra preferência em comercializar a soja em detrimento do milho, o que eleva a liquidez no mercado da oleaginosa.

Diante disso, mesmo sendo período de finalização de colheita no Paraná, o Indicador CEPEA/ESALQ da soja atingiu R$ 172,66/saca de 60 kg no último dia 14, recorde nominal da série do Cepea, iniciada em julho de 1997. Já outra parcela de vendedores não mostra interesse em fechar negócios para entrega no curto prazo, atentos à maior paridade de exportação para embarques nos próximos meses.

Fonte: Cepea
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Notícias Milho

Falta de chuva preocupa e mantém produtor afastado do mercado

Neste atual período de desenvolvimento das lavouras, a falta de precipitação pode prejudicar a produtividade

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As chuvas ainda abaixo do esperado neste mês em importantes regiões produtoras de segunda safra têm deixado vendedores afastados das negociações. Neste atual período de desenvolvimento das lavouras, a falta de precipitação pode prejudicar a produtividade.

Compradores, por sua vez, precisam recompor estoques, cenário que mantém os preços em alta. Na parcial de abril (até o dia 16), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (base Campinas-SP) subiu 4,45% fechando a R$ 97,88/saca de 60 kg na sexta-feira (16), novo recorde real da série do Cepea. Em algumas praças, os avanços nos preços são mais expressivos, e vendedores já pedem valores acima de R$ 100 pela saca de 60 kg.

Fonte: Cepea
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Biochem site – lateral

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