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Notícias Santa Catarina

Secretaria da Agricultura lança programa de apoio aos agricultores em vulnerabilidade social e de renda

A medida de apoio está disponível para os municípios com o decreto de emergência ou calamidade em função da estiagem/seca reconhecidos pela Defesa Civil Estadual.

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Os produtores poderão acessar até R$ 10 mil ou até R$ 45 mil em projetos coletivos, com cinco anos de prazo para pagar em parcelas anuais e sem juros (Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Secom).

A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural investirá R$ 10 milhões para apoiar os produtores rurais em situação de vulnerabilidade social e de renda. O Programa faz parte de um novo pacote de ações anunciado pelo Governo do Estado para minimizar os efeitos da estiagem em Santa Catarina.

Os recursos têm origem na Assembleia Legislativa de Santa Catarina e serão destinados a financiamentos, via Fundo do Desenvolvimento Rural (FDR), para famílias cadastradas, preferentemente, no CadÚnico e/ou possuam renda anual familiar de até R$ 50 mil e que estejam sofrendo com problemas no abastecimento de água para as atividades essenciais. Segundo o Censo Agro do IBGE, 37 mil famílias podem se enquadrar nesse Programa em Santa Catarina.

O secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa explica que a intenção é atender agricultores que normalmente não se enquadram nos programas já existentes na Secretaria da Agricultura, por não possuírem Declaração de Aptidão ao Pronaf. A medida de apoio está disponível para os municípios com o decreto de emergência ou calamidade em função da estiagem/seca reconhecidos pela Defesa Civil Estadual.

Os produtores poderão acessar até R$ 10 mil ou até R$ 45 mil em projetos coletivos, com cinco anos de prazo para pagar em parcelas anuais e sem juros. O beneficiário que pagar em dia terá uma subvenção de 50% no valor da parcela, no ato do pagamento. Os interessados em participar do Programa devem procurar a Epagri do seu município.

Investimentos para reduzir o impacto da estiagem em SC

O novo aporte de recursos de R$ 15 milhões soma-se aos R$ 24 milhões já aplicados em 2020 no apoio ao setor produtivo, chegando a R$ 39 milhões à disposição dos agricultores de Santa Catarina para reduzir os prejuízos com a seca e com outros efeitos climáticos. “A estiagem já se mostrou como um evento cíclico em Santa Catarina e nós precisamos pensar em ações a longo prazo para que possamos dar mais tranquilidade aos produtores rurais. Estamos fazendo um grande esforço para incentivar a captação e armazenamento de água através também da construção de cisternas”, destaca o secretário Gouvêa.

Outros Programas disponíveis

Projeto Especial Programa Menos Juros – Emergencial

Subvenção aos juros dos financiamentos contraídos por produtores rurais para investimento em sistemas de captação, armazenagem e distribuição de água. Serão R$ 3 milhões investidos para o pagamento dos juros, num limite de 2,5% ao ano, para financiamentos de até R$ 100 mil contraídos junto à instituições financeiras, com prazo de máximo de oito anos para pagar.

Nessa linha de crédito poderão ser atendidos médios e grandes produtores rurais com renda superior ao limite do PRONAF, agora esses produtores podem também contar com o benefício.

Convênio com municípios

A Secretaria da Agricultura firmará também convênios de até R$ 100 mil com municípios para contratação de serviços que visem amenizar os problemas de falta de água nas propriedades rurais. Nessa linha, os investimentos chegarão a R$2 milhões.

Água para todos

Financiamentos para construção de poços, estruturas de armazenagem e distribuição de água. Valor investido: R$1,5 milhão com um aporte adicional de R$ 3 milhões, totalizando R$ 4,5 milhões. O novo aporte de recurso irá beneficiar mais 150 produtores rurais de SC. Os financiamentos serão de até R$ 25 mil por produtor ou até R$ 50 mil para projetos coletivos, que poderão ser pagos em até 36 meses, com seis meses de carência e sem juros.

Programa Irrigar

Subvenção aos juros de financiamentos contraídos pelos produtores rurais, num limite de R$ 30 mil e juros de até de 4,5% ao ano, durante um período máximo de oito anos. Os bônus dos juros serão pagos anualmente para os agricultores.

Fonte: Ass. Imprensa.
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Notícias Sanidade

Agricultura presta esclarecimentos sobre surtos de gafanhotos no Rio Grande do Sul

Espécies encontradas na região Noroeste não são pragas de importância agrícola

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A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) publicou nesta quarta-feira (02) nota técnica redigida pelo Comitê de Emergência Fitossanitária para Schistocerca cancellata que presta esclarecimentos sobre as ocorrências de gafanhotos no Rio Grande do Sul. O Comitê é composto por técnicos da secretaria, Ministério da Agricultura, Laboratório de Manejo Integrado de Pragas da Universidade Federal de Santa Maria, Embrapa Clima Temperado e Emater/RS-Ascar.

Conforme o documento, os surtos relatados nos municípios de Santo Augusto, São Valério do Sul e Bom Progresso estão sendo monitorados pelas equipes da Seapdr a fim de delimitar a área perifocal e abrangência das infestações. As espécies foram identificadas pela Dra. Kátia Matiotti, da PUCRS, como indivíduos adultos de Zoniopoda iheringi e ninfas de Chromacris speciosa, ambas da família Romaleidae, que não tem hábitos migratórios. Sua ocorrência é esperada, devido ao clima seco e à baixa precipitação acumulada nas últimas safras de verão.

Ambas as espécies estão sendo mantidas no Laboratório de Manejo Integrado de Pragas da UFSM, para estudos. As espécies não correspondem à Schistocerca cancellata, estando momentaneamente descartada a infestação por este gafanhoto migratório. Tratam-se de espécies endêmicas, de ocorrência natural e que normalmente não são pragas de importância agrícola.

Foi observado que a preferência de hospedagem das infestações está centrada nas áreas de mata nativa e vegetação espontânea. A prioridade dos levantamentos é constatar se há desequilíbrio nas populações naturais com possibilidade de danos às lavouras limítrofes aos focos.

A Seapdr e o grupo gestor estão atuando para a delimitação das ocorrências. Estão sendo preparadas alternativas de emprego de soluções frente às infestações, caso se configure risco de dano econômico à produção agropecuária.

A orientação do Comitê é para que produtores não tomem medidas preventivas frente às infestações, sob a possibilidade de aumentar o desequilíbrio entre os inimigos naturais dessas espécies e agravar os danos futuramente. Havendo constatação de surtos, deve ser realizada comunicação através da rede de vigilância, pelos canais:

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Deral

Plantio de soja no PR vai a 99% com lavouras na pior condição em ao menos 5 anos

De acordo com o Deral, a semeadura avançou 2 pontos percentuais na semana e atingiu 99% da área esperada

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Divulgação/AENPr

O plantio de soja 2020/21 no Paraná avançou para a reta final dos trabalhos com as lavouras em condições piores do que as verificadas pelo menos nos últimos cinco anos, indicou na terça-feira (1°) o Departamento de Economia Rural (Deral).

Em informativo semanal, o órgão do governo paranaense apontou que 72% das lavouras de soja do Estado possuem condições boas, enquanto 4% foram avaliadas em situação ruim, mantendo os mesmos níveis vistos na semana passada.

Em igual período do ano anterior, porém, as lavouras em condição boa eram 81%, enquanto as que possuíam estado ruim atingiam 3%.

Antes disso, de acordo com os dados do Deral que remetem a 2015, as piores condições neste período do ano haviam sido vistas em 2017, quando 90% das lavouras estavam em condição boa e 10% em situação média.

Ainda segundo o departamento, 12% das lavouras estavam em fase de floração até segunda-feira, ante 22% no mesmo momento da safra passada, enquanto 82% se mantinham em desenvolvimento vegetativo, versus 72% em 2019/20.

O plantio da oleaginosa está praticamente concluído no Paraná –segundo maior produtor do Brasil, atrás somente de Mato Grosso. De acordo com o Deral, a semeadura avançou 2 pontos percentuais na semana e atingiu 99% da área esperada.

Na última semana, o departamento estimou a safra de soja 2020/21 do Estado em 20,47 milhões de toneladas, queda de 1% em relação à produção recorde de 2019/20.

O Paraná sofreu com a falta de chuvas nesta temporada, especialmente no início da safra. Nas últimas semanas, as precipitações contribuíram para o avanço do plantio, mas o Deral ainda via uma necessidade de melhor regularidade de chuvas para “garantir a safra”.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Datagro eleva estimativa de produção de soja 20/21 do Brasil para 134,98 mi t

Resultado também representa um avanço de cerca de 6% em relação às 127,45 milhões de toneladas colhidas em 2019/20

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Divulgação/AENPr

A produção de soja do Brasil deve atingir 134,98 milhões de toneladas na safra 2020/21, estimou a consultoria Datagro na terça-feira (1°), elevando sua projeção em 540 mil toneladas na esteira de um incremento em área de plantio.

Segundo a Datagro, o resultado também representa um avanço de cerca de 6% em relação às 127,45 milhões de toneladas colhidas em 2019/20.

A estimativa de área plantada foi atualizada para 38,79 milhões de hectares, sobre 38,68 milhões de hectares na última projeção e 3% acima da temporada passada, confirmando o 14º ano consecutivo de incremento.

“Os fatores de estímulo ao cultivo da soja dominaram a decisão dos produtores a novamente elevarem a área nesta safra, já que os preços médios estiveram acima do padrão, houve alta produtividade média, positiva lucratividade bruta da safra atual, oferta de crédito…”, afirmou a Datagro.

O clima, contudo, segue como fator de atenção, uma vez que a safra está agora em desenvolvimento, com a finalização do plantio na maioria das áreas.

“Já tivemos irregularidade na chegada das chuvas na região central, e clima seco dominante em outubro e novembro na região Sul”, disse o coordenador de Grãos da Datagro, Flávio Roberto de França Júnior.

A partir de agora, em função do resfriamento das águas do Atlântico Sul nas últimas semanas, a previsão é de que as chuvas se normalizem, o que estabilizaria as perdas no milho e recuperaria as condições da soja, acrescentou ele.

Milho

A produção potencial de milho foi revisada para baixo e passou para 114,04 milhões de toneladas, ante 114,48 milhões do último levantamento, mas ainda está cerca de 7% acima do ciclo de 2019/20.

Após episódios de seca em regiões produtoras, a Datagro passou a estimar a colheita de milho verão em 27,33 milhões de toneladas, cerca de 5% superior a 2019/20, mas abaixo da projeção anterior de 27,76 milhões de toneladas.

A área do cereal de primeira safra foi mantida em 4,43 milhões de hectares, alta de 2% ante a temporada passada.

Fonte: Reuters
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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