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Notícias Santa Catarina

Secretaria da Agricultura, Epagri, Cidasc e Ceasa têm alterações nos atendimentos ao público

As atividades presenciais estão suspensas pelos próximos sete dias

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Divulgação/MAPA

Desde quarta-feira (18) a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural e suas empresas vinculadas (Epagri, Ceasa e Cidasc) tem novas regras para o atendimento aos produtores rurais de Santa Catarina. A decisão faz parte das medidas para evitar a propagação do coronavírus (Covid-19) no estado, com base no decreto 515 de 17 de março de 2020 publicado pelo Governo do Estado, que estabelece situação de emergência em todo território catarinense.

As atividades presenciais da Secretaria da Agricultura, Cidasc e Epagri, inclusive todos os tipos de atendimentos aos agricultores, estão suspensas pelos próximos sete dias. Os serviços administrativos serão exercidos por meio digital ou remoto e as reuniões ocorrerão via áudio ou videoconferência. A medida vale também para os escritórios municipais da Epagri e Cidasc. Em caso de urgência, a orientação é entrar em contato via e-mail ou telefone com o Escritório Local ou Gestão Regional.

Cursos e Capacitações

Estão cancelados todos os eventos, cursos e capacitações presenciais oferecidos pela Epagri e Cidasc.

Eventos Agropecuários

Em atenção ao Decreto Estadual nº 515, de 17 de março de 2020, todos os eventos agropecuários estão suspensos em Santa Catarina. A Secretaria da Agricultura publicou uma Nota Recomendatória reforçando a necessidade de cancelamento de todos os rodeios, cavalgadas, feiras agropecuárias, torneios e exposições pelos próximos 90 dias.

Escritório municipais da Cidasc

O atendimento presencial nos escritórios municipais da Cidasc estão suspensos. O atendimento que for indispensável será feito por telefone ou e-mail. Os médicos veterinários atenderão apenas em casos de doenças de notificação obrigatória. Nesses casos, o produtor deve agendar o atendimento via telefone ou e-mail.

Quando indispensável o atendimento presencial, os funcionários irão atender uma pessoa por vez, evitando aglomerações e contato físico. Todas as regras de higiene devem ser seguidas.

Barreiras sanitárias da Cidasc

As barreiras sanitárias fixas da Cidasc seguem em funcionamento normal, adotando todas as medidas de prevenção necessárias.

Distribuição de brincos oficiais

A distribuição de brincos oficiais de identificação animal será adiada. Assim que as atividades forem restabelecidas, o produtor deve procurar o escritório da Cidasc para regularização.

O atendimento daquelas entregas que forem totalmente inadiáveis será feito mediante agendamento prévio, respeitando todas as indicações para prevenção ao coronavírus.

O agendamento de atendimento e entrega de brincos oficiais deve ser feito por email ou por telefone.

Contato do Icasa: Coordenador Gustavo Cava – (48) 9-9937-4484.

Guia de Trânsito Animal (GTA)

A Guia de Trânsito Animal é documento obrigatório para movimentação de animais em Santa Catarina e pode ser solicitada online pelo sistema da Cidasc, sem necessidade de comparecer ao escritório local. Em caso de emissão exclusiva do serviço oficial, deve ser solicitada por e-mail.

Ceasa

As Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina (Ceasa/SC) mantém suas atividades normalmente, porém com horários diferenciados. A partir desta quinta-feira (19), a entrada de caminhões oriundos de outros estados será permitida somente das 13h às 24h.

A equipe trabalha ainda reforçando as medidas de higiene e conscientização de produtores, boxistas, comerciantes e caminhoneiros.

As mudanças fazem parte do conjunto de ações para evitar a propagação do coronavírus e podem sofrer alteração a qualquer momento de acordo com a evolução da Covid-19 em Santa Catarina.

Fonte: Assessoria

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Instituto Ovos Brasil apresenta nova diretoria e estabelece metas ambiciosas para o futuro

Edival Veras segue como presidente e Ricardo Santin continua como presidente do Conselho Deliberativo.

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Edival Veras foi reconduzido ao cargo de presidente do IOB: "Com esta nova equipe, estamos mais preparados do que nunca para promover o desenvolvimento sustentável da avicultura e informar sobre os benefícios do ovo" - Foto: Divulgação/IOB

Foi realizada no dia 10 de abril, a Assembleia Geral Ordinária do Instituto Ovos Brasil (IOB) na qual foram realizadas eleições para gestão do próximo triênio. Para composição da nova diretoria, Airton Junior cedeu seu posto de diretor comercial a Anderson Herbert, enquanto Gustavo Crosara foi nomeado novo diretor técnico, sucedendo Daniela Duarte.

Anderson Herbert, que também desempenha o papel de diretor de exportação na Naturovos, traz ao instituto uma experiência de mais de vinte anos no setor alimentício. “Estou honrado em contribuir para esta nova fase do IOB. Com minha experiência, espero fortalecer a atuação do Instituto no mercado”, afirmou Herbert.

Gustavo Crosara, médico veterinário com vasta experiência no setor de ovos, tendo contribuído incessamente como os temas regulatórios e de articulação do setor, liderando hoje a Somai Nordeste, expressou entusiasmo com sua nova posição. “A oportunidade de contribuir com o IOB é estimulante. Tenho grande confiança no potencial do setor e estou comprometido com o crescimento e a inovação contínua da instituição”, destacou Crosara.

Edival Veras segue na presidência e também foram eleitos os Conselhos Deliberativo e Fiscal. Ricardo Santin segue como presidente do Conselho Deliberativo e seguem na diretoria da entidade Tabatha Lacerda como diretora administrativa, e Nélio Hand como diretor financeiro. Veras compartilhou suas expectativas para este novo ciclo: “Com esta nova equipe, estamos mais preparados do que nunca para promover o desenvolvimento sustentável da avicultura e informar sobre os benefícios do ovo. Estamos ansiosos para trabalhar juntos e atingir nossos objetivos ambiciosos que beneficiarão a indústria e a sociedade como um todo. Quero também expressar nossa gratidão a Airton Junior e Daniela Duarte por sua dedicação e contribuições durante suas gestões, que foram fundamentais para o nosso progresso”, ressalta.

Sobre O Instituto Ovos Brasil
O Instituto Ovos Brasil é uma entidade sem fins lucrativos, que foi criada em 2007 com objetivo de educar e esclarecer a população sobre as propriedades nutricionais do ovo e os benefícios que o alimento proporciona à saúde. Entre seus propósitos, também destaca-se a missão de desfazer mitos sobre seu consumo. O IOB tem atuação em todo o território nacional e hoje é referência em informação sobre ovos no Brasil.

Fonte: Assessoria Instituto Ovos Brasil
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Asbia: 50 anos de ações para o avanço da inseminação artificial em bovinos

Por meio de importantes iniciativas para democratizar cada vez mais o acesso à genética de qualidade a todos os pecuaristas, associação teve papel crucial no crescimento da adoção pela tecnologia no Brasil.

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Foto: Divulgação/Asbia

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) completa 50 anos de sua fundação em 26 de novembro de 2024. Foi nesse dia, em 1974, que a criação da entidade foi oficializada no Parque Estadual da Água Branca, na Barra Funda, em São Paulo (SP). “De lá para cá, a Asbia colaborou com a evolução da pecuária, tomando iniciativas importantes de compartilhamento de conhecimento com o Index Sêmen, Index Embriões e com o Manual de Inseminação Artificial em Bovinos, entre outros”, detalha Nelson Eduardo Ziehlsdorff, presidente da Asbia.

Há 50 anos, entre diferentes gestões, a entidade segue sendo a representação do produtor em importantes frentes, garantindo que as esferas federais, estaduais e municipais ouçam a voz dos pecuaristas por melhores condições. Além disso, a Asbia compartilha conhecimento e dados estatísticos importantes sobre a evolução da adoção da biotécnica reprodutiva. “O Index Sêmen é uma das nossas iniciativas mais antigas, com 40 anos de história. Temos o orgulho de ter ao nosso lado o Centro de Estudos em Economia Aplicada, da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), nessa missão de compilar dados estatísticos sobre o mercado de genética bovina brasileira para disseminarmos de tempos em tempos um panorama completo do uso da genética bovina com toda a cadeia de produção”, destaca Nelson.

A Asbia nasceu com alguns papéis bem definidos, que são executados em sua totalidade desde o início, como busca por consecução de linhas de crédito para pecuaristas, participação ativa em congressos, exposições, feiras, leilões, torneios e eventos de abrangência nacional, buscando a promoção do desenvolvimento das biotecnologias reprodutivas para fomentar o uso da inseminação artificial em todo o país. “A produção de carne e leite brasileira já é uma das mais importantes do mundo, mas sabemos que há oportunidade para ampliarmos bem essa produtividade. Isso porque, de acordo com dados do Index Sêmen de 2023, apenas 23% das fêmeas de corte e 12% das fêmeas leiteiras foram inseminadas no Brasil. O ganho genético na adoção da inseminação é imensurável e beneficia toda a cadeia a longo prazo, e é inegável o mar de oportunidades que temos para crescer”, ressalta o presidente.

Por meio de importantes iniciativas para democratizar cada vez mais o acesso à genética de qualidade a todos os pecuaristas, a Asbia teve papel crucial no crescimento da adoção pela tecnologia. Desde 1996, o número de doses adquiridas por pecuaristas para melhoria do rebanho cresceu de forma exponencial, saindo de cinco milhões de doses para as 25 milhões comercializadas em 2021 – um recorde histórico.

Com um número de associados sólido – composto por empresas de genética, saúde e nutrição animal, agropecuárias e outras entidades importantes do agro, a Asbia tem buscado potencializar a sinergia entre seus 40 membros para esclarecer a importância da inseminação como um fator de vantagem competitiva sustentável para toda a cadeia produtiva da pecuária – buscando otimizar a produção de forma sustentável.

Fonte: Assessoria Asbia
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Notícias No Brasil

Após crescer 70% nas últimas quatro safras, área dedicada ao trigo pode diminuir

Menores patamares de preços do cereal somados a incertezas climáticas e aos altos custos explicam a possível redução no cultivo.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Após aumentar nas últimas quatro safras, com salto de mais de 70% entre 2019 e 2023, a área dedicada ao trigo sinaliza queda neste ano.

Segundo pesquisadores do Cepea, os menores patamares de preços do cereal somados a incertezas climáticas e aos altos custos explicam a possível redução no cultivo.

A Conab projeta recuo médio de 4,7% na área semeada com a cultura em relação à temporada anterior, pressionada pelo Sul, com queda estimada em 7%.

No Paraná, o Deral aponta forte redução de 19% na área destinada ao trigo, para 1,14 milhão de hectares.

Apesar disso, a produção deverá crescer 4% no mesmo comparativo, atingindo 3,8 milhões de hectares no estado, em decorrência da maior produtividade.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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