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Notícias Expointer

Secretaria da Agricultura do RS lança Radiografia da Agropecuária Gaúcha 2020

Levantamento reúne números da agricultura no Rio Grande do Sul e destaca a importância do setor na geração de emprego e renda

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Divulgação

O potencial do agronegócio foi destaque no primeiro dia da Expointer Digital 2020 com o lançamento Radiografia da Agropecuária Gaúcha 2020. A publicação on-line produzida pelo Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) foi apresentada pelo secretário Covatti Filho no sábado (26).

O levantamento reúne números da agricultura no Rio Grande do Sul e destaca a importância do setor na geração de emprego e renda. “O estudo também tem conteúdo técnico para delinear novas políticas públicas e aperfeiçoar as existentes”, afirma Covatti Filho.

Ainda de acordo com o secretário, no ranking nacional o RS se destaca na liderança em produção, tecnologia e geração de receita, em diversas áreas do agronegócio. “Há um grande potencial para expandir as culturas agrícolas mais recentes, aprimorando os processos mais tradicionais e buscando solucionar os entraves que ainda dificultam a vida do produtor”.

Conforme o secretário, o relatório reconhece e demonstra a relevância da cadeia agropecuária no Estado, que passa pelas propriedades rurais, comércio e indústrias vinculadas à atividade rural, sendo responsável pela geração de 40% da riqueza gaúcha.

“Na Secretaria da Agricultura, reconhecemos esta importância com os espaços das Câmaras Setoriais. Em cada uma delas, discutimos, com as entidades representativas do setor, políticas públicas voltadas para eles. Esse fórum de discussão é fundamental e ocorre de forma mensal”, complementa.

O diretor do Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural, Ivan Bonetti, informa que a pesquisa foi feita com coleta de informações relativas à safra 2019/2020 e, em alguns casos, 2018, junto a diversos órgãos oficiais e privados que desenvolvem levantamentos de dados agropecuários.

“O trabalho reúne 28 dos principais segmentos agrícolas, detalhando dados como área colhida, produção, receita agropecuária, número de produtores, valores de exportação e principais destinos, participação na produção nacional e nas exportações do agro gaúcho, além do número de municípios produtores, destacando sua escala”, acrescenta Bonetti.

A radiografia aponta que a riqueza total do Estado (PIB 2019) foi de R$ 480 bilhões; a receita das propriedades agropecuárias chegou a R$ 67 bilhões (14% do PIB) e a receita do agronegócio (lavoura, pecuária, serviços e indústrias) foi de R$ 192 bilhões (40% do PIB).

Com base no valor bruto de produção, os principais produtos agropecuários gaúchos são soja (36%), frango (13%), arroz (11%) e bovinos (7%). Principal produto, a soja ocupa área de 5,96 milhões de hectares, tem produção de 10,69 milhões de toneladas e valor bruto de produção de R$ 16,9 bilhões, conforme dados na Radiografia.

A Expointer Digital 2020 – em razão da pandemia de coronovírus – é realizada sem a presença de público. Mas toda a programação realizada no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, pode ser acompanhada em quatro canais de transmissão no site da feira.

A única presença de público externo é permitida para compras na Feira da Agricultura Familiar. O ingresso no parque, sem custo, é permitido apenas de carro, com motorista e passageiros usando máscaras, para acessar o drive-thru no pavilhão da Agricultura Familiar. O horário de funcionamento é das 10h às 20h. Os produtos disponíveis para retirada no parque podem ser consultados em www.expointer.rs.gov.br/drive-thru.

A Expointer Digital 2020 começou no sábado (26) e segue até domingo (04). O tradicional Desfile de Campeões, sem público externo nas arquibancadas, apenas com autoridades, como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e integrantes de entidades organizadoras da feira, será na sexta-feira (02).

Fonte: Assessoria
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Notícias Saúde Animal

Santa Catarina tem a menor prevalência de brucelose animal do Brasil

Classificação do Mapa demonstra excelência da bovinocultura e qualidade da produção agropecuária catarinense

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Arquivo/OP Rural

Destaque internacional no cuidado com a saúde animal, Santa Catarina conquista mais um título: o estado tem a menor prevalência de brucelose animal do Brasil. A classificação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) demonstra a excelência da bovinocultura e a qualidade da produção agropecuária catarinense.

“O reconhecimento do Ministério da Agricultura é extremamente importante para o agronegócio de Santa Catarina, com impactos diretos na nossa produção leiteira. Podemos dizer que temos um produto de qualidade, originado de um animal sem doenças e com alta sanidade. Isso é fruto de um trabalho muito grande do setor produtivo e do Governo do Estado para diminuir cada vez mais a incidência de brucelose no nosso rebanho”, destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

De acordo com o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal, do Ministério da Agricultura, os estados podem ser classificados de A até E de acordo com a prevalência das doenças. Santa Catarina é o único estado brasileiro com classificação A para brucelose e, junto com outros quatro estados, também obteve nota máxima para tuberculose.

As zoonoses acometem menos de 2% do rebanho bovino catarinense. Esse é o resultado de um grande esforço no Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Agricultura, da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e do setor produtivo para erradicar as doenças.

Santa Catarina contabiliza mais de mil propriedades rurais certificadas como livres de brucelose e tuberculose. O reconhecimento acontece após realização de testes em todos os animais, com intervalos de 6 a 12 meses, e sem nenhum caso positivo.

Diferencial competitivo

A intenção do Governo do Estado é que esse seja mais um diferencial competitivo do agronegócio catarinense na conquista de mercados exigentes, principalmente para exportação de produtos lácteos. A presidente da Cidasc, Luciane Surdi, explica que há um grande esforço do poder público estadual e da iniciativa privada para melhorar ainda mais a sanidade dos rebanhos.

“A Cidasc e a Secretaria da Agricultura vêm realizando importantes discussões com o setor produtivo catarinense buscando melhorar a qualidade e a sanidade dos nossos rebanhos leiteiros. O relatório do Ministério da Agricultura demonstra a nossa eficiência, porém seguimos focados em produzir leite com cada vez mais qualidade, cuidando do rebanho e da saúde do produtor rural e do consumidor”, ressalta.

Investimentos para erradicar a brucelose e a tuberculose

Ainda em 2020, a Secretaria aportou mais R$ 283 mil para aumentar a cadeia de vigilância e localização de propriedades com suspeitas de focos das doenças, realizações de diagnósticos definitivos e abates sanitários dos animais contaminados, reduzindo os riscos à saúde pública e elevando o status sanitário da pecuária catarinense.

Todos os anos são realizados aproximadamente 500 mil exames para analisar a presença das zoonoses no rebanho catarinense.

Indenizações aos produtores

Os animais acometidos de brucelose ou tuberculose são abatidos sanitariamente e os proprietários indenizados pela Secretaria da Agricultura, com apoio do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa). Com a compensação, os produtores podem adquirir animais sadios para continuarem a produção de carne e de leite.

De janeiro a outubro deste ano, o Governo do Estado investiu mais de R$ 8,4 milhões na indenização de produtores pelo abate sanitário de animais doentes.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

Cooperalfa completa 53 anos

Cooperativa tem hoje 20.500 cooperados nos estados de SC, PR, RS e MS

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Matriz da Cooperalfa em Chapecó-SC- Foto: Divulgação

Formada por 39 agricultores do Oeste catarinense, a Cooperalfa – com sede em Chapecó -, completa 53 anos amanhã, dia 29 de outubro. Com estratégia de crescimento e credibilidade junto a seus 20.500 cooperados de SC, PR, RS e MS, a cooperativa prospecta obter 35% de incremento em seu volume de receitas em 2020, frente aos R$ 3,7 bi de 2019.

Assim como os demais atores econômicos que têm interface com o agro, parte desse crescimento se deve à escalada cambial e ao incremento de preços de produtos e mercadorias ligados ao universo agropecuário. Outro tanto, conforme constata o gerente de controlaria e TI da Cooperalfa, Gilberto Fontana, se deve à estratégia adotada pela diretoria no incremento dos negócios ligados ao fornecimento de insumos, sementes, ”bem como, ao acréscimo de volume de cereais recebidos, ampliação dos volumes industrializados, e maior participação no aquecido mercado de consumo”.

O contador percebe que, mesmo com adversidades, particularmente a COVID-19, a Cooperalfa tomou os cuidados possíveis, engajou seus times de vendas, mudou a estratégia de divulgação, preencheu espaços e “tem melhorado a gestão logística e das equipes internas, além de manter os investimentos e controlar gastos”.

Para Fontana, junto com o agricultor, fica o desafio de encarrar o último bimestre de 2020 e primeiros meses de 2021, com previsões climáticas que sugere certa preocupação, tendo em vista a confirmação do fenômeno La Ñina na região do Sul e, por isso, tendência de menos chuvas.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Conab

Monitoramento Agrícola atribui atraso de plantio da safra ao período seco

Anomalias do Índice de Vegetação refletem tanto o atraso na semeadura dos cultivos de verão quanto os impactos nos cultivos de inverno

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Divulgação/AENPr

O início de semeadura da safra 2020/21 está em compasso de espera de chuvas mais abundantes na maioria das regiões produtoras de grãos do país.  A ajuda da natureza até a primeira quinzena deste mês ficou abaixo da média esperada, assim como a umidade de solo ideal para cultivo, sobretudo nas maiores regiões produtoras como Centro-Oeste e Sudeste.

A análise está no Boletim de Monitoramento Agrícola, produzido e publicado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As anomalias do  Índice de Vegetação, de acordo com a publicação,  refletem tanto o atraso na semeadura dos cultivos de verão quanto os impactos nos cultivos de inverno. Por outro lado, o tempo firme favorece as lavouras na maturação e a colheita do trigo nos três estados da região Sul.

Evolução das lavouras

O estado do Paraná é o que mais adiantou a colheita do trigo, com 79% da área cultivada, cenário que é semelhante ao da safra passada. No Rio Grande do Sul, cujo desenvolvimento do cereal foi favorecido pelo tempo firme, radiação solar e significativas amplitudes térmicas na maturação dos grãos em alguns locais, a colheita atingiu 19% e, em Santa Catarina, 12% das lavouras estão em condições de colheita.

Para a soja, em Mato Grosso, com a semeadura lenta até o final da primeira quinzena, foram registrados atrasos de 14% em relação à safra anterior, em grande parte das localidades produtoras. Em Goiás,  as previsões de chuvas volumosas não se confirmaram e o plantio da oleaginosa ocorreu de forma lenta em grande parte do estado. Já em Mato Grosso do Sul, muitos produtores iniciaram a semeadura, mas permanece a expectativa de previsões climáticas favoráveis. Em Minas Gerais, o plantio está estimado em torno de 15%, e São Paulo sofre também com atraso em relação ao ano anterior.

Quanto à evolução do milho primeira safra, com risco de comprometimento das condições regulares ou ruins das lavouras, devido o baixo volume pluviométrico, melhor situação encontra-se no Paraná, que não sofreu atraso significativo no plantio em relação à safra passada. Minas Gerais estima o plantio em 25%, e em Goiás, a jornada deve ocorrer após o plantio da soja.

Fonte: Conab
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