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Sebrae e Aurora Coop alinham inovações para novo ciclo do Encadeamento Produtivo

O programa está estruturado de maneira a priorizar o empreendedor rural, ou seja, auxiliá-lo a aprimorar a gestão das propriedades

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Reunião realizada entre representantes da Aurora Coop e do Sebrae, durante o 24º Itaipu Rural Show, em Pinhalzinho. - Fotos: Assessoria

Avaliar as ações realizadas pelo Programa Encadeamento Produtivo Aurora Coop: Suínos, Aves e Leite, levantar diretrizes, analisar a evolução das metas propostas para as cadeias produtivas de aves, suínos e leite, além de vislumbrar um possível próximo ciclo da parceria com temáticas que são referência para o agronegócio. Esse foi o objetivo da reunião realizada, na última semana, entre representantes da Aurora Coop e do Sebrae, durante o 24º Itaipu Rural Show, em Pinhalzinho.

O programa está estruturado de maneira a priorizar o empreendedor rural, ou seja, auxiliá-lo a aprimorar a gestão das propriedades. O Encadeamento Produtivo oportuniza conhecimentos e técnicas para melhorar a organização do empreendimento, na avaliação de oportunidades e na inserção de inovações. Também oferece informações necessárias para o produtor realizar as análises, avaliar os problemas e identificar as soluções. A iniciativa é promovida com produtores rurais vinculados à Aurora Coop e suas cooperativas filiadas.

De acordo com a coordenadora nacional do Programa Encadeamento Produtivo Aurora Coop pelo Sebrae, Cláudia Stehling, o ciclo atual começou em 2021 e vai até o fim deste ano. “O encontro possibilizou analisar a execução e também vislumbrar um possível próximo ciclo de parceria abordando temáticas que atualmente são referências e ganharam grande visibilidade dentro do agronegócio, como por exemplo, sustentabilidade, governança, social e eficiência energética. Nosso objetivo é trazer para discussão de maneira antecipada todas as demandas que existem no setor, a melhor forma de atendê-las e como gerar melhores resultados, pensando também no futuro dessas propriedades e no envolvimento das famílias”, explicou.

Cláudia comentou que no momento já está formalizada uma demanda para as cooperativas singulares referente ao levantamento de diretrizes para o próximo ciclo, na qual espera-se ter as informações até julho. “Paralelo a isso, dentro de um trabalho no agronegócio a nível nacional, estamos acompanhando a todo o momento, as tendências e os temas que estão ganhando relevância no cenário nacional para trazer essa reflexão de maneira propositiva”, comentou. Também representaram o Sebrae o coordenador nacional de conexões coorporativas Renato Perlingeiro, o coordenador do Polo Sebrae Agro cediado em Goiais Douglas Abreu e o analista técnico Enio Albérto Parmeggiani.

O vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Antonio Zordan, antecipou a realização de dois projetos-pilotos voltados a melhorar o relacionamento familiar dos produtores, com a cooperativa e com a comunidade. “Trabalhamos tanto tempo com a produção e a produtividade, então, agora temos que nos voltar ao ser humano, mostrar que nós somos todos iguais e que a família tem que ser unida. Outra questão discutida foi aumentar a nossa parceria com o Sebrae para impactar também as indústrias, para buscarmos facilidade dentro daquilo que os processos produtivos têm dificuldade”, adiantou. Para ele, esse projeto diferencia a cadeia produtiva e proporciona muitas reflexões positivas em todo o sistema produtivo.

 

HISTÓRICO

De acordo com o assessor de filiadas da Aurora Coop e coordenador do Programa Encadeamento Produtivo na cooperativa, Joel José Pinto, esse processo de aprimoramento do campo tem uma trajetória de 25 anos e contempla quatro Estados onde a Aurora Coop está inserida com as suas filiadas. “Esperamos que o Encadeamento Produtivo nos ajude a fazer com que esse produtor rural fique no campo, mas com qualidade de vida, além de nos auxiliar a consolidar cada vez mais a marca Aurora Coop ao produzir alimentos de alta qualidade”, ressaltou.

Para Joel, a mudança de comportamento leva tempo e requer muito esforço, mas é um dos elementos que faz a diferença. “Para conseguirmos isso sensibilizamos os produtores rurais e suas famílias sobre o que estamos fazendo, os caminhos que vamos percorrer e porque fazemos. Pois, temos um consumidor bem mais exigente e diferenciado do que tínhamos há 10, 15 e 20 anos. Ele tem uma visão diferente de produto e quer saber como é produzido, se a família que vive no campo tem satisfação em produzir, enfim, o cliente faz toda essa leitura”, analisou.

 

PARCEIROS

O “Encadeamento Produtivo Aurora Coop: Suínos, Aves e Leite” é desenvolvido em Santa Catarina com as parcerias do Sebrae, do Senar, do Sescoop, do Sicoob, da Cooperalfa, da Itaipu, da Auriverde, da Coolacer, da Copérdia, da Caslo, da Cooper A1 e da Coopervil. No Rio Grande do Sul, conta com a parceria do Sebrae, do Sicredi, da Cooperalfa, da Cooper A1 e da Copérdia. No Paraná participam o Sebrae, a Cooperalfa, a Copérdia e a Cocari e, no Mato Grosso do Sul, Sebrae, Cooasgo e Cooperalfa.

Fonte: Assessoria

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Seapi abre inscrições para Salão de Iniciação Científica com foco em bioinsumos e inovação no agro

Evento será realizado de forma online nos dias 23 e 24 de setembro e receberá trabalhos de estudantes, pesquisadores e servidores nas áreas animal, vegetal e de desenvolvimento rural.

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Foto: Divulgação/APS

Estão abertas as inscrições para o 15º Salão de Iniciação Científica e de Inovação Tecnológica (Sicit), promovido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), por meio do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA). O evento será realizado nos dias 23 e 24 de setembro, em formato totalmente online, com transmissão pelo canal do DDPA no YouTube.

A programação inclui também o 10º Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de Pesquisa 2026. Durante os dois dias serão apresentados resultados de estudos nas áreas de produção animal, produção vegetal e desenvolvimento rural. A abertura do evento terá como tema “Bioinsumos: Legislação e Aplicações na Agropecuária”.

Foto: Matheus Flalanga

As inscrições são gratuitas. Podem submeter trabalhos bolsistas regularmente matriculados em instituições de ensino superior que desenvolvam atividades de pesquisa e inovação tecnológica. Os participantes deverão encaminhar um resumo e realizar apresentação oral, gravada previamente, conforme as vagas disponíveis.

Os resumos devem ser enviados pela plataforma Even3 até 24 de agosto, seguindo o modelo previsto no edital. A divulgação dos trabalhos aprovados está prevista para 08 de setembro, enquanto o prazo para envio dos vídeos das apresentações encerra em 13 de setembro. Serão aceitos apenas resumos com resultados parciais, preliminares ou finais de pesquisas.

O evento também é aberto ao público interessado. As inscrições para ouvintes permanecem disponíveis até 22 de setembro, véspera do início da programação.

Foto: Divulgação

Segundo a Seapi, o Salão de Iniciação Científica, o Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de Pesquisa têm como objetivo ampliar o espaço para apresentação de pesquisas desenvolvidas por estudantes do ensino médio, graduação e pós-graduação, além de pesquisadores e servidores da secretaria.

A iniciativa também busca estimular o interesse pela pesquisa científica, incentivar o desenvolvimento de produtos e processos inovadores e promover a geração e a transferência de conhecimento e de novas tecnologias para a agropecuária gaúcha.

Para mais informações, incrições e edital clique aqui.

Fonte: O Presente Rural
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Governo atualiza preços mínimos para as safras 2026/27 e 2027

Novos valores servirão de referência para as operações da PGPM e abrangem leite, milho, soja, sorgo e outras culturas de verão e produtos regionais.

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Foto: Gilson Abreu

O governo federal publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (13) a Portaria nº 934, que atualiza os preços mínimos dos produtos de verão e regionais das safras 2026/27 e 2027. Definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os novos valores servirão de referência para as operações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), mecanismo que assegura remuneração mínima aos produtores quando os preços de mercado ficam abaixo do piso estabelecido.

Foto: Shutterstock

Entre os principais produtos contemplados estão leite, milho, soja e sorgo, culturas de grande relevância para a agropecuária brasileira. Os preços mínimos também foram fixados para algodão, arroz, feijão, mandioca e seus derivados, cacau, borracha natural cultivada, caroço de algodão, juta/malva e outros produtos regionais.

A vigência dos preços mínimos varia entre julho de 2026 e junho de 2028, conforme o produto.

A portaria também estabelece os preços mínimos para sementes de culturas de verão e regionais das safras 2026/27 e 2027. Estão incluídas sementes de algodão, arroz, feijão, juta/malva, milho, soja e sorgo, com vigência entre novembro de 2026 e junho de 2028.

O que é a PGPM?

A Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) é um instrumento de apoio à comercialização agrícola. Por meio dela, o governo estabelece preços de referência para diversos produtos agropecuários, buscando reduzir os impactos das oscilações de mercado sobre a renda dos produtores.

As propostas de preços mínimos são elaboradas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com base nos custos de produção e nas condições dos mercados interno e externo, conforme determina o Decreto-Lei nº 79/1966. Os valores são posteriormente aprovados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Fonte: O Presente Rural
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Colheita de milho fica abaixo da média de 5 safras

Cepea aponta baixa liquidez no mercado spot e compradores aguardam maior oferta da segunda safra.

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Fotos: Shutterstock

As cotações do milho continuam firmes em boa parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o mercado spot segue com baixa liquidez, influenciado pelo ritmo das negociações entre vendedores e compradores.

De acordo com o Cepea, muitos produtores priorizam os trabalhos de campo neste período, enquanto os compradores permanecem cautelosos e aguardam o avanço da colheita da segunda safra, que deve ampliar a oferta do cereal. As altas registradas nas cotações internacionais também contribuem para sustentar os preços no mercado interno.

O Centro de Pesquisas informa que, embora fossem esperadas quedas nas cotações durante o período de colheita, as condições climáticas reduziram temporariamente a oferta de milho. A colheita da segunda safra segue em ritmo semelhante ao registrado no ano passado, mas permanece abaixo da média das últimas cinco safras.

Outro fator apontado pelo Cepea é a valorização da soja, que levou parte dos produtores a priorizar a comercialização da oleaginosa, adiando as vendas de milho à espera de melhores oportunidades de mercado.

Para as próximas semanas, o Cepea destaca que a previsão de menor volume de chuvas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste deve favorecer o avanço da colheita. Com isso, os produtores poderão avaliar com maior precisão a produtividade da segunda safra, considerando os impactos das geadas no Paraná, da seca em Goiás e das condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras em Mato Grosso.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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