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Notícias Em Cidreira (RS)

Seapi participa da Operação Verão Total no monitoramento de cargas de origem animal em trânsito

Na Operação Verão 2023/2024, foram realizados 91 barreiras de fiscalização, com 2.100 veículos vistoriados e 680 toneladas de produtos fiscalizados, entre carnes, embutidos, lácteos e ovos.

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Foto: Divulgação/Seapi

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) participa da Operação Verão Total 2024/2025 do governo do Estado, lançada neste último sábado (21), em Cidreira, no Litoral Norte. São 60 servidores da Seapi, entre veterinários, técnicos e administrativos estão envolvidos, tanto na gestão, organização quanto na operação do programa.

Foto: Divulgação/Mapa

O Chefe da Divisão de Controle e Informações Sanitárias da Secretaria, médico veterinário Paulo Coelho de Souza, destaca que o foco do trabalho são as fiscalizações de produtos de origem animal em trânsito. “A gente faz barreiras de trânsito abordando veículos transportadores para verificar condições de armazenamento durante o transporte, origem dos produtos, entre outros”.

Paulo destaca que além destas ações, a Seapi também apoia as forças-tarefas de segurança alimentar realizadas pelo Ministério Público em estabelecimentos comerciais, combate ao abate clandestino em parceria com as forças de segurança e as ações de educação sanitária.

As equipes que já trabalham nos litorais Norte e Sul recebem reforço de servidores de outras regionais para atuar durante todo o período da Operação Verão Total.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

No ano passado, dentro da Operação Verão 2023/2024, a Seapi realizou 91 barreiras de fiscalização, tendo 2.100 veículos vistoriados, 680 toneladas de produtos fiscalizados entre carnes, embutidos, lácteos e ovos. Deste total, 4.500 kg foram considerados impróprios para consumo, sendo apreendidos e inutilizados.  Também foram realizadas ações de educação sanitária, com cerca de 1.500 pessoas.

A Operação Verão

A Operação Verão Total é uma iniciativa coordenada pelo gabinete do vice-governador e integrada entre secretarias e órgãos públicos estaduais, que mobiliza forças de segurança, saúde, meio ambiente e outras áreas para garantir infraestrutura e segurança aos veranistas. Entre os destaques da programação estão serviços voltados à segurança dos banhistas, educação no trânsito, saúde, turismo e conscientização ambiental.

Fonte: Assessoria Seapi

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Variantes silenciosas do Gumboro desafiam controle sanitário nas granjas

Pesquisador mostrou durante 26º SBSA que formas subclínicas do vírus se espalham sem sinais aparentes e exigem diagnóstico mais sensível, monitoramento constante e estratégias regionais de controle.

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Pesquisador Gonzalo Tomás: "Observamos diferentes variantes com características genéticas, antigenicidade e patogenia distintas, o que desafia as estratégias tradicionais de controle" - Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Os desafios sanitários e as novas estratégias de controle do vírus de Gumboro estiveram no centro das discussões que encerraram a programação científica do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), na quinta-feira (09), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó. Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra “Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle do vírus” foi conduzida pelo pesquisador Gonzalo Tomás, que destacou a complexidade crescente no enfrentamento da enfermidade.

Professor da Secção de Genética Evolutiva da Universidade da República (Uruguai), Gonzalo trouxe uma análise atualizada sobre os genótipos do vírus que circulam no Brasil e em diferentes regiões do mundo, ressaltando que a diversidade genética tem sido um dos principais entraves para o controle eficaz da doença.

Segundo ele, o vírus de Gumboro segue como um problema global e passa por uma mudança epidemiológica importante. “Observamos diferentes variantes com características genéticas, antigenicidade e patogenia distintas, o que desafia as estratégias tradicionais de controle”, explicou.

De acordo com o pesquisador, há uma redução nos casos clínicos evidentes, mas um aumento significativo das formas subclínicas da doença. “Muitas dessas variantes não causam infecção com sinais clínicos evidentes, mas continuam se replicando e causando prejuízos produtivos. Isso faz com que o problema passe despercebido, enquanto o vírus segue circulando”, alertou.

Gonzalo destacou que, diante desse cenário, os métodos convencionais têm se mostrado insuficientes para o controle de algumas variantes. “As evidências indicam que os esforços atuais não estão sendo suficientes para determinados genótipos, e precisamos entender melhor as razões para isso”, pontuou.

Como caminho para avançar no controle da doença, o pesquisador reforçou a necessidade de intensificar o monitoramento sanitário e aprimorar as ferramentas de diagnóstico. “É fundamental ampliar a coleta sistemática de amostras nas granjas, investir em técnicas mais sensíveis e rápidas de diagnóstico e avançar na caracterização genética dos vírus, inclusive em aves aparentemente saudáveis. Precisamos procurar ativamente, porque muitas vezes não sabemos que o vírus está presente”, destacou.

Ele também enfatizou a importância de desenvolver estratégias de controle mais adaptadas à realidade local. “Precisamos de ferramentas alinhadas às variantes que estão circulando em cada região. Esse é um passo essencial para aumentar a eficiência das medidas sanitárias e reduzir os impactos da doença na produção”, concluiu.

Influenza aviária

Na sequência, a auditora fiscal federal agropecuária, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Taís Barnasque, apresentou um panorama prático sobre o Plano de Contingência para Influenza aviária, com base em um caso real no Brasil.

A palestra demonstrou a importância de respostas rápidas, treinamento contínuo dos profissionais para o enfrentamento de emergências sanitárias, integração entre órgãos e execução rigorosa de medidas como vigilância epidemiológica, interdição de áreas, eliminação de focos e desinfecção, fundamentais para conter a disseminação da doença e restabelecer o status sanitário.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Pamplona leva novos produtos e amplia estratégia comercial na ExpoApras 2026

Participação na feira busca fortalecer parcerias e gerar negócios com o setor supermercadista.

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Pamplona Alimentos participa da ExpoApras 2026 - Foto: Divulgação

A Pamplona Alimentos, especialista em carne suína há 77 anos, acaba de anunciar a participação na ExpoApras 2026, feira de negócios supermercadistas que será realizada entre os dias 14 e 16 de abril, no Expo Trade, localizado em Pinhais, no Paraná. O evento é reconhecido como um dos principais encontros do setor no país, reunindo grandes players do mercado.

Com 450 marcas expositoras, a ExpoApras 2026 espera movimentar R$ 1.1 bilhão em negócios. Em sua quinta participação na feira, a Pamplona Alimentos apresentará o portfólio amplo e os últimos lançamentos em estande exclusivo. Na ocasião, o objetivo da fabricante é fortalecer o relacionamento com clientes e parceiros do varejo, ampliar sua presença no mercado supermercadista e gerar novos negócios.

O evento também funciona como uma plataforma estratégica para a empresa apresentar inovações do portfólio, reforçar o posicionamento de marca junto aos principais players do setor e mostrar a oferta de opções alinhadas à qualidade e ao sabor. Por isso, a fabricante apresentará os últimos lançamentos, com degustações durante a feira.

Nesse contexto, a Pamplona destaca o kit carreteiro suíno (600g), inédito no segmento, que surge como uma alternativa prática, com rendimento estimado entre quatro e seis porções. Integrante da Linha Sabores Pamplona, o produto reúne carnes suínas defumadas, como bacon, linguiça e carne suína picada, já temperadas, oferecendo conveniência no preparo, já que basta adicionar arroz e complementos de preferência para finalizar a receita.

O estande também contará com o bacon paleta em cubos (500g), com defumação natural, pronto para consumo e indicado para coberturas e preparações como refogados, feijoadas, massas e escondidinhos. Produzido a partir da paleta suína, o produto apresenta textura firme e teor de gordura equilibrado, com cubos prontos para uso que contribuem para a padronização e otimização do preparo. Está disponível nos pontos de venda em ambientes secos e frescos.

“A ExpoApras é um dos principais pontos de encontro do setor supermercadista no estado, e estar presente com nosso portfólio é essencial para fortalecer parcerias. Neste ano, além de produtos já reconhecidos, trazemos novidades, como o kit carreteiro suíno e o bacon paleta em cubos, que refletem nossa busca constante por inovação e praticidade. É uma oportunidade de apresentar essas opções diretamente ao varejo, com degustações que comprovam nossa qualidade”, destaca Irani Pamplona Peters, diretora-presidente da empresa.

Todos os produtos já podem ser adquiridos por consumidores nos principais pontos de vendas de todo Brasil.

Fonte: Assessoria Pamplona Alimentos
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Acordo com Etiópia libera exportações de carnes, lácteos e animais vivos

Pacote também contempla ovos férteis, pintos de um dia e material genético para reprodução.

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Foto: Shutterstock

O governo brasileiro concluiu negociações com a Etiópia que permitirão a exportação de diversos produtos do segmento de proteína animal.

Os novos mercados abrangem carne bovina, suína e de aves e respectivos produtos cárneos e miúdos; alimentos para animais de companhia; produtos lácteos; pescado extrativo e de cultivo; produtos para alimentação animal de origem não animal; palatabilizantes (aditivos que melhoram aroma, sabor, textura e atratividade de rações animais); alevinos; ovos férteis; bovinos vivos para abate, engorda e reprodução; sêmen e embriões de caprinos e ovinos; e pintos de um dia.

A abertura amplia a presença do agronegócio brasileiro em mercado estratégico no Chifre da África e reforça as relações no campo da agropecuária com a Etiópia, onde foi estabelecida adidância agrícola em 2025.

Com este resultado, o agronegócio brasileiro alcança 574 aberturas de mercado desde o início de 2023.

O avanço é fruto da atuação coordenada do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Fonte: Assessoria Mapa
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