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SEAPDR informa tramitação de pleitos propostos pelo Fundesa

Um dos processos refere-se ao termo de parceria entre as entidades para continuação do apoio às ações de vigilância e defesa sanitária animal e o outro trata de alterações legislativas para mudança na forma de ajuste com o Fundesa.

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Evandro Oliveira/SEAPDR 

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Silvana Covatti, recebeu na terça-feira (26) o presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), Rogério Kerber, o assessor jurídico, Alfeu Muratt, e conselheiros do fundo, ocasião em que foi detalhada a tramitação dos dois pleitos feitos pelo Fundesa a pasta.

Um dos processos refere-se ao termo de parceria a ser celebrado entre fundo e SEAPDR para continuação do apoio às ações de vigilância e defesa sanitária animal. O convênio existente entre as partes encerra-se em 31 de dezembro. O outro trata de alterações legislativas para mudança na forma de ajuste com o Fundesa.

No primeiro caso, o secretário adjunto da SEAPDR, Luiz Fernando Rodriguez Junior, explicou que o processo já passou por instrução do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal e da direção do Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (IPVDF). A partir de agora, o processo irá para a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (CAGE) para análises técnicas.

Em relação ao pedido de modificações legislativas, Rodriguez Junior informou que o processo já recebeu parecer, com sugestões, por parte do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal e do procurador do Estado e coordenador setorial do Sistema de Advocacia junto à SEAPDR, César Rigo. Agora, os autos encontram-se em análise na Divisão de Estudos e Orientações no órgão central da CAGE. Com o retorno, a SEAPDR procederá a consolidação das diversas ponderações e sugestões oriundas do departamento técnico, CAGE e PGE, momento em que será chamado o presidente do Fundesa a fazer novas contribuições se entender oportunas.

Na avaliação de Kerber, a reunião foi importante no sentido de tomar conhecimento sobre o andamento da formatação dos instrumentos. O presidente do Fundesa lembrou que o convênio que expira no final do ano não é mais possível ser celebrado, naqueles termos, em função do advento da Lei Federal de Parcerias 13.019, de 2014, que estabelece um novo formato de relacionamento jurídico entre setor público e organizações privadas. “A SEAPDR está dando o encaminhamento que se espera e já tem uma nova agenda de reunião entre a assessoria jurídica do Fundesa e o secretário adjunto para ultimar alguns detalhes”, destacou Kerber.

O dirigente do fundo complementa que a conquista do novo status sanitário do Rio Grande do Sul como zona livre febre aftosa sem vacinação exige um fortalecimento do fundo e da defesa sanitária do Estado, o que, ao seu entender, passa por adequações naquilo que vinha sendo feito. “É expectativa dos produtores rurais que se tenha um fundo robusto, que traga segurança no que diz respeito a um eventual evento sanitário e o enfrentamento a este problema”, acrescentou Kerber.

Fonte: SEAPDR

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Vídeo mostra pé de soja que parece uma árvore

Capturado por um agricultor brasileiro em uma fazenda no Paraguai, as imagens revelam um pé de soja que desafia todas as expectativas, com dimensões que mais lembram uma árvore do que uma planta convencional.

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Um vídeo surpreendente tem chamado a atenção dos internautas nas redes sociais.

Capturado por um agricultor brasileiro em uma fazenda no Paraguai, as imagens revelam um pé de soja que desafia todas as expectativas, com dimensões que mais lembram uma árvore do que uma planta convencional.

Com um diâmetro e altura extraordinários, a planta exibe milhares de vagens, um espetáculo visual que claramente impressiona o interlocutor.

O agricultor responsável pelo registro expressa seu espanto diante da magnitude da planta.

Embora não seja incomum encontrar pés de soja robustos, esse exemplar em particular se destaca pela dedicação dos agricultores em mantê-lo em pé por meio de amarras. Até um cercado foi feito em volta para que animais não danifiquem a planta.

Fonte: O Presente Rural
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Balança Comercial do agro paulista registra alta de 23,4% no primeiro trimestre de 2024

Setor participou com 43,1% das exportações totais e 7,8% das importações durante o mesmo período.

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Foto: Cláudio Neves

O agronegócio de São Paulo teve um grande desempenho no primeiro trimestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano passado. Os números da Balança Comercial de São Paulo mostram que o saldo da balança do setor agropecuário cresceu 23,4% atingindo a marca de US$ 5,44 bilhões, de acordo com os pesquisadores Carlos Nabil Ghobril, José Alberto Ângelo e Marli Dias Mascarenhas Oliveira, do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.  No período, as exportações do agro paulista somaram US$ 6,81 bilhões (+17,8%).

“Depois de muito tempo São Paulo liderou as exportações no agronegócio neste primeiro trimestre, ficando à frente do Mato Grosso, sendo o principal estado  exportador do país. Temos uma gama de produtos agropecuários no estado de extrema importância para o abastecimento do mercado internacional, que é exigente. Temos essa conquista por causa do trabalho sério dos agricultores paulistas”, comenta Guilherme Piai, secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

O agronegócio paulista participou com 43,1% das exportações totais e 7,8% das importações durante o mesmo período.

A participação do agronegócio paulista foi determinante para impactar no resultado geral da Balança Comercial do Estado, que ao englobar todos os setores registrou redução no déficit em 26,7% (US$ 1,70 bilhão).

Exportações por grupos de produtos

No primeiro trimestre de 2024, os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio paulista foram:
●   Complexo sucroalcooleiro, com participação de US$2,76 bilhões das exportações paulistas – destaque para o açúcar, representando 94,1% do total exportado.
●   Setor de carnes, com participação de US$710,99 milhões nas exportações paulistas – destaque para carne bovina como principal produto, respondendo por 84% das exportações do grupo.
●   Produtos florestais, com participação de US$707,73 milhões nas exportações paulistas – destaque para a celulose e papel como principais produtos, totalizando 52,8 % e 40,6% das exportações, respectivamente.
●   Grupo de sucos, com participação de US$611,92 milhões nas exportações paulistas – com destaque para o suco de laranja, o principal item exportado, com 97,7% do total.
●   Complexo soja, com participação de US$522,51 milhões nas exportações paulistas – com destaque para grãos com 86,1% do total.

Esses cinco agregados representaram 78,1% das vendas externas setoriais paulistas

Já o grupo do café, tradicional cultura do estado de São Paulo aparece em sexto lugar com vendas de US$278,49 milhões, sendo 74,0% referentes ao café verde e 23,4% de café solúvel.

Vale destacar que houve importantes variações nos valores exportados dos principais grupos de produtos da pauta paulista em comparação com primeiro trimestre do ano anterior, com aumentos para os grupos complexo sucroalcooleiro (+65,2%), dos sucos (+14,2%), do café (+13,9%) e florestais (+8,4%), e queda nos grupos complexo soja (-41,0%) e de carnes (-3,0%). Essas variações nas receitas do comércio exterior são derivadas da composição das oscilações tanto de preços como de volumes exportados.

Principais destinos das exportações 
A China lidera, sendo responsável por US$1,32 bilhão e representando 19,4% do total exportado pelo agronegócio paulista. No entanto, registrou uma queda de 7,0% em comparação com o mesmo período de 2023, devido à diminuição das compras de soja pelos chineses.

Em segundo lugar, temos a União Europeia, com US$762,26 milhões, correspondendo a 11,2% do total exportado e uma queda de 14,7% no período analisado.

Os Estados Unidos vêm em terceiro lugar, com US$750,49 milhões, representando 11,0% das exportações e registrando um aumento de 18,7%.

Participação nacional
No agronegócio, as exportações de São Paulo representaram 18,2% do total nacional, um aumento de 2,1 pontos percentuais em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto as importações diminuíram em 1,1 ponto percentual, alcançando 29,5%.

Quando se trata dos principais estados exportadores, São Paulo lidera com 18,2% de participação, seguido por Mato Grosso (18,1%), Paraná (11,6%), Minas Gerais (9,2%) e Rio Grande do Sul (7,7%). Juntos, esses cinco estados respondem por 64,8% das exportações totais do agronegócio brasileiro no primeiro trimestre de 2024.

A participação dos diferentes segmentos do agronegócio paulista na economia nacional durante os primeiros três meses de 2024 se destacou em certos grupos de produtos, nos quais a participação de São Paulo ultrapassa os 50% do total nacional. Estes grupos incluem sucos (85,3%), produtos alimentícios diversos (73,2%), outros produtos vegetais (64,6%) e o complexo sucroalcooleiro (53,9%).

Balança Comercial Brasil
Na análise setorial realizada no primeiro trimestre de 2024, as exportações do agronegócio brasileiro experimentaram aumento de 4,4 % em comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo US$37,44 bilhões, o que representa 47,8% do total nacional. Por outro lado, as importações cresceram 3,8% durante esse período, totalizando US$4,64 bilhões, correspondendo a 7,8% do total nacional.

O saldo da balança comercial dos agronegócios, até março de 2024, alcançou um superávit de US$32,80 bilhões, marcando um incremento de 4,5% em relação ao mesmo período de 2023.

Portanto, é relevante salientar que o desempenho positivo do agronegócio foi crucial para evitar um déficit no comércio exterior brasileiro, considerando que os outros setores totalizaram exportações de US$40,83 bilhões e importações de US$54,55 bilhões, resultando em um déficit de US$13,72 bilhões no primeiro trimestre de 2024.

Fonte: Assessoria Apta-SP
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Instituto Ovos Brasil homenageia judoca olímpico por promover o consumo de ovos  

Campeão mundial, vice-campeão olímpico e tricampeão pan-americano, Tiago Camilo enalteceu o valor nutricional dos ovos e sua importância na dieta de atletas e de pessoas focadas no bem-estar e na qualidade de vida. 

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Foto: Divulgação/IOB

Instituto Ovos Brasil e o renomado judoca olímpico Tiago Camilo se unem para promover os benefícios do consumo de ovos para a saúde, evidenciando a harmonia entre o desempenho esportivo e a nutrição balanceada.

Tiago Camilo é um entusiasta quando falamos sobre a importância dos ovos na alimentação. Desde outubro do ano passado, em celebração ao Mês do Ovo, ele abraçou a causa e tem sido um promotor das vantagens nutricionais dos ovos, liderando diversas campanhas nas redes sociais em colaboração com o instituto. Natural de Bastos, São Paulo, Camilo se destacou no mundo do judô como um talento excepcional. Aos 18 anos, conquistou sua primeira medalha olímpica de prata em Sydney (2000), abrindo caminho para uma carreira de destaque repleta de conquistas, incluindo três títulos pan-americanos e participações memoráveis em quatro edições dos Jogos Olímpicos. Além de sua excelência atlética, Camilo é um defensor fervoroso do estilo de vida saudável e da alimentação balanceada.

Para celebrar essa parceria de peso, o Instituto Ovos Brasil homenageou o atleta com uma placa, reconhecendo seu papel essencial na promoção dos benefícios dos ovos. Essa colaboração ressalta o compromisso do instituto em disseminar a conscientização sobre o valor nutricional dos ovos e sua importância na dieta de atletas e de pessoas focadas no bem-estar e na qualidade de vida.

Tabatha Lacerda, diretora do Instituto Ovos Brasil, destacou a importância da parceria: “A colaboração com Tiago Camilo é crucial para expandirmos nossa mensagem sobre os benefícios dos ovos para a saúde, particularmente entre os atletas. A entrega da placa simboliza nossa gratidão pelo empenho e pela ativa participação de Tiago nesta causa tão importante”. A presença de Camilo nessa campanha fortalece o vínculo entre ovos e nutrição esportiva, demonstrando como esse alimento pode ser uma fonte essencial de nutrientes para quem busca o melhor desempenho físico e um estilo de vida mais saudável.

Sobre o Instituto Ovos Brasil

O Instituto Ovos Brasil é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 2007 com objetivo de educar e esclarecer a população sobre as propriedades nutricionais do ovo e os benefícios que o alimento proporciona à saúde. Entre seus propósitos, também destaca-se a missão de desfazer mitos sobre seu consumo. O IOB tem atuação em todo o território nacional e hoje é referência em informação sobre ovos no Brasil.
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Fonte: Assessoria Instituto Ovos Brasil
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