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Notícias 47 estabelecimentos credenciados

SEAPDR amplia inclusão de agroindústrias no Sisbi-POA em 2021

São frigoríficos, laticínios e fábricas de embutidos que, com a indicação, podem comercializar seus produtos por todo o Brasil, e não apenas nos municípios do Rio Grande do Sul. Com os 15 novos indicados, o SIE totaliza, atualmente, 47 estabelecimentos incluídos no Sisbi.

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Fotos: Divulgação/SEAPDR

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) encerrou 2021 com mais 15 estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Estadual (SIE) indicados ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). São frigoríficos, laticínios e fábricas de embutidos que, com a indicação, podem comercializar seus produtos por todo o Brasil, e não apenas nos municípios do Rio Grande do Sul. Com os 15 novos indicados, o SIE totaliza, atualmente, 47 estabelecimentos incluídos no Sisbi.

“A Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) da Seapdr já está no Sisbi desde 2011, então nós podemos indicar indústrias registradas no SIE. Este ano começamos uma campanha mais intensiva de indicação de empresas”, conta o chefe da Dipoa/Seapdr, Endrigo Pradel. Ele destaca que, para ser indicada ao Sisbi, é preciso que as empresas tenham programas de autocontrole e preocupação com a qualidade, independentemente do tamanho do estabelecimento. “Mesmo em uma estrutura física menor, os processos das empresas indicadas permitem elaborar um produto que atinja os mesmos padrões de qualidade de um produto do Sisbi”, complementa.

A secretária Silvana Covatti destaca que o aumento de indicações ao Sisbi será uma meta para 2022. “Um dos objetivos da Secretaria da Agricultura no próximo ano é a desburocratização do acesso ao Sisbi, para que os produtores possam expandir seus negócios e atingir novos públicos consumidores”.

Recém incluídos no Sisbi planejam futuro
Localizado no pequeno município de Lindolfo Collor e com apenas três anos de inauguração, o Frigorífico Madu colhe os frutos da sua indicação ao Sisbi em novembro deste ano. “Já abrimos negócios com clientes de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Espírito Santo”, comemora o diretor Fabrício Arozi Dullius que, junto com o sócio Edson Masotti, comanda o frigorífico.

O estabelecimento trabalha com carne bovina em gancho e cortes especiais, com uma capacidade de produção de 1.250 toneladas por mês. A adesão ao Sisbi e a possibilidade de comercialização para todo o Brasil traz a perspectiva do aumento de faturamento e geração de empregos, dinamizando a economia local de Lindolfo Collor e região. “Nosso objetivo é investir em solo gaúcho e valorizar nossas raízes, sempre contando com o apoio do estado para fazermos juntos um Rio Grande mais forte”, pontua Fabrício.

Já o Frigorífico Chesini, de Farroupilha, tem uma história mais longa: com 53 anos de atividade, começou como uma empresa familiar, com criação de frangos e suínos. “Nós nos preparamos durante cerca de um ano para a auditoria de Boas Práticas de Fabricação que avaliaria e indicaria nossa adesão ou não ao Sisbi. Em janeiro de 2021, a empresa passou pela auditoria e, no dia 7 de outubro de 2021, recebeu a tão esperada indicação”, conta o diretor Hilário Chesini.

O empreendimento trabalha com mais de 30 cortes resfriados e congelados, além de frango inteiro, linguiça de frango e bandejas congeladas e resfriadas. Com a ampliação das fronteiras de venda de seus produtos, a empresa está se estruturando para atuar nesses novos mercados, com o lançamento de uma linha de produtos e projeções de investimentos em maquinários e mão-de-obra especializada para 2022. “A intenção da marca é levar um produto seguro, de qualidade e que demonstre o cuidado que nós, da família Chesini, temos com as famílias dos nossos consumidores”, conclui o diretor Alcino Chesini.

Estado gaúcho tem mais municípios no Sisbi
Além dos empreendimentos registrados no Serviço de Inspeção Estadual, também podem ser indicados ao Sisbi estabelecimentos que estejam registrados em Serviços de Inspeção Municipal com equivalência ao Sistema. O Rio Grande do Sul é o estado brasileiro com mais municípios incluídos no Sisbi (14). Recentemente, com a possibilidade de inclusão de consórcios intermunicipais, por meio de projeto piloto do Ministério da Agricultura, o Estado também conseguiu a adesão de dois consórcios: os das regiões do Vale do Jacuí e da Serra Gaúcha.

Sala do Empreendedor orienta sobre questões técnicas e legislação
Situada na Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal, a Sala do Empreendedor é um espaço que visa aproximar o Serviço de Inspeção Estadual dos empresários do Rio Grande do Sul. O objetivo é facilitar a comunicação, tendo como resultado desde acelerar os registros dos estabelecimentos até a melhoria da qualidade dos produtos.

“Queremos que os empreendedores encontrem na Secretaria da Agricultura um espaço de informações e de apoio para que tenhamos cada vez mais negócios habilitados para as vendas em nível nacional, atingindo novos públicos consumidores, gerando empregos e movimentando a economia local”, frisa a secretária Silvana.

Na Sala do Empreendedor, é possível obter mais informações sobre a legislação vigente, bem como esclarecer questões técnicas envolvendo a produção de produtos de origem animal tais como queijo, leite, ovos, mel, carne e derivados.

Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (51) 3288-6393 ou via e-mail [email protected].

Fonte: Assessoria SEAPDR

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Seapi abre inscrições para Salão de Iniciação Científica com foco em bioinsumos e inovação no agro

Evento será realizado de forma online nos dias 23 e 24 de setembro e receberá trabalhos de estudantes, pesquisadores e servidores nas áreas animal, vegetal e de desenvolvimento rural.

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Foto: Divulgação/APS

Estão abertas as inscrições para o 15º Salão de Iniciação Científica e de Inovação Tecnológica (Sicit), promovido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), por meio do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA). O evento será realizado nos dias 23 e 24 de setembro, em formato totalmente online, com transmissão pelo canal do DDPA no YouTube.

A programação inclui também o 10º Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de Pesquisa 2026. Durante os dois dias serão apresentados resultados de estudos nas áreas de produção animal, produção vegetal e desenvolvimento rural. A abertura do evento terá como tema “Bioinsumos: Legislação e Aplicações na Agropecuária”.

Foto: Matheus Flalanga

As inscrições são gratuitas. Podem submeter trabalhos bolsistas regularmente matriculados em instituições de ensino superior que desenvolvam atividades de pesquisa e inovação tecnológica. Os participantes deverão encaminhar um resumo e realizar apresentação oral, gravada previamente, conforme as vagas disponíveis.

Os resumos devem ser enviados pela plataforma Even3 até 24 de agosto, seguindo o modelo previsto no edital. A divulgação dos trabalhos aprovados está prevista para 08 de setembro, enquanto o prazo para envio dos vídeos das apresentações encerra em 13 de setembro. Serão aceitos apenas resumos com resultados parciais, preliminares ou finais de pesquisas.

O evento também é aberto ao público interessado. As inscrições para ouvintes permanecem disponíveis até 22 de setembro, véspera do início da programação.

Foto: Divulgação

Segundo a Seapi, o Salão de Iniciação Científica, o Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de Pesquisa têm como objetivo ampliar o espaço para apresentação de pesquisas desenvolvidas por estudantes do ensino médio, graduação e pós-graduação, além de pesquisadores e servidores da secretaria.

A iniciativa também busca estimular o interesse pela pesquisa científica, incentivar o desenvolvimento de produtos e processos inovadores e promover a geração e a transferência de conhecimento e de novas tecnologias para a agropecuária gaúcha.

Para mais informações, incrições e edital clique aqui.

Fonte: O Presente Rural
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Governo atualiza preços mínimos para as safras 2026/27 e 2027

Novos valores servirão de referência para as operações da PGPM e abrangem leite, milho, soja, sorgo e outras culturas de verão e produtos regionais.

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Foto: Gilson Abreu

O governo federal publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (13) a Portaria nº 934, que atualiza os preços mínimos dos produtos de verão e regionais das safras 2026/27 e 2027. Definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os novos valores servirão de referência para as operações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), mecanismo que assegura remuneração mínima aos produtores quando os preços de mercado ficam abaixo do piso estabelecido.

Foto: Shutterstock

Entre os principais produtos contemplados estão leite, milho, soja e sorgo, culturas de grande relevância para a agropecuária brasileira. Os preços mínimos também foram fixados para algodão, arroz, feijão, mandioca e seus derivados, cacau, borracha natural cultivada, caroço de algodão, juta/malva e outros produtos regionais.

A vigência dos preços mínimos varia entre julho de 2026 e junho de 2028, conforme o produto.

A portaria também estabelece os preços mínimos para sementes de culturas de verão e regionais das safras 2026/27 e 2027. Estão incluídas sementes de algodão, arroz, feijão, juta/malva, milho, soja e sorgo, com vigência entre novembro de 2026 e junho de 2028.

O que é a PGPM?

A Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) é um instrumento de apoio à comercialização agrícola. Por meio dela, o governo estabelece preços de referência para diversos produtos agropecuários, buscando reduzir os impactos das oscilações de mercado sobre a renda dos produtores.

As propostas de preços mínimos são elaboradas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com base nos custos de produção e nas condições dos mercados interno e externo, conforme determina o Decreto-Lei nº 79/1966. Os valores são posteriormente aprovados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Fonte: O Presente Rural
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Colheita de milho fica abaixo da média de 5 safras

Cepea aponta baixa liquidez no mercado spot e compradores aguardam maior oferta da segunda safra.

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Fotos: Shutterstock

As cotações do milho continuam firmes em boa parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o mercado spot segue com baixa liquidez, influenciado pelo ritmo das negociações entre vendedores e compradores.

De acordo com o Cepea, muitos produtores priorizam os trabalhos de campo neste período, enquanto os compradores permanecem cautelosos e aguardam o avanço da colheita da segunda safra, que deve ampliar a oferta do cereal. As altas registradas nas cotações internacionais também contribuem para sustentar os preços no mercado interno.

O Centro de Pesquisas informa que, embora fossem esperadas quedas nas cotações durante o período de colheita, as condições climáticas reduziram temporariamente a oferta de milho. A colheita da segunda safra segue em ritmo semelhante ao registrado no ano passado, mas permanece abaixo da média das últimas cinco safras.

Outro fator apontado pelo Cepea é a valorização da soja, que levou parte dos produtores a priorizar a comercialização da oleaginosa, adiando as vendas de milho à espera de melhores oportunidades de mercado.

Para as próximas semanas, o Cepea destaca que a previsão de menor volume de chuvas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste deve favorecer o avanço da colheita. Com isso, os produtores poderão avaliar com maior precisão a produtividade da segunda safra, considerando os impactos das geadas no Paraná, da seca em Goiás e das condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras em Mato Grosso.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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