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SBSS 2014 – Últimos dias para fazer inscrições online

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Encerra nesta quinta-feira o prazo para fazer a inscrição online para o VII Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, que será realizado entre os dias 5 e 7 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó, SC. Os estudantes e profissionais podem garantir seu lugar em um dos maiores eventos técnicos do setor com preço especial e sem pegar fila.
Acesse o site www.nucleovet.com.br e saiba mais sobre a programação.
A consultora em gerenciamento de risco Lygia Pimentel traça um cenário do mercado na palestra de abertura “Suíno, frango e boi: competição e tendências”, no dia 5, às 19h30. Durante a palestra que abre oficialmente o sétimo encontro técnico, a analista vai apontar caminhos da cadeia de proteína animal, com foco em demandas do mercado interno e externo, oportunidades e indicadores. A entrada é gratuita.
Durante o dia, os técnicos do setor e profissionais de cooperativas e agroindústrias da região Sul do Brasil se reúnem para discutir como “blindar” o país do Vírus da Diarreia Epidêmica dos Suínos (PEDv) no painel de abertura. O SBSS traz o professor Amauri Alfieri para falar sobre a “Etiologia do PEDv”, o Dr. Daniel Linhares aborda  “PEDv – Origem, formas de disseminação regional e medidas de prevenção e controle” e a conceituada especialista Dra. Janice Zanella encerra com “Risco Brasil, recados finais”.
Profissionais e estudante pagam R$320,00 e R$220,00 respectivamente até dia 31 de julho. Durante o evento, os valores passam para R$ 370 e R$ 260. Universidades com mais de vinte estudantes e grupos de profissionais terão valor diferenciado.
Quem estiver no evento também poderá circular na VI PIG FAIR, feira de produtos e serviços para a suinocultura com participação de empresas brasileiras e multinacionais que trazem soluções e tecnologias em equipamentos, diagnóstico, sanidade.

Eventos paralelos

Com uma programação técnica que inclui mais de 10 palestras sobre sanidade, manejo, nutrição e bem-estar com especialistas brasileiros e internacionais, o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura conta também com uma qualificada programação paralela no dia 6 de agosto, com acesso gratuito.
A IDEXX promove seminário sobre monitoramento da sanidade em suínos por fluidos orais, na sala Agostinho Duarte, das 12h30 às 14h. O americano Mike Mohr, especialista nas áreas de produção e gerenciamento de minimização de risco de biossegurança, apresenta “Programas de vigilância anticorpo suína em todo o mundo: como isso se aplica ao Brasil?”. Em seguida, Sérgio Lizano, responsável pelo desenvolvimento do primeiro teste de diagnóstico comercial para a detecção de anticorpos em fluidos orais em suínos, traz os benefícios do método de coleta de amostras.
A APC traz dois palestrantes internacionais para falar sobre PEDv e Inocuidade de Alimentos, na sala Agostinho Duarte, das 16h30min às 18h30min. Especialista em fisiologia animal e vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da APC, Dr. Javier Polo aborda a inocuidade do plasma suíno spray dried com relação à Diarreia Epidêmica Suína (PED) e apresenta dados científicos. Em seguida, a médica veterinária Dra. Tanja Opriessnig aborda diagnóstico, prevalência, modo de transmissão e prevenção da Diarreia Epidêmica Suína (PED). Tanja é especialista em patologia veterinária e fisiologia
A Aragano e Vencofarma promovem a palestra "Revisão sobre PCV2 e Surgimento de Variantes Virais" com a Dra. Rejane Schaefer, virologista da Embrapa Suínos e Aves, e David Barcelos, da UFRGS, como debatedor.  Na ocasião, também será lançada a vacina Circomaster PCV2 Vencofarma, às 16h30min, na sala Welcy Canal.
A Vetanco do Brasil traz a palestra técnica do professor Geraldo C. Alberton sobre “A infuência da saúde intestinal nos parâmetros zootécnicos e sanitários dos suínos”, às 17h, na sala Cyro Sosnoski. A empresa vai apresentar ao mercado brasileiro o CM3000, um inovador Buritato de Sódio com a tecnologia Intelligente Microcapsule.

Desafios em debate

Serão três dias de troca de conhecimento, tecnologia e bons negócios com palestrantes brasileiros e internacionais que são referências no setor.
Na quarta-feira, Celso Cappellaro, gerente de operações da Aurora, aborda a "Logística e seu impacto na suinocultura brasileira", seguido pelo tema "Inseminação Artificial Intrauterina", com o pesquisador e professor da UNOESC, Paulo Bennemann. "Fatores que influenciam a qualidade do sêmen de reprodutores suínos" será apresentado por Daiane Donin, da UFPR Palotina.
O uso correto de antibióticos e a adequação às regras específicas de cada mercado importador sobre a presença de resíduos na carne suína será tema da palestra do doutor em sanidade animal Everson Zotti.  O segundo dia encerra com a palestra sobre "Aditivos Alternativos e restrição à utilização de antibióticos na suinocultura", com o médico veterinário Dr. Christophe Paulus.
No último dia do evento, o Dr. Geraldo Alberton, da UFPR, fala sobre o "Impacto das perdas econômicas por problemas locomotores nas matrizes" e o médico veterinário Vinícius Espeschit de Morais apresenta o "Custo da reposição de plantel, formas de minimizar as perdas".
O médico veterinário PhD em epidemiologia, Eduardo Fano, encerra a programação com “Abordagem Sistemática para o Entendimento e Controle das Doenças Respiratórias” e o especialista em sanidade suína Marcelo Almeida com "Complexo Respiratório".

Fonte: Ass. Imprensa do Simp. Brasil Sul de Suinocultura

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo acende alerta no setor em Mato Grosso

Produtores acumulam prejuízo de cerca de R$ 60 por animal enquanto recuo não chega ao consumidor.

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80, uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Frederico Tannure Filho, presidente da Acrismat: “Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor”

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

Fonte: Assessoria Acrismat
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Preço do suíno cai em abril mesmo com demanda externa em alta

Com embarques 26% maiores em março, mercado interno não reage e cotações retornam a níveis próximos de 2022 a 2024.

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Os preços do suíno vivo no mercado brasileiro recuaram no início de abril, mesmo com o avanço das exportações e o aumento da produção.

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, em março, as cotações em São Paulo ficaram praticamente estáveis, com leve alta de 0,3%, mantendo o animal em torno de R$ 6,95 por quilo. Já na primeira parte de abril, houve queda de 7,7%, com o preço médio no primeiro decêndio em R$ 6,40 por quilo, mesmo em um período que costuma ter maior demanda. Com isso, os valores voltaram a patamares próximos aos registrados entre 2022 e 2024, ficando cerca de 25% abaixo dos níveis do ano passado.

O spread da suinocultura também apresentou redução. Em março, o indicador ficou em torno de 10%, próximo ao observado em fevereiro, mas abaixo dos 23% registrados no mesmo período do ano anterior. Para abril, a projeção é de nova queda, podendo atingir cerca de 2% caso o comportamento da primeira quinzena se mantenha, o menor nível desde junho de 2023.

Mesmo com a pressão nos preços internos, as exportações tiveram desempenho positivo. Em março, os embarques de carne suína in natura somaram 132 mil toneladas, um recorde para o mês e volume 26% superior ao registrado no mesmo período de 2025. No acumulado do primeiro trimestre, o crescimento é de 15%.

Entre os principais destinos, Filipinas e Japão se destacaram, com altas de 74% e 60% nas compras, respectivamente, respondendo juntos por 43% das exportações brasileiras. Em 2025, o mercado externo absorveu cerca de 26% da produção nacional de carne suína.

Dados preliminares indicam aumento de 4% nos abates no primeiro trimestre. Ainda assim, diante do crescimento das exportações, a disponibilidade interna de carne suína teve apenas leve variação no período.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Núcleo da suinocultura do Paraná reage à autorização para recolha de suínos mortos

Frimesa e Coopavel divulgaram comunicados nos quais reafirmam a manutenção dos protocolos sanitários atuais e rejeitam a retirada de carcaças das propriedades, sob argumento de proteção da biosseguridade e do mercado exportador.

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Imagem: Giuliano De Luca/O Presente Rural/ChatGPT

A autorização inédita concedida no Paraná para recolhimento, transporte, processamento e destinação de animais mortos em propriedades rurais provocou reação no centro da suinocultura estadual. Após a formalização, pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do primeiro credenciamento para esse tipo de operação, Frimesa e Coopavel divulgaram comunicados nos quais informam que não adotam a retirada de suínos mortos das propriedades e defendem a manutenção dos procedimentos sanitários já em vigor. A Adapar oficializou o credenciamento da A&R Nutrição Animal, de Nova Aurora, com base na Portaria nº 012/2026.

Na comunicação assinada pelo presidente executivo Elias José Zydek, a Frimesa informa que o Conselho de Administração decidiu “manter os procedimentos sanitários atuais, dentre os quais, a não retirada dos suínos mortos das criações nas propriedades rurais”. No mesmo texto, a cooperativa afirma que “a sanidade e as normativas de biossegurança no Sistema de Integração Suinícola das Cooperativas Filiadas e Frimesa deverão ser cumpridas em conformidade com a legislação vigente, bem como para garantir as habilitações para as exportações”.

A Coopavel adotou tom ainda mais direto. Em comunicado, a cooperativa afirma que “não autoriza e não adota a prática de recolhimento de carcaças”. Na sequência, lista os motivos para a posição institucional. Segundo o texto, a coleta “facilita a disseminação de vírus e bactérias entre as propriedades”, aumenta o risco sanitário dos plantéis, pode comprometer o status sanitário da região e afeta diretamente a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva suinícola”. A orientação da cooperativa é para que “carcaças de suínos devem ser destinadas corretamente na própria propriedade, seguindo as orientações técnicas da Coopavel”.

Resistência

A manifestação das duas cooperativas expõe que, embora o credenciamento tenha sido autorizado pela Adapar, sua adoção prática encontra resistência justamente entre agentes de peso da cadeia integrada de suínos no Paraná. Na prática, o que está em disputa não é a existência do ato regulatório, mas a aceitação, dentro dos sistemas de integração, de um modelo que envolve circulação externa para recolhimento de animais mortos.

Com os comunicados de Frimesa e Coopavel, o tema passa a ter uma nova dimensão. O credenciamento existe, está formalizado e tem respaldo normativo. Ao mesmo tempo, cooperativas centrais da suinocultura paranaense deixam claro que, em seus sistemas, o protocolo permanece sendo a destinação dos animais mortos dentro da própria propriedade, sob a justificativa de biosseguridade, proteção sanitária e preservação das condições exigidas pelos mercados exportadores.

Compostagem

A própria Adapar afirma que a retirada de animais mortos por terceiros continua proibida, sendo permitida apenas para empresas credenciadas, e reforça que o principal destino dos suínos mortos “ainda deve ser a compostagem dentro das próprias propriedades, permanecendo como a prática mais recomendada e utilizada”. O órgão também destacou que o manejo dentro da propriedade reduz riscos sanitários e advertiu que empresas credenciadas não devem adentrar áreas limpas das granjas, para evitar contaminação cruzada.

A autorização concedida pela Adapar prevê que a empresa credenciada poderá recolher, transportar, processar e destinar animais mortos e resíduos da produção pecuária no Estado, com validade de três anos. A portaria também veda o recolhimento de carcaças oriundas de outros estados e proíbe o uso dos produtos gerados no processamento na fabricação de alimentos para consumo animal ou humano. Segundo a publicação, o material processado tem como destino biocombustível, indústria química e fertilizantes.

Fonte: O Presente Rural
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