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Avicultura

SBSA reúne mais de 2,5 mil profissionais e reforça debate técnico sobre sanidade, nutrição e mercado avícola

Evento do Nucleovet teve público recorde, feira com mais de 70 empresas e programação focada em biosseguridade, gestão e competitividade internacional do frango brasileiro.

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Promovido pelo Nucleovet, o Simpósio reuniu profissionais de diferentes regiões do Brasil e do exterior em uma programação intensa - Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Chapecó, no Oeste catarinense, foi ponto de encontro de debates que movimentam a avicultura no Brasil e no mundo. Durante três dias, conhecimento, inovação e conexões movimentaram o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), que encerrou na quinta-feira (09), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, com um público recorde de mais de 2,5 mil participantes.

Durante três dias, conhecimento, inovação e conexões movimentaram o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura – Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o Simpósio reuniu profissionais de diferentes regiões do Brasil e do exterior em uma programação intensa, que percorreu temas estratégicos como gestão e mercado, sanidade, nutrição, abatedouro e sustentabilidade. Em paralelo, a 17ª Brasil Sul Poultry Fair ampliou o ambiente de negócios e relacionamento, reunindo mais de 70 empresas em um espaço voltado à apresentação de tecnologias, lançamento de soluções e troca de experiências, fortalecendo a integração entre indústria, pesquisa e campo.

Na avaliação da presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, o evento superou as expectativas – Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Foram três dias de debates técnicos, painéis estratégicos e momentos de interação que aproximaram ciência, campo e indústria, promovendo um ambiente de construção coletiva do conhecimento. Na avaliação da presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, o evento superou as expectativas. “Encerramos a 26ª edição do SBSA com um público recorde de mais de 2.500 pessoas. Tivemos discussões relevantes e muitas conexões importantes, tanto na feira quanto na programação científica. Isso mostra a força do setor e a importância do Simpósio como espaço de atualização e relacionamento”, afirmou.

Ela também destacou que o evento acompanha um setor em constante transformação. Ao longo da programação, temas como sanidade, inovação nutricional, gestão de pessoas e cenários globais evidenciaram que a avicultura vai além da produção, exigindo cada vez mais estratégia, tecnologia e qualificação profissional.

Programação científica

Em paralelo, a 17ª Brasil Sul Poultry Fair ampliou o ambiente de negócios e relacionamento, reunindo mais de 70 empresas em um espaço voltado à apresentação de tecnologias – Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

A programação científica percorreu os principais desafios e avanços da avicultura moderna, reunindo especialistas em debates que conectaram teoria e prática. Temas como sanidade avícola, controle de doenças emergentes, nutrição de precisão e saúde intestinal evidenciaram a importância do monitoramento constante, do uso de tecnologias e da evolução das estratégias produtivas para garantir desempenho, biosseguridade e sustentabilidade no setor.

Além dos aspectos técnicos, o Simpósio também ampliou a discussão para temas estratégicos, como gestão de pessoas, cenário global e aplicação do conhecimento no campo. As palestras reforçaram que a competitividade da avicultura passa pela qualificação profissional, pela capacidade de adaptação às transformações do mercado e, principalmente, pela conexão entre pessoas, processos e inovação. “O SBSA também mostrou o papel do Brasil no cenário internacional, como maior exportador mundial de carne de frango, com presença em mais de 150 mercados. Isso demonstra a responsabilidade do setor e a necessidade de estarmos sempre atualizados e preparados para os desafios globais”, completou Aletéia.

Ação social

Parte das inscrições será revertida à Rede Feminina de Combate ao Câncer de Chapecó – Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

O SBSA também teve espaço para ações sociais. Nesta edição, o lucro da NúcleoStore (loja de artigos personalizados que, a cada Simpósio, beneficia uma instituição de Chapecó. Os participantes puderam adquirir bótons, camisetas de diferentes estampas com uma comunicação mais lúdica sobre o setor, meias, lixocar e mousepads), será destinado à Associação de Voluntários do Hospital Regional do Oeste (Avhro), enquanto parte das inscrições será revertida à Rede Feminina de Combate ao Câncer de Chapecó. A iniciativa destaca o compromisso do Nucleovet em transformar seus eventos em plataformas de impacto social, aproximando os participantes da realidade das instituições e incentivando novas formas de contribuição. “Essas ações mostram que o nosso trabalho vai além da técnica. Queremos contribuir com a comunidade e fortalecer o papel social da entidade, conectando conhecimento com propósito”, enalteceu a presidente.

Fonte: Assessoria Nucleovet

Avicultura

“Conhecimento técnico só gera valor quando entra na rotina de quem executa”, apontam especialistas no SBSA

Kali Simioni e João Nelson Tolfo detalharam durante o evento como diagnóstico, comunicação e liderança técnica determinam a adoção de boas práticas nas granjas.

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Com mais de 18 anos de experiência na avicultura industrial, João Nelson Tolfo destacou o papel estratégico dos profissionais que atuam diretamente no campo - Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

O Bloco “Conexões que Sustentam o Futuro” colocou em pauta a conversão do conhecimento técnico em resultados práticos no campo durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura. O encontro integrou a programação do evento promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, realizado no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

A palestra “Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura”, reuniu os especialistas Kali Simioni e João Nelson Tolfo, com reflexões sobre gestão, comportamento e eficiência na produção.

Com mais de 18 anos de experiência na avicultura industrial, Tolfo destacou o papel estratégico dos profissionais que atuam diretamente no campo. “Quem leva orientação para o campo faz extensão do conhecimento. Esse trabalho exige conexão, engajamento e capacidade de gerar significado para o produtor, para que as orientações realmente se transformem em resultado”, afirmou.

Engenheira agrônoma Kali Simioni: “Não basta levar métodos ou padrões. É preciso entender a realidade de cada propriedade” – Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

A engenheira agrônoma Kali, com mais de 22 anos de atuação no setor, reforçou que a chave está na conexão entre pessoas. “Não basta levar métodos ou padrões. É preciso entender a realidade de cada propriedade, o processo de decisão e conectar-se com o produtor para que a orientação se torne prática no dia a dia”, explicou.

Segundo os palestrantes, um dos principais gargalos da produção está na falta de conexão e comunicação assertiva, o que dificulta a adoção de tecnologias e boas práticas. Cada propriedade deve ser entendida como um sistema único. “Resultados diferentes acontecem porque as pessoas fazem de formas diferentes. Onde existe variabilidade, existem oportunidades de melhoria”, destacaram.

A palestra também trouxe uma abordagem prática sobre como transformar teoria em ação, destacando a importância de diagnósticos estruturados, identificação de gargalos e intervenções direcionadas. Métodos de extensão rural, como o arco, foram apresentados como ferramentas para acelerar a tomada de decisão e gerar mudanças efetivas no campo.

Outro ponto central foi o papel do profissional de alta performance. “Para gerar resultado, é preciso desenvolver três pilares: conhecimento técnico, domínio de método e liderança. O profissional precisa se tornar interessante e isso começa sendo interessado, ouvindo e entendendo o processo”, reforçaram.

Os especialistas também destacaram que toda decisão no campo é influenciada por fatores como experiência, cultura, histórico produtivo e percepção de risco, exigindo uma abordagem individualizada e focada na realidade de cada produtor. “Conhecimento técnico só gera valor quando entra na rotina de quem executa”, ressaltaram os profissionais.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Avicultura

Mais de 70 empresas apresentaram tecnologias para biosseguridade, nutrição e automação na Poultry Fair

Feira paralela ao 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura reuniu soluções em saúde intestinal, manejo de cama, dosagem automatizada e controle sanitário em Chapecó (SC).

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Foto: Suellen Santin/MB Comunicação
Inovação, negócios e conexões marcaram a 17ª Brasil Sul Poultry Fair, que reuniu mais de 70 empresas nacionais e multinacionais em Chapecó (SC), até quinta-feira (09). Realizada paralelamente ao 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, a feira é considerada um dos principais ambientes de relacionamento e geração de oportunidades para a cadeia produtiva avícola.
Promovidos pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), os eventos demonstram o papel estratégico de Chapecó no cenário nacional da avicultura.

Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Entre as empresas expositoras estava a Sanvet, uma empresa global que apresenta tecnologias voltadas à prevenção de enfermidades avícolas e apoio à biosseguridade. Segundo o diretor técnico, Paulo Eduardo Bennemann, a participação no evento já faz parte da trajetória. Durante a feira, a empresa apresentou dois produtos, um deles é o Stalosan F, voltado à higienização a seco, que elimina a necessidade de água no processo e proporciona uma série de benefícios operacionais e sanitários.

O outro é o Celtz GH, um aditivo modulador de microbiota, com atuação no controle de desafios sanitários e foco na saúde intestinal das aves, contribuindo para ganhos em desempenho e sanidade. “O Nucleovet sempre promove eventos que fazem muito sentido para as empresas, justamente pela aplicabilidade prática. Essa possibilidade de contato direto com produtores, técnicos e fornecedores, além da troca de informações e benchmark, gera melhorias reais para o setor”, avaliou.

Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Lançamento

Outra empresa expositora foi a Kemin Compelled by Curiosity, multinacional com sede em Valinhos (SP). Segundo a gerente de negócios, Gisele Neri, a empresa participa ativamente das edições do simpósio e, neste ano, oferece soluções voltadas à saúde animal, nutrição e biosseguridade.
Nesta edição, foram apresentados dois destaques. O primeiro, o Enterosure, um probiótico multicepas com ação comprovada contra Clostridium, Salmonella e E. coli. O segundo, o Formaxol, um blend de ácidos orgânicos que atua no suporte ao controle desses patógenos. “Com esses produtos, conseguimos trabalhar junto aos clientes estratégias mais eficientes para reduzir desafios sanitários e melhorar o desempenho produtivo”, ressaltou.
A Kemin também participou com a unidade Kemin Biologics, responsável pelo desenvolvimento de vacinas. Durante a feira, a empresa apresentou ao mercado brasileiro a nova vacina Mevac IB Var 2 voltada ao controle da bronquite infecciosa. “É uma nova ferramenta que chega para apoiar o setor em um desafio sanitário que impacta diretamente a produtividade e os resultados da avicultura”, afirmou Gisele.
Saúde

A DSM-Firmenich também marcou presença na 17ª Brasil Sul Poultry Fair. De acordo com o Business Development Manager, Rogério

Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Balestrin, a empresa tem uma trajetória sólida nos simpósios. Multinacional atuante nos segmentos de monogástricos e ruminantes, no Brasil também atuando com a marca Tortuga, a DSM-Firmenich utiliza o evento como plataforma estratégica, estruturada em três pilares: posicionamento de marca, relacionamento e lançamento de soluções.

Nesta edição, a empresa apresenta tecnologias voltadas à saúde intestinal das aves, com destaque para soluções eubióticas e uma nova categoria de aditivo. Entre os produtos apresentados estão o PoultryStar, já conhecido no mercado, e o Symphiome, classificado como um probiótico de precisão. O Symphiome representa uma novidade em aditivos, com foco em microbioma e saúde intestinal. “A gente entende que a saúde começa pela nutrição, e essas tecnologias ajudam a preparar melhor as aves para o bom desempenho produtivo e para toda a cadeia de proteína animal”, explicou.
Balestrin também destacou que o ambiente do evento favorece o lançamento de inovações, estratégia adotada por diversas empresas do setor. “O simpósio se tornou uma vitrine importante. Muitas empresas aproveitam esse espaço para apresentar novas tecnologias, o que gera movimento, troca de conhecimento e evolução para toda a cadeia produtiva”, pontuou.

Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Balanças inteligentes

A Sudoeste Balanças participou pela segunda vez da feira. Depois da experiência positiva na edição do ano passado, a equipe voltou este ano com grandes expectativas na geração de negócios. A empresa, que atua no Brasil e em diversos países da América do Sul, é especialista em automação agropecuária de pesagens e dosagens.
O leque de produtos inclui balanças inteligentes de plataformas e pesagem em movimento para caminhões, dosadores automáticos para ração, fertilizantes e outros insumos, além de integração de softwares que conectam sistemas aos processos de gestão. “Nosso foco é proporcionar automatização para facilitar processos do dia a dia, levando precisão e produtividade”, afirmou o consultor agropecuário Zaqueu Menza.
Manejo

Presente no mercado desde 2008, a Laza destaca as oportunidades de networking proporcionadas pela Poultry Fair. Referência em

Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

inovação, a empresa escolheu a feira para lançar um produto voltado para o manejo e tratamento da cama de aviário.

A solução atua na redução do pH, diminuindo a liberação de amônia e promovendo a absorção de umidade, com o objetivo de melhorar as condições de ambiência e o desempenho produtivo. “Também destacamos aqui no evento o ALC 95, um desinfetante para reduzir a carga microbiana. De forma geral, todos os nossos produtos auxiliam desde a manutenção do bem-estar e saúde dos animais até os processos da indústria”, salientou o gerente comercial Fábio Bevilaqua.
Automatização
A Poultry Fair já entrou para o calendário fixo de eventos da Exatta, empresa que atua no desenvolvimento e fabricação de equipamentos de dosagem utilizados para automação e controle de tratamento de fluídos, tratamento de água e dosagem de reagentes químicos. “Nossa participação na feira tem sido muito assertiva, com muitos resultados positivos em prospecção de negócios que iniciaram no evento e se consolidaram depois”, ressaltou o gerente comercial Fábio Amaral Jr.

Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Com presença consolidada no Brasil, a Exatta tem expandido recentemente para países da América Latina. Entre as soluções apresentadas como destaque na feira estão miniestações de tratamento “plug and play”, que permitem instalação rápida e realizam processos como cloração, medicação e correção de pH de forma automatizada, além de bombas dosadoras inteligentes com monitoramento remoto. “Com o monitoramento remoto você consegue ver, por exemplo, em quais estações acabou o produto químico e quanto tempo demorou para fazer a reposição. É uma solução que está recebendo uma ótima aceitação do mercado”, reforçou Fábio.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Avicultura

Variantes silenciosas do Gumboro desafiam controle sanitário nas granjas

Pesquisador mostrou durante 26º SBSA que formas subclínicas do vírus se espalham sem sinais aparentes e exigem diagnóstico mais sensível, monitoramento constante e estratégias regionais de controle.

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Pesquisador Gonzalo Tomás: "Observamos diferentes variantes com características genéticas, antigenicidade e patogenia distintas, o que desafia as estratégias tradicionais de controle" - Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Os desafios sanitários e as novas estratégias de controle do vírus de Gumboro estiveram no centro das discussões que encerraram a programação científica do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), na quinta-feira (09), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra “Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle do vírus” foi conduzida pelo pesquisador Gonzalo Tomás, que destacou a complexidade crescente no enfrentamento da enfermidade.

Professor da Secção de Genética Evolutiva da Universidade da República (Uruguai), Gonzalo trouxe uma análise atualizada sobre os genótipos do vírus que circulam no Brasil e em diferentes regiões do mundo, ressaltando que a diversidade genética tem sido um dos principais entraves para o controle eficaz da doença.

Segundo ele, o vírus de Gumboro segue como um problema global e passa por uma mudança epidemiológica importante. “Observamos diferentes variantes com características genéticas, antigenicidade e patogenia distintas, o que desafia as estratégias tradicionais de controle”, explicou.

De acordo com o pesquisador, há uma redução nos casos clínicos evidentes, mas um aumento significativo das formas subclínicas da doença. “Muitas dessas variantes não causam infecção com sinais clínicos evidentes, mas continuam se replicando e causando prejuízos produtivos. Isso faz com que o problema passe despercebido, enquanto o vírus segue circulando”, alertou.

Gonzalo destacou que, diante desse cenário, os métodos convencionais têm se mostrado insuficientes para o controle de algumas variantes. “As evidências indicam que os esforços atuais não estão sendo suficientes para determinados genótipos, e precisamos entender melhor as razões para isso”, pontuou.

Como caminho para avançar no controle da doença, o pesquisador reforçou a necessidade de intensificar o monitoramento sanitário e aprimorar as ferramentas de diagnóstico. “É fundamental ampliar a coleta sistemática de amostras nas granjas, investir em técnicas mais sensíveis e rápidas de diagnóstico e avançar na caracterização genética dos vírus, inclusive em aves aparentemente saudáveis. Precisamos procurar ativamente, porque muitas vezes não sabemos que o vírus está presente”, destacou.

Ele também enfatizou a importância de desenvolver estratégias de controle mais adaptadas à realidade local. “Precisamos de ferramentas alinhadas às variantes que estão circulando em cada região. Esse é um passo essencial para aumentar a eficiência das medidas sanitárias e reduzir os impactos da doença na produção”, evidenciou.

Influenza aviária

Na sequência, a auditora fiscal federal agropecuária, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Taís Barnasque, apresentou um panorama prático sobre o Plano de Contingência para Influenza aviária, com base em um caso real no Brasil.

A palestra demonstrou a importância de respostas rápidas, treinamento contínuo dos profissionais para o enfrentamento de emergências sanitárias, integração entre órgãos e execução rigorosa de medidas como vigilância epidemiológica, interdição de áreas, eliminação de focos e desinfecção, fundamentais para conter a disseminação da doença e restabelecer o status sanitário.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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