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SBSA: Ceva reforça conceito Perfect Pair, dose única contra as três principais enfermidades da avicultura

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A Ceva Saúde Animal leva a Chapecó o conceito Perfect Pair, combinação de duas vacinas para a proteção simultânea de Marek (HVT), Doença de Newcastle e Doença de Gumboro, enfermidades com maior impacto na produção de matrizes, frango de corte e ovos, durante o XVI Simpósio Brasil Sul de Avicultura. 

 
Com foco em biosseguridade e soluções customizadas, a empresa apresenta as vacinas de alta tecnologia no coração da produção e exportação do país, marca presença com equipe técnica e comercial de avicultura e adianta as novidades para 2015 durante o encontro realizado nos dias 7, 8 e 9 de abril, em Chapecó. A 16ª edição contará com 15 palestrantes renomados na comunidade veterinária global, feira de negócios com cerca de 60 empresas do setor e expectativa de mais de mil pessoas, reunindo desde o produtor na granja ao técnico na agroindústria. 

 
“O Brasil Sul é considerado um dos eventos de avicultura mais relevantes do ano e reúne profissionais de excelente gabarito. É o mais importante da região Sul e consequentemente do Brasil, o que valoriza a presença da Ceva com sua equipe técnica e comercial”, afirma Marco Lopes, Gerente de Marketing de Avicultura da Ceva Saúde Animal.
 
Parte de uma estratégia global da empresa, o Perfect Pair é composto pelas vacinas Transmune IBD + Vectormune ND, que oferecem tripla proteção em uma única dose, protegendo contra o desafio de todas as cepas virais da Doença de Gumboro, bloqueando a infecção da bursa e reduzindo a taxa excreção de vírus de campo. Pode ser aplicada In Ovo ou subcutânea no incubatório, o que promove grande controle do processo de imunização.

 
Os resultados de campo são bastante positivos no Brasil: “A Transmune IBD tem se mostrado uma vacina muito importante para o controle da Doença de Gumboro através da proteção tanto da ave quanto da prevenção com a colonização do ambiente, além da diminuição da carga de vírus de campo na cama, prevenindo ainda a seleção de novas cepas. Já a Vectormune ND confere precoce e prolongada proteção para Doença de Newcastle”, destaca Lopes. 

 
Lançamentos e investimentos em 2015 
 
Nos últimos três anos, a empresa trouxe quatro novas vacinas vetorizadas e prepara-se para o lançamento de mais duas.  Segundo o diretor da unidade de negócios de Avicultura, Jeovane Pereira, esses produtos com novas tecnologias oferecem grandes benefícios relacionados à conveniência e segurança. Como o processo de vacinação depende do fator humano, a empresa focou o investimento em equipe própria para prestar atendimento qualificado. 

 
“A empresa segue investindo em pesquisa e desenvolvimento, aliado a uma busca contínua pela melhoria nos serviços”, conforme Jeovane, destacando o crescimento de 11,4%, baseados no aumento na participação de Transmune, vacinas vetoriais e consolidação no mercado de postura comercial. 
 
A Ceva Saúde Animal prepara-se para entrar no mercado de vacinas inativadas para reprodutoras, com a primeira vacina que contém a estirpe variante brasileira de Bronquite Infecciosa BR-I.

 
“A Bronquite Infecciosa tem causado perdas significativas à produção avícola, seja por problemas respiratórios, seja por perdas em produção. Até o momento não havia uma vacina específica contra a estirpe BR-I e esperamos que o produto possa auxiliar as empresas brasileiras”, completa Alberto Inoue, gerente de linha de avicultura da Ceva.

Fonte: Ass. de Imprensa CEVA

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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