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SBSA 2020: maior encontro técnico de avicultura chega a 21ª edição

21º Simpósio Brasil Sul de Avicultura e 12ª Brasil Sul Poultry Fair vão reunir a avicultura latino-americana de 7 a 9 de abril de 2020 em Chapecó, SC

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Arquivo/OP Rural

Na Programação  do 21º Simpósio Brasil Sul de Avicultura, evento referência da avicultura latinoamericana, temas  de mercado como “Produtos avícolas – novas tendências de consumo mundial” com José Antonio Ribas Junior- Diretor na Seara Alimentos S/A (JBS FOODS) e presidente da ACAV – Associação Catarinense de Avicultura  e  outros temas instigadores como o uso de “A inteligência artificial e o big data –  a nova forma de trabalhar na avicultura”. Atentos ao momento mundial de enfermidades transfronteiriças e risco sanitário iminente o evento vai abordar ainda  inovações tecnológicas, imunidade e temas sanitários que garantam a biosseguridade do rebanho brasileiro e mundial. O evento terá tradução simultânea para o espanhol e as vagas são limitadas.

A palestra de abertura, patrocinada pela Farmabase, será com Arthur Igreja,que é um dos A’s da plataforma de inovação AAA com Ricardo Amorim do Manhattan Connection e Allan Costa. Igreja é  palestrante em mais de 120 eventos por ano em eventos como Rock in Rio Academy e TEDx no Brasil, EUA, Europa e América do Sul. Possui Experiência profissional e acadêmica em mais de 25 países, Masters in International Business nos EUA pela Georgetown University, Corporate Masters of Business Administration na Espanha pela ESADE, mestrado Executivo em Gestão Empresarial pela FGV/EBAPE, certificações executivas em Harvard & Cambridge, pós-MBA em Negociação pela FGV e MBA pela FGV/Ohio University.

O presidente do Nucleovet, o médico veterinário Luiz Carlos Giongo destaca o desafio de realizar a 21ª edição do SBSA “O desafio é oferecer aos participantes o que tem de mais atual e inovador na área científica, aperfeiçoamento pessoal e profissional, comportamento do mercado global e normativas e procedimentos legais. Precisamos surpreender positivamente, por isso, é de suma importância termos o apoio de toda cadeia produtiva” comenta.

As vagas para o evento podem ser garantidas pelo site do Nucleovet a um valor de R$ 440 para profissionais e R$ 340 para estudantes até o dia 31 de março. As inscrições poderão ser feitas ainda durante o evento a R$ 500 para profissionais e R$ 400 para estudantes. São oferecidos ainda preços diferenciados para agroindústrias com pacotes a partir de 10 inscrições, com valores iniciais de R$ 300. Para universidades os pacotes a partir de 10 inscrições os valores são de R$ 270, R$ 300 e R$ 350, respectivamente.

Membro da comissão científica do  21º Simpósio Brasil Sul de Avicultura, o Prof. Dr. Tiago Goulart Petrolli dos Cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia – UNOESC Xanxerê, responsável pelo Programa de Mestrado em Sanidade e Produção Animal – UNOESC destaca a importância de discutir esses temas e reunir especialistas.

“Nunca foi tão imperativo como nos dias de hoje a necessidade de capacitação dos profissionais ligados à avicultura. Em dias de grandes epidemias mundiais, associados à grande dificuldade no controle de certos problemas emergentes no cenário da biosseguridade mundial, torna-se fundamental que os profissionais ligados à atividade avícola brasileira estejam cada vez mais capacitados para enfrentar estas adversidades”.

Petrolli alerta ainda para necessidade de uma nova visão global, e a preocupação com uma saúde única “ Estamos hoje no advento da elaboração de programas de biosseguridade englobando aspectos de saúde única, que nos obrigam a pensar tecnicamente e cientificamente sobre a saúde das aves e a saúde humana em conjunto. Em um mundo dinâmico e altamente transformador, o evento possui papel decisivo ao reunir os profissionais da área para discutir os caminhos e as ferramentas de decisão a serem tomadas para enfrentar as situações discutidas”.

Programação atualizada

O  21º Simpósio Brasil Sul de Avicultura abordará ainda assuntos  como a  “Produção mundial de Proteína Animal” com a presença de especialistas no assunto. Um painel na manhã do dia 08 de abril, quarta feira vai tratar de “Atualizações no sistema de inspeção brasileira: Oportunidades e desafios”; “Qualidade óssea – métricas e melhorias para diminuir quebras no abatedouro” e “Efeito do manejo pré-abate sobre os níveis de condenação na indústria Européia”, dando uma visão brasileira e europeia para o Bloco Abatedouro de palestras e debates. O SBSA 2020 vai abordar  ainda temas como “Efeito do manejo pré-abate sobre os níveis de condenação na indústria Brasileira”.

No  Bloco Sanidade  serão apresentadas as ultimas atualizações sobre “Avicultura sem antibiótico, já é uma realidade?”;“Multiresistência bacteriana e as estratégias de mitigação por parte da indústria” e “Alternativas aos antibióticos e promotores de crescimento para a saúde das aves”.

Tema que aparece no centro das discussões praticamente desde a primeira edição, a salmonelose, será abordada na palestra “Estruturação e implementação de um programa pra redução de salmonela na cadeia avícola”, seguido de debate.

No último dia do evento, os hot spots ficam por conta do Bloco Manejo que vai discutir “Proventriculite transmissível em frangos de corte. Causas e consequências”; “Atualizações/novidades em ambiência para melhor desempenho do frango de corte atual” e “Imunidade intestinal e sua importância dentro de um programa de controle da Salmonella”. O tema “Inovações Tecnológicas em vacinas de frangos de corte”, encerra a programação que vai reunir especialistas brasileiros e internacionais.

Petrolli finaliza falando do encontro técnico que se transformou no principal fórum de idéias e práticas do país “O simpósio Brasil Sul de Avicultura já é tradicional e possui papel marcante na difusão de conhecimento na avicultura brasileira. Como desafios, listamos a necessidade de atender à altura a expectativa de todos referentes aos temas propostos, elencando os maiores desafios da atualidade, com a indicação de palestrantes renomados e com gabarito técnico para nos atualizar sobre cada tema em questão. Temos a missão de propor um evento atrativo, com inovações a cada ano, reunindo toda a cadeia produtiva em nossa cidade. Em abril, todos os olhos da Avicultura estarão voltados para Chapecó!”.

Paralelo ao simpósio técnico a feira de negócios Poultry Fair vai reunir mais de 70 empresas de tecnologia, sanidade, nutrição e equipamentos para avicultura em três dias de muito networking.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Vendas para China preveniram choque nas exportações, diz Guedes

Para ministro, Ásia compensou queda nas vendas para outras regiões

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A recuperação rápida da economia de diversos países da Ásia, especialmente a China, impediu que a pandemia do novo coronavírus provocasse um choque nas exportações brasileiras, disse na segunda-feira (10) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, o “apetite” asiático compensou a queda nas vendas para os Estados Unidos, a Europa e a Argentina.

O ministro participou de uma reunião virtual do Fórum de Incentivo à Cadeia Leiteira, promovido pela Frente Parlamentar da Agropecuária. Durante o encontro, Guedes disse que, graças ao consumo da Ásia, as exportações brasileiras fecharam o primeiro semestre quase estáveis em relação ao mesmo período de 2019.

De janeiro a junho, o Brasil vendeu US$ 102,43 bilhões ao exterior, valor 6,4% inferior ao do mesmo período de 2019. Segundo os números mais atualizados do Ministério da Economia, divulgados nesta segunda-feira, as exportações somam US$ 125,74 bilhões até a primeira semana de agosto, recuo de 6,2% em relação ao mesmo período do ano passado pelo critério da média diária.

A balança comercial – diferença entre exportações e importações – registra superávit de US$ 32,08 bilhões até a primeira semana de agosto. O resultado é 16,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo estava em US$ 27,59 bilhões.

Os saldos crescentes na balança comercial registrados nos últimos meses estão ocorrendo porque, com a alta do dólar e a crise econômica, as importações estão caindo mais que as exportações. Até a primeira semana de agosto, as compras do exterior somavam US$ 93,66 bilhões, com recuo de 11,5% em relação ao mesmo período de 2019 também pelo critério da média diária.

Preços agrícolas

No encontro, o setor leiteiro apresentou reivindicações para que o governo lide com a queda nos preços para o produtor. O ministro da Economia informou que a melhor maneira de lidar com as flutuações no preço do leite consiste em estimular o fornecimento de seguros mais sofisticados contra as oscilações.

O secretário de Política Econômica da pasta, Adolfo Sachsida, disse que o governo trabalha com três instrumentos para conter as flutuações e dar mais previsibilidade para os preços agrícolas. Ele citou o fortalecimento dos seguros, o oferecimento de instrumentos de mercado financeiro e a consolidação de um banco de dados de custos regionais.

Sobre os mecanismos de mercado, Sachsida informou que o governo discute com o Banco do Brasil o fornecimento de contratos de balcão (contratos de investimentos futuros fora da bolsa de valores) para que o produtor possa comprar opções que “garantam preços futuros à frente”. Ele não informou uma data para a adoção da medida.

Por meio de contratos de opções, o produtor se protege de eventuais quedas de preços, com o governo assumindo o prejuízo. Caso o preço suba para além do nível fixado, o contrato perde a validade, e o produtor pode vender o alimento a preços de mercado. Esse mecanismo é aplicado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Fonte: Agência Brasil
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Notícias Estimativa

Em julho, IBGE estima alta de 3,8% na safra de 2020

Estimativa de julho eleva recorde da safra para 250,5 milhões de toneladas

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Arquivo/OP Rural

A safra nacional de grãos deve chegar a 250,5 milhões de toneladas e bater novo recorde em 2020, segundo as estimativas de julho do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgadas na terça-feira (11) pelo IBGE. Isso representa um aumento de 3,8% na comparação com a colheita de 2019, com mais 9,0 milhões de toneladas.

A soja deve ter crescimento recorde de 5,9%, o que corresponde a 120,1 milhões de toneladas. “A produção da leguminosa só não deve ser maior devido à produção gaúcha, que caiu em 7,3 milhões de toneladas, em relação ao ano passado, por conta da estiagem prolongada. A produção de soja no Rio Grande do Sul foi estimada em 11,2 milhões de toneladas”, disse o analista de Agropecuária do IBGE, Carlos Antônio Barradas.

A produção do milho é outro destaque que, embora menor que a do ano passado, deve chegar a 99,8 milhões de toneladas em 2020. “Demandas internas e externas elevadas têm mantidos os preços do produto em patamares elevados, estimulando maiores investimentos nas lavouras de milho, principalmente no Paraná e na região Centro-Oeste”, comentou o analista.

Barradas também lembra do trigo, cuja estimativa de produção está 41,0% maior e deve gerar 7,4 milhões de toneladas. Ele afirma que as perdas decorrentes das estiagens em algumas regiões devem ter influenciado produtores a aumentar os investimentos nas lavouras de inverno, como forma de recuperar os prejuízos.

“Com a valorização do dólar, os preços do trigo no mercado interno aumentaram, melhorando as perspectivas quanto à rentabilidade do produto. Motivados por essa conjuntura favorável, os produtores ampliaram as áreas de plantio, bem como os investimentos em tecnologia de produção”, explicou o analista de Agropecuária do IBGE.

Na comparação mensal, a variação de 1,3% da safra de grãos decorre do milho 2ª safra (2,2 milhões de toneladas), do trigo (416,7 mil toneladas), da soja (231,3 mil toneladas), do arroz (196,0 mil toneladas), da aveia (70,5 mil toneladas) e do feijão 3ª safra (48,5 mil toneladas).

Centro-Oeste deve colher 118 milhões de toneladas

O IBGE projeta crescimento na produção de grãos em quase todas as regiões do país. No Centro-Oeste, maior produtor, deve aumentar 5,8%, somando 118,0 milhões de toneladas. Outras altas estão previstas para o Nordeste (13,9%), Norte (9,6%) e Sudeste (7,9%). No Sul, segundo maior produtor, a colheita deve recuar 3,8% (74,3 milhões de toneladas).

Fonte: Agência IBGE
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Notícias Mercado

Santa Catarina retoma crescimento nas exportações de carne de frango

No último mês, Santa Catarina faturou US$ 122,5 milhões com as exportações do produto, um aumento de 16,4% em relação a junho

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ave de corte
Arquivo/OP Rural

Segundo maior produtor de carne de frango do Brasil, o estado retoma o crescimento nos embarques em julho. No último mês, Santa Catarina faturou US$ 122,5 milhões com as exportações do produto, um aumento de 16,4% em relação a junho. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

“O agronegócio é uma das grandes forças de nossa economia. Com o crescimento das exportações mostramos a força dessa cadeia produtiva tão importante para Santa Catarina, mesmo em um período de tantos desafios”, destaca o governador Carlos Moisés.

O bom resultado de julho se deve ao aumento expressivo nos embarques para a Holanda, que se tornou o maior comprador no último mês com US$ 21,2 milhões – 139,2% a mais do que em junho e 48,5% a mais do que em julho de 2019.

“A avicultura é um dos grandes destaques do agronegócio catarinense. Nossos produtos chegam a mais de 130 países e o setor gera empregos e renda ao longo de toda cadeia produtiva. Encerramos o mês de julho com boas notícias nas exportações e com a expectativa de crescimento na demanda interna”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

No mês passado, os maiores compradores da carne de frango produzida em Santa Catarina foram Holanda, Japão, China e Arábia Saudita.

Acumulado do ano

A carne de frango é o principal produto da pauta de exportações de Santa Catarina. De janeiro a julho deste ano, o estado embarcou 578,4 mil toneladas do produto, faturando aproximadamente US$ 916,4 milhões.

No acumulado do ano, os resultados ainda são menores do que aqueles registrados em 2019. O analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, explica que aconteceram mudanças em alguns mercados importantes, como no caso do México, onde as cotas de importação de carne de frango brasileira com tarifas reduzidas se esgotaram já no início do ano, o que tirou a competitividade do produto.

“Apesar desse cenário negativo nas exportações, a situação é relativamente estável no setor, pois as empresas adequaram a produção logo nos primeiros meses da pandemia, temendo uma queda nas vendas. A perspectiva é de que a demanda no mercado interno siga elevada no segundo semestre, pois é provável que muitos consumidores substituam outras carnes de maior valor, principalmente bovina e suína, pela carne de frango”, explica Giehl.

Diferenciais de Santa Catarina

Santa Catarina é reconhecida internacionalmente pela qualidade do seu agronegócio e o cuidado com a sanidade animal e vegetal. É o único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação e área livre de peste suína clássica. Na área vegetal, o estado é livre de Cydia pomonella, considerada o pior inseto praga da fruticultura, e também do Moko da Bananeira. As ações de defesa agropecuária são executadas pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), com o apoio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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