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José Luiz Tejon Megido Opinião

Saúde virou sinônimo de agronegócio

Nesta crise, novamente, do bom cooperativismo sairão as rotas da vitória sobre a Covid-19 e o novo planeta Terra

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Artigo escrito por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

A sociedade vai exigir confiança total nos alimentos. A originação passará a ter gigantesca importância no processo decisório dos consumidores finais e das redes supermercadistas. Dessa forma, a confiança de origem é item sagrado, no pós-Covid-19, mais do que já vinha sendo anteriormente.

O cooperativismo irá se expandir, tanto numa intercooperação nacional e internacional das cooperativas, quanto na busca pelo seu modelo em países emergentes. Dentro do Brasil iremos ver o desenvolvimento do cooperativismo também em áreas onde a pobreza precisa ser enfrentada, e em uma convocação imensa para o cooperativismo de crédito em todo o Norte e Nordeste.

A reinicialização econômica e a intensidade da luta antidesigualdade irá obrigar o capital mundial a investir no desenvolvimento internacional. O empreendedorismo significará o caminho obrigatório das sociedades humanas. Contudo, o empreendedorismo sem o cooperativismo fica um funil de boca larga, porém com boca estreitíssima de saída. Somente com o cooperativismo podemos alargar o sucesso para a grande maioria dos empreendedores.

Nunca tantos deveram tanto a tão poucos – seus fundadores. Nesta crise, novamente, do bom cooperativismo sairão as rotas da vitória sobre a Covid-19 e o novo planeta Terra.

Fonte: Assessoria
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José Luiz Tejon Megido Opinião

Agronegócio atenção, temos problemas

Grande drama é que não estamos conseguindo criar uma contenção no lado negativo da nossa imagem mundial

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Artigo escrito por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

Em paralelo a pandemia da Covid-19, em que as perspectivas apontam para o Brasil ter a retomada mais lenta, comparado com outros 90% dos países, teremos a crise da saúde ambiental. Acompanhamos as redes sociais do agro brasileiras e também as manifestações da mídia internacional. No The Economist uma matéria tratava de “how big beef and soya firms can stop deforestation”, sobre como as grandes corporações da carne e da soja podem parar com o desmatamento.

Agora, surgem abaixo assinados de consumidores europeus para não comprar do Brasil. E mesmo na China, o maior cliente do país, a mídia começa a trazer notícias negativas sobre a soja brasileira, como ocorreu no South China Morning Post, um jornal do Jack Ma, dono do big negócio de ecommerce Ali Baba.

Isso tudo fica agravado pelo corte e mudança de diálogo do Brasil com a China, o que preocupa a liderança das organizações privadas brasileiras, responsáveis pela agroindustrialização, logística e comércio internacional.

Assim como os astronautas da Apollo 13, em abril de 1970, que mandaram a mensagem para a Nasa na terra: “Houston we have had a problem”. Neste pós-Covid-19, que se inicia com a nova safra 2020 a ser colhida em 2021, podemos dizer: “agronegócio, nós temos um problema”.

Ações existem, como “Seja Legal com a Amazônia”; pecuarista legal não desmata quem desmata é o ilegal; temos a coalizão clima, floresta e agricultura; e mesmo o Conselho da Amazônia sob comando do vice-presidente Hamilton Mourão. Além de diversos movimentos como pecuária sustentável da Amazônia; núcleos de bem-estar animal; sustentabilidade e responsabilidade social; sem citar o código florestal, carecendo agora da implementação do PRA – Programa de Regularização Ambiental.

O grande drama é que não estamos conseguindo criar uma contenção no lado negativo da nossa imagem mundial. E, ao mesmo tempo, não estamos conseguindo eficácia na aplicação da lei, nos casos dos crimes ambientais. Precisamos de uma organização da comunicação brasileira do agronegócio numa coalizão das lideranças público e privadas, e precisamos parar com os auto-detratores e auto-predadores, numa Torre de Babel onde várias línguas se misturam e ninguém se acerta com ninguém.

E perante tudo isso, para não ficarmos na 171ª posição no mundo dos países mais lentos para a retomada econômica, nossa dependência do novo agronegócio é vital.

A Hora do Agronegócio, hora de uma equipe de crise público privada para dominar o tamanho do problema. Na percepção e na realidade.

Fonte: Assessoria
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José Luiz Tejon Megido Opinião

É hora de um Brasil de agronegócio com dignidade humanitária planetária

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(Foto: Divulgação)

Por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

Para todos os brasileiros o agribusiness está presente no planeta inteiro. Está em todo o Brasil, desde a nossa mesa, bebidas, flores, alimentos. É um megassetor, o maior setor econômico do mundo. E o Brasil tem uma imensa oportunidade em meio a essa megacrise. O mundo vai precisar como nunca de suprimento de qualidade, de nutrição, e inclusive de muitas coisas farmacêuticas, originadas no campo.

O Brasil aprendeu nos últimos 40, 50 anos, a produzir em terras que ninguém acreditava que seria possível fazer. Nós somos os campeões dos trópicos no planeta Terra. Isto é uma imensa oportunidade. O mundo vai agora para um conceito de alimento, de bebida, de tudo o que nós comemos é sinônimo de saúde.

O Brasil deve se apresentar ao mundo como um país que pode oferecer qualidade e segurança alimentar do “a” do abacate ao “z” do zebu em todas as cadeias produtivas. Somos um país que precisa ir ao mundo nesse momento crítico, em que se pede por esperança, por palavras positivas, por autoestima elevada. É hora de atendermos todas as oportunidades existentes no planeta Terra que envolvem aquilo que a nação brasileira pode oferecer. Portanto, tem de parar com “faz negócio com aquele”, “não faz negócio com o outro”. Isso é uma conversa completamente inútil e estúpida para o Brasil nesse momento.

Agronegócio é um assunto de alimento, é um assunto que vai permitir, sim, uma reinicialização da nova economia planetária e o Brasil tem uma chance gigantesca de se apresentar para o mundo e de elevarmos a dignidade do povo brasileiro, melhorarmos a qualidade de vida do povo e assegurarmos no mundo inteiro compromissos com tratos e, principalmente, nas faixas miseráveis e na pobreza do mundo que são ainda imensas; o Brasil com a sua inteligência adquirida, ensinar a produzir e educar.

Portanto, é hora de um Brasil de agronegócio humano. Este é o momento que mais se pede por humanidade e dignidade. O Brasil tem condição de atuar dessa forma no mundo inteiro e para todos os brasileiros.

Fonte: Assessoria
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José Luiz Tejon Megido Opinião

É proibido proibir o fluxo de profissionais das atividades essenciais: o agronegócio

Objetivo é o de monitorar e não o de impedir o fluxo das mercadorias.

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Artigo escrito por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

A situação do abastecimento está normal. Conversei com o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de São Paulo, Gustavo Diniz Junqueira, que trabalhava na terça-feira (24) na secretaria coordenando uma central de informações, ao lado de um grupo de comando, envolvendo agricultura, segurança pública, Forças Armadas, defesa civil, transporte, indústria e comércio, em uma reunião de vários estados. O objetivo é o de monitorar e não o de impedir o fluxo das mercadorias.

O secretário tem atuado pontualmente quando por alguma razão há uma interpretação de algum elo da cadeia produtiva do agronegócio ser interrompido. Este momento tem servido para revelar que o mundo pode ser o mais digital possível, porém se os colhedores de laranjas, de café, da hortifruticultura, do leite e dos ovos, se os funcionários de uma indústria de produtos veterinários, se o pessoal dos Ceasas, se os repositores de gôndolas de supermercados ou os caminhoneiros tiverem suas atividades interrompidas, o sistema todo não resiste, ou seja, o elo dessa corrente, por mais simples que possa ser, se desativado, interrompe a corrente inteira.

São os heróis da nossa infantaria. Pessoas dos serviços essenciais que não podem parar. E a secretaria fez um ofício aos prefeitos dos municípios enfatizando que paralisações na atividade agropecuária, industrial e do comércio de alimentos em São Paulo causariam graves problemas no país inteiro. Precisa haver garantia irrestrita ao fluxo de todo este pessoal.

Diniz Junqueira também enfatiza a importância da iniciativa privada criar seus protocolos de proteção aos seus funcionários e equipes. As feiras também não devem parar. E um ótimo exemplo é a feira do Jabaquara, aos domingos e às quartas-feiras, realizadas com os protocolos de sanidade para os feirantes e o público.

Os caminhoneiros, todo pessoal do transporte e os motoqueiros e bicicleteiros dos deliveries também merecem aplausos. Parabéns, moçada! Vocês também são do agronegócio e estão fazendo um grande trabalho.

O agronegócio não vai parar, e com a ciência iremos em pouco tempo superar esta crise mundial. O mundo precisa, sim, parar com a guerra virulenta de um contra o outro. Temos desafios universais muito superiores ao papo furado de esquerda versus direita. Já era. Que isso suma, como o novo Coronavírus vai também sumir. Líderes que não entenderem isso vão desaparecer. E finalmente, o Coronavírus nos obrigou a tomar ciência e consciência do que significa agribusiness: uma visão integrada e sistêmica da semente à mente. Gestão 360 graus. Total design holístico.

Fonte: Assessoria
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