Bovinos / Grãos / Máquinas Prevenir para produzir
Saúde reprodutiva assume protagonismo no SBSBL
Palestra de Álvaro Menin no 14º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite vai discutir a eficácia dos calendários sanitários e estratégias preventivas para manter rebanhos saudáveis e produtivos.

Rebanhos saudáveis não se constroem apenas com nutrição de qualidade ou genética aprimorada. Muitas vezes, o sucesso da pecuária leiteira depende de algo menos visível, mas igualmente decisivo, a prevenção de doenças reprodutivas. Afinal, de que adianta planejar eficiência produtiva se o calendário sanitário não acompanha os desafios reais do campo?
Esse será o foco da palestra do doutor Álvaro Menin, que acontece no dia 15 de outubro, às 9 horas, durante o 14º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL), promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e pela EPAGRI, em Chapecó (SC). O tema, “Prevenção das doenças reprodutivas: nosso calendário sanitário está adequado aos desafios do campo?”, convida os participantes a refletirem sobre a eficácia dos protocolos adotados e a necessidade de atualização frente às novas ameaças sanitárias.
Um olhar crítico sobre os calendários sanitários
Na palestra, Menin irá provocar uma reflexão essencial, os calendários sanitários utilizados nas fazendas realmente protegem os rebanhos contra os riscos atuais? Com base em suas pesquisas, ele mostrará os principais gargalos de protocolos ultrapassados e apresentará estratégias preventivas mais adequadas aos desafios modernos da pecuária.

Palestra sobre “Prevenção das doenças reprodutivas nosso calendário sanitário está adequado aos desafios do campo com Álvaro Menin
“O público terá acesso a informações sobre doenças reprodutivas que afetam diretamente a fertilidade, a longevidade e a produtividade do rebanho, bem como recomendações práticas para melhorar a prevenção no campo”, explicou o presidente da comissão científica, Claiton André Zotti.
Ao abrir a manhã do segundo dia do SBSBL, a palestra do doutor Álvaro Menin reforça que a sanidade reprodutiva não é apenas uma questão de medicina veterinária, mas de sustentabilidade econômica. “Diagnosticar cedo, prevenir de forma eficiente e atualizar práticas sanitárias são medidas que impactam não só os índices produtivos, mas também a competitividade da pecuária leiteira brasileira no mercado global”, comentou o presidente do Nucleovet, Tiago Mores.
Especialista em Imunologia e Microbiologia Animal
Formado em Medicina Veterinária pela UDESC, Menin construiu sua trajetória acadêmica com mestrado em Ciência Animal (ênfase em imunologia e microbiologia) e doutorado em Biotecnologia e Biociências pela UFSC, onde também realizou pós-doutorado em Medicina Veterinária Preventiva.
Professor adjunto da UFSC desde 2015, ministra disciplinas de Doenças Infecciosas, Microbiologia Veterinária e Medicina de Suínos, além de coordenar o Laboratório de Doenças Infecciosas dos Animais. É também pesquisador-chefe do VERTÀ Laboratórios, onde lidera projetos de inovação no desenvolvimento de biomarcadores aplicados à saúde animal.
Com mais de 20 anos de experiência, o doutor Álvaro Menin é autor de livros de referência, como Diagnóstico clínico-patológico e laboratorial das principais enfermidades dos animais domésticos e Saúde Única: uma visão sistêmica. Publicou artigos em periódicos de alto impacto internacional, consolidando-se como voz relevante na imunopatologia e no controle de enfermidades infecciosas.
Como participar?
Para assistir à explanação de Menin e aos demais pesquisadores, é necessária inscrição no Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite. Até o dia 2 de outubro (2º lote) os investimentos são de R$ 530,00 para profissionais e de R$ 400,00 para estudantes. Com esse ingresso o participante tem acesso total ao evento – 14º SBSBL, 9ª Brasil Sul Milk Fair, 4º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e 2º Simpósio Catarinense de Pecuária de Leite à Base de Pasto. Há também a possibilidade de participar somente do 4º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e da 9ª Milk Fair. Os valores para essa modalidade são de R$ 170,00 até o dia 2 de outubro data que marca o fim do segundo lote.
Para participar somente da 9ª Brasil Sul Milk Fair e conferir novas tecnologias e soluções expostas por empresas do setor, as inscrições podem ser feitas pelo valor de R$ 50,00, ao adquirir no 2º lote.
Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSBL serão concedidos códigos-convites bonificados. Profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos de universidades têm condições diferenciadas.
As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui. Associados do Nucleovet devem fazer a inscrição por meio da secretaria da entidade. Contato (49) 9 9806-9548 ou pelo e-mail financeiro@nucleovet.com.br.
Programação Geral
14º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite
9º Brasil Sul Milk Fair
4º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte
2º Simpósio Catarinense de Pecuária de Leite à Base de Pasto
Dia 14 de outubro – Terça-feira
8h20 – Abertura da Programação Científica 4º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte
8h30 – Premissas para Programa Reprodutivo Eficiente de Novilhas e Vacas
Palestrantes: Dr. Gilson Pessoa
9h20 – o Potencial do Beef On Dairy para Fazendas Brasileiras
Palestrante: Dr. Brad Gilchrist
10h10 – Milk Break
10h50 – o Que Funciona na Suplementação de Bovinos de Corte a Pasto?
Palestrante: Dr. Edenio Detmann
11h40 – Mesa-redonda
12h10 – Encerramento
13h45 – Abertura da Programação Científica 14º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite
Painel Bem-estar Animal
14h00 – Como Conciliar Produção de Leite e Sustentabilidade?
Palestrante: Dr. Ralf Loges
15h00 – Pontos Críticos e Práticos de Bem-estar Animal na Atividade Leiteira
Palestrante: Dra. Rosângela Poletto
16h00 – Milk Break
16h30 – do Clima Ao Conforto: Como a Ambiência Impacta Vacas e Produtividade
Palestrante: Prof. Dr. Frederico Márcio Corrêa Vieira
17h30 – Mesa-redonda
18h00 – Abertura Oficial
18h30 – Palestra de Abertura do Sbsbl – Mais Tempo, Mais Resultados: Como a Ia Pode Apoiar a Rotina do Atendimento Técnico
Palestrante: Alexandre Weimer
19h40 – Coquetel de Abertura na Milk Fair
Dia 15 de outubro– Quarta-feira
Painel Rebanho Saudável e Produtivo
8h00 – Gestão Eficiente da Diarreia Neonatal
Palestrante: Dra. Viviane Gomes
9h00 – Prevenção das Doenças Reprodutivas: Nosso Calendário Sanitário Está Adequado Aos Desafios do Campo?
Palestrante: Dr. Álvaro Menin
10h00 – Milk Break
10h40 – da Mistura à Boca da Vaca: Qualidade da Tmr Sem Desperdício
Palestrante: Dr. João Ricardo Pereira
11h40 – Mesa-redonda
12h10 – Almoço
Painel Eficiência no Campo
14h00 – Como Ser Eficiente na Atividade Leiteira?
Palestrante: Dr. Wagner Beskow
15h00 – Mercado de Lácteos
Palestrante: Dr. Glauco Carvalho
16h10 – Milk Break
16h40 – Maximizando o Aproveitamento da Proteína: da Dieta à Produção
Palestrante: Dra. Marina Danés
18h00 – Happy Hour na Milk Fair
Dia 16 de outubro – Quinta-feira
Painel Aditivos
8h00 – Além do Efeito Ruminal: o Papel dos Tamponantes e Alcalinizantes
Palestrante: Dr. Marcos Neves
9h00 – Ionóforos e Sua Contribuição na Dieta de Vacas Em Lactação
Palestrante: Euler Rabelo
10h10 – Milk Break
10h40 – Uso de Eubióticos na Pecuária Leiteira: Performance e Saúde Animal
Palestrante: Jill Davidson
11h40 – Mesa-redonda
12h10 – Encerramento e Sorteio de Brindes

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Brasil lança selo para fortalecer mercado de carne premium
Iniciativa incentiva o cruzamento entre vacas leiteiras e touros Angus, ampliando a oferta de carne de alto valor e criando nova fonte de renda para produtores de leite.

Uma iniciativa que integra ciência e setor produtivo para qualificar o mercado de carne premium no Brasil. Desenvolvido pela Associação Brasileira de Angus, o selo Beef on Dairy é o primeiro dessa categoria no País e contou com participação da Embrapa em sua construção técnico-científica. Essa estratégia estimula o cruzamento de vacas leiteiras das raças Holandesa e Jersey com touros Angus. O objetivo é gerar uma carne diferenciada, já muito apreciada em mercados internacionais.
Além de proporcionar carne de alta qualidade para o mercado de cortes nobres, o novo selo também tem como objetivo diversificar a renda dos produtores de leite, que ganham uma nova opção de comercialização dos animais.
O presidente da Associação Brasileira de Angus, José Paulo Dornelles Cairoli, destaca a importância dessa novidade para o mercado de carne. “É uma estratégia já consolidada em outros países e conseguimos trazê-la para o Brasil, que possui o maior rebanho comercial do mundo. Nosso projeto é o casamento perfeito entre as raças. O produtor vai se beneficiar e o consumidor terá carne diferenciada. Quem já provou sabe o resultado”, afirma.
“O lançamento do selo Beef on Dairy foi possível porque há uma base científica robusta por trás dele, e essa é justamente a contribuição da Embrapa”, afirma o chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul (RS), Fernando Cardoso. “Nós desenvolvemos os critérios técnicos e os índices genéticos que permitem identificar, com precisão, os touros Angus mais indicados para o cruzamento com vacas Holandesas e Jersey. É esse rigor científico que garante que o selo realmente represente animais superiores para a produção de carne de alta qualidade”, destaca.
Segundo Cardoso, o trabalho da Embrapa no Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo) desempenhou papel estratégico para dar segurança ao setor na adoção da tecnologia. “O Beef on Dairy abre um caminho importante para agregação de valor a toda a cadeia, e nossa missão é assegurar que essas escolhas estejam amparadas pelo melhor conhecimento técnico disponível”, conclui.
Participação técnica da Embrapa
A estratégia Beef on Dairy, já consolidada no cenário global, começa a ganhar força no Brasil ao incentivar o uso de touros de corte em vacas de leite. Como as raças leiteiras não são naturalmente especializadas em características de carcaça, o novo selo busca identificar os touros mais adequados para esse cruzamento. Para isso, foram criados dois selos distintos: um voltado ao Jersey, que demanda maior atenção ao tamanho dos bezerros no parto devido ao porte reduzido das vacas, e outro ao Holandês, que também exige características para evitar animais excessivamente grandes, já que a raça é naturalmente de grande porte.
A Embrapa participa diretamente da implementação do selo por meio do Promebo, o programa oficial de melhoramento genético da raça Angus no Brasil, gerenciado pela Associação Nacional de Criadores (ANC). Coube à instituição desenvolver e aplicar o índice técnico que orienta a seleção dos touros, identificando aqueles com melhor desempenho em crescimento, área de olho de lombo e conformação de carcaça – características essenciais para melhor rendimento frigorífico. O selo também atende a uma demanda das centrais de inseminação, já que grande parte do uso desses touros ocorre via sêmen, agregando valor ao material genético certificado.
Para Leandro Hackbart, conselheiro técnico da Angus e ANC, o selo nasce de uma demanda do próprio setor. “Nada mais fizemos do que criar parâmetros claros, garantindo transparência e segurança ao produtor de Holandês e Jersey na hora de adquirir genética Angus. Para o consumidor, isso significa confiança e qualidade alimentar”, reforçou.
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Faturamento da pecuária de leite aumenta 4,9% em 2025
Embora o avanço não seja tão expressivo, o aumento contínuo reflete um ambiente de preços mais equilibrado ao produtor, melhora no custo de produção após anos de forte pressão e ajustes nos sistemas de manejo e nutrição.

O Valor Bruto da Produção (VBP) da pecuária de leite deve alcançar R$ 71,5 bilhões em 2025, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), divulgados em 21 de novembro. O resultado representa um crescimento de aproximadamente 4,9% em relação aos R$ 68,1 bilhões registrados em 2024, o que demonstra recuperação gradual do setor.
Embora o avanço não seja tão expressivo, o aumento contínuo reflete um ambiente de preços mais equilibrado ao produtor, melhora no custo de produção após anos de forte pressão e ajustes nos sistemas de manejo e nutrição. A evolução nominal também ajuda a recompor margens que ficaram reduzidas em 2022 e 2023.
No ranking estadual, Minas Gerais segue como o maior produtor de leite do país, com VBP projetado de R$ 18,26 bilhões em 2025, acima dos R$ 17,83 bilhões registrados no ano anterior. O Paraná vem na segunda posição, com forte incremento para R$ 11,51 bilhões, impulsionado por sistemas intensivos, cooperativismo estruturado e maior eficiência produtiva. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás completam o grupo dos principais estados da atividade.

O histórico mostra uma curva de crescimento moderado, porém consistente: de R$ 53,7 bilhões em 2018 para mais de R$ 71 bilhões em 2025, uma alta sustentada por modernização, genética, mecanização e aumento da tecnificação das propriedades, especialmente entre cooperativas e bacias leiteiras consolidadas, mas é importante destacar que essa evolução ocorre em valores correntes, sem considerar a inflação acumulada no período, o que significa que parte do avanço reflete variações de preço, e não exclusivamente aumento de produção.
Com uma expansão de 4,9% e resultados mais equilibrados entre regiões, a cadeia do leite segue avançando em direção a maior estabilidade e competitividade, reforçando seu papel social e econômico no agronegócio brasileiro.
O Anuário do Agronegócio figura não apenas como um retrato do maior VBP da história, mas como um guia essencial para compreender os caminhos e desafios do agronegócio brasileiro no curto e médio prazo. Confira a versão digital clicando aqui.
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Adapar endurece regras e restringe trânsito de bovinos e búfalos com brucelose e tuberculose no Paraná
Nova portaria proíbe a movimentação de animais vivos de propriedades com focos confirmados, permitindo apenas o envio para abate imediato até a conclusão total do saneamento sanitário.

Para combater a brucelose e a tuberculose bovina, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) publicou uma nova portaria que discorre sobre a movimentação desses animais. O documento determina a restrição ao trânsito de bovinos e búfalos oriundos de propriedades que tenham casos confirmados no Estado. Essas são doenças infecciosas que afetam o gado e são um risco também à saúde pública.
A Portaria n° 013/2026 estabelece que as propriedades classificadas dentro desses critérios não podem movimentar seus animais, exceto para abate imediato, até a conclusão total do saneamento. “Portanto, não é permitido vender, doar ou transferir animais vivos dessas propriedades mesmo com exames negativos”, explica a chefe da Divisão de Brucelose e Tuberculose da Adapar, Marta Freitas.

Foto: Pedro Guerreiro
Ela destaca que a conclusão do saneamento ocorre somente após o cumprimento integral dos trâmites sanitários, incluindo exames negativos de todos os animais elegíveis.
Segundo ela, essa restrição é necessária para evitar que produtores tenham seu rebanho contaminado pela aquisição de animais, quando os testes usuais não foram capazes de detectar a brucelose e a tuberculose.
“Um dos grandes desafios dessas doenças é que elas são muitas vezes silenciosas, ou seja, o animal pode estar infectado sem apresentar sinais visíveis. Nosso objetivo é reforçar a vigilância, prevenção e controle da brucelose e da tuberculose, protegendo a saúde pública e visando à erradicação dessas doenças”, afirma.
Marta observa que é importante considerar que, nos testes, existe a possibilidade de resultados falso-negativos, especialmente em fases iniciais da doença. Também podem ocorrer falhas na execução dos exames, influenciadas por fatores como manejo, contenção, estresse animal ou condições técnicas. “Diante desses riscos, a adoção de maior rigor no controle do trânsito de animais é uma medida preventiva e necessária para evitar a propagação silenciosa das doenças”, ressalta.
Além de manter ações de educação sanitária, com orientação a produtores rurais e profissionais que atuam no programa, a Adapar investirá na rastreabilidade dos animais, por meio da identificação individual. Esses critérios se afinam às normas instituídas em 2020 no Estado, por meio da Portaria n° 157 e, de lá para cá vêm evoluindo no combate a esses males.
Prevenção

Foto: Gisele Rosso
O Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), mantém uma atuação contínua e estratégica no campo da sanidade e qualidade das práticas agropecuárias no Estado. Entre as diversas ações realizadas em 2025, destacou-se o trabalho de prevenção, controle e combate à brucelose e à tuberculose bovina.
Essas doenças têm grande relevância para as cadeias produtivas do Estado, especialmente para a pecuária leiteira, a segunda maior do País. A Adapar atuou de forma prioritária em relação a elas, reforçando o compromisso do Paraná com a segurança sanitária, a sustentabilidade e a competitividade do setor agropecuário. As ações de prevenção e controle das enfermidades são conduzidas pela Divisão de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Bovina (DIBT), vinculada ao Departamento de Saúde Animal (Desa).
O diretor de Defesa Agropecuária da Adapar, Renato Rezende Young Blood, destaca a importância dessas iniciativas para evitar problemas sanitários e garantir a saúde dos rebanhos no Estado. “A Adapar vem fazendo um excelente trabalho focado em ações preventivas e de educação sanitária, em áreas prioritárias com maior risco ou maior incidência das doenças, conseguindo assim melhores resultados, trazendo segurança para o consumo dos alimentos e para a saúde da população”, pondera.
Segundo dados da DIBT, houve uma queda de 17% do número de ocorrência de focos de brucelose bovina no Paraná em 2025 na comparação a 2024. Em relação ao número de focos de tuberculose bovina, foi registrado aumento de 4,5%, indicando maior detecção da doença e planejamento de novas ações para controle.
O chefe do Desa, Rafael Gonçalves Dias, explica que a redução no número de focos representa um avanço importante para erradicar as doenças, mas as ações devem ser contínuas.
“Durante o ano de 2024 foi registrado um alto volume de focos, e, embora em 2025 as ações de vigilância, novas ferramentas para o diagnóstico, educação sanitária e fiscalização tenham contribuído para a diminuição dos casos, a brucelose e a tuberculose continuam ocorrendo em diversas regiões do Estado, o que exige atenção e trabalho contínuo em relação ao controle das duas doenças” afirma.





