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Notícias Saúde Animal

Saúde animal foi principal assunto discutido no Congresso de Ovos 2019

José Roberto Bottura, coordenador do encontro que aconteceu entre os dias 26 e 28 de março, em Ribeirão Preto, SP, destaca também o recorde de público

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Cerca de 750 pessoas estiveram presentes no Congresso de Ovos organizado pela Associação Paulista de Avicultura (APA) com o apoio da Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) e da CDA (Coordenadoria de Defesa Agropecuária). Novamente realizado em Ribeirão Preto, SP, entre os dias 26 e 28 de março, o evento, sob o slogan “Nutrindo o presente, preservando o futuro”, completou a sua 17ª edição.

Para José Roberto Bottura, que é diretor Técnico da APA e coordenador do Congresso de Ovos, os temas das mais de 30 palestras escolhidas a dedo com grande dedicação pela comissão organizadora são as responsáveis pelo sucesso de público do evento. Para Bottura, as palestras e discussões sobre salmonella na avicultura foram o principal assunto abordado no Congresso de Ovos.

Pré- Congresso sobre salmoneloses

Um pré congresso gratuito sobre salmoneloses foi organizado na manhã do primeiro dia do encontro (26), Entre os palestrantes estiveram presentes Edir Nepomuceno (Facta), que falou sobre os princípios básicos da biosseguridade, e Ângelo Berchieri (Unesp), que abordou a epidemiologia das salmonelas.

Já Anderlise Borsoi (UTPR) falou sobre as ferramentas de controle. Segundo a pesquisadora, o uso de probióticos é uma das ferramentas de controle para salmonelas em postura comercial. Além disso, para ela, um programa de gerenciamento de granjas que use intervenções em múltiplos estágios da produção de ovos é essencial para evitar a contaminação por salmonela em ovos e proteger a saúde pública.

Cerimônia de abertura

A mesa de abertura do Congresso de Ovos foi composta pelo Secretário de Agricultura de São Paulo, Gustavo Junqueira, o Coordenador de Defesa Agropecuária de São Paulo, Eduardo Camargo, o Prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira, o diretor da ABPA e presidente do Conselho Diretor do Instituto Ovos Brasil, Ricardo Santin, a ex-secretária de Agricultura, Mônika Bergamaschi, José Paulo Meirelles Körs, presidente da Apinco e o anfitrião, presidente da Associação Paulista de Avicultura, Erico Pozzer.

Na ocasião, o presidente do Congresso de Ovos, Benedito Lemos de Oliveira, professor aposentado da Universidade de Lavras, que conta 53 anos de militância nas áreas de extensão, assistência técnica, ensino, pesquisa e direção de empresas, fez um relato de sua história à frente da avicultura brasileira e sobre a importância de eventos como este para o crescimento do setor.

Benedito começou mencionando a realização do I Congresso Brasileiro de Avicultura, em 1969, quando consumíamos, no País, 62 ovos per capita ao ano. Benedito lembrou também que esteve presente no I Congresso de Ovos realizado pela Associação Paulista de Avicultura, em 1999. Nesta época, o consumo de ovos era de cerca de 88 unidades por pessoa. Hoje, o Brasil já consome 212 ovos per capita (número de 2018).

“Com este relato quis demonstrar, embora em forma de história, o quanto é importante a participação em congressos como este que aproximam os produtores, empresários, o ensino, a pesquisa e os negócios, contribuindo para o crescimento profissional de cada participante, mas com foco principal no todo, em nossa avicultura de postura”, afirmou ele.

Fonte: Assessoria
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Notícias Em Goiânia

AGS realizada 23ª Rodada Goiana de Tecnologia e Manejo de Suínos

Evento acontece no dia 22 de novembro, em Goiânia

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Arquivo/OP Rural

A Associação Goiana de Suinocultores realiza no dia 22 de novembro a 23ª Rodada Goiana de Tecnologia e Manejo de Suínos. O encontro técnico tem o intuito de tratar assuntos inerentes à suinocultura e discutir suas principais ameaças e oportunidades frente ao mercado de suínos. O evento será realizado no Auditório da SGPA – “Augusto França Gontijo” – Parque Agropecuário Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia, GO.

Mais informações sobre o evento, podem ser obtidas pelo telefone (62) 3203-1666 ou pelo email crenilda@ags.com.br, ou ainda pelo site www.ags.com.br.

Programação

07h30 – Inscrições e entrega de materiais e Café de boas-vindas.

08h30 – Abertura do evento

09h – Limpeza e desinfecção das instalações nas granjas. Palestrante: Dr. Humberto Bussada

09h45 – Espaço empresarial

09h55 – Uso Racional de Antimicrobianos na Produção Suína – Uma Visão Prática. Palestrante: Dr. Maurício Dutra

10h40 – Espaço empresarial – Fundepec-GO

11h – Mercado de suínos, mudanças e perspectivas. Palestrante:  Marcelo Lopes – ABCS – Brasília/DF

11h50 – Mesa redonda

12h20 – Intervalo para almoço

13h50 – Alimentação na Creche: Aspectos importantes e novas tecnologias. Palestrante: Dr. Felipe Ceolin

14h35 – Espaço para perguntas

14h40 – O desafio na produção de suínos e a importância da gestão dos recursos. Palestrante: Dr. Iuri Pinheiro Machado

15h25 – Espaço para perguntas

15h30 – Desafios a serem superados (PSA e PSC), biosseguridade e a aplicabilidade das boas práticas e do bem-estar na suinocultura. Palestrante: Charli Ludtke – Diretora Técnica da ABCS

16h15 – Espaço para perguntas

16h20 – Motivacional – Gestão da Emoção: Protagonismo para Alta Performance. Palestrante: Jerônimo Júnior.

17h10 – Encerramento e entrega de certificados

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Notícias Mostra Cepea

Preços do trigo no Rio Grande do Sul recuam para patamares de dez/18

Apesar de agentes indicarem que a qualidade está boa, as recentes chuvas no estado podem prejudicar o cereal que ainda será colhido

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Arquivo/OP Rural

O avanço dos trabalhos de campo no Rio Grande do Sul tem pressionado os valores do trigo, que retomaram os patamares médios verificados em dezembro de 2018, segundo dados do Cepea. Apesar de agentes indicarem que a qualidade está boa, as recentes chuvas no estado podem prejudicar o cereal que ainda será colhido.

No Paraná, os preços têm sido sustentados pela menor produtividade, devido ao clima desfavorável durante o desenvolvimento das lavouras.

Quanto aos derivados, na última semana, as cotações de algumas farinhas cederam. Compradores, observando um maior volume de trigo disponível no mercado, pressionaram os valores. Quanto aos farelos, a demanda e os preços seguem estáveis.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo AgRural

Chuvas amenizam tensão sobre atraso no plantio de soja no Paraná

Desde que o plantio no Paraná começou em setembro, muitas áreas sofrem com déficit hídrico

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Arquivo/OP Rural

Chuvas que atingem na segunda-feira (21) o Paraná, um dos maiores produtores de soja do Brasil, devem ajudar a amenizar a tensão de produtores que lidam com o maior atraso no plantio no Estado em oito anos, enquanto há expectativa de boas precipitações até o final do mês, de acordo com avaliação da consultoria AgRural.

“Está chovendo hoje no Estado todo… o pessoal está menos nervoso…”, disse a analista Daniele Siqueira, ponderando que produtores paranaenses têm sofrido com previsões de precipitações que não se confirmam totalmente.

Desde que o plantio no Paraná começou em setembro, muitas áreas sofrem com déficit hídrico, o que deixou o Estado com o ritmo mais lento nos trabalhos de implantação da lavoura desde a temporada 2011/12.

Segundo Daniele, esse atraso não significa problemas de quebra de safra para a soja, ainda que produtores tenham tido que realizar replantios em várias áreas, após plantarem no pó e as chuvas não chegarem, o que gerou problemas de germinação da semente. “As previsões até mostram chuvas, o pessoal planta esperando que a chuva venha, e não vem no volume esperado”, ressaltou a analista, esperando que as previsões até o final do mês agora se confirmem.

Segundo dados meteorológicos publicados no Eikon, da Refinitiv, o norte do Paraná receberá mais de 100 milímetros de chuvas até o dia 31, enquanto o noroeste e o oeste entre 80 e 90 mm. Outras áreas no sul terão mais de 120 mm, configurando essas regiões como as mais chuvosas do país no período, juntamente do o oeste de Santa Catarina.

A analista explicou que, para a soja, a janela de plantio é um pouco mais longa, e até o final do mês de outubro é possível plantar no oeste do Paraná sem que o produtor fique muito suscetível a riscos para a implantação da segunda safra de milho, semeada após a colheita da oleaginosa.

“A segunda quinzena de outubro é decisiva, se chover agora, e tem previsão, e se os volumes se confirmarem, acho que não tem problema nem para a safrinha (de milho)”, destacou ela, comentando que os agricultores, quando têm condições, conseguem avançar rápido nos trabalhos. Se há demora para plantar a soja, a segunda safra fica sujeita à seca mais perto do inverno, além de eventuais geadas.

O atraso, contudo, deve deixar a plantação de soja do Paraná concentrada, com uma boa parte das áreas em um mesmo estágio de desenvolvimento, o que aumenta riscos caso venha a surgir algum veranico que deixe a lavoura sem chuvas em fases cruciais mais para a frente.

Até a última quinta-feira, os produtores do Paraná tinham semeado 33% da área projetada. Em anos como em 2018 e 2016, quando o plantio estava menos atrasado, as lavouras da segunda safra de milho do Estado sofreram perdas relevantes.

No Brasil, a área total plantada avançou para 21% do projetado, em linha com a média de cinco anos, mas abaixo do nível registrado em mesmo período do ano passado, de 34%, segundo boletim da consultoria divulgado nesta segunda-feira.

O bom ritmo da semana passada foi puxado por Mato Grosso, maior produtor de soja do país, à frente de Paraná e Rio Grande do Sul. O Estado do Centro-Oeste havia semeado quase metade de sua área de soja até a última quinta-feira.

“Embora as chuvas ainda estejam irregulares em alguns pontos do Estado (Mato Grosso), volumes e cobertura melhoraram na primeira quinzena de outubro, permitindo que os produtores superassem o atraso inicial observado em setembro.”

Fonte: Reuters
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