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Santa Catarina tem o melhor desempenho da história na exportação de carnes em 2019

Catarinenses encerraram o ano com um faturamento de US$ 3,12 bilhões com as exportações de carnes

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Com o mercado internacional aquecido, Santa Catarina comemora o melhor desempenho da história na exportação de carnes. Em 2019, o embarque de carne suína bateu recorde e o de frango teve seu segundo melhor resultado em 22 anos, impulsionando todo o setor de proteína animal. Os catarinenses encerraram o ano com um faturamento de US$ 3,12 bilhões com as exportações de carnes, um crescimento de 19,4% em relação a 2018.

“Nós tivemos um ano sensacional para a cadeia produtiva de carnes em Santa Catarina, principalmente suínos e aves, e isso mostra a pujança das agroindústrias e dos produtores rurais catarinenses. É importante considerar que essa situação que vivemos é um dos reflexos da condição sanitária diferenciada do nosso estado. Santa Catarina construiu a duras penas e com muito trabalho uma condição sanitária reconhecida internacionalmente. Isso nos coloca numa posição privilegiada, tanto no cenário nacional quanto internacional”, destaca o secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural em exercício, Ricardo Miotto.

Ao longo do ano, Santa Catarina embarcou 1,7 milhão de toneladas de carne de frango, suína, bovina, de perus, patos, marrecos e demais carnes e miudezas – um aumento de 11% em comparação a 2018. Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Alexandre Giehl, os bons resultados são decorrentes do excelente desempenho das exportações de carne suína e de frango, que tiveram os melhores desempenhos desde 1997, quando os dados começaram a ser analisados.

Recorde na exportação de carne suína

De janeiro a dezembro de 2019, o estado bateu o recorde histórico com as exportações de carne suína. Foram 411,3 mil toneladas embarcadas, gerando um faturamento de US$ 856,6 milhões, um aumento de 31% em relação ao ano anterior. Santa Catarina é o maior produtor nacional de suínos e a produção baseada na agricultura familiar tem alcançado os mercados mais exigentes e competitivos do mundo.

Grande parte das exportações catarinenses tem como destino o mercado chinês, que aumentou em 88,9% as compras no último ano, fechando em US$ 414,2 milhões. Em 2019, Santa Catarina ampliou ainda os embarques para mercados altamente exigentes, como Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul.

Carne de frango

A carne de frango é o principal produto exportado por Santa Catarina. De janeiro a dezembro foram 1,2 milhão de toneladas vendidas para o mercado externo, com um faturamento que passa de US$ 2,2 bilhões. Santa Catarina teve o segundo melhor resultado da série histórica em 2019 e comemora as conquistas do setor.

Os principais mercados para carne de frango são Japão, China e Emirados Árabes. “Para 2020, a expectativa é que se tenha resultados significativos nas exportações de carne suína, já que a produção chinesa segue sendo seriamente impactada pela peste suína africana. No caso da carne de frango, a principal aposta é na ampliação da importância do mercado interno, principalmente pela alta nos preços da carne bovina, que deve estimular a migração de parte dos consumidores para opções menos onerosas”, explica o analista Alexandre Giehl.

Além disso, em 2019, Santa Catarina exportou 3,7 mil toneladas de carne bovina; 15,6 mil toneladas de carne de perus e 3 mil toneladas de patos e marrecos.

Diferenciais do estado

Santa Catarina é reconhecida internacionalmente pela qualidade do agronegócio e o cuidado com a saúde animal e vegetal. É o único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação e área livre de peste suína clássica.

Fonte: Assessoria
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Notícias Expointer

Mais de mil animais marcam presença na Expointer Digital 2020

Devido à pandemia do novo coronavírus, este ano não haverá o Desfile dos Campeões

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Fernando Dias

Considerados as estrelas do evento, mais de mil animais, entre ovinos, bovinos e equinos de 18 raças marcarão presença na Expointer Digital 2020, que ocorre de 26 de setembro a 4 de outubro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Mas, devido à pandemia do novo coronavírus, este ano não haverá o Desfile dos Campeões. Em vez disso, acontecerá o Desfile Oficial da Expointer, dia 3 de outubro (sábado). A Exposição é realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e várias entidades, entre elas a Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), e a Organização das Cooperativas do Estado do RS (Ocergs).

Segundo o presidente da Febrac, Leonardo Lamachia, participam desta edição 230 ovinos das raças Texel, Poll Dorset, Suffolk, Naturalmente Coloridos, Merino Australiano, Corriedale, Crioula e Dorper; 26 bovinos de corte das raças Charolês, Devon, Simental e Simbrasil; 74 bovinos de leite da raça Holandês; 687 equinos das raças Quarto de Milha, Árabe e Crioula.

“Os ovinos serão avaliados de 28 de setembro a 1° de outubro. Os bovinos de corte e de leite serão analisados pelos juízes dia 2 de outubro. As provas dos equinos começam um dia antes da feira (25) e vão até 4 de outubro. Porém, há animais que participarão apenas para representar a raça, como Charolês e Devon, sem passar por julgamentos. E a final do Freio de Ouro será disputada em 27 de setembro”, afirma Lamachia.

Conforme ele, além da Feira de Animais e do Freio de Ouro, ocorrerão julgamentos e provas de desempenho das raças Árabe e Quarto de Milha, leilões digitais e presenciais, Campeonato Domados do Campo (para os cavalos Árabe) e o Congresso Brasileiro de Laço Técnico e de Laço Comprido (para os cavalos Quarto de Milha).

“Será uma exposição que entrará para a história. O encontro do passado com o futuro. A Expointer mostra sua força, sendo realizada em um ano muito difícil e complexo, presta uma homenagem aos 50 anos do Parque e se reinventa projetando-se para o futuro”, prevê Lamachia.

Para o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, em um ano tão difícil, com tantos desafios, a agropecuária gaúcha tem se mostrado resiliente. “Apresentamos a Expointer Digital como uma solução inovadora frente aos obstáculos impostos pela pandemia do novo coronavírus. Este número expressivo de animais mostra que os produtores gaúchos estão ao nosso lado para fazer história em um evento tão inovador”.

Regulamento e exigências sanitárias para a exposição de animais

A Seapdr divulgou recentemente o regulamento e as exigências sanitárias previstas para a 83ª Exposição Estadual de Animais, alusiva aos 50 anos do Parque de Exposições Assis Brasil e que será realizada durante a Expointer Digital. O documento pode ser consultado aqui.

A exposição de animais tem por objetivo expor e comercializar reprodutores das diferentes espécies de animais domésticos; proporcionar aos criadores o conhecimento do grau de desenvolvimento da produção animal, pelo exame dos reprodutores expostos; apresentar a produtores e industriais o que vem sendo realizado no setor do agronegócio; demonstrar os resultados do emprego de novas tecnologias, visando ao aprimoramento dos rebanhos; e estabelecer maior intercâmbio entre os meios criatórios, produtivos e industriais, além da troca de experiências entre técnicos.

Fonte: Assessoria
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Notícias Sanidade

Alemanha confirma 6 novos casos de peste suína africana em javalis

Novos casos ocorrem após a detecção de seis outras infecções em javalis — não em animais de fazenda– na última semana

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Mais seis casos de peste suína africana (PSA) em javalis selvagens foram confirmados no Estado de Brandemburgo, no leste da Alemanha, informou o Ministério da Agricultura do país nesta sexta-feira (18). Os novos casos ocorrem após a detecção de seis outras infecções em javalis — não em animais de fazenda– na última semana. O total de casos confirmados passou a ser de 13, segundo o ministério.

O instituto científico alemão Friedrich-Loeffler foi o responsável pela confirmação dos novos casos de PSA, acrescentou a pasta.

Nos últimos dias, a China e uma série de outros países compradores de carne suína proibiram as importações da carne proveniente da Alemanha, depois da confirmação do primeiro caso da doença no país europeu.

A peste não afeta humanos, mas é fatal para porcos. Uma grande epidemia na China, maior produtora global de carne suína, fez com que centenas de milhões de porcos tivessem de ser abatidos no país recentemente.

O ministério alertou na quinta-feira (17) que já esperava a detecção de mais casos de PSA em javalis selvagens em Brandemburgo, já que os animais se movem em grupos e a doença é altamente contagiosa.

Fonte: Reuters
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Notícias Sanidade Vegetal

Adapar alerta sobre o recebimento de sementes não encomendadas

Pacotes de sementes como “brindes” de produtos comprados pela internet, ou até sem a solicitação de qualquer encomenda, podem trazer pragas, doenças e plantas daninhas que não existem no país

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Divulgação/Adapar

Após relatos em alguns estados brasileiros, inclusive no Paraná, sobre o recebimento de pacotes de sementes como “brindes” de produtos comprados pela internet, ou até sem a realização de qualquer encomenda, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) alerta a população paranaense de que essas sementes podem trazer consigo pragas, doenças e plantas daninhas que não existem no País, capazes de causar graves prejuízos à agricultura e ao meio ambiente.

A instituição de defesa agropecuária orienta que o material não seja aberto, descartado e, muito menos, utilizado. Quem receber os pacotes deve procurar uma unidade da Adapar mais próxima, ou do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Também pode entrar em contato com a Adapar pelo telefone (41) 3313-4000 ou pelo Fale Conosco, disponível em www.adapar.pr.gov.br . Endereços e telefones das unidades podem ser consultados utilizando-se este link: http://www.adapar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=375.

Até a quinta-feira (17), os fiscais da Adapar recolheram três pacotes de sementes, que serão encaminhados ao Ministério. Dois vieram da região de Curitiba e um, da região de Paranavaí. Nos três casos, as pessoas relataram que a origem do pacote é chinesa, e não se sabe a razão do envio. Uma delas, segundo a Adapar, havia realizado uma compra pela internet no ano passado, e agora recebeu apenas as sementes, da mesma origem.

O coordenador do Programa de Certificação, Rastreabilidade e Epidemiologia Vegetal da Adapar, Juliano Farinacio Galhardo, reforça o alerta para que as sementes não sejam plantadas, mesmo que pareçam estar sadias. “Muitas das pragas e doenças que elas podem conter são invisíveis a olho nu, e somente podem ser detectadas por meio de análises laboratoriais. Por isso, a importância de serem entregues à Adapar ou ao MAPA, para providenciar as análises e o descarte adequado, a fim de evitar a introdução de novas pragas no Estado”, explica. Os exames laboratoriais para identificar as espécies e eventuais patógenos presentes no material serão realizados pelo Ministério da Agricultura.

Orientação

De acordo com Renato Rezende Young Blood, gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, a introdução de novas pragas em áreas onde elas não ocorrem acarreta aumento nos custos de produção, maior contaminação ambiental, devido a eventual necessidade de controle com agrotóxicos, e pode trazer ainda restrições ao comércio dos produtos vegetais. “Isso gera impacto direto nas cadeias de produção vegetal e, consequentemente, na economia do Estado. Portanto, contamos com a colaboração de todos, seguindo as orientações da Adapar e do Ministério, a fim de proteger nossa agricultura”.

Fonte: Adapar
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