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Santa Catarina parabeniza as novas áreas livres de febre aftosa sem vacinação no Brasil

Santa Catarina, pioneiro nesse processo e já certificado há 14 anos, comemora a conquista do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso.

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Fotos: Divulgação

O Brasil possui mais seis estados reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação. Santa Catarina, pioneiro nesse processo e já certificado há 14 anos, comemora a conquista do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso.

“A ampliação das zonas livres de febre aftosa sem vacinação é uma grande conquista para o Brasil e, a exemplo do que aconteceu em Santa Catarina, deve mudar a história do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso. Este se torna agora, um patrimônio desses estados e motivo de orgulho para o nosso país”, destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural de Santa Catarina, Altair Silva.

A certificação da Organização Mundial de Saúde Animal é o maior reconhecimento sanitário que um estado ou país pode alcançar e demonstra ao mundo, principalmente aos mercados internacionais, o cumprimento de vários requisitos técnicos para assegurar a saúde dos rebanhos. Como a febre aftosa é uma doença com alto risco sanitário e gera um enorme impacto econômico, alguns países só compram carnes de áreas livres da doença sem vacinação – onde não existe circulação do vírus e, consequentemente, o controle sanitário é mais rígido.

Santa Catarina foi o primeiro estado do país com status de área livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2007. Há 21 anos, os catarinenses não vacinam seus rebanhos contra a doença e mantém um rígido controle para defesa da saúde animal.

“A certificação internacional é o coroamento de um trabalho bem feito pelos estados. Em Santa Catarina, nós vamos continuar realizando o trabalho que fazemos há mais de 20 anos, zelando pelos nossos produtores rurais e pelo nosso maior patrimônio, que é a excelência em sanidade agropecuária”, ressalta o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Plínio de Castro.

Desde a suspensão da vacina em Santa Catarina, o estado se consolidou como grande produtor e exportador de carnes, com acesso aos mercados mais exigentes do mundo. Atualmente, a produção catarinense é comercializada em mais de 150 países e os embarques de produtos de origem animal respondem por 38% de todo comércio internacional catarinense.

A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mobilizam sua equipe técnica para finalizar os procedimentos legais e as orientações aos produtores rurais catarinenses. Os catarinenses devem ainda manter o intercâmbio de informações técnico-científicas com os demais estados para contribuir com a manutenção da segurança sanitária em todas as áreas livres de febre aftosa sem vacinação do país.

 

Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural
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Notícias Investimentos

Governo do Estado investirá R$ 50,3 milhões em programas para o fortalecimento da agricultura e pesca de Santa Catarina

Foram cinco projetos aprovados pelo Conselho de Desenvolvimento Rural (Cederural) nesta terça-feira, 8, que deverão ter impactos positivos no agronegócio catarinense nos próximos anos.

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Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom e Divulgação/SAR

Destaque internacional na produção de alimentos, Santa Catarina segue investindo para aumentar a competitividade do setor produtivo. A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural investirá mais de R$ 50,3 milhões em novas frentes de ação para incentivar a produção de grãos; controle e monitoramento de resíduos de agrotóxicos; melhoria da infraestrutura para pesca artesanal; gestão da maricultura; além de aquisição de equipamentos para agricultura familiar e pesca.

“O agronegócio é uma das grandes forças da economia do estado. Santa Catarina, com 1,12% do território brasileiro, é um modelo para todo país. Vamos seguir apoiando os trabalhadores do campo e do mar para que tenham ainda mais qualidade de vida e renda e sigam cumprindo sua importante missão de alimentar os catarinenses e o mundo”, disse o governador Carlos Moisés.

Foram cinco projetos aprovados pelo Conselho de Desenvolvimento Rural (Cederural) nesta terça-feira, 8, que deverão ter impactos positivos no agronegócio catarinense nos próximos anos.

“Seguimos ampliando os investimentos e os projetos em benefício dos produtores rurais e pescadores de Santa Catarina. E hoje o grande destaque foi a pesca artesanal, que ganhará um programa de R$ 30 milhões para melhoria da infraestrutura. Os projetos são discutidos e elaborados ouvindo o setor produtivo e as lideranças estaduais e isso é fundamental para que possamos evoluir na elaboração de políticas públicas para o agronegócio catarinense. Hoje foi um dia muito importante, com a aprovação de projetos fundamentais para a agricultura e pesca de Santa Catarina”, destaca o secretário da Agricultura, Altair Silva.

Os novos programas contemplam investimentos para ampliar a área plantada com grãos, especialmente milho, em Santa Catarina; melhoria da infraestrutura para pesca artesanal; gestão da maricultura; controle e monitoramento de resíduos de agrotóxicos e aquisição de equipamentos.

Segundo o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto, as novas linhas de apoio trarão avanços significativos para todo o setor e demonstram o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento do meio rural e pesqueiro.

“Hoje foi um dia histórico para a pesca e a maricultura de Santa Catarina. Aprovamos dois projetos importantes para o desenvolvimento do setor: Inova Pesca e o Sistema de Gestão da Maricultura Catarinense, que somados trarão R$30,4 milhões em investimentos. O governador Carlos Moisés está fazendo um grande gesto de valorização da pesca artesanal e maricultura. Além disso, teremos um aporte de recursos significativo para o controle e monitoramento do resíduo de agrotóxicos, que demonstra nosso compromisso com a segurança dos alimentos em Santa Catarina. Estamos trabalhando com muita vontade e dedicação para investir na agricultura e na pesca do nosso estado”, ressalta Miotto.

Programa Inova Pesca SC
A Secretaria da Agricultura irá investir R$ 30 milhões para implantação ou reforma de infraestruturas de apoio a pesca artesanal. Serão firmados convênios de até R$ 1 milhão com municípios para o financiamento de até dois projetos.

Sistema de Gestão da Maricultura Catarinense – SIGMA
Os maricultores e técnicos de Santa Catarina terão acesso a um sistema com dados cadastrais e geográficos para a gestão da maricultura. A Secretaria da Agricultura irá destinar R$ 421,4 mil ao projeto para o desenvolvimento de um sistema de informações que auxilie no gerenciamento das áreas aquícolas marinhas e o controle sanitário dos moluscos.

Projeto Especial de Apoio à Expansão da Produção de Cereais – Projeto Novas Fronteiras
A intenção da Secretaria da Agricultura é ampliar a área cultivada com grãos em 10 mil hectares nos próximos dois anos no estado. O Projeto Novas Fronteiras fará parte do Programa Terra-Boa e fornecerá 100 mil toneladas de calcário para produtores que estejam ampliando a produção, especialmente com milho. Estão previstos investimentos de R$ 6,6 milhões até 2022.

O Projeto será executado em parceria com a Cooperativa Regional Agropecuária Vale do Itajaí (Cravil), que cuidará da operacionalização, fornecimento de insumos, assistência técnica e a compra dos cereais ao final da safra. Cada produtor poderá acessar até 500 toneladas de calcário, que deverão ser pagas ao final da colheita.

Em 2021, o Novas Fronteiras será executado em 17 municípios das regiões de Rio do Sul, Lages e São Joaquim.

Programa Estadual de Controle e Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos
Para aprimorar o controle do comércio, armazenamento e uso de agrotóxicos em Santa Catarina, a Secretaria da Agricultura dará sequência ao Programa Estadual de Controle e Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos. Serão mais de R$ 3,3 milhões disponibilizados para que a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) realize a coleta e análise de amostras de monitoramento e amostras fiscais de produtos de origem vegetal, abelhas e insumos agrícolas.

Aquisição de equipamentos
A Secretaria da Agricultura investirá R$ 10 milhões na aquisição de equipamentos para fortalecimento da agricultura familiar e pesca, além de minimizar os impactos da estiagem. Os implementos serão repassados aos municípios via termo de cessão de uso.

Fonte: Assessoria
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Notícias Vacina

500 mil doses de tuberculina passam a ser distribuídas para todo o Brasil desde a última segunda-feira

A alta procura pelo produto no início do ano, a estocagem de algumas revendedoras e o endurecimento de medidas sanitárias na produção de leite em determinados estados, acabou levando a falta do produto no mercado

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Nova liberação de partidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) abastece o mercado com tuberculina bovina, utilizado para diagnóstico de tuberculose em animais. Mais de 500 mil doses do insumo produzido pelo Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, começarão a ser distribuídas em todo País desde a ultima segunda-feira, 31 de maio.

Segundo o médico-veterinário do IB, Ricardo Spacagna Jordão, a alta procura pelo produto no início do ano, a estocagem de algumas revendedoras e o endurecimento de medidas sanitárias na produção de leite em determinados estados, acabou levando a falta do produto no mercado. O veterinário alerta que novas partidas estão sendo produzidas no IB e em breve serão novamente disponibilizadas, por isso, não há necessidade de estocagem.

“Tivemos um esforço conjunto do IB e do MAPA para liberação de duas partidas simultâneas em 28 de maio, totalizando mais de 500 mil doses. No início de maio, já estávamos trabalhando de forma integrada, totalizando três partidas com mais de 760 mil doses. A aplicação do produto é obrigatória para trânsito dos animais e é importantíssima para certificar as propriedades como livres da tuberculose”, afirma Jordão.

Maior prazo de validade
A produção de imunobiológicos do IB, usados para diagnóstico de brucelose e tuberculose em animais, atende ao Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT). Desde 2019, o Instituto passa por atualização de seu portfólio, graças a investimentos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Os recursos foram fundamentais para que o IB aumentasse, em 2020, o prazo de validade dos frascos de tuberculina para triagem e confirmatório de tuberculose, que passaram a ter dois anos, o dobro do que era disponibilizado anteriormente. Para o AAT, o aumento na validade foi de seis meses, passando de 12 para 18 meses. “Isso tem ajudado muito na rotina de compra e de armazenamento dos produtos pelos profissionais que atuam no campo, além de também reduzir o desperdício”, afirma o médico-veterinário.

Produção acelerada
O Instituto Biológico produziu 5.484.430 doses de imunobiológicos em 2020, aumento de 20% em relação a produção de 2019. No mesmo período foram comercializadas, 4.995.680 doses, o que representou um crescimento de 46,6% na arrecadação total de 2020, em comparação ao ano anterior. O IB é a única instituição brasileira autorizada a produzir este insumo no Brasil.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Santa Catarina registra alta de 54% no faturamento com as exportações de carne suína em abril

O agronegócio catarinense exportou mais de 50 mil toneladas de carne suína, gerando receitas que passam de US$ 123,7 milhões

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Maior produtor nacional de carne suína, Santa Catarina mantém crescimento nas exportações e amplia em 54% o faturamento com os embarques em abril. No último mês, o agronegócio catarinense exportou mais de 50 mil toneladas de carne suína, gerando receitas que passam de US$ 123,7 milhões – o segundo maior valor da série histórica iniciada em 1997. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

“O resultado mostra a força do agronegócio catarinense. Santa Catarina, com 1,12% do território brasileiro, é um modelo para todo país. Reforço nosso reconhecimento e apoio para que os produtores rurais tenham ainda mais qualidade de vida e renda e sigam cumprindo sua importante missão de alimentar os catarinenses e o mundo”, disse o governador Carlos Moisés.

O desempenho no mês de abril consolida a retomada das exportações catarinenses de carne suína e a presença internacional em importantes mercados consumidores. Foram 50 mil toneladas embarcadas, o quinto melhor resultado já registrado pelo Estado, e 41,7% a mais do que no mesmo período do ano anterior.

“Mais uma vez Santa Catarina se destaca no cenário nacional pela excelência do seu agronegócio. Abril foi um mês muito positivo para as exportações de carne suína, o que demonstra a qualidade da produção catarinense e traz um novo fôlego para o setor produtivo, que vem sofrendo com a alta no preço dos insumos. O bom desempenho do agro no mercado internacional impacta diretamente na economia do nosso estado, gerando empregos e renda para os catarinenses”, destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

O faturamento também superou as expectativas e foi o segundo maior em 24 anos, ficando atrás apenas do registrado em março deste ano. Segundo o analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, o resultado se deve ao crescimento nos embarques para a China, Chile, Hong Kong e Filipinas.

As exportações se tornaram a válvula de escape do setor produtivo para enfrentar os altos custos de produção. “Apesar dos bons resultados no mercado externo, o setor segue com preocupações, já que o milho e a soja, principais componentes da ração, não mostram sinais de arrefecimento. De qualquer forma, as exportações seguem sendo importantes para o enxugamento dos estoques internos, evitando desequilíbrios ainda maiores nos preços pagos aos produtores”, explica Alexandre Giehl.

Principais mercados

As Filipinas foram o grande destaque de abril. Santa Catarina ampliou em 1.271% o faturamento com os embarques para aquele país, que foi o quarto maior destino da carne suína produzida no estado no último mês.

A China segue como o maior comprador do produto, com 20,1 mil toneladas no último mês – 55,7% a mais do que no mesmo período de 2020. O Chile, segundo no ranking de exportações, também ampliou as importações em 130,6%.

Diferenciais da produção catarinense

Santa Catarina possui um status sanitário diferenciado, que abre as portas para os mercados mais exigentes do mundo. A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), em parceria com a iniciativa privada e os produtores, mantém um rígido controle das fronteiras e do rebanho catarinense.

O Estado é o único do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação, o que demonstra um cuidado extremo com a sanidade animal e é algo extremamente valorizado pelos importadores de carne. Além disso, Santa Catarina, junto com o Rio Grande do Sul, é zona livre de peste suína clássica.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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