Notícias
Santa Catarina mapeia prejuízos no campo e amplia suporte a agricultores afetados pelas chuvas
Equipe da Epagri percorre propriedades para medir prejuízos e subsidiar ações emergenciais. Programas estaduais garantem crédito, reconstrução e proteção das lavouras.

Dando continuidade à agenda nos municípios atingidos pelas chuvas, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, esteve em Rio das Antas na última terça-feira (25), onde, acompanhou os estragos. Junto a equipes da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape) e da Epagri, o governador teve acesso ao levantamento de estragos nas áreas rurais atingidas, especialmente em lavouras de grãos, frutas, hortaliças, tabaco e pastagens.
Para dimensionar esses impactos, a Epagri iniciou o levantamento das perdas nas propriedades afetadas. Os produtores que registraram prejuízos nas estruturas produtivas podem acessar os programas emergenciais, que integram as políticas públicas executadas pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape).

Secretário da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini acompanha governador em Ibirama – Foto: Secom/Divulgação
“Estou acompanhando de perto os estragos e assim vamos trabalhar de maneira mais efetiva para atender as necessidades mais urgentes das pessoas atingidas. Volto a reforçar o apoio do Governo do Estado aos produtores com nossos programas Safra Garantida e o Pronampe Agro Emergencial”, afirmou o governador Jorginho Mello.
O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini, que acompanhou o governador Jorginho Mello. “Estamos dialogando com as autoridades locais, com nossos técnicos e com os produtores. O Governo de Santa Catarina está ao lado do agricultor, oferecendo apoio direto por meio dos programas emergenciais e dos convênios — entre eles, o Sistema Antigranizo. Nosso compromisso é garantir que as políticas públicas cheguem rapidamente a quem mais precisa, para isso nossas equipes da Sape e Epagri estão mobilizadas”, afirma Chiodini.
A avaliação que está sendo realizada pela Epagri inclui não apenas os danos diretos às lavouras, benfeitorias e maquinários, mas também prejuízos indiretos, como a incidência de doenças nas plantas e perdas de solo, que podem comprometer a produtividade futura. De acordo com o presidente da Epagri, Dirceu Leite, a mobilização das equipes logo após os temporais garante levantamentos ágeis e dados confiáveis. “Temos experiência consolidada em situações semelhantes e sabemos que essas informações são essenciais para orientar as ações do Governo e assegurar que o apoio chegue rapidamente às famílias rurais. Nosso compromisso é atuar com precisão e seguir ao lado dos agricultores no processo de recuperação”, diz ele
Segundo a Defesa Civil, os fenômenos registrados nesses dias envolveram granizo, chuvas intensas e rajadas de vento. Os municípios mais afetados situam-se no Oeste, Meio-Oeste, Planalto Norte, Planalto Sul, Vale do Itajaí e Litoral Norte. Confira o que foi levantado até o momento pela Epagri.
Regiões e culturas afetadas

No Alto Vale, os municípios de Agrolândia, Alfredo Wagner, Atalanta, Imbuia, Ituporanga, Leoberto Leal, Petrolândia e Vidal Ramos foram atingidos por granizo e ventos, afetando principalmente as lavouras de cebola e tabaco – Foto: Marllon Legnaghi/ GOVSC
No Oeste, os eventos climáticos afetaram os municípios de União do Oeste, Ponte Serrada, São Domingos, Galvão, Ipuaçu, Vargeão e Passos Maia, causando danos principalmente às lavouras de milho e soja.
No Meio-Oeste, os principais municípios atingidos foram Fraiburgo, Rio das Antas, Curitibanos, Ponte Alta do Norte, Frei Rogério, Capinzal e Campos Novos. As maiores perdas ocorreram em pastagens de gado de leite, construções rurais e nos cultivos de milho, soja e frutas de caroço.
No Planalto Norte, os municípios mais impactados foram Canoinhas, Três Barras e São Bento do Sul, com prejuízos nas culturas de tabaco, nos abrigos de cultivo de morango e no milho.
No Planalto Sul, Otacílio Costa, Ponte Alta e Bom Retiro registraram impactos nas plantações de melancia, alho, cebola, abóbora e tabaco. Já em São Joaquim, Urupema e Urubici houve ocorrência de granizo nos pomares de maçã, com danos em folhas e frutos expostos em áreas sem cobertura antigranizo. Como a cultura está na fase inicial de crescimento dos frutos, os produtores podem mitigar os prejuízos por meio de tratamentos fitossanitários e raleio dos frutos afetados.
No Alto Vale, os municípios de Agrolândia, Alfredo Wagner, Atalanta, Imbuia, Ituporanga, Leoberto Leal, Petrolândia e Vidal Ramos foram atingidos por granizo e ventos, afetando principalmente as lavouras de cebola e tabaco. Ainda no Vale, os municípios de Apiúna, Ibirama, Lontras e parte de Rio do Sul enfrentaram forte tempestade de granizo associada a ventos intensos. Nessas localidades, além dos prejuízos na cultura de tabaco — a mais atingida —, houve danos relevantes à produção de hortaliças e frutas. Em Luiz Alves, os prejuízos se concentram em áreas de produção de hortaliças e em estradas, pontes e pontilhões de acesso às propriedades
No Litoral Norte, as chuvas provocaram danos em ranchos de pesca, casas e embarcações em Balneário Barra do Sul. Em Navegantes houve impactos da chuva em pastagens.
Como é feito o levantamento
O levantamento está sendo feito in loco pelos extensionistas rurais da Epagri, que percorrem as propriedades atingidas para registrar a extensão dos danos. Esse trabalho é realizado em parceria com a Defesa Civil, a Cidasc, as Secretarias Municipais de Agricultura e os Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural (CMDR). As informações coletadas vão compor relatórios técnicos que subsidiam o Governo do Estado na formulação de políticas públicas emergenciais e de recuperação.
Além de identificar as perdas, a Epagri desempenha papel fundamental na chegada dos recursos às famílias rurais. Os extensionistas elaboram planos de recuperação das propriedades e preparam projetos de crédito que permitem o acesso dos agricultores a programas estaduais e federais. Após a aprovação dos projetos, a Epagri segue presente na execução, prestando assistência técnica para garantir que as ações de reconstrução sejam eficientes e sustentáveis.
Ajuda na reconstrução

Plantação de cebola em Bom Retiro – Foto: Divulgação
O Governo de Santa Catarina por meio da Sape apoia os agricultores afetados por eventos climáticos extremos, por meio de programas emergenciais. O Reconstrói SC financia até R$ 20 mil por família para recuperar estruturas e equipamentos, com 50% de desconto para pagamentos em dia. O Pronampe Agro SC Emergencial concede até R$ 100 mil por família, com juros subsidiados em até 3% ao ano e prazo de oito anos.
O Projeto Emergencial Recupera Maçã SC apoia produtores de maçã com até R$ 100 mil para reposição de mudas e reconstrução de proteções, oferecendo desconto de até 30% por pagamento em dia. O Proteção de Pomares financia até R$ 150 mil por família para instalar telas antigranizo, com prazo de até oito anos e subvenção de juros de até 3% ao ano.
O Sistema Antigranizo é voltado a implantação e operacionalização de um sistema de controle de granizo com geradores de solo automático, em convênio com os municípios.
Para potencializar a produção catarinense e garantir renda ao pequeno produtor que sofre com as intercorrências climáticas, o agricultor também pode contar com o Safra Garantida SC. O Programa oferece subsídio estadual de até R$ 1,5 mil referente a taxa de adesão ao Proagro Mais.

Notícias
Geopolítica, clima e logística entram no centro do debate da cadeia da soja
Seminário em Londrina (PR) vai reunir especialistas para discutir os desafios que podem definir a competitividade da soja brasileira nos próximos anos. As inscrições são gratuitas.

A relação comercial entre Brasil e China, os impactos das mudanças climáticas, os gargalos logísticos e a descarbonização da produção estarão entre os principais temas do 8º Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja, que será realizado nos dias 04 e 05 de agosto, na Embrapa Soja, em Londrina (PR).

Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja
O evento vai reunir cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, técnicos, representantes da indústria, produtores rurais e especialistas da cadeia da soja. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do seminário, enquanto houver vagas.
Segundo o pesquisador Marcelo Álvares de Oliveira, da Embrapa Soja, a programação foi estruturada para discutir fatores que influenciam diretamente a competitividade do setor. “Vamos debater a geopolítica e a relação comercial entre Brasil e China, além dos desafios e oportunidades da cadeia da soja brasileira. Também teremos discussões sobre cultivares adaptadas às mudanças climáticas, logística, descarbonização e o papel do biodiesel na sustentabilidade da produção”, afirma.
Para Daniel Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, manter a liderança brasileira no mercado internacional depende não apenas do volume produzido, mas também da qualidade do produto.”Preservar nossa liderança exige um debate técnico constante sobre a qualidade da soja brasileira. Garantir um produto de alto

Foto: Shutterstock
padrão para as indústrias nacional e internacional de óleos e farelos é o que realmente define a competitividade do setor”, destaca.
O seminário é promovido pela Embrapa Soja em parceria com entidades representativas da produção, da indústria e da exportação de grãos, entre elas Abiove, Anec, Aprosoja Brasil, CNA, Sistema OCB e Sindirações.
Brasil amplia liderança
O encontro ocorre em um momento de expansão da produção brasileira. Na safra 2025/26, o país colheu 180 milhões de toneladas de soja, em uma área próxima de 48 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No mesmo período, os Estados Unidos produziram 116 milhões de toneladas.
Além da produção recorde, o processamento industrial também segue em crescimento. A Abiove estima que o Brasil processe 63 milhões de toneladas de soja em 2026, com produção de 48,6 milhões de toneladas de farelo e 12,65 milhões de toneladas de óleo de soja.
Notícias
El Niño pode encher os silos e esvaziar as margens
Pesquisa aponta que o clima deve favorecer a produção agrícola, enquanto a maior oferta tende a pressionar as cotações das commodities.

O El Niño previsto para o ciclo 2026/2027 tem potencial para se tornar um dos eventos climáticos mais intensos da última década. Para a agricultura da América Latina, especialmente no Brasil e na Argentina, o fenômeno pode favorecer a produção de grãos e oleaginosas, mas também trazer um efeito colateral: mais oferta no mercado e menor rentabilidade para o produtor.

Foto: Fernando Dias
A avaliação é da Allianz Research, divisão de pesquisa macroeconômica da Allianz Trade, que analisou os impactos econômicos do fenômeno climático sobre diferentes regiões do mundo. Confira aqui o estudo completo.
Com base em episódios anteriores de El Niño, o estudo mostra que a produção agrícola brasileira tende a superar a média histórica. Em 2015, por exemplo, a safra de soja ficou cerca de 4% acima da tendência dos cinco anos anteriores, enquanto a produção de café arábica registrou desempenho aproximadamente 5% superior ao esperado.
Segundo os pesquisadores, o aumento das chuvas no Sul da América do Sul favorece o desenvolvimento das lavouras e amplia a oferta de alimentos. No entanto, esse crescimento da produção pode pressionar as cotações das commodities agrícolas, reduzindo a margem dos produtores.
Outro desafio apontado pelo levantamento é a capacidade de armazenagem. Em anos de safra cheia, a oferta elevada

Foto: Shutterstock
tende a ocupar rapidamente os silos, elevando os custos de estocagem tanto para produtores quanto para tradings.
Efeitos diferentes dentro do Brasil
Embora o El Niño favoreça boa parte das áreas agrícolas do Centro-Sul, seus efeitos não são uniformes. O estudo destaca que a Região Norte e a Amazônia podem enfrentar períodos de seca mais severos, com reflexos sobre a navegação fluvial, a geração de energia hidrelétrica e o abastecimento de alimentos.
Esse cenário também pode exercer pressão sobre a inflação em países como Brasil, Colômbia e Peru, principalmente por impactos na logística e nos custos de produção.
Oferta maior e preços menores
No mercado internacional, a expectativa é que o aumento da produção de soja e milho na América Latina contribua para ampliar a oferta global de alimentos e aliviar parte das pressões inflacionárias observadas em outras regiões.
Por outro lado, exportadores brasileiros podem se beneficiar do maior volume embarcado, enquanto indústrias processadoras e empresas expostas à volatilidade das commodities agrícolas tendem a enfrentar um ambiente mais desafiador diante da possibilidade de queda nos preços.
Notícias
Frete rodoviário terá novas regras, mas sem piso nacional para caminhoneiros
Proposta amplia as penalidades para quem descumprir o piso do frete, altera as regras de fiscalização e prevê atualização semestral da tabela de preços.

O piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância ficou fora da versão final da Medida Provisória nº 1343/2026 que atualiza as regras do frete rodoviário. Aprovado pelo Senado, o texto segue para sanção presidencial com mudanças no cálculo do piso mínimo do frete, na fiscalização do transporte de cargas e nas penalidades aplicadas ao setor.

Foto: Geraldo Bubniak
A previsão de uma remuneração mínima mensal não fazia parte da proposta original do governo. O dispositivo foi incluído durante a tramitação na Câmara dos Deputados, mas acabou retirado pelo Senado sob o entendimento de que o tema não tinha relação direta com o conteúdo da medida provisória.
Com isso, a remuneração dos motoristas profissionais de longa distância continuará sendo definida por acordos e convenções coletivas de trabalho.
Anistia a multas
Além das mudanças nas regras do frete, a proposta concede anistia a caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias durante as manifestações de 2022. O perdão das penalidades foi incluído durante a tramitação da medida provisória no Congresso.
O texto também transforma em advertência as multas aplicadas até a publicação da futura lei por descumprimento

Foto: Divulgação
das regras do piso mínimo do frete, como o pagamento abaixo dos valores previstos na Lei nº 13.703/2018. A medida vale para processos ainda em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas que ainda não foram quitadas.
A conversão não se aplica a casos de fraude, uso de documentos falsos ou omissão deliberada de informações. Também não haverá devolução de valores já pagos. O direito dos transportadores de cobrar diferenças de frete e indenizações previstas em lei permanece assegurado.
Além das anistias, a proposta promove uma ampla atualização da legislação do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais mudanças estão novos critérios para o cálculo do piso mínimo do frete, atualização semestral da tabela de referência, reforço da fiscalização, endurecimento das penalidades para quem pagar abaixo do piso, novas regras para o cadastro de transportadores e alterações na fiscalização do peso dos caminhões.

Foto: Divulgação/Freepik
Frete mínimo
O projeto altera as regras de cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas. A tabela deverá considerar os custos operacionais da atividade, como os relacionados a combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos dos pisos. O texto também atualiza conceitos da legislação e cria a definição de veículo de carga de pequeno porte (com capacidade útil superior a 500 quilos e peso bruto total de até 3,5 toneladas) e a de carga a granel pressurizada (categoria utilizada para determinados tipos de transporte especializado).
A atualização da tabela de frete deverá ser semestral. Quando houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis, a ANTT deverá publicar os novos valores em até três dias úteis.
Fiscalização
O texto aprovado também altera regras de fiscalização, cadastro e penalidades no transporte de cargas. Empresas que

Foto: Divulgação
pagarem frete abaixo do piso mínimo poderão ter o registro suspenso em caso de descumprimento reiterado (com mais de quatro infrações em seis meses). As multas para reincidentes poderão variar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão e, em caso de nova reincidência, poderão ser aplicadas em dobro. Nos casos mais graves, o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) poderá ser cancelado por até 24 meses.
A proposta mantém a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), estabelece prazo de até 30 dias úteis para pagamento do frete e prevê adiantamento mínimo de 70% para transportadores autônomos. O texto também determina a revalidação anual do RNTRC e permite que inscrição, atualização e manutenção do cadastro sejam feitas gratuitamente por plataforma digital do governo federal.

Foto: Divulgação
A medida também altera as regras de fiscalização do peso dos veículos de carga. Para caminhões com peso bruto total regulamentar (definido pela regulamentação) de até 74 toneladas, a verificação deverá considerar inicialmente apenas o peso total do veículo. A medição por eixo será feita quando houver excesso acima da tolerância de 5% no peso bruto total ou em situações específicas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O limite de tolerância para o peso por eixo permanece em 12,5% acima do permitido.
Segundo o texto, a regra busca adequar a verificação às características das operações de transporte, preservando a segurança nas rodovias e a conservação do pavimento. A proposta também prevê inspeções periódicas dos registradores de velocidade e tempo, e permite o uso dos dados do tacógrafo como prova de infrações por excesso de velocidade.
Além disso, o texto transforma em advertência as infrações administrativas relacionadas ao excesso de peso por eixo cometidas até a publicação da lei resultante da proposta. A medida alcança processos em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas aplicadas que ainda não tenham sido pagas. Valores já quitados não serão devolvidos.
Outros pontos
Na área previdenciária, o transportador autônomo poderá optar por recolher diretamente sua contribuição ao

Foto: Divulgação
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde que formalize a escolha. Com a adesão ao modelo, o próprio profissional passa a ser responsável pelo recolhimento, sem alteração das demais obrigações previdenciárias das empresas contratantes.
A MP amplia os objetivos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), que poderá apoiar iniciativas de renovação de caminhões e implementos rodoviários, capacitação de motoristas, adoção de tecnologias e ações de saúde e segurança. O texto também cria uma Política Nacional Permanente de Renovação da Frota, com prioridade para transportadores autônomos e cooperativas.
As novas regras terão período de transição. Sistemas, registros e autorizações atuais continuarão válidos até a regulamentação das mudanças, que deverá ser feita em até 180 dias. Empresas e transportadores terão prazo mínimo de 60 dias para adaptação às novas obrigações.



