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Notícias Produção

Santa Catarina investirá R$ 5 milhões em novo projeto de incentivo ao plantio de cereais de inverno

Intenção é ampliar em 20 mil hectares a área cultivada em todo o estado já na safra 2020/2021

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Divulgação

A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural pretende ampliar em 20 mil hectares a área plantada com cereais de inverno em Santa Catarina, reduzindo a dependência de milho e os custos de produção de carnes e leite. O Projeto de Incentivo ao Plantio de Cereais de Inverno Destinados à Produção de Grãos contará com R$ 5 milhões em investimentos, que serão destinados para apoiar os produtores que apostarem no cultivo de trigo, triticale, centeio, aveia e cevada ainda nesta safra.

“Daremos um subsídio direto para o produtor de cereais de inverno, equivalente a metade do valor atual da semente. Queremos que os agricultores sejam estimulados a investir no cultivo de cereais de inverno para fabricação de ração em Santa Catarina, criando uma nova cultura de ocupar as lavouras também no inverno. E isso só vai acontecer com o envolvimento de toda cadeia produtiva. Estamos com boas expectativas para essa safra e acreditamos que podemos avançar ano a ano”, destaca o secretário da Agricultura, Altair Silva.

O Projeto de Incentivo ao Plantio de Cereais de Inverno Destinados à Produção de Grãos faz parte do Programa Terra Boa e tem a participação da Secretaria de Estado da Agricultura, cooperativas, produtores rurais e agroindústrias. Todo o setor produtivo está mobilizado para reduzir a dependência de milho e os custos de produção, além de trazer mais uma alternativa de renda para os agricultores – que poderão ocupar as lavouras também no inverno.

Com o Projeto, a Secretaria da Agricultura dará uma subvenção de R$ 250,00 por hectare efetivamente plantado com cereais de inverno, num limite de 10 hectares por produtor. A intenção é ampliar em 20 mil hectares a área cultivada em todo o estado já na safra 2020/2021.

“Todo esse movimento de incentivo ao cultivo de cereais de inverno para suprir o déficit por milho é muito importante. Principalmente, porque sabemos que, no inverno, as terras ficam ociosas e há uma possibilidade de avançarmos no cultivo de triticale, centeio e trigo.E o Governo do Estado está junto ao produtor, apoiando essa iniciativa e trazendo esse novo modelo de subsídio dentro do Programa terra Boa”, afirma o secretário adjunto Ricardo Miotto.

O Projeto Especial Emergencial para Apoio aos Pescadores Artesanais foi aprovado em reunião extraordinária do Conselho de Desenvolvimento Rural (Cederural), nesta segunda-feira (03).

Como funciona a iniciativa

Os produtores rurais procuram as cooperativas agropecuárias participantes do Projeto para manifestar o interesse em fazer a semeadura de cereais de inverno. As cooperativas fornecem as sementes e insumos para o plantio e o produtor realiza o pagamento ao final da safra, quando entrega os grãos e recebem o subsídio de R$ 250,00 por hectare cultivado.

Os grãos entregues pelos produtores às cooperativas são destinados às agroindústrias e fábricas de ração instaladas no estado. O Projeto segue o modelo do Programa Terra Boa, bastante conhecido pelos produtores rurais de Santa Catarina.

Importância de investir na produção de cereais de inverno

Santa Catarina é um dos maiores importadores de milho do Brasil. Todos os anos mais de quatro milhões de toneladas do grão são importados de outros estados e países para abastecer a cadeia produtiva catarinense. A intenção da Secretaria da Agricultura é ocupar as lavouras também no inverno, trazendo uma alternativa de renda para os produtores e mais competitividade para a cadeia produtiva de carnes.

O incentivo para produção de cereais de inverno vem complementar outras ações desenvolvidas pelo Governo do Estado para aumentar o fornecimento de insumos.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suínos

Poder de compra frente a insumos cresce

Principais componentes utilizados na ração da suinocultura, o milho e o farelo de soja, estão em queda no mercado brasileiro

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Foto: O Presente Rural

De acordo com pesquisas do Cepea, a maior procura por novos lotes de suínos para abate, verificada especialmente no início do mês, elevou os preços médios do animal vivo no mercado independente em outubro frente aos de setembro.

Já os valores dos principais componentes utilizados na ração da suinocultura, o milho e o farelo de soja, estão em queda no mercado brasileiro.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário vem favorecendo o poder de compra de suinocultores em outubro quando comparado com o mês anterior.

Já em relação a outubro do ano passado, o poder de compra atual frente aos dois insumos está menor.

Fonte: Cepea 
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Notícias Mercado

Preços do boi e da carne seguem em queda

Segundo pesquisadores do Cepea, no caso do boi gordo, as cotações têm sido pressionadas pelo afastamento de grande parte dos compradores

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Foto: O Presente Rural

Os valores da arroba do boi gordo e da carne seguem recuando. No entanto, levantamento do Cepea mostra que os preços do animal para abate vêm caindo de forma um pouco mais intensa que os da proteína negociada no atacado.

Segundo pesquisadores do Cepea, no caso do boi gordo, as cotações têm sido pressionadas pelo afastamento de grande parte dos compradores. Esses agentes evitam adquirir grandes lotes de animais, diante da manutenção da suspensão dos envios de carne à China, o maior destino internacional da proteína brasileira.

Além disso, pesquisadores do Cepea indicam que a oferta de animais de confinamento tem crescido, reforçando o movimento de queda nos preços da arroba. Ressalta-se que esse cenário vem reduzindo as margens de pecuaristas, sobretudo os que utilizam o sistema de confinamento, que apresenta custos bastante elevados.

Quanto à carne negociada no atacado, o aumento na oferta de animais se soma ao poder de compra fragilizado da maior parte da população brasileira.

Fonte: Fonte: Cepea 
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Notícias Consulta Pública

Mapa propõe melhorias na regulamentação da identidade e qualidade do hambúrguer

As alterações propostas são aplicáveis ao hambúrguer produzido em estabelecimento com SIF e buscam atender às demandas atuais dos consumidores.

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iStock/Mapa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, na quarta-feira (20), a portaria nº 420 que submete à consulta pública, pelo prazo de 60 dias, a proposta de portaria sobre os Requisitos de Identidade e Qualidade (RTIQ) do Hambúrguer. A nova norma revogará o anexo IV da Instrução Normativa nº 20/2000.

Entre as melhorias propostas estão a previsão de moldagem do hambúrguer em formas diversas, além da tradicional em disco; a padronização para indicação na rotulagem do corte cárneo utilizado para obtenção do hambúrguer e a padronização para a denominação do produto quando utilizada carne de mais de uma espécie. Segundo a proposta, no caso de produto que contenha indicação dos cortes utilizados, não será permitida a adição de proteína vegetais. Outra mudança é o aumento do limite máximo de gordura permitida, de 23% para 25%.

“A proposta de revisão normativa busca harmonizar o RTIQ com o Decreto 9.013/2017 e suas alterações, bem como busca englobar atualizações necessárias levantadas pelo setor e pelo próprio Mapa ao longo dos últimos anos”, destaca a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana.

As alterações propostas, aplicáveis ao hambúrguer produzido em estabelecimento com SIF, buscam atender às demandas atuais dos consumidores, garantir a segurança e inocuidade dos produtos, manter as características do produto, padronizar entendimentos e atender às demandas do setor produtivo.

As sugestões tecnicamente fundamentadas deverão ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária, por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/sisman/. Para ter acesso ao Sisman, o usuário deverá efetuar cadastro prévio no Sistema de Solicitação de Acesso (SOLICITA), por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/solicita/.

Fonte: Mapa
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