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Santa Catarina celebra 17 anos de pioneirismo em identificação individual de bovinos e bubalinos
Região de Matos Costa, onde há muitas propriedades familiares, foi uma das primeiras em que a Cidasc fez a identificação individual de todos os bovinos.

O dia 31 de março de 2008 é o marco inicial do Programa de Identificação de Bovinos e Bubalinos em Santa Catarina. Em poucos meses, milhões de animais destas espécies foram identificados individualmente com brincos numerados, até que todo o rebanho do estado estivesse devidamente catalogado. A identificação individual permite acompanhar toda a movimentação do animal, desde o nascimento até o abate, medida de controle criada para ser um dos meios para assegurar a manutenção do status de área livre de febre aftosa sem vacinação junto à Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa).
“Para além de uma obrigação, identificar nossos bovinos e bubalinos em Santa Catarina com os brincos individualmente nos diferencia, por termos um controle de quantidade e de localização do rebanho. Isso faz toda a diferença para a Cidasc programar ações de sanidade animal de modo bem distribuído no estado, da pequena à grande propriedade rural, com o mesmo esmero e cuidado. E, na eventualidade de alguma doença de maior gravidade para a pecuária, essas informações permitem que a Cidasc e todas as instituições que são a força do agro, ajam rápida e precisamente, encerrando o foco sanitário. O nome disso é rastreabilidade”, afirma a presidente da Cidasc Celles Regina de Matos.
Com este projeto pioneiro e com a febre aftosa erradicada, Santa Catarina conseguiu ampliar o mercado para a carne suína e também bovina, já que ambas espécies são suscetíveis a essa doença. O trabalho foi liderado pela Cidasc, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, com apoio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) e de importantes entidades ligadas ao agronegócio, como a Organização das Cooperativas de Santa Catarina (Ocesc), Federação da Agricultura de Santa Catarina (Faesc), Federação dos Trabalhadores em Agricultura do Estado de Santa Catarina (Fetaesc) e Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados de SC (Sindicarne). O Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária, cientes da importância desta inovação, deram o suporte à implementação do projeto desde o seu início.
“Essa trajetória exemplar permitiu que Santa Catarina se consolidasse como referência no cuidado com a saúde animal, demonstrando transparência na cadeia produtiva, desde o campo ao mercado consumidor. Esse compromisso reforça a segurança sanitária do rebanho catarinense e leva os nossos produtos aos países mais exigentes” afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini.
Trabalho de destaque no Brasil e no mundo
A solenidade de 31 de março de 2008 foi concorrida e marcou o início do sistema de identificação individual de bovinos e bubalinos em Santa Catarina. O então governador, Luiz Henrique da Silveira, o secretário de Estado da Agricultura, Antônio Ceron, e o presidente da Cidasc, Edson Henrique Veran, receberam para o ato solene em Florianópolis o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, o presidente da Comissão de Agricultura do Senado Italiano, Paolo De Castro (ex-ministro da agricultura) e o presidente da União de Importadores de Carnes e Derivados da Itália, Renzo Fossato.
A presença de convidados estrangeiros já antevia a relevância que o projeto teria para a pecuária e a exportação de produtos cárneos. Com todo o rebanho identificado, Santa Catarina tornou-se capaz de demonstrar a rastreabilidade dos animais desde a propriedade de nascimento até o abate, atestando a sua condição sanitária.
Seguindo o plano traçado e trabalhando a muitas mãos, foi possível identificar todo o rebanho catarinense até o final do ano de 2008. Assim, pela primeira vez Santa Catarina conhecia o tamanho e localização exata de todos os bovinos e bubalinos em seu território.
Para atingir esta meta, o projeto foi implementado em municípios escolhidos como piloto em cada região de Santa Catarina. Um dos primeiros foi Matos Costa, município atendido pelo Departamento Regional de Caçador da Cidasc, por ser um município na divisa entre estados. Em 2008, Rio Grande do Sul e Paraná ainda vacinavam o gado contra aftosa, tendo alcançado o mesmo status de zona livre de febre aftosa só em 2021.
O médico-veterinário Luís Felipe Sperry Bratti, que na época era contratado do Icasa e atualmente é profissional concursado da Cidasc e gestor do Departamento Regional de Caçador, participou diretamente do projeto piloto em Matos Costa. Ao seu lado, liderando as atividades, estava o médico-veterinário Fábio de Carvalho Ferreira, que hoje é o coordenador do programa sanitário de Rastreabilidade Bovina e Bubalina.
“Sabíamos desde o início que não seria fácil. Recebíamos os brincos e à noite organizávamos os kits para o trabalho no dia seguinte. Formamos seis equipes, trabalhando em duplas. Uma equipe avisava previamente os produtores rurais para que deixassem os animais recolhidos para agilizar a aplicação na data prevista”, conta Bratti.
Ele recorda que foram necessárias duas a três semanas de trabalho intenso, com profissionais da Cidasc e do Icasa, para identificar cerca de 6000 bovinos em 400 propriedades rurais de Matos Costa. “Não tínhamos na época o Sigen+ (Sistema de Gestão Agropecuária) e por isso os registros eram feitos em uma planilha de Excel e imprimíamos relatórios de entrega de brincos”, conta o médico-veterinário.
Felizmente, a informatização logo avançou. A Cidasc implementou o Sigen+ e fez novos investimentos em tecnologia, como a plataforma Conecta Cidasc, por meio do Projeto Inova Defesa, criada para dar mais dinamismo à coleta e análise de dados. Para a presidente Celles Regina de Matos, o avanço tecnológico contribuiu para o sucesso da rastreabilidade bovina e bubalina. “Completamos mais um ano deste sistema vitorioso, criado em 2008, buscando sua melhoria diariamente, enquanto outros estados ainda estão trabalhando para desenvolver esse mesmo controle que já temos: identificação individual e rastreabilidade. Inovação é a marca da Cidasc”, pontua a presidente.
Atualmente, são aplicados em torno de 1 milhão de brincos anualmente no Estado, para animais nascidos e reposições, sendo que o rebanho bovino e bubalino total é de 4.406.165 animais. Qualquer movimentação dos animais de produção (bovinos ou de outras espécies) requer a emissão de uma Guia de Trânsito Animal (GTA). Em conjunto com a identificação individual dos bovinos e bubalinos, isto proporciona um melhor controle sanitário, que não se limita a prevenir o risco de reintrodução da febre aftosa, trazendo ganhos em diversas questões de sanidade animal.

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Geopolítica, clima e logística entram no centro do debate da cadeia da soja
Seminário em Londrina (PR) vai reunir especialistas para discutir os desafios que podem definir a competitividade da soja brasileira nos próximos anos. As inscrições são gratuitas.

A relação comercial entre Brasil e China, os impactos das mudanças climáticas, os gargalos logísticos e a descarbonização da produção estarão entre os principais temas do 8º Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja, que será realizado nos dias 04 e 05 de agosto, na Embrapa Soja, em Londrina (PR).

Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja
O evento vai reunir cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, técnicos, representantes da indústria, produtores rurais e especialistas da cadeia da soja. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do seminário, enquanto houver vagas.
Segundo o pesquisador Marcelo Álvares de Oliveira, da Embrapa Soja, a programação foi estruturada para discutir fatores que influenciam diretamente a competitividade do setor. “Vamos debater a geopolítica e a relação comercial entre Brasil e China, além dos desafios e oportunidades da cadeia da soja brasileira. Também teremos discussões sobre cultivares adaptadas às mudanças climáticas, logística, descarbonização e o papel do biodiesel na sustentabilidade da produção”, afirma.
Para Daniel Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, manter a liderança brasileira no mercado internacional depende não apenas do volume produzido, mas também da qualidade do produto.”Preservar nossa liderança exige um debate técnico constante sobre a qualidade da soja brasileira. Garantir um produto de alto

Foto: Shutterstock
padrão para as indústrias nacional e internacional de óleos e farelos é o que realmente define a competitividade do setor”, destaca.
O seminário é promovido pela Embrapa Soja em parceria com entidades representativas da produção, da indústria e da exportação de grãos, entre elas Abiove, Anec, Aprosoja Brasil, CNA, Sistema OCB e Sindirações.
Brasil amplia liderança
O encontro ocorre em um momento de expansão da produção brasileira. Na safra 2025/26, o país colheu 180 milhões de toneladas de soja, em uma área próxima de 48 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No mesmo período, os Estados Unidos produziram 116 milhões de toneladas.
Além da produção recorde, o processamento industrial também segue em crescimento. A Abiove estima que o Brasil processe 63 milhões de toneladas de soja em 2026, com produção de 48,6 milhões de toneladas de farelo e 12,65 milhões de toneladas de óleo de soja.
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El Niño pode encher os silos e esvaziar as margens
Pesquisa aponta que o clima deve favorecer a produção agrícola, enquanto a maior oferta tende a pressionar as cotações das commodities.

O El Niño previsto para o ciclo 2026/2027 tem potencial para se tornar um dos eventos climáticos mais intensos da última década. Para a agricultura da América Latina, especialmente no Brasil e na Argentina, o fenômeno pode favorecer a produção de grãos e oleaginosas, mas também trazer um efeito colateral: mais oferta no mercado e menor rentabilidade para o produtor.

Foto: Fernando Dias
A avaliação é da Allianz Research, divisão de pesquisa macroeconômica da Allianz Trade, que analisou os impactos econômicos do fenômeno climático sobre diferentes regiões do mundo. Confira aqui o estudo completo.
Com base em episódios anteriores de El Niño, o estudo mostra que a produção agrícola brasileira tende a superar a média histórica. Em 2015, por exemplo, a safra de soja ficou cerca de 4% acima da tendência dos cinco anos anteriores, enquanto a produção de café arábica registrou desempenho aproximadamente 5% superior ao esperado.
Segundo os pesquisadores, o aumento das chuvas no Sul da América do Sul favorece o desenvolvimento das lavouras e amplia a oferta de alimentos. No entanto, esse crescimento da produção pode pressionar as cotações das commodities agrícolas, reduzindo a margem dos produtores.
Outro desafio apontado pelo levantamento é a capacidade de armazenagem. Em anos de safra cheia, a oferta elevada

Foto: Shutterstock
tende a ocupar rapidamente os silos, elevando os custos de estocagem tanto para produtores quanto para tradings.
Efeitos diferentes dentro do Brasil
Embora o El Niño favoreça boa parte das áreas agrícolas do Centro-Sul, seus efeitos não são uniformes. O estudo destaca que a Região Norte e a Amazônia podem enfrentar períodos de seca mais severos, com reflexos sobre a navegação fluvial, a geração de energia hidrelétrica e o abastecimento de alimentos.
Esse cenário também pode exercer pressão sobre a inflação em países como Brasil, Colômbia e Peru, principalmente por impactos na logística e nos custos de produção.
Oferta maior e preços menores
No mercado internacional, a expectativa é que o aumento da produção de soja e milho na América Latina contribua para ampliar a oferta global de alimentos e aliviar parte das pressões inflacionárias observadas em outras regiões.
Por outro lado, exportadores brasileiros podem se beneficiar do maior volume embarcado, enquanto indústrias processadoras e empresas expostas à volatilidade das commodities agrícolas tendem a enfrentar um ambiente mais desafiador diante da possibilidade de queda nos preços.
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Frete rodoviário terá novas regras, mas sem piso nacional para caminhoneiros
Proposta amplia as penalidades para quem descumprir o piso do frete, altera as regras de fiscalização e prevê atualização semestral da tabela de preços.

O piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância ficou fora da versão final da Medida Provisória nº 1343/2026 que atualiza as regras do frete rodoviário. Aprovado pelo Senado, o texto segue para sanção presidencial com mudanças no cálculo do piso mínimo do frete, na fiscalização do transporte de cargas e nas penalidades aplicadas ao setor.

Foto: Geraldo Bubniak
A previsão de uma remuneração mínima mensal não fazia parte da proposta original do governo. O dispositivo foi incluído durante a tramitação na Câmara dos Deputados, mas acabou retirado pelo Senado sob o entendimento de que o tema não tinha relação direta com o conteúdo da medida provisória.
Com isso, a remuneração dos motoristas profissionais de longa distância continuará sendo definida por acordos e convenções coletivas de trabalho.
Anistia a multas
Além das mudanças nas regras do frete, a proposta concede anistia a caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias durante as manifestações de 2022. O perdão das penalidades foi incluído durante a tramitação da medida provisória no Congresso.
O texto também transforma em advertência as multas aplicadas até a publicação da futura lei por descumprimento

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das regras do piso mínimo do frete, como o pagamento abaixo dos valores previstos na Lei nº 13.703/2018. A medida vale para processos ainda em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas que ainda não foram quitadas.
A conversão não se aplica a casos de fraude, uso de documentos falsos ou omissão deliberada de informações. Também não haverá devolução de valores já pagos. O direito dos transportadores de cobrar diferenças de frete e indenizações previstas em lei permanece assegurado.
Além das anistias, a proposta promove uma ampla atualização da legislação do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais mudanças estão novos critérios para o cálculo do piso mínimo do frete, atualização semestral da tabela de referência, reforço da fiscalização, endurecimento das penalidades para quem pagar abaixo do piso, novas regras para o cadastro de transportadores e alterações na fiscalização do peso dos caminhões.

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Frete mínimo
O projeto altera as regras de cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas. A tabela deverá considerar os custos operacionais da atividade, como os relacionados a combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos dos pisos. O texto também atualiza conceitos da legislação e cria a definição de veículo de carga de pequeno porte (com capacidade útil superior a 500 quilos e peso bruto total de até 3,5 toneladas) e a de carga a granel pressurizada (categoria utilizada para determinados tipos de transporte especializado).
A atualização da tabela de frete deverá ser semestral. Quando houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis, a ANTT deverá publicar os novos valores em até três dias úteis.
Fiscalização
O texto aprovado também altera regras de fiscalização, cadastro e penalidades no transporte de cargas. Empresas que

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pagarem frete abaixo do piso mínimo poderão ter o registro suspenso em caso de descumprimento reiterado (com mais de quatro infrações em seis meses). As multas para reincidentes poderão variar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão e, em caso de nova reincidência, poderão ser aplicadas em dobro. Nos casos mais graves, o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) poderá ser cancelado por até 24 meses.
A proposta mantém a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), estabelece prazo de até 30 dias úteis para pagamento do frete e prevê adiantamento mínimo de 70% para transportadores autônomos. O texto também determina a revalidação anual do RNTRC e permite que inscrição, atualização e manutenção do cadastro sejam feitas gratuitamente por plataforma digital do governo federal.

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A medida também altera as regras de fiscalização do peso dos veículos de carga. Para caminhões com peso bruto total regulamentar (definido pela regulamentação) de até 74 toneladas, a verificação deverá considerar inicialmente apenas o peso total do veículo. A medição por eixo será feita quando houver excesso acima da tolerância de 5% no peso bruto total ou em situações específicas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O limite de tolerância para o peso por eixo permanece em 12,5% acima do permitido.
Segundo o texto, a regra busca adequar a verificação às características das operações de transporte, preservando a segurança nas rodovias e a conservação do pavimento. A proposta também prevê inspeções periódicas dos registradores de velocidade e tempo, e permite o uso dos dados do tacógrafo como prova de infrações por excesso de velocidade.
Além disso, o texto transforma em advertência as infrações administrativas relacionadas ao excesso de peso por eixo cometidas até a publicação da lei resultante da proposta. A medida alcança processos em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas aplicadas que ainda não tenham sido pagas. Valores já quitados não serão devolvidos.
Outros pontos
Na área previdenciária, o transportador autônomo poderá optar por recolher diretamente sua contribuição ao

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde que formalize a escolha. Com a adesão ao modelo, o próprio profissional passa a ser responsável pelo recolhimento, sem alteração das demais obrigações previdenciárias das empresas contratantes.
A MP amplia os objetivos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), que poderá apoiar iniciativas de renovação de caminhões e implementos rodoviários, capacitação de motoristas, adoção de tecnologias e ações de saúde e segurança. O texto também cria uma Política Nacional Permanente de Renovação da Frota, com prioridade para transportadores autônomos e cooperativas.
As novas regras terão período de transição. Sistemas, registros e autorizações atuais continuarão válidos até a regulamentação das mudanças, que deverá ser feita em até 180 dias. Empresas e transportadores terão prazo mínimo de 60 dias para adaptação às novas obrigações.



