Conectado com

Notícias

Santa Catarina amplia exportações de carne suína e de frango em setembro

No último mês, Santa Catarina embarcou 121,2 mil toneladas desses produtos, faturando aproximadamente US$ 198,5 milhões

Publicado em

em

Grande produtor de proteína animal, Santa Catarina encerra o mês de setembro com alta nas exportações de carne suína e de frango. O estado está entre os maiores produtores de suínos e aves do Brasil e fez da sanidade agropecuária a sua marca registrada na busca por mercados internacionais. No último mês, Santa Catarina embarcou 121,2 mil toneladas desses produtos, faturando aproximadamente US$ 198,5 milhões.

Em setembro, o estado exportou 92,7 mil toneladas de carne de frango, 3,6% a mais do que no mesmo período de 2017 e uma queda de 16,9% em comparação com agosto deste ano. O valor arrecadado com os embarques foi de US$ 149,3 milhões – 11,4% menor do que no ano anterior e 17,5% menor do que em agosto.  Os principais mercados para o produto catarinense foram Japão, China e Arábia Saudita.

O cenário para as exportações de carne suína foi de crescimento em comparação com o último ano. Foram exportadas 28,5 mil toneladas do produto, com um faturamento que passa de US$ 49 milhões – um aumento de, respectivamente, 29,5% e de 0,5% em relação a setembro de 2017. Na comparação com o mês anterior, os valores apresentam queda de 16,8% na arrecadação e de 15,2% na quantidade. Os principais mercados para carne suína catarinense foram China, Hong Kong e Chile.

Acumulado do ano

Santa Catarina responde por 50,2% das exportações brasileiras de carne suína e por 25,2% das exportações brasileiras de carne de frango, levando em consideração os montantes acumulados este ano. O desempenho catarinense está relacionado à busca constante pela excelência sanitária – o estado é o único do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como livre de febre aftosa sem vacinação – o que garante o acesso aos mercados mais exigentes do mundo.

De janeiro a setembro deste ano, Santa Catarina exportou 231,5 mil toneladas de carne suína, um crescimento de 8,7% em relação ao mesmo período de 2017. O faturamento com as exportações é de US$ 439,5 milhões.

Nesse mesmo tempo, o Brasil exportou 461 mil toneladas de carne suína, faturando US$ 876,1 milhões – uma queda de respectivamente 11,4% e de 29,2% em relação a 2017.

Principal produto da pauta de exportações do estado, Santa Catarina ampliou também as vendas internacionais de carne de frango. Ao longo de 2018, foram embarcadas 752,4 mil toneladas do produto, 1,4% a mais do que no mesmo período do último ano. O faturamento com as exportações de carne de frango já passa de US$ 1,25 bilhão.

Entre janeiro e setembro deste ano, o Brasil exportou 2,9 milhões de toneladas de carne de frango (8% a menos do que no último ano) e faturou US$ 4,7 bilhões (uma queda de 13,8% em relação ao mesmo período de 2017).

Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

Fonte: Assessoria

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

quatro × cinco =

Notícias Sanidade

Sementes não solicitadas continuam sendo enviadas à população

Todas as sementes recebidas são encaminhadas ao Ministério da Agricultura, que ainda está analisando a procedência e se há perigo quanto as sementes recebidas

Publicado em

em

Divulgação/Adapar

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) de Marechal Cândido Rondon, PR, recebeu mais três embalagens contendo sementes não solicitadas da China. De acordo com o fiscal agropecuário da Adapar, Anderson Lemiska, no Brasil há normas nacionais e estaduais para a produção, embalagem, transporte e comércio de sementes e mudas as quais seguem rigoroso controle de qualidade para evitar a disseminação de doenças e pragas que podem afetar as principais culturas agrícolas do país.

O profissional explica que em caso de qualquer problema que ocorra, as sementes produzidas e comercializadas dentro da legalidade também permite os órgãos competentes rastrear a origem e conter rapidamente o problema.

“No entanto, essas sementes supostamente da China chegam até a população sem nenhuma identificação e junto com elas podem estar carregando diversas doenças e pragas que muitas vezes são invisíveis aos nossos olhos. Além disso, o recebimento e cultivo dessas sementes podem introduzir novas pragas ou doenças e causar risco tanto para a agricultura brasileira, quanto para a saúde pública, pois não há como certificar o que estas sementes trazem consigo”, diz. O fiscal adverte à população a não comprar ou receber esse tipo de semente.

Lemiska conta que a Adapar está recolhendo essas sementes e encaminhando para o Ministério da Agricultura analisar e dar a destinação final adequada e segura. “Nós parabenizamos as pessoas que estão entregando essas sementes desconhecidas. Em caso de dúvidas, a população pode entrar em contato com a Adapar mais próxima e entregar as sementes sendo mantido total sigilo das informações. A entrega das sementes desconhecidas é um ato de responsabilidade e apoio à agricultura brasileira”, afirma.

Todas as sementes recebidas são encaminhadas ao Ministério da Agricultura, que ainda está analisando a procedência e se há perigo quanto as sementes recebidas. O Ministério ressalta que ao entregar as sementes adquiridas ou recebidas de remetentes desconhecidos, o cidadão não estará sujeito a penalidades. O mesmo vale para cidadãos que porventura tenha efetuado o plantio. Também não é necessário a identificação no momento da entrega do material, porém é importante o relato se realizou a compra, se recebeu de remetente desconhecido ou se a remessa veio junto com outra compra realizada em site do exterior.

Fonte: O Presente Rural com informações da Adapar
Continue Lendo

Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

Publicado em

em

Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.