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Sanidade e eficiência na suinocultura não bastam para enfrentar desafios do mercado

De acordo com Elias José Zydek, presidente da Frimesa, fatores econômicos e estruturais continuam limitando o desempenho do setor no mercado interno e internacional.

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Apesar de índices de produtividade, mortalidade, conversão alimentar e genética considerados competitivos dentro das granjas brasileiras, a suinocultura enfrenta desafios significativos fora da porteira. De acordo com Elias José Zydek, presidente da Frimesa, fatores econômicos e estruturais continuam limitando o desempenho do setor no mercado interno e internacional.  “O Brasil depende do mercado externo na suinocultura. Se não houver espaço para escoar cerca de 25% da produção, será necessário ajustar a produção”, afirma Zydek.

O país prevê produzir 5,5 milhões de toneladas de carne suína em 2026, das quais 1,5 milhão devem ser exportadas.

Além disso, a cadeia enfrenta pressão interna: o câmbio abaixo de R$ 5 por dólar compromete a rentabilidade das exportações, enquanto custos de energia, juros, logística e carga tributária afetam a competitividade do setor.  “A grande preocupação da suinocultura está mais fora da porteira do que dentro dela. Temos bons níveis de sanidade e produtividade, mas fatores como infraestrutura e política econômica limitam nosso desempenho”, explica Zydek.

O presidente da Frimesa também destaca a importância de alinhar a produção ao perfil do consumidor, tanto no Brasil quanto no exterior. Estratégias de marketing, apresentação de produto e praticidade são essenciais para ampliar o consumo interno da carne suína.

No Copacol Agro 2026, evento em Cafelândia (PR) que reuniu 90 empresas expositoras, os produtores puderam conferir tecnologias aplicáveis à suinocultura, avicultura, bovinocultura de leite, piscicultura e lavoura, com foco em produtividade, sanidade e eficiência em toda a cadeia produtiva.

Fonte: O Presente Rural

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Irineo da Costa Rodrigues recebe Medalha Mérito Industrial 2026

À frente da LAR, liderou a expansão da cooperativa nas áreas de proteína animal, grãos e no processamento de alimentos, fortalecendo a agregação de valor à produção agropecuária no interior do Estado.

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Presidente da LAR Cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues foi homenageado pela Fiep com a Medalha Mérito Industrial 2026 pelo papel na industrialização do Oeste do Paraná e na expansão de uma das maiores cooperativas agroindustriais do país.
 
À frente da LAR, Irineo liderou a expansão da cooperativa nas áreas de proteína animal, grãos e no processamento de alimentos, fortalecendo a agregação de valor à produção agropecuária no interior do Estado.
A indicação foi feita pelo Sindiavipar, entidade que representa a indústria avícola paranaense.

Na região Oeste, também foram homenageados o empresário Renato Pena Camargo, com o Mérito Industrial, e Ibrahim Faiad, reconhecido como Benemérito da Indústria pela trajetória ligada ao desenvolvimento industrial e rural do Paraná.

Fonte: O Presente Rural
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Concentrado proteico brasileiro supera referências globais em teste de digestibilidade

Análise realizada na Holanda aponta desempenho superior de ingrediente desenvolvido no Brasil, reforçando a busca por mais eficiência e precisão na nutrição animal.

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Na nutrição animal, o valor de uma proteína não está apenas no que ela entrega no rótulo, mas no quanto o animal consegue aproveitar.

A Rio Pardo apresenta uma nova geração de concentrado proteico de soja, desenvolvida com tecnologia brasileira e validada em análises no Brasil e no exterior. Em teste realizado pela Nutri Control, na Holanda, o produto apresentou digestibilidade superior frente a referências globais da categoria.

O resultado reforça uma discussão central para a proteína animal: ingredientes mais digestíveis, estáveis e bem processados podem melhorar a precisão das formulações e contribuir para maior eficiência nas cadeias produtivas.

Tecnologia, pesquisa e digestibilidade colocando o Brasil em uma disputa global de alto nível.

Fonte: O Presente Rural
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Ex-presidente da Copagril conta trajetória e transformação do agro no Oeste do Paraná

Ricardo Chapla relembra 23 anos de gestão, decisões estratégicas e o avanço do cooperativismo na região.

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Foto: Reprodução/O Presente

O ex-presidente da Copagril, Ricardo Chapla, revisitou a própria trajetória no agronegócio regional em entrevista ao programa “Histórias da Nossa História”, ao relembrar os desafios, decisões e transformações que marcaram mais de duas décadas de liderança na cooperativa.

Na foto, o diretor do jornal O Presente Rural, Selmar Marquesin, o ex-presidente da Copagril, Ricardo Chapla, e a jornalista e editora-chefe do jornal O Presente, Ana Paula Wilsen.

Natural do Rio Grande do Sul, Chapla chegou ainda jovem a Marechal Cândido Rondon e acompanhou de perto o crescimento do município e a evolução da atividade agropecuária no Oeste do Paraná. Na entrevista, ele destaca como a expansão do cooperativismo e o fortalecimento da produção rural ajudaram a impulsionar a economia regional ao longo dos anos.

Durante os 23 anos em que esteve na presidência da Copagril, Chapla participou de decisões consideradas estratégicas para o desenvolvimento da cooperativa, que se consolidou como uma das principais empresas ligadas ao agronegócio na região e uma das maiores geradoras de empregos do município.

Ao longo da conversa, o ex-presidente também relembra momentos marcantes da história da cooperativa, os desafios enfrentados em diferentes períodos do setor agropecuário e a importância do trabalho coletivo para o crescimento do agronegócio regional.

A entrevista reúne relatos sobre liderança, cooperativismo e desenvolvimento econômico, conectando a trajetória pessoal de Chapla à expansão do agro no Oeste paranaense.

Fonte: O Presente Rural
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