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Notícias Embrapa Suínos e Aves

Sanidade, alternativas na alimentação, meio ambiente e bem-estar são temas da Embrapa no Siavs

Pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves participarão de painéis, além da entidade contar com um estande móvel

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Divulgação/Embrapa

As enfermidades emergentes de suínos, as alternativas para alimentação de aves e suínos e a modernização no programa de inspeção do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) são os temas com participação da Embrapa Suínos e Aves a serem debatidos no Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (Siavs 2019), promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que acontece entre terça (27) e quinta-feira (29), no Anhembi Parque, em São Paulo, SP.

As interações dos pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves começam na quarta-feira (28). Às 9 horas, o pesquisador Dirceu Talamini faz a moderação do painel Demandas do consumidor atual, com a participação de Philip Wilkinson, da 2 Sisters Food Group da Inglaterra, e de Marcio Milan, da Abras. Também a partir das 9 horas, a pesquisadora e chefe-geral do centro de pesquisa em Concórdia-SC, Janice Zanella, fala sobre Senecavírus durante o painel Enfermidades emergentes de suínos, com a moderação de David Barcellos (UFRGS) e a participação de Marcelo Nunes de Almeida, da Iowa State University-EUA e Luis Barcos, da OIE da Argentina.

Na quinta-feira (29), às 9 horas, o pesquisador Dirceu Talamini modera o painel Cereais de inverno, com a participação da também pesquisadora Teresinha Marisa Bertol, que aborda os desafios da pesquisa brasileira sobre o valor nutricional dos cereais de inverno para aves e suínos. O painel ainda terá a presença de Henk Enting, da Cargill da Holanda, Sandra Gehrke, da Seara, e de Paulo Pires, da Fecoagro. No mesmo dia, a partir das 9 horas, o pesquisador Luizinho Caron estará no painel sobre o programa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) de inspeção de ante e post mortem com base de risco, com moderação de Andréa de Moura, da SFA-SP, e presença de Maria Carolina Hortêncio, do Dipoa/Mapa, e de Márcia Franke, do Mapa.

Estande móvel

Além da participação nos painéis do congresso do Siavs, pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves também apresentarão trabalhos na programação científica do evento. A Unidade estará ainda na área dos expositores da feira com uma novidade. Em vez de um espaço montado em um estande, o atendimento ao público será feito na van da Embrapa. O veículo foi repassado para a Embrapa em um convênio com a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e é utilizada em eventos e ações de transferência de tecnologia e de capacitação de públicos específicos.

Na van, serão repassadas informações sobre as áreas de meio ambiente (rotas tecnológicas para tratamento de efluentes da suinocultura, com foco no Sistrates e compostagem de dejetos); bem-estar em suinocultura e sanidade na suinocultura e na avicultura de postura comercial, com informações específicas sobre o controle de salmonela em ambas as atividades. Os visitantes ainda poderão conhecer o Projeto TEC-DAM, com as tecnologias já avaliadas pela Embrapa Suínos e Aves para o destino correto de carcaças de animais mortos na granja.

InovaAvi 2020

Além disso, estarão disponíveis as primeiras informações sobre o InovaAvi, o primeiro desafio de ideias na avicultura, que acontece em maio de 2020 na Embrapa Suínos e Aves. A proposta é fomentar a inovação de impacto na avicultura e atrair pessoas inovadoras com ideias em qualquer estágio de maturidade, colaborando para que se tornem negócios e soluções para a cadeia produtiva. O InovaAvi é voltado para estudantes universitários ou profissionais independentes de diversas áreas de conhecimento, organizados em equipes e startups.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços do boi voltam a subir com oferta restrita e aumento do consumo

Aquecimento da demanda de carne bovina durante a primeira quinzena contribuiu para este movimento

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico de boi gordo teve preços mais altos na segunda semana de setembro nas principais regiões produtoras do país. “A oferta de animais terminados permanece restrita em grande parte do país. Com isso, as indicações no mercado doméstico estão subindo durante todo o mês de setembro. O aquecimento da demanda de carne bovina durante a primeira quinzena contribuiu para este movimento”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Enquanto isso, a demanda de carne bovina destinada à exportação permanece bastante efetiva, com a China desempenhando papel de destaque nas importações de proteína animal brasileira.

Os preços a arroba do boi gordo na modalidade à vista nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 19 de setembro:

  • São Paulo (Capital) – R$ 159 a arroba, contra R$ 157 a arroba em 12 de setembro.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 148 a arroba, ante R$ 146 a arroba.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 156 a arroba, contra R$ 153 a arroba.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 149 a arroba, contra R$ 147 a arroba.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 145 a arroba, ante R$ 144 a arroba.

Exportações

As exportações de carne bovina “in natura” do Brasil renderam US$ 253,1 milhões em setembro (10 dias úteis), com média diária de US$ 25,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 59,3 mil toneladas, com média diária de 5,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.267,80.

Na comparação com agosto, houve alta de 5,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 3,2% na quantidade média diária exportada e alta de 2,1% no preço. Na comparação com setembro de 2018, houve perda de 19,3% no valor médio diário, baixa de 25,2% na quantidade média diária e ganho de 7,9% no preço médio.

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de Verão

Soja negocia pouco na semana e produtores se preparam para semear

Mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços mistos

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Divulgação/MAPA

O mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços mistos. Apenas na quinta houve uma melhor movimentação, com os produtores aproveitando a firmeza de Chicago e do dólar para negociar. As atenções de voltam para o preparo do solo e o início do plantio da nova safra.

A saca de 60 quilos subiu de R$ 81 para R$ 82 em Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Em Cascavel (PR), o preço passou de R$ 79,50 para R$ 81,50. No Porto de Paranaguá, a cotação avançou de R$ 85 para R$ 87.

Em Rondonópolis (MT), a saca recuou de R$ 78 para R$ 77,50. Em Dourados (MS), o preço aumentou de R$ 77,50 para R$ 78. Em Goiás, na região de Rio Verde, a cotação estabilizou na casa de R$ 78.

Depois da forte valorização da semana anterior, os contratos futuros recuaram na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), com os negociadores realizando lucros e pela previsão de clima favorável para o desenvolvimento das lavouras americanas. A posição novembro teve alta de 0,64%, fechando a quinta a US$ 8,93 por bushel.

O dólar comercial subiu 1,86%, atingindo a marca de R$ 4,164 na quinta. O mercado teve uma semana tensa no exterior, com a definição das taxas de juros básicas nos Estados Unidos. A negociação comercial entre China e Estados Unidos também mereceu atenção especial.

O terceiro ponto para a formação dos preços, os prêmios de exportação, recuaram. Para fevereiro, a referência é de 35 pontos a 45 pontos acima de Chicago. Sinais de que China e Estados estão avançando nas conversas pesaram. Na semana que passou, a China comprou 720 mil toneladas no mercado americano.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Mercado de frango mantém preço, com demanda mais calma

Situação é característica da segunda metade do mês, o que contribuiu para poucas mudanças nos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango apresentou sinais de arrefecimento na demanda ao longo da semana. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, essa situação é característica da segunda metade do mês, o que contribuiu para poucas mudanças nos preços, que ocorreram apenas no atacado e na distribuição.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram poucas alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado seguiu em R$ 5,60, o quilo da coxa em R$ 5,25 e quilo da asa subiu de R$ 7,20 para R$ 7,30. Na distribuição, o quilo do peito permaneceu em R$ 5,70, o quilo da coxa em R$ 5,35 e o quilo da asa avançou de R$ 7,40 para R$ 7,50.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de poucas mudanças ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito seguiu em R$ 5,70, o quilo da coxa em R$ 5,37 e o quilo da asa passou de R$ 7,28 para R$ 7,38. Na distribuição, o preço do quilo do peito continuou em R$ 5,80, o quilo da coxa em R$ 5,47 e o quilo da asa aumentou de R$ 7,38 para R$ 7,48.

Nas exportações, o otimismo com relação à China ainda é grande, avaliando a recente habilitação de seis unidades brasileiras que realizam processamento de carne de frango.

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 242,5 milhões em setembro (10 dias úteis), com média diária de US$ 24,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 147,4 mil toneladas, com média diária de 14,7 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.645,50.

Na comparação com agosto, houve alta de 6,6% no valor médio diário da exportação, ganho de 7,9% na quantidade média diária exportada e baixa de 1,2% no preço. Na comparação com setembro de 2018, houve baixa de 10,8% no valor médio diário, perda de 16,5% na quantidade média diária e alta de 6,8% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 3,40. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 3,30.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,50. No oeste do Paraná o preço permaneceu em R$ 3,20 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo continuou em R$ 3,40.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 3,35. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,35. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 3,40.

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,20. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,20 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,40.

Fonte: Agência SAFRAS
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