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Safra de soja 2021/2022 apresenta anomalia das vagas ou apodrecimento de grãos no Mato Grosso

Relatos de produtores rurais indicam maiores perdas de produtividade, aumento da extensão de ocorrência geográfica e impactos de até 40% na quantidade de grãos avariados.

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Divulgação/Fundação MT

A anomalia das vagens ou apodrecimento de grãos e vagens, problema que vem ocorrendo há três safras na cultura da soja, especialmente no Médio-Norte de Mato Grosso, nos municípios do eixo da BR-163, continua sendo motivo de observação e pesquisa por parte de especialistas. A Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso, Fundação MT, é uma das instituições que tem contribuído com o assunto e, nesta safra, está confrontando dados já levantados nas safras 2019/2020 e 2020/2021.

Recentemente, um grupo multidisciplinar de pesquisa liderado pela Embrapa Soja, do qual a Fundação MT faz parte junto com outras instituições, especialistas e produtores rurais, esteve reunido na região Médio-Norte. O objetivo do encontro foi o de acompanhar áreas com incidência do problema e propor uma padronização das avaliações a serem conduzidas pelas frentes envolvidas.

Diante do cenário encontrado em visitas às lavouras, o grupo estima que aproximadamente 2,5 milhões de hectares apresentem incidência de anomalia, em diferentes proporções e graus de intensidade. Os especialistas receberam relatos de produtores rurais indicando maiores perdas de produtividade, aumento da extensão de ocorrência geográfica e impactos de até 40% na quantidade de grãos avariados.

Felipe Araújo, pesquisador da área de Fitotecnia da Fundação MT, e Karla Kudlawiec, pesquisadora da área de Fitopatologia da instituição, participam da frente de pesquisa e destacam que o momento continua sendo de cautela sobre o diagnóstico das causas do problema. “A partir desse grupo definimos algumas diretrizes para trabalhar de forma emergencial, fizemos a unificação de uma metodologia de avaliação para que seja possível comparar dados e, com isso, queremos entregar para o produtor um resultado robusto, com informações de repetibilidade”, explica Felipe.

Junção de pesquisas

Há duas safras, a Fundação MT também conduz no Centro de Aprendizagem e Difusão (CAD Norte), em Sorriso, um experimento com o objetivo de gerar mais informações sobre a anomalia das vagens. Nesta safra, o ensaio avalia diferentes cultivares de soja semeadas em três épocas (10/10, 01/11 e 25/11), submetidos a dois programas de fungicidas -, um com manejo completo e outro sem aplicação -, para fins de pesquisa e caracterização de cultivares.

A pesquisadora Karla, responsável pela condução do ensaio, explica que nas outras safras foi constatado que a aplicação de fungicidas pôde reduzir a ocorrência dos danos às vagens e grãos. Dessa forma, a partir desta safra os experimentos estão voltados para entender se há diferenças de eficácia na redução dos sintomas, entre os distintos grupos químicos de fungicidas que o produtor tem disponível para aplicação. “Com isso, esperamos colher ainda mais dados para serem divulgados assim que estiverem consolidados junto ao grupo de pesquisa”, revela.

A pesquisadora também esclarece que outra etapa do trabalho está sendo conduzida pela Embrapa e busca, num primeiro momento -, a partir de amostras coletadas no campo, o isolamento dos microrganismos presentes em vagens e grãos com sintoma e, numa etapa posterior, o sequenciamento genético do que foi encontrado. “Isso irá permitir entender se a ocorrência da anomalia está relacionada a uma nova espécie de algum dos gêneros já encontrados, ou se esses microrganismos sofreram alguma mutação para reduzir a sensibilidade aos ativos fungicidas e, se por ventura, teve sua virulência aumentada”, completa.

O que os resultados indicam até agora

A anomalia das vagens é um problema que está presente na cultura da soja e não há ocorrências em outros cultivos de Mato Grosso, como milho e algodão. Entre os sintomas mais típicos está o escurecimento interno da vagem e de grãos, com maior intensidade no terço médio inferior, e que fica mais visível nos estádios finais de enchimento de grãos, ao redor de R5.5 e R.6, próximo à maturação fisiológica. Ao abrir a vagem é constatado o apodrecimento de um ou mais grãos.

Os pesquisadores da Fundação MT relatam que em todas as avaliações neste período de três safras, não foi encontrado nenhum patógeno incomum associado ao problema, e sim fungos dos gêneros Fusarium, Colletotrichum, Phomopsis, Cercospora e também bactérias, porém, todos já descritos há muito tempo na cultura da soja. “A maioria desses patógenos são considerados oportunistas, ou seja, aproveitam-se de condições favoráveis como uma eventual debilidade da planta, e colonizam o tecido vegetal, causando o sintoma de apodrecimento de vagens e grãos”, define o fitopatologista.

Araújo destaca ainda que para o patógeno avançar no processo de colonização e multiplicação, ele precisa de condição ambiental favorável, como de umidade e molhamento foliar e de tecido, além de suscetibilidade de um hospedeiro. “Este entendimento é que estamos utilizando como padrão, pois sabemos que existe algum estímulo externo para essas situações das lavouras, seja ele edafoclimático (clima e solo), de manejo ou a junção desses, os quais estão tornando as plantas mais suscetíveis ao ataque desses microrganismos aproveitadores”, pontua.

Genética

Com relação às cultivares de soja avaliadas no experimento da Fundação MT, os especialistas verificaram que nenhuma deixou de apresentar o problema, sendo algumas com maior ou menor intensidade. Também se constatou que o apodrecimento é mais intenso nas primeiras semeaduras da janela, enquanto que nas posteriores existe tendência de redução do problema.

“Entendemos que a anomalia não está ligada somente à época de semeadura, mas sim, a uma junção de fatores”, cita Karla. “Ambiente favorável ao desenvolvimento de fungos fitopatogênicos/saprofíticos, maior intensidade em determinadas cultivares e maior ou menor proteção dos fungicidas utilizados”, completa.

Os profissionais ressaltam que todas as pesquisas e junção de dados também poderão ser úteis no processo de melhoramento genético de cultivares de soja das obtentoras. As empresas poderão trabalhar para selecionar materiais que tenham mais adaptação às situações específicas das lavouras no eixo da BR-163, como é o caso da anomalia das vagens.

Fonte: Assessoria

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ASEMG lança ASEMG TECH e aposta em inovação para fortalecer a suinocultura mineira

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A Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG) está lançando o novo projeto, o ASEMG Tech, voltado ao estímulo da inovação e ao fortalecimento da competitividade da suinocultura no estado. 

A iniciativa surge com o objetivo de aproximar tecnologias já aplicadas e validadas da realidade das granjas, promovendo um espaço qualificado para apresentação, avaliação e debate de soluções com potencial de gerar ganhos concretos de produtividade, eficiência e gestão. O projeto também busca preencher uma lacuna no setor, ao propor um evento focado exclusivamente em inovação prática na suinocultura. As inscrições podem ser realizadas até o dia 11 de abril de 2026 através do site da entidade (clique aqui).

Podem participar empresas nacionais e internacionais, startups, scale-ups, universidades, centros de pesquisa, cooperativas e instituições tecnológicas que atuem com soluções aplicadas à produção suinícola. As áreas contempladas incluem genética, nutrição, sanidade, automação e equipamentos, gestão e monitoramento, inteligência de dados, sustentabilidade, eficiência produtiva e outras inovações voltadas ao setor.

Segundo o presidente da ASEMG, Donizetti Ferreira Couto, o ASEMG Tech representa um avanço estratégico para o setor. “O ASEMG Tech nasce com a proposta de conectar tecnologia e prática produtiva. Queremos criar um ambiente onde produtores possam conhecer, avaliar e discutir soluções que realmente tragam resultados para as granjas. É uma iniciativa que reforça o papel da ASEMG como promotora da inovação e do desenvolvimento da suinocultura em Minas Gerais”, afirma.

Para serem elegíveis, as tecnologias devem atender a critérios técnicos estabelecidos em edital, como aplicação comprovada em campo, resultados mensuráveis na produção e potencial de gerar ganhos de eficiência, produtividade ou gestão. Todo o processo de seleção será conduzido por uma Comissão Técnica formada por especialistas, garantindo rigor e credibilidade à iniciativa.

Ao todo, nove empresas serão selecionadas para apresentar suas soluções durante o ASEMG Tech, em painéis técnicos presenciais voltados exclusivamente a produtores associados da entidade. A proposta é promover um ambiente qualificado de troca, aproximando as demandas do campo das soluções tecnológicas disponíveis no mercado.

Além da oportunidade de apresentar diretamente ao público produtor, as empresas participantes terão a chance de posicionar suas marcas como referência em inovação no setor e fortalecer conexões estratégicas dentro da cadeia produtiva.

As inscrições para as empresas que têm interesse em apresentar as suas propostas já estão abertas. Acesse e faça já a sua inscrição.

Cronograma:

  • Encerramento das inscrições: 11 de abril de 2026 

  • Divulgação das selecionadas: até 05 de maio de 2026 

  • Realização do evento: 29 de maio de 2026 

  • Local: Sede da ASEMG – Belo Horizonte (MG) 

O ASEMG Tech se consolida como uma vitrine de inovação aplicada à suinocultura, promovendo a integração entre tecnologia, conhecimento e produção para o avanço do setor em Minas Gerais.

Fonte: Assessoria
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Fenagra chega à 19ª edição e consolida liderança em feed & food na América Latina

Feira e congressos técnicos reunirão 14 mil participantes em São Paulo, com foco em nutrição animal, pet food e inovação tecnológica.

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Foto: Divulgação

A 19ª edição da Feira Internacional da Agroindústria Feed & Food, Tecnologia e Processamento (Fenagra) reafirma seu protagonismo na América Latina ao reunir os principais players de Pet Food, Nutrição Animal, Graxarias, Biodiesel e Óleos e Gorduras. O evento será realizado de 12 a 14 de maio, das 11 às 19 horas, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Em paralelo à feira, acontecerão os congressos técnicos promovidos pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA). Entre eles estão a 36ª Reunião Anual CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos e o 25º Congresso CBNA PET. A expectativa é reunir cerca de 14 mil visitantes e congressistas ao longo dos três dias.

Presidente do CBNA, Godofredo Miltenburg: “Reuniremos especialistas nacionais e internacionais, criando um ambiente promissor para troca de conhecimento, networking e desenvolvimento de soluções que impulsionem o mercado de nutrição animal” – Foto: Divulgação

Daniel Geraldes, diretor da Fenagra, destaca a parceria de longa data com o CBNA e reforça o papel do evento no fortalecimento da agroindústria. “Essa integração reforça o compromisso com o fortalecimento da agroindústria, promovendo a conexão entre ciência, tecnologia e mercado, além de impulsionar a inovação e o desenvolvimento sustentável da indústria de alimentação animal”, afirma.

Para Godofredo Miltenburg, presidente do CBNA, o sucesso do evento está ligado à qualidade técnica e à presença de empresas líderes. “Reuniremos especialistas nacionais e internacionais, criando um ambiente promissor para troca de conhecimento, networking e desenvolvimento de soluções que impulsionem o mercado de nutrição animal”, enfatiza.

Programação técnica detalhada
A 36ª Reunião Anual CBNA – Aves, Suínos e Bovinos terá como tema central Nutrição além da nutrição e contará com mais de 20 palestras distribuídas em cinco painéis. Especialistas da academia, da agroindústria e de empresas do setor discutirão tendências, tecnologias e inovações na nutrição de aves, suínos e bovinos.

Foto: Divulgação

O 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, organizado pela SBNutriPet em parceria com o CBNA, abordará os desafios da nutrologia felina, estratégias nutricionais, melhores práticas clínicas e apresentação de trabalhos científicos. Palestrantes virão de universidades do Brasil, Estados Unidos e Canadá.

O 25º Congresso CBNA PET terá como tema Desafios na alimentação de felinos e dividirá sua programação em quatro painéis: Nutrição, Processo e Segurança, Mercado e Comunicação ética em nutrição de cães e gatos. Serão debatidos nutrientes na formulação de dietas, processamento de ração, aditivos e ingredientes potencialmente tóxicos, indicadores de desempenho em fábricas de ração e perspectivas de mercado.

Expositores e volume de negócios
A Fenagra reunirá 250 expositores nacionais e internacionais vindos de Estados Unidos, Rússia, Austrália, Europa, Ásia, América do Sul e Arábia Saudita. A feira ocupará dois pavilhões do Distrito Anhembi, com 26 mil m² de área de exposição.

A maior parte dos expositores pertence aos segmentos de Pet Food e Nutrição Animal, seguida por Frigoríficos e Graxarias, Biodiesel e Óleos e Gorduras Vegetais, destinados à nutrição humana e à produção de biocombustíveis. O volume de negócios durante a feira deve superar R$ 1 bilhão, consolidando a Fenagra como principal plataforma de negócios do setor na América Latina.

Fonte: O Presente Rural
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Colunistas

Produtividade recorde do agro brasileiro ameaça ser sufocada por gastos públicos improdutivos

Enquanto soja, milho e pecuária impulsionam até 27% do PIB e elevam o IDH em municípios produtores, ineficiência fiscal e juros altos pressionam crédito e aumentam pedidos de recuperação judicial no setor.

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Foto: Shutterstock

Enquanto a produtividade floresce nos campos do agronegócio, a gestão pública brasileira parece estagnada em modelos que privilegiam o gasto improdutivo em detrimento do investimento estruturante. Não há inclusão social sem uma economia saudável! Hoje, a “galinha dos ovos de ouro” brasileira – o agronegócio – enfrenta uma ameaça que não vem do clima ou do solo, mas da ideologia e da insensatez de Brasília.

Há anos, o agronegócio é o principal responsável pela expansão econômica brasileira. Segundo dados do Cepea (USP) em parceria com a CNA, o setor responde por aproximadamente 24% a 27% do PIB nacional. Em 2023, enquanto outros setores patinavam, o PIB da agropecuária saltou 15,1%, sendo o fiel da balança para evitar uma recessão técnica e garantir o superávit comercial.

Esse sucesso é fruto de um crescimento de produtividade sem precedentes. A Produtividade Total dos Fatores (PTF) no agro cresce, em média, 3,2% ao ano — um ritmo que humilha a média da indústria nacional e de muitos países desenvolvidos.

É sempre importantíssimo frisar que o Brasil não só planta, mas desenvolve tecnologia biológica de ponta!

É fundamental compreender que o agronegócio não se resume ao “dentro da porteira”. O termo “Agribusiness” foi cunhado em 1957 pelos professores de Harvard, John Davis e Ray Goldberg, justamente para descrever a soma total de todas as operações envolvidas na fabricação e distribuição de suprimentos agrícolas.

O agronegócio é, portanto, uma cadeia complexa que integra:

  1. O Agro “dentro da porteira”: a agricultura e pecuária propriamente ditas, onde o manejo do solo e a gestão biológica ocorrem.
  2. Indústria: fabricação de insumos, defensivos, fertilizantes e máquinas pesadas, além do processamento agroindustrial de alimentos e biocombustíveis.
  3. Serviços: logística de transporte, armazenamento, crédito agrícola sofisticado e tecnologia da informação (Agtechs).

Essa visão sistêmica revela, por exemplo, que o sucesso da colheita movimenta desde uma fábrica de tratores no interior de São Paulo, até o porto em Santos, sustentando milhões de empregos indiretos.

Nada disso seria possível sem o papel histórico da EMBRAPA. Criada na década de 70, a Embrapa foi a arquiteta da “revolução tropical”, transformando o Cerrado — antes considerado terra ácida e improdutiva — no celeiro do mundo através da ciência brasileira.

O ganho de eficiência do campo transborda diretamente para o capital humano. Municípios com forte presença do agro apresentam indicadores de qualidade de vida muito superiores à média nacional. Cidades como Sorriso (MT), Lucas do Rio Verde (MT), Rio Verde (GO) e Toledo (PR) são exemplos disso.

Essas localidades figuram constantemente no topo do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) regional porque a riqueza gerada pela produtividade se converte em:

  • Infraestrutura urbana de qualidade;
  • Melhores escolas e centros de capacitação técnica;
  • Sistemas de saúde mais robustos e acessíveis.

A prosperidade agrícola é o maior vetor de descentralização do desenvolvimento que o Brasil já conheceu, criando polos de dignidade longe das metrópoles litorâneas.

Entretanto, esse vigor produtivo encontra um obstáculo na insustentabilidade fiscal. O Brasil gasta muito e gasta mal. Consumimos cerca de 33% do PIB em impostos, mas o retorno em investimento público em capital humano, ciência e inovação, além de infraestrutura, é irrisório, mal chegando a 2%.

O desperdício e a má gestão são flagrantes:

  • Privilégios Estruturais: Gastos exorbitantes com pensões e aposentadorias de elite (como as de juízes e alta cúpula do funcionalismo), mantendo castas que consomem recursos que deveriam financiar laboratórios de biotecnologia ou ferrovias.
  • Corrupção e Ineficiência: O dinheiro é drenado por desvios e por uma burocracia que “cria dificuldades para vender facilidades”, além do custo de manter estatais ineficientes e obras inacabadas que nunca se tornam ativos para o país.

Essa “gastança desordenada” eleva a dívida pública, forçando o Banco Central a manter a Taxa Selic elevada para conter a inflação. Juros altos significam financiamento inviável.

O produtor, que depende de crédito para comprar sementes e maquinário, está sendo asfixiado. Dados da Serasa Experian mostram um aumento alarmante de mais de 500% nos pedidos de Recuperação Judicial no setor agropecuário entre 2023 e 2024.

Não podemos permitir que a ineficiência do Estado destrua a engrenagem que sustenta o país. A justiça e a inclusão social exigem um governo que respeite quem produz. É urgente:

  1. Melhorar a qualidade do gasto: cortar privilégios e priorizar investimentos em ciência, tecnologia e educação.
  2. Responsabilidade fiscal: tornar a dívida sustentável para baixar os juros de forma estrutural, fomentando o agro.
  3. Incentivo à inovação: reduzir a burocracia para que o empreendedorismo inclusivo no campo possa prosperar.

O agronegócio é a prova de que o Brasil pode ser uma potência. Mas, para que a colheita continue farta, é preciso parar de consumir as sementes do amanhã com os gastos perdulários de hoje.

Gestão ética e compromisso com a realidade são os únicos caminhos para o Brasil que queremos.

Fonte: Artigo escrito por André Naves, defensor público federal, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social, mestre em Economia Política e doutor em Economia.
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