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Safra de Inverno: produtor espera boa rentabilidade

Semeadura das culturas de inverno está em andamento na região de atuação da Cotrijal e os produtores iniciam a safra com expectativa de bom resultado

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Daniel Müller/Detec Cotrijal

O uso de sementes certificadas, a semeadura no limpo e o cuidado com detalhes como regulagem da semeadora, velocidade de semeadura, umidade do solo e profundidade na deposição da semente no solo são alguns dos itens que precisam receber mais atenção para uma boa arrancada na safra de inverno.

Ciente de tudo isso, o associado Maurício Glienke destinou 28,5 hectares para o trigo neste ano. A propriedade está localizada em Santo Antônio do Erval, Santo Antônio do Planalto. Pelas boas perspectivas de mercado, ele investiu um pouco mais em adubação e também no preparo do solo para receber a semente de trigo.

A cultura ocupa a área que no verão tinha milho e na entressafra recebeu nabo. “O planejamento da safra de inverno começou quando já no verão. O nabo ajuda a segurar água, facilita o controle de plantas daninhas e já deixa um pouco de nitrogênio para o trigo”, avalia o produtor.

Com a área de trigo definida, Maurício conseguiu adquirir os insumos de forma antecipada, garantindo custo de produção menor em relação ao ano anterior. “Em torno de 34 sacos por hectare, considerando só a parte da implantação da cultura”, revela. “Teve anos que girou próximo dos 51 sacos por hectare”.

Ano passado, ele colheu 57 sacos/hectare, com boa lucratividade, e agora espera resultado melhor. Mas não abre mão do seguro. “Não dá pra arriscar. Planejamos tudo considerando o clima, em conjunto com o Departamento Técnico, e o seguro ajuda a evitar prejuízo em caso de alguma situação prejudicial à cultura”, pondera.

A propriedade conta com a assistência técnica do engenheiro agrônomo Daniel Müller. “A Cotrijal é muito importante para nós, pois através dela temos acesso às melhores tecnologias e práticas, além de todo suporte do plantio à colheita, de forma direta no campo e através de sua estrutura”, conclui Maurício, relatando que a semente adquirida da cooperativa será entregue de forma segregada, o que garante um bônus ao produtor.

O que é a segregação?

O programa de segregação de trigo chega a sua quarta safra na Cotrijal. É um serviço exclusivo para quem adquire as sementes da cooperativa. Com essa modalidade, o produtor já sabe o local da entrega da sua produção, conforme o tipo de trigo que está na sua lavoura, o que facilita a comercialização e atende as demandas dos moinhos, com garantia de preços e bonificações.

Vantagens da semente certificada

  • melhor estabelecimento da cultura
  • melhor arranque inicial
  • plantas mais uniformes e vigorosas
  • proteção da plântula, pelo tratamento das sementes com fungicida e inseticida, evitando danos iniciais com fungos e insetos, como coró-das-pastagens, percevejo e pulgão

Cevada: semeadura em andamento

As culturas de inverno vão ocupar 290 hectares na propriedade da família Gatti, que tem sede na localidade de Volta Grande, em Sertão, mas também com áreas em Estação e Getúlio Vargas. Serão 120 hectares de cevada e 170 hectares de trigo. Glauber Gatti revela que este ano investiu um pouco mais no inverno, pela expectativa de melhor rentabilidade.

A seriedade e a qualidade do trabalho da Cotrijal conquistaram a confiança do produtor, que trabalha em parceria com o pai Elpídio, o tio Rogério e o primo Jean Carlos. “Produtos de qualidade, assistência técnica eficiente, confiança na armazenagem e comercialização são alguns dos diferenciais”, aponta o produtor.

Pontos de atenção

Nas áreas onde foram utilizadas plantas de cobertura, o solo ficou protegido, mitigando dano ocasionado pela chuva torrencial, e o controle de plantas daninhas está sendo mais fácil. A recomendação do Departamento Técnico é sempre plantar no limpo, com a lavoura livre de invasoras.

Uma prática que vem crescendo é o “plantio no verde”, que ocorre nas áreas com nabo forrageiro. Os produtores dessecam a cobertura e já no dia seguinte entram semeando a cultura de inverno. “Dessa forma é possível aproveitar ainda mais os benefícios do nabo, principalmente os nutrientes, como nitrogênio, potássio e enxofre”, explica o coordenador técnico de Difusão, Alexandre Nowicki.

Fonte: Assessoria
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Notícias Leite

Produtores e técnicos de cooperativa participam de capacitação do Programa Balde Cheio

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento

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Técnicos e produtores rurais vinculados à Cooperativa Mista de Pequenos Agricultores da Região Sul, (Coopar) participaram de capacitação do Programa Balde Cheio na última quinta-feira (29/07). A capacitação foi realizada de forma virtual e contou com a presença do instrutor do programa, Juliano Alarcon Fabrício, e com os coordenadores do Balde Cheio no Rio Grande do Sul (RS), a pesquisadora Renata Suñé, da Embrapa Pecuária Sul, e o analista Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado.

A Coopar, sediada em São Lourenço do Sul, é mais uma entidade a participar do Balde Cheio e terá o acompanhamento técnico de quatro produtores de leite da região. Para Estevão Kunde, diretor técnico da Coopar, o projeto chega em um momento em que a atividade cresce na região, mas que precisa de mais tecnologia e conhecimento para avançar. “O projeto propicia uma aproximação entre técnicos e produtores, com grandes possibilidades de desenvolvimento para ambos”. Já o analista da Embrapa, Sérgio Bender, ressaltou que o Balde Cheio ajuda a mudar a realidade de produtores familiares, sempre com a estreita participação dos próprios produtores e dos técnicos.

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento. O instrutor do programa no RS, Juliano Fabrício, fez diferentes perguntas sobre a atividade nas propriedades, como o tamanho da área utilizada para a produção de leite, número de vacas em lactação, tipos de pastagens utilizadas no inverno e no verão, entre outras. Segundo o instrutor, um primeiro passo é o próprio produtor conhecer melhor a atividade e o meio é fazer o registro de todas as questões relacionadas à produção e comercialização. “É preciso ter dados econômicos, dados sobre a produção leiteira, da produtividade de cada vaca, dados climáticos e tudo mais que tem relação direta com a atividade”.

No Rio Grande do Sul o programa foi retomado há mais de dois anos e hoje já está presente em várias propriedades de diferentes regiões. De acordo com a pesquisadora Renata Suñé, cada uma das unidades atendidas tem suas metas e objetivos, que são detectadas e priorizadas entre os técnicos e os produtores. “Já temos observados ganhos em várias propriedades, sempre de acordo com os objetivos de cada produtor, seja o aumento da oferta de forragem, aumento da produtividade por vaca, a qualidade do leite, entre outras questões relacionadas à atividade”.

Balde Cheio

O Balde Cheio é uma metodologia de transferência de tecnologia que tem o objetivo de capacitar profissionais da assistência técnica, extensão rural e pecuaristas em técnicas, práticas e processos agrícolas, zootécnicos, gerenciais e ambientais. As tecnologias são adaptadas regionalmente em propriedades que se transformam em salas de aula. Sem apresentar um modelo pronto, o programa leva em conta as características de cada propriedade e o perfil de cada produtor.

A metodologia parte de um diagnóstico do estabelecimento rural e, a partir daí, com o acordo do técnico e do produtor, estabelece metas e um planejamento para alcançá-las. Estes ajustes ou mudanças vão desde a melhoria na produção de forragem para os animais até o controle zootécnico do rebanho e um melhor gerenciamento e organização da propriedade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Nova instrução normativa de bem-estar animal nas granjas brasileiras é tema de evento on-line promovido pela ASES e ABCS

O evento aconteceu na última quinta-feira (29), e contou com a participação dos associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados.

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A nova instrução normativa (IN 113/2020) que visa as adequações de manejo e as instalações para o bem-estar animal nas granjas suinícolas brasileiras foi tema de um evento on-line promovido pela ASES, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), na última quinta-feira (29).

Sendo promovido por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) e tendo o apoio dos frigoríficos Cofril, Mosquini e Zuculoto, a abertura do encontro contou com as falas do presidente da ASES, Jayme Meroto, da diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, através de um vídeo enviado, e da coordenação do evento ficou por conta do diretor executivo da ASES, Nélio Hand.

Em seguida, o público participante, que foi composto por associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados, pôde acompanhar a palestra do médico-veterinário e consultor de Mercado da ABCS, Iuri Machado, que, logo de início, destacou a importância de se promover o bem-estar animal (BEA).

Iuri também apresentou um histórico recente da situação do bem-estar animal no Brasil, explicou as exigências mínimas de manejo e instalação nas granjas – enfatizando os prazos para adequações, e fez um comparativo entre as exigências da normativa e as tendências de exigências do varejo. Além disso, o palestrante explanou sobre a portaria Nº 365/2021, que foi recentemente publicada, que regulamenta o manejo pré-abate e de abate.

O público pôde participar do evento por meio de perguntas que foram endereçadas e respondidas pelo palestrante. Nélio fez um balanço do evento e destacou a parceria com a ABCS que vem resultando em diversos eventos e treinamentos para os associados da ASES.

“Muito importantes essas parcerias entre a ABCS e a ASES para que possamos levar a informação precisa ao suinocultor capixaba. Esse, a propósito, tem sido um dos focos do trabalho da associação: levar informação, e orientação aos associados da ASES para que possam estar atentos e acompanhem a realidade e evolução da suinocultura em muitos aspectos, inclusive em relação ao bem-estar animal, que vem sendo alvo de amplas discussões nos últimos anos e que foi muito bem detalhado pelo palestrante Iuri Machado em nosso treinamento”, encerrou Nélio.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

C.Vale e Cooatol oficializam processo de incorporação

Anuncio foi feito após aprovação em assembleia na manhã dessa sexta (30)

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Fotos: Divulgação

Em assembleia geral extraordinária realizada em conjunto na manhã dessa sexta(30), foi aprovado a incorporação da Cooatol a Cooperativa C. Vale.

Sede da Cooatol em Toledo-PR

O objetivo dessa união visa potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes.

Outra vantagem para os associados da Cooatol é uma garantia de crescimento contínuo e sustentável, com garantia de assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios.

 

Veja na integra, o que diz o comunicado emitido pelas cooperativas:

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