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RTRS certifica 290 mil toneladas de soja de produtores de Goiás

Ao todo, foram certificados 49 produtores e 72.667 hectares, o que totaliza 290.742 toneladas de soja

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A Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS) entregou o certificado de produção sustentável para os Grupos IV e Comigo, ambos compostos por produtores rurais do estado de Goiás. Ao todo, foram certificados 49 produtores e 72.667 hectares, o que totaliza 290.742 toneladas de soja. O certificado foi entregue no início de abril em uma solenidade em Rio Verde, GO.

O documento comprova que as propriedades atendem às demandas e tendências do mercado e da sociedade por um produto diferenciado, fazendo com que todo processo tenha o menor impacto socioambiental possível, assegurando melhores resultados financeiros ao produtor e possibilitando melhorias na gestão da propriedade e nas práticas agrícolas, minimizando riscos de incidentes, de multas e de autuações por parte dos órgãos ambientais e trabalhistas.

Para a produtora Valquíria Alonso Pereira, da Fazenda Monte Alegre Pindaíbas, do Grupo IV, a certificação tem sido de extrema importância. “Buscamos cuidar da natureza para a manutenção do nosso ecossistema e a equipe da Aliança da Terra, gestora do nosso grupo, nos proporciona um feedback extremamente eficiente sobre as ações que realizamos. Estamos muito felizes em fazer parte dessa iniciativa que oferece um caminho para uma produção mais responsável e vai ao encontro dos anseios do mercado”, garante.

Já o produtor Ricardo Vian, da Fazenda São Tomaz, do Grupo Comigo, diz que a certificação auxilia a gestão em diversas questões no quesito ambiental, social e econômico. “O programa de certificação nos ajudou muito na questão de profissionalização de funcionários, qualificação da fazenda, orientação no armazenamento e descarte de defensivos, entre outros vários benefícios. Estamos satisfeitos e esperamos manter essa parceria com a Aliança da Terra e a certificação RTRS”, observa.

O padrão RTRS é uma importante ferramenta para que o produtor tenha maior rentabilidade e expansão dos seus negócios e para que as exportações de soja de qualidade cresçam exponencialmente em um mercado internacional que é cada vez mais exigente sobre a qualidade dos produtos que adquire. “Os produtores dos Grupos IV e Comigo assumiram o compromisso de produzir e preservar. E esse é o intuito da RTRS, fazer com que a cada ano mais fazendas sejam certificadas, além de engajar produtores a terem responsabilidade social e ambiental”, comenta o Consultor Externo da RTRS, Cid Sanches.

Fonte: Assessoria

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Notícias Mercado

Poder de compra do suinocultor frente a insumos de alimentação sobe pelo 5º mês

Preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta

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Arquivo/OP Rural

Os preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta. Apesar disso, cálculos do Cepea mostram que o poder de compra do produtor do estado de São Paulo se mantém em elevação.

Segundo pesquisadores, esse movimento de avanço no poder de compra, inclusive, vem sendo observado há cinco meses e está atrelado à escalada de preços do suíno. A forte valorização do animal vivo no mercado independente, por sua vez, se deve à oferta reduzida de animais para abate e às aquecidas exportações da proteína nos últimos meses.

Na parcial de setembro, o preço médio do suíno negociado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) já subiu quase 10%.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Preços da arroba de boi e de carne se aproximam em setembro

Valores da arroba do boi gordo no mercado paulista têm subido de forma um pouco mais intensa que os da carne

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Divulgação/AENPr

Os valores da arroba do boi gordo no mercado paulista têm subido de forma um pouco mais intensa que os da carne (carcaça casada, no atacado da Grande São Paulo). Diante disso, dados do Cepea mostram que, depois de a carcaça casada de boi registrar vantagem de 3,6 Reais/arroba sobre o boi gordo em agosto, essa diferença diminuiu para apenas 54 centavos de Real/arroba em setembro.

Ao longo deste ano, a maior vantagem da carne sobre o boi, de 12 Reais/arroba, foi observada em abril. Já em julho, a arroba do boi gordo foi negociada acima da carcaça casada, em 4,17 Reais – esse, ressalta-se, foi o único momento em 2020 em que o boi mostrou vantagem sobre a carne.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Competitividade da carne de frango cresce pelo 4º mês seguido

Diferença entre os preços do frango inteiro e os das carcaças bovina e suína vem se ampliando de forma consecutiva há quatro meses

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Arquivo/OP Rural

A diferença entre os preços do frango inteiro e os das carcaças bovina e suína vem se ampliando de forma consecutiva há quatro meses. Em setembro, dados do Cepea mostram que a diferença observada foi recorde, quando consideradas as séries mensais.

Esse contexto garante elevada competitividade à carne de frango frente às substitutas e, consequentemente, maior liquidez no mercado doméstico.

A demanda internacional também está aquecida, o que vem resultando em altas generalizadas nos preços dos produtos avícolas.

Fonte: Cepea
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