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Royal De Heus reforça sua posição no mercado brasileiro de nutrição animal por meio da aquisição da Cerrado Nutrição Animal

A multinacional holandesa quer estar mais próxima aos criadores de gado situados na região Centro-Oeste

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No último dia 6 de março, a Royal De Heus assinou contrato para a aquisição da empresa brasileira de nutrição de bovinos Cerrado Nutrição Animal, localizada em Itaberaí, região central de Goiás. A empresa é conhecida pelo desenvolvimento e produção de uma gama de produtos de alta qualidade para gado de leite e de corte, incluindo rações completas, concentrados, núcleos e suplementos minerais, proteicos e proteico-energéticos.

Com localização estratégica dentro do mercado brasileiro de gado de corte, nos últimos anos a Cerrado Nutrição Animal obteve um expressivo progresso em seu número de clientes, tornando-se um importante fornecedor de conceitos nutricionais aos pecuaristas do Centro-Oeste brasileiro.

A aquisição está 100% alinhada à estratégia de crescimento da De Heus no Brasil e permitirá à companhia avançar ainda mais por meio desta unidade de produção, que está próxima de seus clientes do Centro-Oeste, bem como otimizar recursos logísticos em sinergia com os negócios de suínos, aves, pet & aqua e matérias-primas.

Desde sua chegada ao Brasil, a De Heus não mediu esforços para consolidar seu posicionamento estratégico no mercado de nutrição animal. A aquisição de uma empresa de nutrição para suínos em 2012 foi a porta de entrada para que a companhia começasse a atuar com diversas espécies animais. No ano seguinte, a empresa fortaleceu sua posição no mercado de gado de leite adquirindo uma fábrica de rações em Apucarana (PR) e também abriu uma fábrica para a produção de um suplemento nutricional exclusivo, chamado MUB (Mistura de Umidade Baixa) — o que a posicionou como empresa inovadora no mercado de gado de corte. Em 2017, concluiu a construção de uma fábrica de ração dedicada a animais jovens em Toledo (PR), com foco em leitões e pintinhos. Atualmente, a De Heus oferece uma gama completa de produtos nutricionais para suínos, bovinos (corte e leite), aves, pets e aquacultura.

Com capacidade de fabricação de 50 mil toneladas/ano, a Cerrado Nutrição Animal conquistou forte posição regional, principalmente no mercado de bovinos de corte. De acordo com Rinus Donkers, presidente da De Heus Brasil e diretor América Latina, nos últimos anos, a Cerrado Nutrição Animal cresceu e, assim como a De Heus, teve um desempenho muito bom no desafiador mercado brasileiro de nutrição animal. Ambas se destacam por uma abordagem prática e intensiva em suas relações com os criadores de gado e, com isso, a companhia não só poderá contribuir para a profissionalização adicional de seus clientes como na melhoria dos resultados em seus negócios. “Ao combinar forças, tornamos o conhecimento e experiência internacional da De Heus acessíveis aos criadores de gado situados na região Centro-Oeste”, disse.

Um dos sócios e fundador da Cerrado Nutrição Animal, Antônio Pedroso, continuará a desempenhar um importante papel na expansão da empresa. Ele permanecerá responsável pelas vendas e relacionamento com os clientes. “Estou feliz com a aquisição. Com mais de 100 anos de conhecimento e experiência, a De Heus é uma autoridade em nutrição e criação de animais, além de possuir vários conceitos nutricionais globais de alto desempenho, adaptados a todos os estágios da vida de bovinos de corte e leite, o que aprimorará, ainda mais, nossa capacidade de inovação. Estou ansioso para oferecer esses produtos e serviços aos pecuaristas do Centro-Oeste”, finaliza Pedroso.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

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O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

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A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

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Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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