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Royal Agrifirm Group adquire a Hamlet Protein, fortalecendo seu negócio global de Especialidades

A aquisição amplia tanto as capacidades tecnológicas quanto a relevância no mercado

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Da Esq para a Dir: Erik Vesser, CEO da Hamlet, e Bas van Driel, Diretor Global do Cluster Specialties do Royal Agrifirm Group. Divulgação / Foto: Agrifirm

O Royal Agrifirm Group chegou a um acordo para adquirir a Hamlet Protein, líder global em ingredientes proteicos especiais à base de soja para a nutrição de animais jovens. A transação deverá ser concluída nas próximas semanas, sujeita às condições habituais.

A Hamlet Protein é amplamente reconhecida por seus ingredientes à base de soja altamente digestíveis, que promovem a saúde intestinal e um desempenho consistente na fase inicial de vida. Sua tecnologia patenteada garante qualidade confiável e consistente, o que é crucial para a indústria de nutrição animal. A empresa emprega cerca de 115 pessoas e opera instalações de produção na Dinamarca e nos Estados Unidos, além de um escritório de vendas na China, atendendo clientes em todo o mundo.

Esta aquisição é um passo importante na expansão do negócio de Especialidades do Royal Agrifirm Group, que fornece soluções nutricionais de alto valor e serviços técnicos para a indústria. Seu portfólio inclui premixes especiais, concentrados, aditivos para rações, suplementos minerais e conceitos de nutrição de animais jovens que ajudam a melhorar o desempenho, eficiência dos animais a consistência e rentabilidade para o produtor.

A integração das capacidades da Hamlet Protein com a expertise nutricional e a rede global da Agrifirm fortalece a oferta combinada para a nutrição na fase inicial da vida. O CEO Piet Hilarides afirmou que a aquisição está totalmente alinhada com a missão da empresa, explicando que “a tecnologia comprovada da Hamlet Protein fortalece nossa capacidade de ajudar os clientes a alcançar saúde e desempenho animais ideais ao longo do ciclo de vida, impulsionados por nosso foco comum na alimentação na fase inicial. Isso se encaixa diretamente com nosso propósito de contribuir para uma cadeia alimentar responsável para as gerações futuras.”

O atual proprietário da Hamlet Protein, a Altor, expressou confiança na transição. Søren Johansen, sócio sênior da Altor, disse que o acordo coloca a Hamlet Protein com o parceiro certo de longo prazo, afirmando que “o foco da Agrifirm em nutrição especializada e sua presença internacional criam uma excelente plataforma para a Hamlet Protein ampliar ainda mais sua tecnologia e seu impacto”.

Para o negócio de Especialidades do Royal Agrifirm Group, a aquisição amplia tanto as capacidades tecnológicas quanto a relevância no mercado. Bas van Driel, diretor de Especialidades do Grupo, observou que “a Hamlet Protein é uma forte adição à nossa estratégia de levar conceitos diferenciados e baseados na ciência aos nossos valiosos clientes e parceiros na indústria de rações em todo o mundo. Suas soluções proteicas para a fase inicial de vida e seu know-how nos permitem desenvolver conceitos nutricionais mais integrados que apoiam os clientes na obtenção de desempenho consistente e maior eficiência alimentar.”

Para o negócio de Especialidades do Royal Agrifirm Group, a aquisição amplia tanto as capacidades tecnológicas quanto a relevância no mercado. Bas van Driel, diretor de Especialidades do Grupo, observou que “a Hamlet Protein é uma forte adição à nossa estratégia de levar conceitos diferenciados e baseados na ciência aos nossos valiosos clientes e parceiros na indústria de rações em todo o mundo. Suas soluções proteicas para a fase inicial de vida e seu know-how nos permitem desenvolver conceitos nutricionais mais integrados que apoiam os clientes na obtenção de desempenho consistente e maior eficiência alimentar.”

O CEO da Hamlet Protein, Erik Visser, destacou a oportunidade de crescimento e inovação, observando que “juntar-se ao Royal Agrifirm Group nos permite acelerar nosso desenvolvimento, expandir nosso alcance global e continuar oferecendo soluções de alta digestibilidade que apoiam a saúde de animais jovens. Este passo cria novas e empolgantes oportunidades tanto para nossos clientes quanto para nossos funcionários.”

Após a conclusão da transação, a Hamlet Protein continuará operando sob seu próprio nome como parte do Royal Agrifirm Group. Ambas as organizações trabalharão em estreita colaboração para combinar suas capacidades e fortalecer ainda mais conceitos nutricionais diferenciados para seus valiosos clientes na indústria global de rações

Fonte: Assessoria

Empresas

Agroceres PIC lança guia para apoiar a prevenção de mordeduras em suínos

Publicação técnica reúne fundamentos científicos, fatores de risco e orientações práticas para apoiar granjas na prevenção e mitigação de um dos principais desafios ligados ao bem-estar animal e à eficiência produtiva.

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Foto: Divulgação

A Agroceres PIC acaba de lançar o guia Comportamentos Anormais de Mordedura em Suínos, material técnico desenvolvido para apoiar produtores, técnicos e equipes de campo na compreensão, prevenção e mitigação de um problema que impacta diretamente o bem-estar animal, a saúde do plantel e o desempenho dos sistemas de produção. Elaborada pelo time de Boas Práticas e Bem-estar Animal da Agroceres PIC, a publicação descreve os comportamentos anormais de mordedura, discute suas implicações na suinocultura e apresenta estratégias práticas de prevenção, mitigação e adequação das granjas.

A mordedura de cauda é um problema crônico na suinocultura, com origem multifatorial, o que exige uma abordagem multidimensional. Além disso, a Instrução Normativa nº 113, em vigor desde fevereiro de 2021, amplia a necessidade de atenção aos fatores de risco associados às mordeduras e exige uma abordagem mais criteriosa sobre manejo, ambiência, recursos disponíveis e observação do comportamento animal.

Abordagem multidimensional e foco prático

Juliana Ribas, Supervisora de Boas Práticas e Bem-estar Animal da Agroceres PIC: “Nosso objetivo é oferecer um material aplicável e alinhado aos desafios atuais da suinocultura, contribuindo para decisões mais assertivas no campo e para o fortalecimento do bem-estar animal”

Segundo Juliana Ribas, Supervisora de Boas Práticas e Bem-estar Animal da Agroceres PIC, o guia foi desenvolvido para apoiar uma leitura mais ampla e técnica sobre os comportamentos anormais de mordedura em suínos, reunindo conceitos, fatores de risco e orientações práticas para prevenção e mitigação. “Nosso objetivo é oferecer um material aplicável e alinhado aos desafios atuais da suinocultura, contribuindo para decisões mais assertivas no campo e para o fortalecimento do bem-estar animal. Ao responder o checklist, o produtor pode receber apoio e orientação sobre o problema que está enfrentando, ajudando a direcionar a atuação in loco”.

Ao longo do guia, o tema é tratado a partir de uma perspectiva técnica e multidimensional, mostrando que a mordedura de cauda, orelhas e flanco tem origem multifatorial. Entre os aspectos abordados estão qualidade e disponibilidade de água e ração, condições ambientais dos galpões, densidade nas baias, tipo de piso, fatores nutricionais e sanitários, mistura de animais, inspeção diária e enriquecimento ambiental. O material também adota o modelo dos Cinco Domínios do Bem-Estar Animal como referência para avaliação e direcionamento de ações corretivas e preventivas.

Além da base conceitual, a publicação traz parâmetros de referência, recomendações de manejo, POPs e checklist de avaliação de riscos. “A proposta é transformar conhecimento técnico em apoio direto à tomada de decisão nas granjas, contribuindo para reduzir perdas produtivas e fortalecer práticas alinhadas à evolução regulatória e ao bem-estar animal”, finaliza Juliana Ribas.

Fonte: Assessoria Agroceres PIC
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Empresas LEVUCELL SC

Performance validada pela indústria que se transforma em resultado real na fazenda

Produzido sob rigoroso controle microbiológico e tecnológico, garantindo constância lote a lote e segurança máxima.

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Divulgação / Imagem Lallemand

Sua fábrica de ração precisa oferecer soluções que realmente façam diferença no campo. LEVUCELL® SC – levedura viva Saccharomyces cerevisiae CNCM I-1077 da Lallemand Animal Nutrition é o aditivo ideal para elevar a qualidade nutricional das dietas e garantir resultados consistentes para os clientes da sua indústria.

LEVUCELL® SC é a escolha certa para sua linha de rações

✔ Estabilidade e viabilidade garantidas

Formulado para suportar os desafios da fabricação de ração — inclusive peletização — mantendo a contagem de células vivas e eficácia comprovada.

✔ Padrão internacional de qualidade

Produzido sob rigoroso controle microbiológico e tecnológico, garantindo constância lote a lote e segurança máxima.

✔ Modulação eficiente do rúmen

O LEVUCELL SC é mundialmente reconhecido pela capacidade de:

  • Estabilizar o pH ruminal;
  • Reduzir risco de acidose;
  • Favorecer uma microbiota benéfica;
  • Aumentar a digestibilidade da fibra;
  • Promover o bem-estar animal.

✔ Melhor uso dos nutrientes da dieta.

Com um rúmen mais eficiente, o animal extrai mais energia e proteína da mesma quantidade de alimento — gerando produtividade real sem aumentar os custos da dieta.

Esse melhor aproveitamento também apoia a sustentabilidade da produção, aumentando a eficiência do sistema.

O que isso significa para o produtor que utiliza ração com LEVUCELL® SC?

  • Mais ganho de peso / maior produção de leite
  • Melhor conversão alimentar
  • Animais mais saudáveis e consistentes
  • Maior retorno econômico

LEVUCELL® SC: agrega valor à sua ração e ao seu cliente

Para a indústria, é um aditivo confiável, estável e com amplo respaldo científico.

Para o produtor, é desempenho visível no campo — do consumo ao resultado final.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Especialista da MSD Saúde Animal desmistifica o uso de vacinas combinadas na suinocultura

Conheça mitos e verdades sobre as soluções multivalentes, que unem eficácia e conveniência e facilitam o trabalho nas granjas brasileiras

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Foto: O Presente Rural

Em um cenário onde a eficiência produtiva e o bem-estar animal são indissociáveis, as vacinas combinadas (multivalentes) consolidam-se como ferramentas estratégicas na suinocultura moderna. Elas reduzem o número de aplicações, o tempo de manejo e o estresse animal, além de facilitar a adesão aos programas vacinais nas granjas. No entanto, a adoção plena dessa tecnologia, que já une tripla proteção em um único frasco, ainda enfrenta barreiras culturais e desinformação técnica sobre sua eficácia e segurança.

De acordo com a médica-veterinária Isis Pasian, coordenadora técnica da unidade de negócio de Suinocultura da MSD Saúde Animal, as vacinas combinadas ainda geram dúvidas e percepções equivocadas justamente por reunirem diferentes antígenos em uma única formulação. São questões associadas à eficácia, segurança, ocorrência de reações e à duração da imunidade conferida.

“É comum encontrar afirmações generalizadas que não consideram os princípios básicos da imunologia, as características específicas de cada patógeno ou as evidências científicas que embasam o desenvolvimento e o licenciamento desses produtos”, explica.

Para clarificar as informações sobre as vacinas combinadas, a profissional separou os principais mitos sobre o tema. Acompanhe:

  1. Vacina combinada e vacina conjugada são sinônimos

Nada disso! Vacinas combinadas ou multivalentes contém, em um único produto, vários antígenos na mesma formulação. Um exemplo é a recém-lançada vacina Circumvent® CML, da MSD Saúde Animal, que combina a proteção para Circovírus Suíno Tipo 2, Mycoplasma hyopneumoniae e Lawsonia intracellularis. É a primeira e única vacina que protege contra três dos principais causadores de doenças em suínos com uma única injeção.

Já vacinas conjugadas são desenvolvidas para melhorar a resposta imunológica contra antígenos que, sozinhos, estimulam pouco o sistema imune, como alguns polissacarídeos bacterianos. Para isso, esses antígenos são ligados a uma proteína carreadora, permitindo a ativação de uma resposta imune dependente de células T e a formação de memória imunológica.

Ou seja, são criadas para ajudar o organismo a reconhecer ameaças que normalmente gerariam uma resposta fraca, induzindo uma defesa mais eficaz e duradoura. Um exemplo clássico em humanos é a vacina conjugada contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib), amplamente utilizada em programas de imunização infantil.

Apesar de serem eficientes, não existem atualmente vacinas conjugadas utilizadas comercialmente em larga escala na suinocultura.

2. Vacina combinada ‘sobrecarrega’ o sistema imune

Mito! Desde o nascimento, o leitão é naturalmente exposto à microbiota intestinal, aos antígenos ambientais e aos patógenos respiratórios e entéricos. Essa exposição ocorre sem colapso do sistema imune, o que já demonstra capacidade de resposta a múltiplos estímulos antigênicos em paralelo.

Não há evidência de que a administração simultânea de múltiplos antígenos, com equilíbrio de quantidade e potência, como o que ocorre nas vacinas comerciais registradas, cause ‘sobrecarga’ ou resulte em falta de proteção. O ponto crítico é seguir bula/diretrizes do fabricante.

3. Vacinas combinadas são sempre mais reatogênicas (causam mais reações)

Não é bem assim! A reatogenicidade não é determinada simplesmente pelo “número de antígenos”, mas, sim, por um conjunto de fatores, como formulação, adjuvante, via de aplicação, dose, tecnologia e características do animal. Em um estudo em humanos que comparou uma vacina pentavalente combinada (DTaP5 IPV Hib; Pentacel) versus a administração separada das vacinas equivalentes licenciadas (DTaP5, IPV e Hib), a vacina combinada apresentou reações similares ou menores em comparação ao esquema separado*. Existem várias vacinas combinadas comerciais em suínos com reações leves e transitórias, conforme mostra estudos de campo**.

4. Diferentes vacinas comerciais misturadas em um único frasco, no momento da aplicação na granja, resultam em uma vacina combinada

De jeito nenhum! Misturar diferentes vacinas comerciais em um mesmo frasco não caracteriza uma vacina combinada válida. Uma vacina combinada é um produto que foi desenvolvido, formulado, testado e registrado como uma única vacina. Isso significa que todos os seus antígenos, adjuvantes, conservantes e excipientes foram estudados em conjunto, com avaliação formal de estabilidade físico química, segurança, imunogenicidade e eficácia do produto final. Já a mistura de vacinas comerciais no campo resulta em uma formulação não testada, sem garantia de estabilidade, segurança ou eficácia.

Diferenças de pH, por exemplo, podem levar à desnaturação de antígenos; adjuvantes distintos, especialmente quando se combinam formulações oleosas com não oleosas, podem interferir na liberação do antígeno e aumentar a reatogenicidade local; e conservantes ou excipientes podem tornar se incompatíveis entre si.

5. Vacina combinada protege igual para todos os componentes e por tempo idêntico

Informação errada! Uma vacina combinada reúne antígenos diferentes, muitas vezes de natureza biológica distinta (bactérias, vírus, toxoides), e cada um deles induz um tipo próprio de resposta imune. Por isso, não existe uma “duração de imunidade única” para uma vacina combinada. A duração da imunidade deve ser analisada antígeno por antígeno, conforme exigido por órgãos regulatórios veterinários.

6. A combinação de agentes em uma única vacina é uma tecnologia nova e que ainda não foi totalmente validada

Mito! Vacinas combinadas existem há décadas em humanos (ex.: DTP desde a década de 1940) e são amplamente utilizadas e validadas também na medicina veterinária, com evidência experimental e documentação regulatória. Exemplos usados em larga escala na suinocultura industrial são as combinações contra Erisipela, Parvovirose e Leptospirose e, mais recentemente, a combinação contra Circovírus Suíno Tipo 2, Mycoplasma hyopneumoniae e Lawsonia intracellularis.

“Nesse contexto, avaliando todos esses pontos, separar mitos de verdades é fundamental para que médicos-veterinários e produtores possam tomar decisões mais informadas, utilizar as vacinas combinadas de forma estratégica e maximizar seus benefícios dentro dos programas de saúde do rebanho”, afirma Isis.

Quanto às verdades sobre essas formulações, a médica-veterinária destaca que:

1. Vacinas combinadas reduzem o número de manejos e injeções, otimizando o custo-benefício para o produtor

Vacinas combinadas ajudam porque juntam a proteção contra várias doenças em uma única aplicação, reduzindo o número de injeções e de vezes que o animal precisa ser manejado. Com menos manejo, o suíno sofre menos estresse, o trabalho fica mais eficiente e diminui o risco de erro na vacinação. Para o produtor, isso significa economia de tempo, mão de obra, seringas e agulhas. Além disso, protocolos mais simples facilitam a execução correta na granja, melhoram o controle das doenças e ajudam a garantir melhor desempenho dos animais, aumentando o retorno do investimento ao final do lote.

2. Vacinas combinadas contribuem para a redução do uso de antimicrobianos

Ao controlar simultaneamente múltiplos agentes, as vacinas combinadas reduzem a incidência de doenças clínicas, diminuem tratamentos terapêuticos e apoiam estratégias de uso racional de antibióticos.

A vacinação é reconhecida como ferramenta essencial para redução do impacto sanitário das doenças infecciosas e melhoria da sustentabilidade da produção suína.

*(Guerra et al., 2009)

** (Yan et al., 2025, Tassis et al., 2025, Allen et al., 2025)

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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