Notícias
Romeo Bet é reeleito para presidir Cooperalfa
Além da eleição do novo Conselho de Administração e Conselho Fiscal, foram aprovadas as contas do exercício 2024.

O atual presidente da Cooperativa Agroindustrial Alfa (Cooperalfa), Romeo Bet, foi reeleito para presidir a instituição pela quinta gestão consecutiva, com mandato que vai até 2029. A eleição com chapa única ocorreu durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada no dia 14 de fevereiro de 2025, na sede da AARA, em Chapecó (SC). Além da eleição do novo Conselho de Administração e Conselho Fiscal, foram aprovadas as contas do exercício 2024.
A Cooperalfa está presente em 96 municípios, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. Conta com estrutura composta por 101 lojas agropecuárias, 63 silos, 11 pontos de recebimento, 54 supermercados, cinco centros de distribuição de mercadorias, quatro fábricas de ração, três unidades de beneficiamento de sementes (UBS), duas indústrias de derivados de soja, dois postos de combustíveis, três granjas multiplicadoras de suínos, uma indústria de derivados de milho, uma indústria de derivados de trigo e um posto de resfriamento de leite.

Presidente da Cooperalfa, Sr. Romeo Bet: “Precisamos estar atentos às oportunidades de negócios e expansão territorial”
A cooperativa fechou 2024 com 23.008 associados, de 289 municípios, e 4.369 colaboradores. A receita total da Cooperalfa foi de R$ 8,8 bilhões, com R$ 472,3 milhões de sobras, o que representa 5,6% sobre a receita líquida. Conforme o presidente, Romeo Bet, um dos principais fatos do ano foi a recuperação do mercado de carnes, impulsionando a melhoria dos resultados econômicos da Aurora Coop e cooperativas filiadas. “Após muitos obstáculos enfrentados, foi possível encerrar 2024 de maneira positiva, com faturamento superior a 2023, graças a cooperação dos associados, colaboradores, fornecedores e clientes”, avalia.
Para Gilberto Fontana, gerente de controladoria e TI, a Cooperalfa manteve estratégias de crescimento aliadas a solidez. “Nosso desejo de crescer 15%, e chegar a 10 bilhões de reais de receitas totais em 2024 não foi obtido, principalmente devido aos valores dos produtos ligados ao agro, que tiveram decréscimos unitários em relação ao ano anterior, mesmo com o aumento no volume de negócios. Alcançamos uma evolução de 1,84% das receitas totais no comparativo ao exercício de 2023. Podemos destacar o crescimento dos valores de vendas nas atividades de consumo, indústria de soja, soja grão, suínos e defensivos. As vendas do excedente de matéria-prima da indústria de soja e indústria de trigo, contribuíram nesse esforço”. O índice de liquidez geral fechou o ano em 1,43, ou seja, para cada real de dívida com terceiros, a Alfa tem o montante de R$ 1,43 de ativos.
Principais resultados
O setor agrícola registrou em 2024 um clima favorável para todas as culturas que, de modo geral, apresentaram bons resultados, mesmo com redução no preço das commodities de soja e milho. Durante o ano, a Cooperalfa recebeu 30,6 milhões de sacas de grãos (milho, soja, trigo e feijão) e a indústria de esmagamento de soja processou 698 mil toneladas em 2024.
O 2º vice-presidente da Cooperalfa, Edilamar Wons, afirma que 2024 foi de estabilidade. “No setor agrícola, caiu o preço médio de venda do milho e soja, porém, o custo da lavoura também foi menor. Não tivemos a rentabilidade de anos anteriores, quando a soja chegou a R$ 180,00, mas o ano foi bom, onde toda a cadeia teve resultado”, avalia.
Em 2024, destaque também à ampliação da capacidade de armazenagem da cooperativa, que passou de 16,8 para 18 milhões de sacas. Além de investimentos em automação nas unidades de recebimento de grãos, instalação de tombadores e estruturas de máquinas para agilizar o recebimento da produção.
No setor pecuário, a Cooperalfa recebeu de seus integrados 1,6 milhões de cabeças de suínos, 156,4 milhões de aves e 184,1 milhões de litros de leite, proteínas processadas pela Aurora Coop.
O 1º vice-presidente da Cooperalfa, Cládis Jorge Furlanetto, afirma que o ano de 2024 também foi positivo para a produção pecuária, de modo especial para o setor de suínos que, com a melhoria no mercado de carnes, proporcionou resultado expressivo para a suinocultura. “Foi um dos melhores anos para o produtor e para a cooperativa”. Cládis acrescenta que a atividade leiteira teve um ano regular e na avicultura, o cenário é promissor. “Foi um ano diferenciado, onde a agricultura e a pecuária trabalharam em harmonia”, avalia.
Novos investimentos
Alinhado às diretrizes de agregação de valor, diversificação e crescimento, em 2024, a Cooperalfa iniciou o projeto de construção da indústria de biodiesel, com investimento de R$ 230 milhões e capacidade de mil toneladas dia. “Essa planta industrial representa um salto de inovação e oportunidade de participação no crescente mercado de energia renovável. Ao mesmo tempo em que proporcionaremos benefícios ecológicos, agregaremos ainda mais valor à soja produzida pelos associados e produtores”, destaca Romeo Bet.
A construção da indústria de biodiesel exigirá a ampliação da capacidade da indústria de soja, que passará de 2 mil toneladas dia para 3 mil toneladas dia, com investimento de mais R$ 70 milhões.
Vale lembrar que, somente em 2024, a Cooperalfa destinou R$ 403,8 milhões para a aquisição de áreas de terra, realização de obras, entre outros investimentos. Romeo Bet destaca a necessidade de a cooperativa continuar crescendo, investindo em modernização e expansão de lojas agropecuárias, supermercados e unidades armazenadoras. “Precisamos estar atentos às oportunidades de negócios e expansão territorial”, frisa.
Cota Capital
Durante a AGO, foi aprovado o montante de R$ 132,4 milhões para a integralização na Cota Capital dos associados. Os valores referem-se às sobras de balanço 2024 que, acrescidos da capitalização estatutária (1% sobre a compra de insumos e 1% sobre a venda de produção do cooperado), somaram R$ 178,9 milhões à Cota Capital dos associados.
O saldo em capital social que era de R$ 521,9 milhões em 31 de dezembro de 2024 passa a R$ 700 milhões, distribuídos entre os cooperados de acordo com a participação de cada um na cooperativa. Ao longo de 2024, a Cooperalfa efetuou o pagamento de mais de R$ 44 milhões em Cota Capital.
Novos conselheiros
Conforme estabelece o Estatuto Social, durante a AGO ocorreu a eleição do novo Conselho de Administração da cooperativa, gestão 2025/29, composto por: Romeo Bet, presidente; Cládis Jorge Furlanetto, 1º vice-presidente; Edilamar Wons, 2º vice-presidente; Admir Antônio Teston, secretário regional Xaxim; Fernando Bernardi, conselheiro regional Quilombo; Francisco Sedosvki, conselheiro regional Chapecó; Adilson Antônio Baumgartner, conselheiro regional Canoinhas; Gedson Luis Senhori, conselheiro regional Noroeste Gaúcho; Junior Biazi, conselheiro regional Coronel Freitas; Marcelo Baptistella, conselheiro regional Campo Erê e Paulo De Conto, conselheiro regional São José do Cedro.
Também foi eleito o novo Conselho Fiscal da Cooperalfa, exercício 2025/26, composto por: Efetivos – Giovani Munaro, de Nova Itaberaba, representa a região de Chapecó; Danilo Antônio Risso, de Irati, representa a região de Quilombo e Arlindo Soares, de Santo Antônio do Sudoeste, representa a região de São José do Cedro. Suplentes – Gilberto Paulo Cassol, de Águas Frias, representa a região de Coronel Freitas; Hélio Schroeder, de Major Vieira, representa a região de Canoinhas e Evandro José Trentin, de Aratiba, representa o Noroeste Gaúcho.
O presidente reeleito, Romeo Bet, agradece a confiança do quadro social e reafirma seu compromisso com a solidez nos negócios e de oferecer assistência técnica de qualidade e desenvolvimento social às famílias associadas. “Aos nossos cooperados, clientes, parceiros e colaboradores deixamos a nossa mensagem de otimismo e encorajamento. Se todo mundo puxar junto, vamos longe. É dessa forma que continuamos progredindo e mantendo a nossa cooperativa sólida”, finaliza.

Notícias
Produzir mais em menos área é desafio central do agro diante do crescimento populacional
Intensificação produtiva, manejo do solo e eficiência no uso de recursos despontam como estratégias-chave para garantir segurança alimentar e sustentabilidade.

Com a população mundial projetada para atingir 9,9 bilhões de pessoas até 2054, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o agronegócio enfrenta um dos maiores desafios de sua história: aumentar a produção de alimentos sem ampliar o uso de recursos naturais na mesma proporção. Dados da Food and Agriculture Organization (FAO) indicam que, para atender essa demanda, será necessário produzir 60% mais alimentos, além de consumir 50% mais energia e 40% mais água.
No Brasil, onde a área agrícola corresponde a cerca de 7,6% do território nacional, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a intensificação produtiva tem se consolidado como caminho estratégico. Para o engenheiro agrônomo e empresário Luís Schiavo o foco deve estar na eficiência do uso do solo e na adoção de práticas agronômicas sustentáveis. “Não se trata apenas de produzir mais, mas com qualidade. O aumento da eficácia em áreas menores é essencial para garantir segurança alimentar, reduzir custos e preservar biomas importantes, como florestas e áreas de conservação”, afirma.

Foto: Jonathan Campos/AEN
Entre as principais estratégias para alcançar esse equilíbrio está o manejo adequado do solo. A manutenção da cobertura vegetal, especialmente no período de plantio, tem papel fundamental na proteção da estrutura da terra, na conservação da umidade e no estímulo à atividade microbiana. “O solo coberto funciona como um sistema vivo. A palhada atua como um colchão de matéria orgânica que reduz impactos mecânicos, protege contra a erosão causada pela chuva e favorece a ciclagem de nutrientes”, explica.
Outra prática destacada por Schiavo é a rotação de culturas, técnica que contribui para a fertilidade do solo, reduz a incidência de pragas e doenças e melhora o aproveitamento de nutrientes. Um exemplo comum no campo brasileiro é a sucessão entre soja e milho safrinha. “Após a colheita, o solo permanece enriquecido com nitrogênio, o que favorece diretamente o desenvolvimento do milho. Esse tipo de rotação preserva as características físicas, químicas e biológicas garantindo produtividade consistente ao longo das safras”, pontua.
Segundo o engenheiro agrônomo, investir em tecnologia, manejo eficiente e insumos adequados é decisivo para tornar o agro mais competitivo e sustentável. “Quando o produtor otimiza os fatores de produção, ele melhora a relação custo-benefício, preserva recursos naturais e contribui para um modelo agrícola mais equilibrado. É uma equação em que todos ganham: o produtor, o consumidor e o planeta”, ressalta.
Notícias
Embrapa recebe missões de 14 países interessadas em pecuária sustentável brasileira
Delegações internacionais visitaram centro de pesquisa em São Carlos em 2025 para conhecer tecnologias de baixo carbono, como recuperação de pastagens e integração lavoura-pecuária-floresta.

A produção pecuária sustentável e a mitigação dos impactos ambientais foram foco de 19 missões internacionais à Embrapa Pecuária Sudeste em 2025. No total, foram 55 visitantes estrangeiros de 14 países, dos cinco continentes.
As missões de organizações internacionais, principalmente da Europa (37,5%) e da África (25%), visitaram o centro de pesquisa para conhecer as inovações brasileiras no setor agropecuário.
De acordo com o articulador internacional, Alberto Bernardi, as tecnologias desenvolvidas pela Embrapa Pecuária Sudeste, apresentadas durante as visitas das delegações internacionais, contribuem para mostrar que o setor pecuário pode fazer parte da solução climática ao melhorar o desempenho em harmonia com o meio ambiente, com uso de tecnologias sustentáveis, como a integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), a recuperação de pastagens e a pecuária de precisão. “A recuperação de pastagens degradadas é, talvez, o elemento mais estratégico, pois não só pode reverter a degradação ambiental (um dos principais emissores de gases de efeito estufa (GEE), como transformar essas áreas em eficientes reservatórios de carbono”, explica Bernardi.
O interesse dos visitantes internacionais concentrou-se em linhas de pesquisa voltadas à otimização e à redução do impacto ambiental da atividade pecuária. Os principais temas buscados incluíram eficiência, baixo carbono na produção de carne e leite, Pecuária de Precisão e recuperação de pastagens.
Para o pesquisador Sérgio Medeiros, as visitas são oportunidades para celebrar parcerias em projetos de pesquisa estratégica para o país, principalmente na área de mudanças climáticas, atualmente uma prioridade global.
Pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste também participaram de missões a países estrangeiros, realizando visitas técnicas e participando de eventos técnico-científicos na Argentina, Áustria, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Paraguai, Quênia e Uruguai.
Os países que estiveram representados nas missões ao centro de pesquisa de São Carlos foram França, Itália, Reino Unido, Rússia, Suécia, Egito, Gana, Marrocos, Zimbábue, China, Japão, Colômbia, Estados Unidos e Austrália.
Notícias
ASBRAM empossa nova diretoria em fevereiro e projeta ciclo positivo para pecuária até 2028
Entidade que reúne a indústria de suplementos minerais aposta em continuidade de gestão, vê cenário favorável para o setor e alerta para desafios como juros elevados e reforma tributária.

Manter as sucessões programadas das diretorias para fomentar um trabalho mais próximo com todos os parceiros de negócios, preparar-se ainda mais para atender os clientes no ciclo virtuoso da Pecuária até 2028 e comemorar a coesão e o entrosamento entre as equipes das cem corporações que compõem o quadro da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (ASBRAM). Esse foi o objetivo cumprido pelos executivos e profissionais das empresas do segmento nesta passagem de ano, ratificado durante a última reunião promovida pela entidade no fim de 2025.
O encontro marcou a eleição dos novos membros do Conselho de Administração da Associação para o biênio 2026 – 2027. O executivo Rodrigo Miguel assume a presidência no lugar de Fernando Cardoso Penteado Neto, com Leonardo Matsuda como vice-presidente. Elizabeth Chagas segue como vice-presidente executiva da entidade. A nova diretoria toma posse no próximo dia 25 de fevereiro. “Confio demais na pecuária brasileira. Basta ver o que conseguimos fazer em 2025, quase empatando nossas vendas com 2024, que teve um segundo semestre histórico. Tenho certeza de que em 2026 não vai ser diferente. E tenho orgulho em apontar a ASBRAM como uma entidade sadia financeiramente e estruturada para permanecer atuando forte”, analisou Fernando Penteado.
“Chego muito otimista e com energia para atuarmos em nome de nossas empresas, do nosso mercado e para atender cada vez melhor e mais de perto os pecuaristas de todos os estados produtores brasileiros”, acrescentou o novo presidente, que mandou sua mensagem pela web, direto da Holanda.
Foram quase 90 pessoas presentes no encontro realizado na Capital paulista e outras 200 acompanhando pela internet, atentos a quatro palestras, aos debates e à apresentação dos números de comercialização de suplementos minerais no Brasil neste ano. “Estamos muitos felizes, as palestras foram ótimas, todos os convidados muito entrosados e felizes. Nesta casa, todos se dão bem. Todos conversam e eu até pareço a mãe deles. 2025 não foi um período fácil. Teve tarifaço dos EUA, impostos, insegurança, mas fizemos um ano com um resultado positivo face ao que passamos. Também porque a base de comparação, principalmente com o segundo semestre do ano passado, que foi ‘fora da curva’. Trabalhei muito tempo com fertilizantes e sonhava com a soja na ponta das exportações. E conseguimos. E agora é a carne bovina, liderando o mundo em produção e exportação. Estamos no caminho certo, ajudando o Brasil a consolidar-se como o maior fornecedor e embarcador da nossa proteína no planeta”, comentou Beth Chagas.
O encontro destacou a dimensão ambiental do agro brasileiro, com a preservação de 66% da vegetação original do país e a economia de 164 milhões de hectares cultivados, resultado do avanço da produtividade agrícola, além de quase 400 milhões de hectares destinados à pecuária. A adoção de práticas como agricultura de baixo carbono, integração lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, uso de bioinsumos e recuperação de áreas degradadas tem sustentado esse desempenho.
Com esse modelo, o Brasil alcançou a quarta posição mundial em produção e exportações agropecuárias e responde por cerca de metade do superávit da balança comercial, próximo de US$ 150 bilhões. “O país consolida sua presença como uma potência agroambiental tropical, com clima, terras, água e recursos humanos para avançar ainda mais. Esses resultados também se traduziram em alimentos mais baratos para os brasileiros”, afirmou o professor da Universidade de São Paulo José Otávio Menten.
Cenário favorável
O encontro da ASBRAM traçou um cenário favorável para a pecuária, com expectativa de bons preços para o boi gordo e consumo interno estável, mesmo diante de uma desaceleração da economia nos próximos anos.
Segundo o economista Felippe Cauê Serigati, da Fundação Getúlio Vargas, o ambiente positivo convive com desafios estruturais que exigem atenção dos produtores, como a reposição do rebanho, a incerteza política, os custos de produção, os preços de venda e a gestão do caixa das propriedades.
Para Serigati, 2025 passou sem grandes impactos econômicos internos, e 2026 deve registrar crescimento mais moderado, ainda em terreno positivo. A inflação, afirma, tende a seguir em queda, impulsionada principalmente pelos alimentos, enquanto o principal fator de risco permanece sendo a trajetória dos gastos públicos do governo federal.
Fatores que pressionam o setor
A trajetória dos gastos públicos também pressiona a pecuária por meio da manutenção de juros elevados, usados como instrumento de controle da inflação.
Esse cenário tem levado produtores a vender vacas mesmo com a valorização dos bezerros, a racionalizar o uso da nutrição e a comprometer parte das margens para honrar financiamentos oficiais contratados em 2024, sem acesso a novas linhas de crédito. “O agro segue batendo recordes no mercado interno e externo e ajudando a conter os preços nas gôndolas dos supermercados. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios relevantes que precisam ser equacionados. Por isso, 2026 deve exigir foco total na gestão do negócio. Considerando o desempenho de 2025, será um bom resultado se o segmento de suplementos minerais encerrar o ano com vendas em torno de 2,5 milhões de toneladas”, avaliou Serigati.
Outro ponto de atenção destacado no encontro foi a nova legislação tributária, que entra em fase de transição e testes a partir de janeiro. “A reforma é uma realidade, e produtores rurais precisarão estruturar e capacitar equipes para escolher as melhores alternativas em cada fazenda, sistema produtivo e modalidade de comercialização. As mudanças atingem todas as empresas, em um ambiente cada vez mais digital, que transfere ao contribuinte a responsabilidade pelo correto recolhimento dos tributos”, afirmou o advogado e contador Lincoln Diones Martins.



