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Rio Grande do Sul lança Refaz exclusivo para frigoríficos

Descontos chegam a 100% nos juros e multas, adesão deve ser realizada até 29 de maio.

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O governo do Estado, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RS) e da Receita Estadual, lançou a nova etapa do programa Refaz Reconstrução, para renegociação de débitos do ICMS, voltada exclusivamente para o setor de frigoríficos. A iniciativa oferece condições excepcionais para que contribuintes do ramo regularizem as dívidas com descontos de até 100% no valor dos juros e multas, com quitação ou pagamento da primeira parcela até 29 de maio.

Saiba mais detalhes sobre o Refaz Frigoríficos

As regras estão detalhadas no Decreto nº 58.567/25, na Instrução Normativa RE nº 115/25 e na Resolução PGE nº 296/25. O programa é valido para contribuintes que tenham como atividade principal as cadastradas na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) “1011-2/01 – Frigorífico – Abate de bovinos” ou “1511-3/01 – Frigorífico – Abate de bovinos e preparação de carne e subprodutos”. É possível incluir débitos constituídos ou não, inscritos ou não em Dívida Ativa, inclusive ajuizados, vencidos até 31 de dezembro de 2024.

Há duas modalidades disponíveis. A primeira é voltada à quitação dos débitos enquadráveis selecionados pelo contribuinte, com redução entre 95% e 100% nos juros e multas. Já a segunda é direcionada ao parcelamento das dívidas, com descontos entre 80% e 90% nos juros e multas, conforme o número de parcelas. A adesão ao programa pode ser feita por 194 empresas do setor. Somadas, as dívidas chegam a quase R$ 1 bilhão.

O Refaz Frigoríficos atende a uma demanda de entidades do setor. O objetivo, além de estimular a conformidade tributária, é auxiliar na recuperação do segmento, que foi fortemente impactado pelas recentes crises climáticas e por aspectos econômicos, como as sobretaxas de exportação aplicadas pelos Estados Unidos.

A adesão já está liberada, permitindo que as empresas iniciem o processo de regularização. Os contribuintes com inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes de Tributos Estaduais (CGC/TE) devem utilizar o Portal e-CAC da Receita Estadual. Os demais podem formalizar o pedido via Protocolo Eletrônico no Portal Pessoa Física da Receita Estadual, anexando formulário e documentação. Para contribuintes sem login é possível usar a área pública do site da instituição. Em caso de dúvidas, a recomendação é utilizar o Plantão Fiscal Virtual/Fale Conosco (clique aqui), selecionando o assunto “Débitos e Parcelamentos – Parcelamentos”.

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Edivilson Brum, destacou a importância da medida. “O setor de frigoríficos tem papel estratégico na cadeia produtiva do Rio Grande do Sul. Ao oferecer condições excepcionais para a renegociação de débitos, o governo do Estado contribui para a retomada da estabilidade financeira das empresas, preservando empregos e fortalecendo a atividade econômica”, destacou Brum.

 Entenda as modalidades

1) Quitação: Pagamento integral até 29 de maio de 2026. Redução de 100% nos juros e nas multas previstas nos arts. 9º e 71 da Lei nº 6.537/73 e de 95% nas multas previstas no art. 11 da Lei nº 6.537/73.

2) Parcelamento: Pagamento da parcela inicial até 29 de maio de 2026. Redução nos juros e nas multas conforme o número de parcelas:

a) 90% nos juros e nas multas, para parcelamentos em até 60 parcelas;

b) 80% nos juros e nas multas, para parcelamentos de 61 a 120 parcelas;

c) 80% nos juros e nas multas, para parcelamentos de 121 a 180 parcelas, na hipótese de empresário ou sociedade empresária em processo de recuperação judicial, ou de sociedade cooperativa em liquidação.

Obs.: O valor das prestações mensais, em qualquer modalidade, não poderá ser inferior a R$ 40,00 por crédito tributário e a R$ 300,00 por pedido. O contribuinte também pode apresentar denúncia espontânea de infração até 30 de abril de 2026 para incluir débitos ainda não constituídos no programa.

Saiba como aderir

A adesão pode ser feita:

Consulte a legislação

Fonte: Assessoria Seapi/Sefaz

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Safra de grãos bate recorde em 2025, mas IBGE projeta queda em 2026

Produção alcançou 346,1 milhões de toneladas em 2025, enquanto o primeiro prognóstico para 2026 aponta redução de 1,8%, influenciada por ajustes de área, margens menores e expectativas climáticas.

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A safra de grãos (cereais, leguminosas e oleaginosas) de 2025 atingiu 346,1 milhões de toneladas, um recorde na série histórica iniciada em 1975. A produção nacional de soja (166,1 milhões de toneladas), milho (141,7 milhões de toneladas), algodão (9,9 milhões de toneladas), sorgo (5,4 milhões de toneladas) e café do tipo canephora (1,3 milhão de toneladas) também quebrou recordes. É o que mostra o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgado hoje (15) pelo IBGE, que também trouxe o terceiro prognóstico para a safra 2026: 339,8 milhões de toneladas, com uma redução estimada em 1,8% (ou menos 6,3 milhões de toneladas), frente a 2025.

A área colhida em 2025 foi estimada em 81,6 milhões de hectares, com aumento de 3,2% (ou 2,5 milhões de hectares) frente a 2024. Contribuíram para isso os acréscimos de 5,7% na área plantada do algodão, de 11,1% para o arroz, de 3,7% para a soja, de 4,3% para o milho e de 15,6% no sorgo. Em contrapartida, houve reduções de 7,2% na área do feijão e de 18,2% na do trigo.

Produção de grãos mais que duplicou em 13 anos

A safra de 2025 teve um aumento de 18,2% frente a produção de 2024. Na série histórica do IBGE, observa-se que esses 346,1 milhões de toneladas de grãos representam mais que o dobro da produção atingida em 2012 (162,0 milhões de toneladas). Ou seja: em 13 anos, a produção de grãos do país mais do que duplicou. No entanto, a área plantada não cresceu na mesma velocidade, variando apenas 66,8% nesse mesmo período: de 48,9 milhões de hectares em 2012 e para 81,6 milhões de hectares em 2025.

Para Carlos Alfredo Guedes, gerente de Agricultura do IBGE, “os ganhos de produtividade das lavouras são frutos de anos de trabalho de pesquisa de instituições como a Embrapa, que desenvolveu vaidades adaptadas aos diversos biomas brasileiros. Esses ganhos também se devem às decisões dos produtores rurais, de investirem cada vez mais em tecnologias avançadas, visando alcançar o máximo do potencial produtivo das plantas”.

Alfredo, observa, ainda, que o recorde de 2025 se deveu, principalmente, às performances da soja, do milho e do algodão, devido às condições climáticas bastante favoráveis, no ano.

Mato Grosso concentrou 32,0% da produção de grãos do país em 2025

A região Centro-Oeste concentrou mais da metade (51,6%) da produção de grãos do país em 2025, com 178,7 milhões de toneladas. A região Sul veio a seguir, com 86,3 milhões de toneladas, ou 24,9% do total. A produção de grãos das demais regiões também foi significativa, mas ficou abaixo dos 10%: Sudeste, com 31,1 milhões de toneladas, ou 9,0%; Nordeste, com 27,7 milhões de toneladas ou 8,0% e Norte, com 22,3 milhões de toneladas, ou 6,5%.

Entre os estados, Mato Grosso foi o maior produtor nacional de grãos em 2025, com participação de 32,0%, seguido pelo Paraná (13,5%), Goiás (11,3%), Rio Grande do Sul (9,3%), Mato Grosso do Sul (8,1%) e Minas Gerais (5,5%). Juntos, estes seis estados concentram praticamente 80% (79,7%) da safra de grão do país.

Em 2026 safra brasileira de grãos deve recuar

Foto: Gilson Abreu

Para 2026, o prognóstico do IBGE é que a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas, tenha uma retração de 1,8%, chegando a 339,8 milhões de toneladas, ou 6,3 milhões de toneladas a menos do que a safra de 2025. O gerente de Agricultura do IBGE observa que essa retração está ligada, principalmente, às culturas do milho, do sorgo e do arroz. “Como safra de 2025 foi muito boa para esses produtos, partimos de um patamar elevado de comparação, algumas dessas culturas ainda serão implantadas na segunda safra, então dependemos da janela de plantio e das condições climáticas para termos estimativas mais apuradas. Além disso, as margens de lucro estão reduzidas, devido aos preços baixos, o que tem desestimulado os produtores a aumentar a área e os investimento nas lavouras”.

Em seu prognóstico de dezembro para a safra 2026, o IBGE espera aumentos de produção no Paraná (1,5%), no Rio Grande do Sul (25,2%), no Piauí (16,9%)) e em Rondônia (0,5%). Por outro lado, são esperados declínios no Mato Grosso (-7,9%), em Goiás (-8,0%), no Mato Grosso do Sul (-6,8%), em Minas Gerais (-1,7%), na Bahia (-4,7%), em São Paulo (-4,8%), no Tocantins (-2,9%), no Maranhão (-0,7%), no Pará (-8,6%), em Santa Catarina (-1,6%) e em Sergipe (-7,4%).

Em 2026, o LSPA do IBGE vai incluir a canola e o gergelim, produtos que vêm ganhando importância na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas nos últimos anos.

Sobre o LSPA

Implantado em novembro de 1972, o LSPA fornece estimativas mensais sobre quantidade produzida, área plantada, área colhida e rendimento médio dos produtos agrícolas mais importantes. O levantamento permite acompanhamento de cada cultura investigada, desde a intenção de plantio até o final da colheita e, ainda, o prognóstico da próxima safra, com base em levantamentos específicos em outubro, novembro e dezembro. Acesse os dados no Sidra. A próxima divulgação do LSPA, referente a janeiro de 2026, será em 12 de fevereiro.

Fonte: Agência IBGE
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Aletéia Balestrin inicia gestão do Nucleovet com foco em capacitação e protagonismo profissional

Médica-veterinária assume a presidência do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas para o biênio 2026/2027.

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Aletéia Balestrin inicia gestão com foco em capacitação e protagonismo profissional - Foto: Nucleovet

Fortalecer o Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), estimular a formação de novas lideranças, ampliar capacitações, promover o conceito de saúde única e inovar na realização dos Simpósios Brasil Sul de Avicultura, Suinocultura e Bovinocultura de Leite estão entre os principais objetivos da nova diretoria da entidade, que projeta uma atuação ainda mais próxima e alinhada às demandas atuais da comunidade veterinária e zootécnica.

Nesta entrevista, a presidente da gestão 2026/2027, médica-veterinária Aletéia Britto da Silveira Balestrin, destaca alguns objetivos da entidade para os próximos anos.

O que a motivou a assumir a presidência de uma das entidades mais atuantes de SC?

Antes de tudo, o carinho e o sentimento de pertencimento que construí com a entidade ao longo dos anos. Sempre acompanhei de perto o trabalho do Núcleo e vi de dentro o quanto ele transforma pessoas, fortalece profissionais e faz diferença real no nosso setor. Em muitos momentos da minha trajetória o Nucleovet foi inspiração, aprendizado e ponto de apoio.

Assumir a presidência nasceu desse vínculo. Senti que era o momento de retribuir tudo o que recebi, de colocar minha energia e minha experiência a serviço de algo maior. É uma mistura de orgulho, responsabilidade e entusiasmo. Eu acredito profundamente no potencial do nosso grupo, na força da união e na capacidade que temos de continuar crescendo, inovando e representando a classe e Santa Catarina com excelência. No fundo, o que realmente me motivou foi a vontade genuína de contribuir com pessoas que admiro, por uma causa em que acredito, num lugar que considero uma extensão da minha própria caminhada profissional.

Quais são as metas e os objetivos para esses dois anos de mandato?

Minhas metas e objetivos estão muito conectados ao propósito que me trouxe até aqui: fortalecer o Nucleovet como uma entidade cada vez mais relevante, humana e presente na vida dos profissionais e das instituições que fazem parte do nosso setor.

Quero, primeiro, consolidar e ampliar o que já funciona bem, nossos eventos, capacitações e ações técnicas, mantendo o alto nível que sempre marcou o Nucleovet, mas trazendo também novas abordagens, temas atuais e formatos que aproximem ainda mais a comunidade veterinária.

Outra meta importante é intensificar o diálogo e as parcerias. Acredito no poder da cooperação, seja com órgãos públicos, universidades, empresas ou outras entidades. Abrir portas, criar pontes e trabalhar de forma integrada é essencial para que possamos evoluir como classe e como setor.

Também quero olhar com atenção para as pessoas: apoiar a formação contínua, estimular a participação de novos profissionais, dar espaço a diferentes perfis e incentivar a construção de lideranças. Meu objetivo é que o Nucleovet seja, cada vez mais, um ambiente acolhedor, moderno e inspirador.

Desejo deixar um legado de continuidade, fortalecer a instituição para que siga crescendo muito além da minha gestão, com processos mais estruturados, comunicação eficiente e uma visão estratégica que acompanhe as transformações do agro e da Medicina Veterinária.

Na sua avaliação, quais as principais aspirações da classe de médicos veterinários e zootecnistas?

Elas estão ligadas ao reconhecimento, ao desenvolvimento e às condições para exercerem seu trabalho com dignidade e impacto. Somos profissionais que carregam uma enorme responsabilidade com a saúde animal, com a produção de alimentos, com o meio ambiente e, no fim das contas, com a sociedade como um todo, e isso faz com que algumas demandas sejam muito claras.

Acredito que a primeira grande aspiração da classe é ter valorização profissional real. Reconhecimento técnico, remuneração justa, respeito às atribuições e espaço para atuar com autonomia são pontos frequentemente mencionados e sentidos no dia a dia.

Outra aspiração importante é acesso a atualização constante. Nosso setor evolui rapidamente, seja em tecnologia, sanidade, bem-estar animal ou sistemas produtivos. Por isso, muitos profissionais buscam oportunidades de capacitação de qualidade, que sejam práticas e que realmente façam diferença na rotina.

Também percebo um desejo crescente de pertencimento e representatividade. A classe quer sentir que tem voz, que é ouvida, que suas preocupações são levadas adiante por entidades comprometidas e atuantes. Participar de espaços onde decisões são construídas de forma coletiva é algo que fortalece muito o sentimento de união.

E, por fim, existe uma aspiração muito humana: ter condições de trabalho que permitam exercer a profissão com propósito, com ética, com segurança, com estrutura e com orgulho da trajetória escolhida. No fundo, todos querem contribuir de maneira positiva e deixar um legado no setor.

Como os profissionais vinculados ao Nucleovet podem atuar junto à entidade em busca de conhecimentos, tecnologias e inovações?

O primeiro passo é participar dos eventos, cursos e comissões promovidos pela entidade, que são justamente pensados para oferecer atualização constante e atuação nos nossos eventos. Outra forma importante é contribuir com sugestões, demandas e experiências práticas, ajudando a direcionar temas, identificar necessidades e construir agendas relevantes para a classe. Essa troca direta fortalece todo o ecossistema. Também é fundamental engajar-se nos projetos, comissões e iniciativas internas, abrindo espaço para networking, acesso a diferentes realidades e interação com especialistas, empresas e instituições parceiras. Por fim, a participação ativa, seja compartilhando informações, seja aproximando novos profissionais, cria um ambiente fértil para que o Nucleovet siga sendo um polo de inovação, aprendizado e referência técnica.

Quais as novidades para os Simpósios de Avicultura, Suinocultura e Bovinocultura de Leite?

O Nucleovet está estruturando um conjunto de novidades que reforçam o posicionamento técnico da entidade e a relevância desses eventos no cenário nacional. O ano de 2026 é muito especial porque além de estarmos completando 55 anos como entidade, comemoraremos 15 anos de edições do SBSBL.

Podemos citar de maneira prática: qualificação da programação científica, com curadoria ainda mais criteriosa, priorizando temas emergentes, pesquisas recentes e especialistas reconhecidos no Brasil e no exterior. Ampliação dos espaços dedicados à inovação e tecnologia, permitindo maior aproximação entre profissionais, empresas e centros de pesquisa. Melhoria na estrutura dos eventos, com ambientes planejados para favorecer interação e troca de experiências entre diferentes elos da cadeia produtiva. Novos formatos de conteúdo, como painéis temáticos e debates orientados por dados, fortalecendo a discussão técnica e a aplicação prática do conhecimento. Integração entre educação continuada e desenvolvimento profissional, reforçando o compromisso do Nucleovet com a formação de lideranças e a valorização da classe.

Essas iniciativas têm como objetivo elevar ainda mais o nível técnico dos simpósios, consolidando-os como plataformas estratégicas para disseminação de conhecimento, atualização profissional e fortalecimento das cadeias produtivas.

Em 2026 o Nucleovet completa 55 anos. Como você visualiza os próximos anos da entidade?

Quando penso nos próximos anos do Nucleovet, especialmente ao celebrarmos 55 anos em 2026, vejo uma entidade que não apenas honra sua história, mas que se projeta com força para o futuro. Nosso legado nos dá base, mas é o nosso propósito que nos impulsiona. Visualizo um Nucleovet ainda mais aberto, inovador e conectado. Um espaço onde profissionais se encontram para aprender, trocar experiências e construir soluções que realmente transformem o nosso setor. Uma entidade capaz de unir tradição e modernidade, mantendo a essência que sempre nos guiou, mas com energia renovada para enfrentar os desafios de um mundo em constante evolução. Acredito que os próximos anos serão marcados por mais participação, mais colaboração e mais protagonismo. Vejo o Nucleovet liderando diálogos importantes, aproximando gerações, estimulando novas lideranças e ampliando sua presença como referência técnica e humana. Mais do que acompanhar as mudanças, queremos ser parte delas. E construir, junto com todos os profissionais, um futuro em que a Medicina Veterinária e a Zootecnia sigam avançando com conhecimento, ética, união e propósito.

Que mensagem você deixa para os associados e parceiros do Nucleovet?

Quero deixar uma mensagem do coração: obrigada por caminharem conosco. Cada um de vocês faz parte da história, da força e do propósito do Nucleovet. É a confiança de vocês que nos move, que nos desafia e que nos inspira a buscar sempre mais. Quando olhamos para tudo o que já construímos juntos, vemos muito mais do que eventos e projetos. Vemos pessoas comprometidas, profissionais apaixonados pelo que fazem, relações que se fortalecem e um sentimento genuíno de pertencimento. É isso que nos torna especiais. Quero que cada associado e parceiro saiba que são essenciais. Que suas ideias importam, que sua presença faz diferença e que o Nucleovet é, antes de tudo, uma casa construída por muitos e para muitos. Sigamos juntos, com entusiasmo, união e confiança no futuro. Ainda há muito para realizar, e é uma alegria saber que podemos contar uns com os outros para ir ainda mais longe. Meu mais sincero obrigada.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Zootec 2026 promove integração inédita para discutir o futuro da Zootecnia

Congresso será realizado em maio, na UFV, e reunirá 12 eventos simultâneos com foco em inovação, sustentabilidade e inteligência artificial.

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Foto: Divulgação/Zootec

O 35º Congresso Brasileiro de Zootecnia (Zootec) será realizado entre os dias 20 e 23 de maio, na Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais. O evento deve reunir estudantes, profissionais, pesquisadores e empresas de todo o país em um dos mais tradicionais fóruns de discussão e atualização da Zootecnia brasileira.

Com o tema “A Zootecnia dos Próximos 100 Anos”, o congresso integra a programação comemorativa do centenário da UFV, instituição reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência no ensino, na pesquisa e na extensão em ciências agrárias. A realização é conjunta com a Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ), reforçando o caráter técnico-científico e a representatividade do evento no setor.

Reconhecida pela organização de grandes encontros na área, a UFV traz em 2026 uma proposta inédita: a realização simultânea de todos os seus simpósios periódicos dentro da programação do 35º Zootec. A iniciativa amplia a integração entre áreas e concentra, em um único ambiente, diferentes fóruns especializados da Zootecnia.

Ao todo, serão 12 eventos realizados de forma simultânea, contemplando todas as áreas da profissão. Estão previstos o 14º SIMCORTE (Produção de Bovinos de Corte), 12º SIMBRAS (Agropecuária Sustentável), 12º SIMFOR (Manejo Estratégico de Pastagens), 11º SIMLEITE (Bovinocultura Leiteira), 4º SIMMELHOR (Genética e Melhoramento Animal), 3º Workshop de Produção e Nutrição de Aves e Suínos, 2º SIMCCARNE (Ciência da Carne), 4º SIMEQ (Equideocultura), 2º Workshop de Inteligência Artificial Aplicada à Pecuária, 4º Simpósio de Ambiência e Bem-estar Animal, além do 1º Simpósio de Aquicultura e do 1º Simpósio de Produção de Pequenos Ruminantes.

A programação contará com palestras, mesas-redondas, workshops, apresentações de trabalhos científicos e atividades técnicas, promovendo a troca de conhecimento entre a academia, o setor produtivo e o mercado. Temas como sustentabilidade, inovação tecnológica, inteligência artificial, bem-estar animal e valorização profissional estarão no centro dos debates.

Consolidado como um dos maiores eventos da área no país, o Zootec 2026 reforça seu papel estratégico no desenvolvimento da Zootecnia brasileira e na construção de soluções para os desafios atuais e futuros da produção animal. Mais informações estão disponíveis no site oficial do evento.

Fonte: Assessoria Zootec
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