Conectado com

Notícias

Ricardo Ribeiral é reconduzido como presidente Sindirações e anuncia a composição da nova gestão

Novo conselho do Sindirações tomou posse na quinta-feira (1º), com Ricardo Araujo Ribeiral mantido como presidente da entidade para mais uma gestão, que engloba o período de setembro de 2022 até agosto de 2025.

Publicado em

em

Ricardo Ribeiral segue como presidente do Sindirações até agosto de 2025

O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) realizou, na quinta-feira (1º), a solenidade de posse da nova diretoria executiva e dos conselhos administrativo e fiscal para o período de setembro de 2022 até agosto de 2025. Ricardo Araujo Ribeiral foi mantido como presidente da entidade, dando continuidade ao mandato que foi de setembro de 2019 a agosto de 2022.  No comando da entidade, Ribeiral contará com o apoio de Ariovaldo Zani, que mantém o cargo de CEO do Sindirações.

Neste segundo mandato, Ribeiral renova o compromisso de continuar atuando fortemente junto aos associados com relação às suas necessidades, e junto ao governo na simplificação de procedimentos e burocracias, visando leis modernas capazes de destravar e acelerar o aumento da produção no país. “Vamos manter a atuação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como por exemplo a PL do autocontrole, que é extremamente importante para minimizar a burocracia, otimizar a mão de obra dos fiscais e manter a produtividade do Brasil em alta”, afirma.

Com relação aos serviços, a nova gestão irá manter os cursos e treinamentos, posicionando o Sindirações como fonte de conhecimento para dar suporte aos associados nas certificações e demais demandas técnicas existentes. Outro objetivo será manter o trabalho em conjunto com outras entidades na busca do melhor entendimento e dos parâmetros corretos para a análise tão importante da equivalência de carbono, ajudando na construção das métricas que darão o direcionamento de como esses mercados vão acontecer no futuro.

Segundo  Ribeiral, outro objetivo muito importante para esta nova gestão é buscar junto com os associados uma maneira da gente estruturar melhor as informações do nosso setor para cada vez mais a gente ser o centro da busca das informações mais fidedignas com relação à alimentação animal no mercado nacional.

Ariovaldo Zani continua como CEO do Sindirações, cargo que ocupa há 15 anos – Fotos: Divulgação/Sindirações

Conforme Zani, a entidade vai continuar empregando todos os esforços em prol dos parceiros agropecuaristas. “Haja vista nossa vocação comum na solução dos desafios, na defesa das relações comerciais através da singular competitividade nacional e no flagrante entusiasmo, que mesmo diante do atual cenário adverso, continuamos empregar tanta tecnologia capaz de assegurar invejáveis índices zootécnicos e simultaneamente mitigar as indesejáveis emissões dos gases do efeito estufa, contribuindo assim com a segurança alimentar e o controle do aquecimento global”, reforçou o CEO do Sindirações.

A diretoria executiva do Sindirações ainda é composta pelo vice-presidente Celso do Amaral Mello Junior, tesoureiro Mauricio Beck Graziani, secretário Sergio Carlo Franco Morgulis e pelos diretores Gustavo Luz Penz, André Luiz Litmanowicz e Nelson de Souza Lopes.

Integram o Conselho de Administração Ana Carolina Costa Carregaro, André Luiz Litmanowicz, Augusto José Adami, Camila Colin Lourencini, Celso do Amaral Mello Junior, Edgar Issamu Ishikawa, Fabio Duarte Stumpf, Francisco Carnino, Gustavo Luz Penz, Henrique Guimarães Fernandes, Mario Sergio Cutait, Mauricio Beck Graziani, Nelson de Souza Lopes, Patrick Louis Lieven Pauwelyn, Ricardo Araujo Ribeiral, Ricardo Joseph Khatchadourian, Roberto Ignacio Betancourt, Rodolfo Agustin Pereyra, Roger William Solitão, Sergio Carlo Franco Morgulis e Sheila Guebara de Souza.

E fazem parte do Conselho Fiscal como membros titulares Carlos de Vasconcellos Koermandy, Flauri Ademir Migliavacca e Thiago Augustus Santiago Neves, além dos suplentes Mário Renck Real, Odair Costa Vieira e Ranieri Silva Torsineli.

Fonte: Ascom

Notícias

Vendas externas do Paraná avançam em mercados asiáticos e europeus

Exportações para seis países cresceram significativamente no primeiro bimestre e já representam mais de 10% do total embarcado pelo estado.

Publicado em

em

Foto: Jonathan Campos

As exportações paranaenses para alguns mercados asiáticos e europeus cresceram de forma significativa neste ano. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), organizados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), as vendas estaduais para Japão, Singapura e Filipinas avançaram, respectivamente, 107%, 103% e 124% no 1º bimestre de 2026, em comparação a idêntico período de 2025. Ou seja, dobraram de tamanho.

No caso das vendas para o mercado japonês, o aumento foi sustentado principalmente pela carne de frango, enquanto as exportações para Singapura e Filipinas apresentaram crescimento alicerçado no petróleo e na carne suína, respectivamente.

Em trajetória similar à desses países asiáticos, as receitas geradas pelo comércio com a Noruega progrediram 176% no 1º bimestre, posicionando-se entre as taxas de crescimento das vendas estaduais para a Polônia (282%) e a Dinamarca (130%). Para a Noruega, o destaque é o incremento das exportações de torneiras e válvulas, e para a Polônia e a Dinamarca a ampliação do comércio envolve o farelo de soja.

Juntos, os seis mercados passaram a responder por 10,1% das exportações totais do Paraná, muito acima da participação de 4,1% registrada nos dois primeiros meses de 2025.

Segundo Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, um dos diferenciais das exportações do Estado diz respeito à diversidade de mercados e produtos, o que as tornam menos dependentes de compradores específicos. “Nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, as mercadorias paranaenses alcançaram 183 mercados, em transações que envolveram cerca de 3 mil itens diferentes”, afirma.

Balança comercial

De maneira geral, o Paraná alcançou US$ 3,1 bilhões em movimentação de vendas para outros países em 2026. Apenas em fevereiro foram US$ 1,7 bilhão. Os principais produtos exportados foram carne de frango (US$ 698 milhões), soja em grão (US$ 425 milhões), farelo de soja (US$ 191 milhões) e papel (US$ 137 milhões). Entre os principais produtos o maior aumento de vendas aconteceu cm óleo de soja bruto, com 98% (de US$ 55 milhões para US$ 110 milhões).

OS principais destinos no primeiro bimestre foram China (US$ 581 milhões), Argentina (US$ 130 milhões), Índia (US$ 108 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 106,8 milhões) e México (US$ 106,6 milhões). O comércio com a Índia também registrou crescimento expressivo em 2026, chegando a um aumento de 95%.

A balança comercial está no patamar de US$ 434 milhões, que é a diferença entre US$ 3,1 bilhões de exportações e US$ 2,7 bilhões de importações.

Fonte: AEN-PR
Continue Lendo

Notícias

Levantamento nacional quer medir impactos dos javalis na agropecuária brasileira

Pesquisa conduzida pelo Mapa reúne informações de produtores e manejadores para subsidiar ações de controle.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está conduzindo uma pesquisa nacional para mapear a presença de javalis no meio rural, iniciativa fomentada pelo Grupo de Trabalho (GT) de Javalis do Paraná. A importância do levantamento fez parte da reunião do GT, na terça-feira (10), como forma de reunir informações quantitativas e qualitativas sobre a presença do animal e os impactos no campo. A previsão é que os resultados sejam divulgados no segundo semestre deste ano.

Posteriormente, os dados coletados vão ajudar a dimensionar o avanço da espécie no país e na construção de propostas e pleitos voltados ao enfrentamento do problema que afeta diretamente a produção agropecuária. O questionário está disponível para participação de produtores rurais e manejadores autorizados até 31 de maio.

Presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette: “Esse levantamento é fundamental para que possamos dimensionar o problema” – Foto: Divulgação/Sistema Faep

“Esse levantamento é fundamental para que possamos dimensionar o problema. Com a participação dos nossos produtores, teremos um retrato mais claro da presença dos javalis no campo e dos prejuízos causados. A partir dessas informações, será possível discutir medidas mais eficazes para o controle dessa espécie”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

O Sistema Faep orienta que produtores rurais que já tenham avistado javalis em suas propriedades e/ou que tenham registrado prejuízos causados pelos animais respondam ao questionário. Mesmo aqueles que não tenham tido contato direto com os animais podem contribuir divulgando a iniciativa para outros produtores que enfrentam essa situação.

A mobilização também inclui os manejadores autorizados que atuam no controle populacional da espécie. Caso o produtor conheça profissionais que realizam esse trabalho, a recomendação é compartilhar o link da pesquisa para ampliar o alcance do levantamento e fortalecer a base de informações sobre o tema.

“Os dados até o momento são preliminares, e o levantamento depende desses questionários complementares”, destaca a representante do Mapa, Juliane Galvani.

Pesquisa para produtores rurais

Pesquisa para manejadores

Cartilha orienta produtores sobre riscos e controle

Como parte das ações de orientação aos produtores rurais, o Sistema Faep elaborou uma cartilha que aborda os riscos causados pelos javalis em diferentes áreas, incluindo impactos econômicos, ambientais e sanitários.

Disponibilizado gratuitamente no site da entidade, o material tem caráter orientativo e reúne informações que vão desde o histórico da presença do animal no Brasil até as normas que regulamentam o controle populacional por meio da caça.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
Continue Lendo

Notícias

Eficiência na produção animal exige soluções além da nutrição tradicional

Painel da Reunião Anual do CBNA reúne dia 14 de maio especialistas e executivos para discutir soluções que vão além da formulação de dietas para aves, suínos e bovinos.

Publicado em

em

Tecnologias emergentes, novas legislações e estratégias produtivas que ultrapassam a nutrição tradicional estarão no centro do painel “Soluções além da nutrição”, marcado para 14 de maio, das 09 às 12 horas, durante a programação técnica da 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, que vai ser realizada de 12 a 14 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Coordenado pelo zootecnista membro da Diretoria Técnica do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), Fabio Catunda, o painel reúne executivos e especialistas de empresas líderes para discutir soluções aplicáveis à realidade produtiva brasileira e internacional.

Entre os destaques está a palestra sobre a Lei de Bioinsumos, ministrada pelo CEO da Korin, Luiz Carlos Demattê Filho, que vai abordar impactos regulatórios e oportunidades estratégicas para produtores e indústrias. A programação inclui ainda a apresentação do gerente de Nutrição de Suínos da ADM, Vitor Hugo Moita, que tratará da formulação de dietas para suínos em diferentes mercados, destacando adaptações nutricionais para cenários econômicos e regionais distintos.

O zootecnista membro da Diretoria Técnica do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), Fabio Catunda. “Hoje, eficiência produtiva depende de um olhar sistêmico. Nutrição continua sendo pilar central, mas resultados consistentes exigem integração com tecnologia, legislação, processamento e gestão”.

Na área de processos industriais, o médico veterinário e nutricionista da Seara, Leopoldo Malcorra de Almeida, vai apresentar estratégias para otimizar o retorno produtivo por meio de melhorias nos processos de fabricação na avicultura. Fechando o painel, o representante da Tietjen, Arturo Sánchez Carvajal, vai abordar inovações em moagem fina e controle de qualidade em tempo real como ferramentas para redução de custos e aumento da competitividade. “Hoje, eficiência produtiva depende de um olhar sistêmico. Nutrição continua sendo pilar central, mas resultados consistentes exigem integração com tecnologia, legislação, processamento e gestão. Este painel foi desenhado para entregar exatamente essa visão prática ao participante”, afirma Catunda.

A Reunião Anual do CBNA tem como proposta reunir especialistas da academia e da indústria para discutir tecnologias, tendências e desafios que impactam diretamente a competitividade das cadeias de aves, suínos e bovinos. A expectativa é de que os debates sirvam como base para decisões estratégicas de profissionais, empresas e investidores do setor.

As inscrições com desconto para a Reunião Anual podem ser confirmadas até o dia 25 de março através do site do evento, acesse clicando aqui. Após essas datas, as taxas serão reajustadas. O CBNA vai realizar outros dois eventos simultaneamente no mesmo local. Um deles é o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, no dia 12 de maio, e outro é o 25º Congresso CBNA Pet, nos dias 13 e 14 de maio. Toda essa programação será paralela à Fenagra, Feira Internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa.

Fonte: Assessoria CBNA
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.