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Ricardo Lippke aborda reações adversas causadas por vacinas na PORKEXPO 2018
Especialista trará os aspectos zootécnicos, econômicos e de bem-estar animal sobre o tema
Especialista em microbiologia veterinária e sanidade suína, Ricardo Lippke, que também é supervisor Técnico Suínos da Boehringer Ingelheim do Brasil, abordará em sua palestra na PorkExpo 2018 o tema: “Reações adversas causadas por vacinas – aspectos zootécnicos, econômicos e de bem estar animal”. A 16ª edição do evento e IX Congresso Internacional de Suinocultura, será realizada em Foz do Iguaçu, PR, de 26 a 27 de setembro, no Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention.
O uso de vacinas na suinocultura como medida preventiva implica na redução do uso de tratamentos com antibióticos, além de uma redução do risco de comprometimento em seu desempenho produtivo com as doenças para as quais foram imunizados. Como explica os pesquisadores da Embrapa Suíno e Aves, Luizinho Caron, Wagner Loyola e Nelson Morés, em estudo. Para eles, o uso de vacinas é uma forma barata de evitar ou minimizar perdas devido a doenças infecciosas, seja elas, enfermidades epizoóticas ou doenças da produção (Amaral et al., 2006). Mesmo que as vacinas representem uma pequena parcela, mas mesmo assim, importante no custo de produção, seu uso deve ser racional e como um instrumento, dentro de um programa de prevenção, associado à administração correta das mesmas, isso é fundamental para se garantir o retorno econômico esperado. A vacinação não deve ser feita às pressas, os trabalhadores responsáveis pela vacinação devem ser treinados e conscientizados quanto à importância delas.
Por isto, apesar das vacinas serem uma importante ferramenta para prevenção das principais enfermidades na suinocultura, a sua escolha deve levar em consideração não apenas a eficácia e praticidade mas também a segurança. “É nesse contexto que entra as reações adversas causadas por vacinas que muitas vezes é negligenciado na prática”, explica Lippke. Que classificará, durante sua palestra, os tipos de reações mais comuns (locais e sistêmicas) além de trazer resultados do impacto zootécnico, econômico e no bem estar animal que essas reações podem causar nos suínos. “Do mesmo modo que irei demonstrar como a evolução na produção de vacinas propiciou uma redução das reações adversas sem perder a sua eficácia”, completa.
Fonte: Assessoria

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.


