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Revolução digital moderniza o processo de vacinação de aves

Especialista da Phibro Saúde Animal explica o conceito 4.0, que está em todos os debates sobre a produção animal no Brasil.  

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Sensores, ferramentas computacionais avançadas e técnicas estatísticas modernas para coleta massiva de dados e em tempo real, além do uso de inteligência artificial para interpretar e gerar resultados a partir de padrões não captados pelo cérebro humano. Este é o futuro da produção animal brasileira. E o futuro já chegou. A Produção Animal 4.0 já é uma realidade no país e tem sido uma importante aliada para a lucratividade dos produtores, bem como para a garantia do bem-estar animal, aumento da produtividade e confiabilidade dos dados.

“A expressão Pecuária 4.0 uma analogia à Indústria 4.0, que, por sua vez, faz referência à 4ª Revolução Industrial. Esta revolução digital iniciou-se na virada do século XXI e tem auxiliado no resultado produtivo da produção animal, mesmo sem ser amplamente conhecida ou entendida pelo público”, afirma Eric Culhari, mestre em bioclimatologia e bem-estar animal e especialista pHi-Tech da Phibro Saúde Animal.

A Phibro explora o conceito de internet das coisas (ou IoT, na sigla da versão em inglês Internet of Things) para produzir tecnologias disruptivas que se enquadrem na constante e ágil evolução digital da produção animal. Um exemplo é o pHi-Tech, inovador sistema de gerenciamento de vacinação de aves de ciclo longo. A ferramenta conta com três componentes: equipamento de injeção, aplicativo para celular e modo analítico para web.

“O sistema, totalmente ligado ao objetivo da avicultura de precisão, permite que tenhamos uma visão ampla de todo o processo de vacinação das aves, bem como uma aplicação precisa, promovendo correções em tempo real e gerenciando os dados de todo o processo, com visibilidade de todas as informações da granja”, explica Culhari. “Isso ajuda a ser mais eficaz na prevenção de doenças com alto potencial para impactar a produção de carne e de ovos, tão importante para o país.”

 

Evolução e revolução da produção animal

Ainda que a expressão “Pecuária 4.0” esteja ligada à mais recente evolução da indústria, o zootecnista da Phibro explica que o desenvolvimento da produção animal é muito anterior à 1ª Revolução, iniciada na Inglaterra na década de 1760, com o surgimento das máquinas a vapor. A “1ª Revolução da Produção Animal” ocorreu há mais de 500.000 anos, quando arqueólogos acreditam que o homem passou a domesticar os primeiros animais, dando início à atividade pecuária.

“A domesticação possibilitou que a energia da caça fosse redirecionada para outros fins. A partir disso, a 2ª Revolução – iniciada após a Segunda Guerra Mundial – estabeleceu o método científico para o incremento da produção. Com isso, houve alterações na sociedade e o êxodo rural aumentou a população urbana, alterando a dinâmica alimentícia e de criação de animais. Afinal, se antes as pessoas produziam para subsistência, agora grande parcela necessita adquirir proteínas para de alimentar”, diz Culhari.

Todos esses desafios culminaram, na segunda metade do século passado, na 3ª Revolução Industrial, quando computadores e outros eletrônicos chegaram para substituir meios analógicos para gerar, armazenar e analisar dados. Na produção animal, especialmente de aves, não foi muito diferente. A informática passou a ser determinante para a alta performance de propriedades modernas, que buscam a produção de alimentos com sustentabilidade para um mundo em constante expansão.

“Com o avanço da eletrônica e da capacidade computacional, dados antes registrados e armazenados fisicamente, em folhas de papel, passaram para planilhas eletrônicas, facilitando a análise e a visualização dos resultados obtidos. Além disso, equipamentos, como alimentadores automáticos, passaram a ser vistos em granjas de suínos e aves, ordenha mecanizada em sistemas de produção leiteira, entre outros equipamentos”, detalha o mestre pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A produção avícola passou por intensa transformação nos últimos anos, o que resulta na modernização dos galpões, por meio da adoção de modernas tecnologias de manejo ambiental e biosseguridade, entre outras. “No entanto, o processo de vacinação injetável sofreu pouca interferência desse processo de modernização. Estamos trabalhando para mudar essa realidade, por meio do sistema pHi-Tech. Com ele, a revolução digital chega às granjas com maior eficácia”, ressalta Eric Culhari.

Fonte: Assessoria
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BRF define meta de 10% de sua receita em investimentos de inovação em 2023

Somente neste ano, a Companhia engajou mais de 150 startups com o lançamento do brfHub, a plataforma de conexão global com startups

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A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, possui diversas iniciativas que nasceram por meio da sua área de inovação. Para comemorar o Dia Nacional de Inovação, a empresa faz um balanço positivo de ações voltadas ao ecossistema de inovação aberta. No ano passado foram investidos 3% da receita no mercado doméstico à inovação e a expectativa em 2023 é de 10%. Segundo a revista especializada em tecnologia, Fast Company, na América Latina, o Brasil lidera o mercado da inovação.

A história da BRF evidencia o DNA de inovação da empresa, que, com suas marcas, entre elas Sadia, Perdigão e Qualy, acompanha as transformações dos hábitos de consumo no Brasil e no mundo. Além disso, a Companhia reforça o conceito de empresa inovadora, que investe em tecnologia para garantir cada vez mais produtos de qualidade e que colaborem com o meio ambiente. Com a área de inovação, o intuito da BRF é viabilizar ideias certeiras e acelerar o desenvolvimento das tecnologias para prover novas soluções.

Olheiros de Inovação

O programa Olheiros de Inovação, que já gerou cerca de mil ideias de produtos para o portfólio, está sendo acelerado. “De forma colaborativa, fomentamos diferentes instituições dedicadas ao mapeamento e à identificação de tecnologias que podem impactar nossa cadeia ou criar oportunidades para a BRF entrar em novas categorias. Evoluímos, ainda, para ampliar nosso modelo de inovação aberta. Somente neste ano, engajamos mais de 150 startups com o lançamento do brfHub, a nossa plataforma de conexão global com startups”, ressalta o diretor de Inovação, Sergio Pinto.

Inovação Aberta Global

A BRF ampliou sua conexão com o ecossistema de inovação aberta, em nível internacional, com a formalização de uma parceria com a empresa israelense Ibi-Tech.  Com isso, a BRF, por meio do brfHub, passa a ter conexão direta com o ambiente empreendedor de Israel, considerado um dos principais polos de inovação tecnológica do mundo. O brfHub existe desde 2016 e é o programa de relacionamento da BRF com o ecossistema de inovação aberta no Brasil e no exterior, com o objetivo de estimular parcerias que criem inteligência e agilidade na geração de novos negócios e soluções competitivas para a Companhia. Israel é considerado referência global em empresas de tecnologias disruptivas para setores como o de alimentos (foodtechs) e relacionados ao agronegócio (agtechs).

“A BRF tem um papel importante na alimentação do Brasil e do mundo, e a parceria com o Ibi-Tech deverá contribuir com o propósito do brfHUB em ser o ponto de conexão entre o mundo de alimentos e agentes de inovação, conectando nossa empresa com empreendedores e pesquisadores em nível global”, afirma Sergio Pinto.

Programa Conexão Startup

A empresa participa do Programa Conexão Startup Indústria 4.0 da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI, e lançou o EMERGE Labs BRF, programa que atrai acadêmicos empenhados em criar soluções para redução de desperdício e segurança dos alimentos. “Acreditamos que podemos e devemos estar entres os principais agentes de inovação em nível global, conectando nossa empresa com empreendedores e pesquisadores. Os assuntos que trabalhamos são redução do desperdício, segurança alimentar, conveniência e saudabilidade”, conclui o diretor de Inovação da BRF.

Fonte: Assessoria
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BRANDT do Brasil fortalece estrutura para expansão das atividades no Brasil

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2020 tem sido um ano vibrante para a BRANDT do Brasil, empresa especialista em nutrição vegetal, inclusive com desempenho acima das expectativas, mas 2021 promete ainda mais, com aceleração da expansão das atividades no país. Para dar suporte a esse crescimento e foco ainda maior no atendimento aos clientes, a empresa fortalece áreas-chave e amplia a equipe.

O Diretor de Inovação e Tecnologia, Antonio Coutinho, assume a diretoria da implementação da nova unidade fabril da BRANDT, na região metropolitana de Londrina (PR), além da responsabilidade pelo mercado de citros no Brasil e suporte aos países da América do Sul que também atuam na produção de frutas cítricas.

Samuel Guerreiro, que desempenhava a função de Diretor Técnico, passa a responder pela recém-criada Diretoria de Marketing e Inovação, coordenando as ações de marketing e comunicação para apoiar a expansão dos negócios.

E dando as boas vindas ao mais novo integrante da equipe, Jeferson Oles assume a posição da Diretoria Técnica da empresa, assumindo a responsabilidade de apoio às equipes e suporte ao crescimento da empresa.

Antonio Coutinho é engenheiro agrônomo, formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com mestrado em biotecnologia pela UNESP – Araraquara. Ele está na BRANDT desde 2016. Além de liderar a gestão da nova fábrica, em Cambé (PR), região metropolitana de Londrina (PR), ele faz a conexão entre Brasil e a matriz, nos Estados Unidos. “A BRANDT está em crescimento e nosso objetivo principal é ajudar os agricultores a elevar os seus níveis de produtividade, oferecendo linhas robustas de tecnologias modernas e inovadoras. Além disso, a nova fábrica nos possibilita expandir não apenas o portfólio mas a capacidade de produção”, ressalta Coutinho.

O engenheiro agrônomo Samuel Guerreiro é formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e está na BRANDT desde 2018. Com mais de uma década de experiências em agricultura, já atuou como gerente geral na área de nutrição vegetal nos Estados Unidos. “ O maior desafio na nova área de marketing envolve fortalecer a parte de inteligência de mercado juntamente com estratégias bem definidas de acesso, visando levar as soluções ao maior número de produtores de forma assertiva dentro dos manejos, respeitando as particularidades focando altas produtividades. Fazendo da alta produtividade um hábito para os produtores brasileiros através das tecnologias exclusivas da BRANDT, as quais já fazem parte do manejo dos campeões mundiais de produtividade”, destaca Guerreiro.

Jeferson Oles é engenheiro agrônomo formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), com mestrado em agricultura, pela UNESP – Botucatu. Com mais de uma década de atuação no mercado agrícola, é especialista em bioestimulantes, produtos biológicos, herbicidas e nematicidas. “Queremos ocupar espaço no crescente segmento de produtos para fisiologia e nutrição. A BRANDT tem profundo conhecimento de fisiologia vegetal e assume o desafio de romper barreiras para colocar nossas tecnologias no campo, à disposição dos agricultores. O departamento técnico tem papel fundamental nesse processo, pois por meio da disseminação do conhecimento de fisiologia vegetal, nutrição e desenvolvimento de plantas contribui para o melhor posicionamento e desenvolvimento de produtos”, enfatiza Oles.

A coordenadora de RH da BRANDT do Brasil, Edilaine dos Reis, explica que esse processo de ampliação de áreas e contratação de profissionais qualificadas e experientes contribuem para a estratégia de crescimento da empresa. “A cada ano, a BRANDT é uma empresa diferente. Em 2020, apesar da pandemia da Covid-19, não freamos o crescimento e fizemos várias contratações para a fábrica, administração, laboratório e produção, entre outros. Esse avanço consolida e fortalece ainda mais a equipe. Esse processo é contínuo porque nossos objetivos são arrojados. Queremos atrair ainda mais profissionais experientes para nos ajudar a crescer”, diz Edilaine.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Bovinos

Dedicação aos animais

Veterinário conta como transformou seu sonho de infância em profissão e reforça a importância dos cuidados no processo de secagem

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Fotos: Divulgação

Simpático, comunicativo e extremamente dedicado, assim é o veterinário João Bosco Junior. O profissional, que atua há 10 anos no Vale da Paraíba, região que é uma das maiores produtoras de leite do país, se apaixonou pela profissão ainda menino.

Foi acompanhando as atividades dos pais, no sítio onde a família trabalhava, em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, que se afeiçoou aos animais e teve a certeza que cuidaria deles para o resto da vida. “Desde criança, quando alguém me perguntava sobre profissão eu sempre dizia: ‘vou ser veterinário’. É um sonho de menino que se tornou realidade”, afirma.

Além da afinidade com os animais, o desejo por conhecimento também foi um forte propulsor de sua escolha profissional. “Acompanhava os veterinários que tratavam o rebanho no sítio e sempre perguntava sobre os processos que estavam sendo realizados. Uma coisa que me intrigava era quando um animal acabava vindo a óbito e não existia uma explicação, era sempre a mesma resposta: foi raio, foi cobra. Não havia uma averiguação, não era feita necropsia, mas eu queria compreender o que acontecia para saber como evitar aquele tipo de situação”, detalha o profissional.

João logo concluiu que seus questionamentos de menino só poderiam ser respondidos através do estudo. Assim, saiu do interior e partiu para cidade grande em busca de conhecimento.

Ingressou no Centro Universitário de Valência (UNIFAA) no Rio de Janeiro, mas a distância da família, a saudade de casa e o choque com a cidade grande quase o fizeram desistir. “Foi um período muito difícil, me lembro de estar assistindo as aulas, olhar para o telão e ver o sítio onde morava, pensava em ir embora, mas sabia que não poderia desistir para conquistar meu sonho”, conta.

Com o incentivo da mãe, conseguiu se adaptar a mudança para a nova cidade e  seguiu firme em seu propósito, concluindo seus estudos na Universidade de Vassouras. Ao voltar para sua cidade natal conseguiu emprego em uma grande fazenda leiteira com rebanho de mais de 300 animais. O primeiro desafio foi um impulsor da carreira de João.

“Foi uma conquista. Em nenhum momento tive medo do desafio, pois sempre me dediquei e estudei muito. Além disso, o senhor Francisco, conhecido na região como  ‘Chico da Dona Alzira’, que foi quem me contratou, sempre teve muita confiança no meu trabalho. Esse incentivo, somado a minha garra, trouxeram resultados positivos para essa propriedade e me fez ganhar experiência no campo rapidamente”, declara.

De lá para cá, João já atuou em fazendas de todos os portes. Hoje, atende  propriedades leiteiras com bovinos das raças jersey, girolando e holandês.Quando questionado com qual tipo de animal prefere trabalhar é incisivo. “Eu sou apaixonado pelas três raças. Sempre brinco que a minha preferida é a vaca boa, aquela que é equilibrada, que recebe os cuidados adequados e assim consegue proporcionar o desempenho que a fazenda espera”, diz.

O profissional credita seu sucesso ao fato de ter compreendido rapidamente a importância do conhecimento técnico e, principalmente, dos diferenciais do atendimento especializado.

“Acredito que atuar de forma segmentada é fundamental, pois dessa maneira é possível se manter sempre atualizado e acompanhar detalhadamente todo o processo que envolve aquele animal, desde o atendimento, tratamento, até a cura. Para mim o veterinário tem que ser igual um médico e ter uma área de atuação definida”, explica.

Com essa premissa em mente, o profissional se especializou e se tornou uma referência na região. Sua atuação é voltada para as áreas de medicina preventiva, sanidade e qualidade do leite. “Muitos colegas de profissão me procuram para fazer consultoria nesses setores. Isso é motivo de orgulho e mostra que estou no caminho certo”, afirma João.

Foi em sua busca constante por soluções que auxiliem o dia a dia no campo que conheceu e passou a utilizar o Velactis, primeiro e único facilitador de secagem existente no mercado.

O profissional aponta que o produto torna o processo de secagem mais eficiente, diminuindo o estresse dos animais e evitando o inchaço do úbere. “Com o Velactis posso manter as vacas no mesmo lote, isso evita uma série de problemas que aumentam os níveis de estresse e baixam a imunidade dos animais, o que pode estimular o surgimento de doenças, como por exemplo a mastite. O produto faz com que o processo de secagem seja feito com mais segurança e permite que a vaca mantenha seu nível produtivo. Em alguns casos, consigo realizar a secagem com 45 dias, o que significa mais eficiência e produtividade”, conta.

Outros benefícios apontados pelo profissional estão associados a manutenção do bem-estar animal. “É possível notar uma melhor ambiência, as vacas ficam mais tranquilas e não sofrem com o desconforto do enchimento do úbere. Além disso, no pós-parto também noto que os bezerros nascem mais saudáveis”, diz.

Com vasta experiência no campo, João acredita que os investimentos em soluções que tragam inovação e gerem mais eficiência são imprescindíveis para qualquer tamanho de propriedade. “As fazendas de sucesso são aquelas que planejam suas atividades e apostam sempre no conhecimento técnico”, reforça.

Quase 10 anos após seu primeiro desafio no campo, João segue na lida diária reafirmando seu amor pelos animais, pela profissão, e grato pela trajetória que proporcionou alegrias para família e até mesmo inspirou o irmão mais novo, Fabricio, a seguir o mesmo rumo. “Só tenho a agradecer por essa trajetória, de um menino humilde que se dedicou muito e conseguiu se transformar em uma referência na profissão” finaliza.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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