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Reunião vai discutir a pecuária de corte no Paraná

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Nos dias 24 e 25 de outubro, o Sindicato Rural de Guarapuava vai sediar a reunião sobre pecuária de corte do Paraná, que pretende debater temas importantes para a cadeia produtiva com técnicos e pecuaristas.  
            O evento “Onde estamos e para onde vamos?” faz parte do ciclo de reuniões da pecuária de corte promovido pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) e Conselho de Medicina Veterinária do Paraná (CRMV) e será realizado em mais sete cidades referência na produção de carne no Estado.
            O evento em Guarapuava será no dia 24, às 19 horas, no anfiteatro da entidade, para profissionais das ciências agrárias (médicos veterinários, agrônomos e zootecnistas). No dia 25, a reunião será realizada às 9 horas, para agropecuaristas da cidade e região. 
            Fará parte da programação a palestra com o professor doutor da Universidade Federal do Paraná, Paulo Rossi, com o tema “Indicadores econômicos, técnicos e de qualidade da pecuária paranaense”. Em seguida, haverá um espaço para discussão entre os participantes. 
            Segundo o médico veterinário do Departamento Técnico Econômico (DTE) da FAEP, Celso D’Oliveira, a ideia do ciclo de reuniões é discutir as dificuldades e desafios da bovinocultura de corte no Estado.  “Queremos capturar dos produtores quais são os principais entraves para o desenvolvimento e evolução da atividade, pois a pecuária vem reduzindo o número de rebanho e participação na economia paranaense. Assim,  esperamos promover uma reflexão e levantar informações estratégicas para que possamos desenvolver uma proposta de trabalho”.
            D´Oliveira comentou que a intenção é unir forças entre entidades como a  Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e universidades.  “Queremos construir um programa interinstitucional, a partir de um diagnóstico preciso, que será desenvolvido a partir de informações com os produtores e técnicos, para que se possam definir algumas ações que venham atender os anseios da cadeia produtiva”. 

Fonte: Ass. Imprensa do Sind. de Guarapuava

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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