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Retirada da vacinação contra aftosa de outros Estados preocupa SC

Retirada da vacinação em outros Estados irá demandar uma atenção ainda maior da defesa agropecuária catarinense

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A sanidade animal é assunto estratégico para Santa Catarina e a antecipação de 2021 para meados de 2019 da retirada da vacinação contra a febre aftosa pelo Paraná preocupa Santa Catarina, disse o secretário da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa. Ele participou da reunião da Câmara da Agroindústria da FIESC, realizada na quinta-feira (21), em Florianópolis. Este foi o primeiro encontro conduzido pela nova presidente da Câmara, Irani Pamplona Peters, que sucede o industrial Mario Lanznaster. 

O secretário se refere à execução do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que prevê que a suspensão gradativa da vacinação contra febre aftosa no Brasil, começando pelo Paraná já em 2019. A expectativa é de que em 2023, o Brasil seja reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como país livre de febre aftosa sem vacinação. Mesmo status conquistado por Santa Catarina em 2007.

“Vamos passar por um momento delicado esse ano. Particularmente, entendo que outros Estados ainda não estão preparados para a retirada da vacina. Depois de reconhecidos pelo Ministério da Agricultura, levamos 14 anos para sermos reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE)”, disse Gouvêa.

A retirada da vacinação em outros Estados irá demandar uma atenção ainda maior da defesa agropecuária catarinense. Atualmente, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mantém 63 barreiras sanitárias fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina que controlam a entrada e a saída de animais e produtos agropecuários. Além disso, em Santa Catarina todos os bovinos e bubalinos são identificados e rastreados, sendo proibida a entrada de bovinos provenientes de outros Estados.

“Um ponto que é fundamental e tenho colocado no Ministério da Agricultura é que temos que discutir melhor esse assunto. Todo o planejamento nacional não contempla uma forma de comprovar a origem dos animais. E esse foi o requisito básico para Santa Catarina receber o certificado da OIE. É algo que nos preocupa muito”, explicou. O secretário afirmou ainda que o Estado pode elaborar uma lei permitindo apenas a entrada de animais com origem comprovada em Santa Catarina.

“O tema sanidade animal é muito importante, uma vez que somos um Estado livre sem vacinação. Isso é um certificado de muitos anos. Estado, empresas e diversas entidades trabalharam em conjunto e temos que continuar para não perder a certificação”, reforçou a presidente Irani Pamplona.

Santa Catarina manterá certificação independente do restante do país

O Governo de Santa Catarina, iniciativa privada e produtores rurais já apresentaram ao Ministério da Agricultura a proposta de que o Estado se mantenha com a certificação independente do restante do país.  A separação de Santa Catarina garante que, por exemplo, em caso de ocorrência de febre aftosa em outro Estado, a certificação internacional catarinense não seja afetada. Nessa situação, o Estado continuaria autorizado a exportar os produtos de origem animal porque se manterá como uma zona a parte do restante do país.

Status sanitário diferenciado

O status sanitário diferenciado de Santa Catarina teve impactos diretos e indiretos no aumento das exportações de carne suína e de aves. Após o reconhecimento internacional, o Estado se tornou o maior exportador de carne suína e o segundo maior exportador carne de frango do país, alcançando os mercados mais competitivos do mundo. Com o reconhecimento da OIE, Santa Catarina teve acesso a grandes compradores de carnes como China, Hong Kong, Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul.

Fonte: Assessoria
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Notícias Avicultura

Nova diretoria da AVES é eleita para gestão 2019-2021

Nova diretoria ficará a frente da instituição na gestão entre 2019 e 2021

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A nova composição do Conselho Deliberativo da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES), que ficará a frente da instituição na gestão entre 2019 e 2021, foi eleita no último dia 16 de julho, durante a realização de mais uma assembleia da entidade.

O atual presidente da AVES, Ademar Kerckhoff, foi reeleito para continuar por mais dois anos no posto de presidente do Conselho Deliberativo da entidade. Para ocupar o cargo de vice-presidente do conselho, Volkmar Berger, também foi reeleito.

Ainda fazem parte da nova composição do Conselho Deliberativo da associação o vice-presidente financeiro, Oderlí Schneider, e os conselheiros Argeo João Uliana, Antonio Venturini, Rafael Elias Venturini e Hercules Marim.

Ademar falou sobre os desafios que associação vem buscando vencer e deixou uma mensagem para os associados. “É um prazer se reeleito por mais um mandato e espero que a gente consiga resolver as várias questões da associação, dos pequenos avicultores e das pessoas dos setores de abates, além de acompanhar os assuntos rotineiros e dar maior ênfase ao atendimento que satisfaça a todos”, destacou o presidente reeleito.

Também foram eleitos os membros das sete diretorias técnicas que compõem a entidade: Sanidade e Meio Ambiente; Avicultura de Postura Comercial; Avicultura de Corte; Avicultura de Coturnicultura e outras criações; Relações Trabalhistas; Abastecimento e Assuntos Tributários, Fiscais e afins. Além disso, foram conhecidos os componentes efetivos do Conselho Fiscal e seus respectivos suplentes.

Confira a composição completa da nova diretoria da AVES:

Conselho deliberativo

Presidente: ADEMAR KERCKHOFF

Vice-Presidente: VOLKMAR BERGER

Vice-Presidente Financeiro: ODERLÍ SCHNEIDER

Conselheiro: ARGEO JOÃO ULIANA

Conselheiro: ANTONIO VENTURINI

Conselheiro: RAFAEL ELIAS VENTURINI

Conselheiro: HERCULES MARIM

Diretorias Técnicas

Diretoria de sanidade e meio ambiente

  • Diretor para assuntos de Sanidade – Avicultura de Postura Comercial: TARCÍSIO SIMÕES AGOSTINHO
  • Diretor para assuntos de Sanidade – Avicultura de Corte: KAIRAN RODRIGUES TRINDADE
  • Diretora para assuntos de Meio Ambiente: ALINE VENTURINI

Diretoria de Avicultura de Postura Comercial

  • Diretor para assuntos de Comercialização Setor Ovos: FÁBIO BOLDT
  • Diretor para assuntos de Industrialização Setor Ovos: ALTEMIR JOSÉ SCARDUA

Diretoria de Avicultura de Corte

  • Diretor para assuntos de Comercialização Setor Frango de Corte: MARCOS ROGÉLIO ANASTÁCIO
  • Diretor para assuntos de Abate e Processamento Setor Frango de Corte: ODERLI SCHNEIDER
  • Diretor para assuntos de Incubação: VICTOR VENTURINI DE SÁ
  • Diretor para assuntos de Integração: EUSTÁQUIO MOACYR AGRIZZI

Diretoria de Avicultura de Coturnicultura e outras criações

  • Diretor: MARCOS ANTONIO BERGER

Diretoria de Abastecimento

  • Diretor para assuntos de Abastecimento e Matérias Primas: ANTONIO VENTURINI
  • Diretor para assuntos de Logística de Transportes: RONALDO SALLES DE SÁ

Diretoria para Assuntos de Relações Trabalhistas

  • Diretora: ALINE VENTURINI

Diretoria para Assuntos Tributários, Fiscais e afins

  • Diretor: THIAGO BOTELHO

Conselho Fiscal

Efetivos

  • WEVERTON ESPINDULA
  • CARLOS BERGER
  • FREDY BERGER

Suplentes

  • JEAN SCHNEIDER
  • JOSEMERI GAGNO CALIMAN
  • ROSANGELA KRAUSE

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Oferta total de milho dos EUA em 2019/20 deve atingir 413 mi t

Número fica abaixo da oferta de 421,5 milhões de toneladas registrada na temporada 2018/19

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Arquivo/OP Rural

A oferta total de milho dos Estados Unidos pode atingir 413,1 milhões de toneladas na temporada 2019/20, segundo estimativas de SAFRAS & Mercado. O número fica abaixo da oferta de 421,5 milhões de toneladas registrada na temporada 2018/19.

Os Estados Unidos deverão cultivar uma área de 91,7 milhões de acres. Já a área a ser colhida está prevista em 83,6 milhões de acres na temporada 2019/20.

A produção estadunidense em 2019/20 foi prevista em 352,4 milhões de toneladas, aquém das 366,3 milhões de toneladas colhidas na temporada anterior (2018/19).

Safrinha

A colheita da safrinha 2019 de milho atingia 48% da área estimada de 12,193 milhões de hectares na sexta-feira (12), segundo levantamento de SAFRAS & Mercado. Os trabalhos atingem 51% da área no Paraná, 41% em Goiás, 44% em Mato Grosso do Sul, 22% em São Paulo, 57% em Mato Grosso e 18% em Minas Gerais.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 27,4% da área estimada de 10,458 milhões de hectares.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 359,4 milhões em julho (9 dias úteis), com média diária de US$ 39,9 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,876 milhão de toneladas, com média de 191,6 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 191,60.

Na comparação com a média diária de junho, houve uma elevação de 178,9% no valor médio exportado, uma alta de 189,4% na quantidade média diária e perda de 3,6% no preço médio. Na comparação com julho de 2018, houve ganho de 329,3% no valor médio diário exportado, elevação de 291,9% na quantidade média diária de volume e valorização de 9,5% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Demanda fraca pressiona cotações do frango no atacado

Para o frango vivo houve uma demanda mais efetiva em parte da Região Sul, o que contribuiu para a melhoria de preços no Paraná e Rio Grande do Sul

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango registrou um cenário de queda de preços no atacado, em meio à reposição mais lenta para o varejo, característica da segunda metade do mês.

De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, para o frango vivo houve uma demanda mais efetiva em parte da Região Sul, o que contribuiu para a melhoria de preços no Paraná e Rio Grande do Sul. ”O mercado aguarda por mudanças mais efetivas nas cotações apenas na primeira quinzena de agosto, avaliando a entrada dos salários para motivar a demanda”, sinaliza.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado baixou de R$ 6 para R$ 5,90 e o quilo da coxa de R$ 5 para R$ 4,70. Já o quilo da asa subiu de R$ 7 para R$ 7,05. Na distribuição, o quilo do peito retrocedeu de R$ 6,10 para R$ 6 e o quilo da coxa de R$ 5,10 para R$ 4,90. O quilo da asa avançou de R$ 7,20 para R$ 7,25.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de mudanças ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito baixou de R$ 6,10 para R$ 6 e o quilo da coxa de R$ 5,12 para R$ 4,82. O quilo da asa subiu de R$ 7,08 para R$ 7,13. Na distribuição, o preço do quilo do peito recuou de R$ 6,20 para R$ 6,10 e o quilo da coxa de R$ 5,22 para R$ 5,02. O quilo da asa avançou de R$ 7,28 para R$ 7,33.

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 245,5 milhões em julho (9 dias úteis), com média diária de US$ 27,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 145,6 mil toneladas, com média diária de 16,2 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.685,60.

Na comparação com junho, houve baixa de 10,8% no valor médio diário da exportação, perda de 14,1% na quantidade média diária exportada e alta de 3,8% no preço. Na comparação com julho de 2018, houve baixa de 8,9% no valor médio diário, perda de 18,8% na quantidade média diária e alta de 12,2% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 3,40. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 3,30.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,50. No oeste do Paraná o preço passou de R$ 3,10 para R$ 3,45 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 3,10 para R$ 3,50.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 3,35. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,35. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 3,40.

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,50. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,50 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,60.

Fonte: Agência SAFRAS
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