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Resultados expressivos na qualificação de profissionais são destaques na Lar Cooperativa

Com a conclusão dessas quatro turmas, a Lar atinge a marca de mais de 350 profissionais formados no curso Técnico em Eletromecânica desde que começou a oportunizar a formação

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Foto e texto: Assessoria

Alinhado ao propósito da Lar de cooperar para melhorar a vida das pessoas, os expressivos resultados da cooperativa no pilar educação foram destaques no primeiro semestre de 2025. Somente no mês de julho quatro turmas concluíram a formação no curso Técnico em Eletromecânica, totalizando a capacitação de 44 funcionários, sendo que outras formações já estão em andamento com previsão de encerramento até o fim do ano.

Com a conclusão dessas quatro turmas, a Lar atinge a marca de mais de 350 profissionais formados no curso Técnico em Eletromecânica desde que começou a oportunizar a formação. Somado a outras capacitações de nível técnico, são mais de 430 talentos internos qualificados. Esse número expressivo destaca a relevância e o compromisso da cooperativa com o pilar educação em seu planejamento estratégico e está diretamente alinhado aos princípios do cooperativismo.

“Esse momento para a Lar Cooperativa representa futuro a partir do profissionalismo do quadro de funcionários. Temos indústrias modernas com máquinas e sistemas sofisticados que exigem conhecimento para serem operados. Ao oportunizar essa e outras formações, estamos não apenas melhorando a vida das pessoas com oportunidades financeiras, mas também com conhecimento”, afirmou o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues.

O momento, símbolo de desenvolvimento pessoal e profissional, representa uma importante conquista na carreira dos funcionários e inaugura uma nova fase repleta de oportunidades. Como de costume, para celebrar a formação, a Lar Cooperativa promoveu três cerimônias de formatura que contaram com a presença dos familiares dos formandos. Realizada entre os dias 11 e 17 de julho, em Cascavel e Medianeira, na região Oeste do Paraná, e em Rolândia, no Norte do estado, as celebrações foram marcadas por muita emoção e orgulho.

“É uma satisfação enorme poder concluir o curso, pois não é fácil conciliar trabalho e estudo, mas eu sou a prova de que é possível. Se a pessoa tem garra e determinação, e sabe aproveitar as oportunidades, ela é capaz de evoluir muito e só vamos alcançar esse objetivo estudando, se capacitando”, descreveu Lucas da Silva, funcionário da Unidade Industrial de Rações 6, em Medianeira.

Quem também soube aproveitar a oportunidade e concluir o curso foi o Thiago Donizete, funcionário da Unidade Industrial de Aves 3, em Rolândia. “Estou muito feliz e agradecido por esse momento. Faço parte da Lar há cinco anos e o que eu percebi é uma cooperativa que se preocupa bastante com o funcionário, principalmente em investir na capacitação das pessoas. Esse não é o meu primeiro curso, já participei de muitos treinamentos e não pretendo parar por aqui”, comentou.

Para impulsionar a capacitação, a Lar conta com uma equipe exclusiva para oferecer suporte e apoio contínuo aos estudantes, um diferencial que foi destacado por Bruna Moraes, da Unidade Industrial de Aves 2, em Cascavel. “Esse apoio da Lar foi essencial para minha formação, porque a cooperativa entendeu as necessidades do curso. Sempre que precisei participar de apresentações ou trocar de turma por exemplo, não houve resistência, muito pelo contrário, recebi total apoio, uma dedicação exemplar com as pessoas”, ressaltou.

O curso Técnico em Eletromecânica é uma das mais relevantes formações para o desenvolvimento da indústria, que exige profissionais capacitados para administrar e realizar a manutenção de sistemas e equipamentos modernos e eficientes instalados no parque industrial da cooperativa, sendo uma das bases para a alta performance das operações.

A Lar Cooperativa oportuniza essas capacitações aos funcionários há mais de 10 anos através de uma parceria com o Senai-PR (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e o Sescoop-PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) e mais recentemente com o apoio da Lar Universidade Corporativa. Além do curso de eletromecânica, outras formações de nível técnico também são ofertadas, como por exemplo, os cursos de Gestão da Qualidade, Técnico em Segurança do Trabalho e Técnico em Alimentos. Iniciativas como essas configuram a Lar como uma cooperativa educadora.

Fonte: Assessoria

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Primeiras cargas de DDGS chegam à China e abrem nova frente para o milho brasileiro

Envio de 62 mil toneladas marca início das exportações. Brasil também estreia vendas de farinha de vísceras ao mercado chinês.

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Foto: Shutterstock

O Brasil deu início às exportações de grãos secos de destilaria com solúveis (DDGS) para a China, ampliando a presença de coprodutos do milho no principal mercado do agronegócio nacional. O primeiro embarque, com 62 mil toneladas, chegou ao porto de Nansha, em Guangzhou, no sul do país.

O DDGS é um coproduto da produção de etanol de milho e teve o acesso ao mercado chinês viabilizado após demanda apresentada pela União Nacional do Etanol de Milho. As negociações sanitárias entre Brasil e China foram concluídas em maio de 2025, com a habilitação dos primeiros estabelecimentos exportadores ocorrendo em novembro do mesmo ano.

Além disso, o Brasil realizou o envio do primeiro contêiner de farinha de vísceras de aves ao mercado chinês. O produto, utilizado principalmente na alimentação animal, teve sua exportação autorizada em abril de 2023, a partir de demanda apresentada pela Associação Brasileira de Reciclagem Animal.

As operações marcam a abertura de novas frentes comerciais para produtos de maior valor agregado, resultado de articulação entre governo e setor produtivo para ampliação da pauta exportadora.

Com cerca de 1,4 bilhão de habitantes, a China é o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, o país importou mais de US$ 55,3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, o equivalente a 32,7% do total exportado pelo setor.

Fonte: O Presente Rural com Mapa
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Brasil abre mercado nas Filipinas para exportação de DDG

Negociações também garantem envio de sementes de pimenta ao Peru. Países somaram mais de US$ 2,5 bilhões em compras do agro brasileiro em 2025.

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O governo brasileiro concluiu negociações para exportar grãos secos de destilaria de milho (DDG) às Filipinas, ampliando o acesso a um dos principais mercados asiáticos para insumos destinados à alimentação animal. O produto, derivado do processamento do milho, é amplamente utilizado em dietas de ruminantes e aves.

Em 2025, as Filipinas importaram mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários do Brasil, indicando potencial de expansão para novos itens na pauta comercial.

Além disso, o Brasil também obteve autorização para exportar sementes de pimenta da espécie capsicum baccatum ao Peru. A liberação inclui variedades como dedo-de-moça, pimenta-cumari e cambuci.

No caso peruano, o fluxo comercial já é relevante. Em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 729 milhões em produtos agropecuários ao país, com destaque para produtos florestais, carne de frango, óleo de soja e café.

As aberturas de mercado ampliam a diversificação da pauta exportadora brasileira e reforçam a presença do país em mercados estratégicos na América do Sul e na Ásia.

Fonte: O Presente Rural
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Oferta restrita sustenta alta do trigo e preço no Paraná supera R$ 1.280 por tonelada

Produtores afastados do spot e necessidade de recomposição de estoques pelas moageiras reduzem liquidez e elevam valores.

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Os preços do trigo seguem em trajetória de alta nas praças acompanhadas pelo Cepea, em um contexto de oferta restrita no mercado spot nacional. No Paraná, o valor médio do cereal ultrapassou R$ 1.280 por tonelada no fim de março, retornando a patamares observados em meados de setembro de 2025.

Segundo o Cepea, produtores permanecem afastados das negociações, à espera de melhores oportunidades de comercialização. Parte dos agricultores também direciona a atenção às atividades da safra de verão, fator que contribui para limitar a liquidez no mercado disponível.

Do lado da demanda, moageiras indicam necessidade de recomposição de estoques, especialmente neste início de mês. Diante da baixa disponibilidade do cereal, compradores ativos encontram pouca oferta e acabam aceitando os valores mais elevados pedidos pelos vendedores, conforme relatam pesquisadores do Centro de Pesquisas.

Fonte: O Presente Rural
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