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Responsible Feeding será o enfoque da De Heus no 20º Simpósio Brasil Sul de Avicultura

Alinhada às mudanças do segmento, a companhia vem ampliando sua participação nos mercados mais exigentes do Brasil e da América Latina

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Disposta a ampliar ainda mais sua participação em mercados estratégicos do Brasil e da América Latina, De Heus anuncia participação no 20º Simpósio Brasil Sul da Avicultura, onde compartilhará experiências e resultados obtidos com seus programas nutricionais de vanguarda, desenvolvidos em integração entre o Centro de Excelência da empresa, na Holanda, e os contextos das granjas brasileiras.

“Com uma rede internacional de tecnologia, a De Heus Brasil não abre mão de inovações e, por isso, conecta experiências, conhecimentos e soluções com mais de 75 países, alimentando um processo muito forte de inovação em produtos, serviços e estrutura. Isso é constatado na nossa fábrica dedicada de Toledo/PR, que é livre de contaminação cruzada entre linhas e pioneira no Brasil, especialmente voltada para a produção de rações iniciais, entre elas a ração Galdus”, explica Renato Wuttke Klu — gerente de Negócios Aves da De Heus Brasil.

Para ele, a avicultura é um dos grandes segmentos que mais se transforma com as mudanças tecnológicas e ambientais vivenciadas no mundo. “Nesse contexto, o Nucleovet (Núcleo Oeste de Médicos-Veterinários e Zootecnistas/SC) desempenha um papel fundamental com a realização da 20ª edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura, reunindo especialistas brasileiros e internacionais para intensiva troca de conhecimentos e experiências, visando ampliar ainda mais a competividade deste setor, em que o Brasil já é referência internacional. A De Heus se orgulha muito de ter participado de todas as edições do SBSA, desde o início das atividades da empresa no país, o que a cada ano nos proporciona novas oportunidades de estarmos cada vez mais integrados aos desafios e ao fluxo de crescimento do mercado”, destaca.

O Simpósio Brasil Sul da Avicultura possui uma programação técnico-científica extremamente qualificada, com discussões relevantes sobre sanidade, nutrição e mercado. “Esses assuntos vão ao encontro de nossa forma de atuação global com foco no Responsible Feeding, conceito que a De Heus desenvolveu para conectar a nutrição animal às aspirações da sociedade com maior atenção aos impactos em todos os elos da cadeia produtiva. Os investimentos em nosso parque industrial visam ampliação dos volumes produzidos, mas também nos posicionam como referência em segurança alimentar, pois seguimos rigorosos padrões e procedimentos internacionais do Grupo Royal De Heus, desenvolvidos a partir da legislação europeia vigente para nutrição animal”, completa.

Segundo Renato, esse é um importante diferencial que posiciona a De Heus como parceiro estratégico em nutrição para países como Paraguai, Bolívia e Chile, com projetos de expansão das exportações para outros países circunvizinhos do Brasil, além de Equador, Costa Rica, Guianas e outras nações do Caribe. “Dessa forma, buscamos sempre seguir o fluxo de crescimento das atividades produtivas e estarmos mais próximos de nossos clientes, com parques industriais e logísticos projetados para atender às principais regiões produtoras de proteína animal na América Latina”, salienta.

“Tecnologia, qualidade, compartilhamento de informações, produtividade e, principalmente, o espírito empreendedor são os pilares que movem a De Heus a avançar sempre, alinhada com as tendências globais e as necessidades específicas e locais de cada mercado”, finaliza Klu.

O grupo Royal De Heus é uma organização internacional de origem holandesa que mantém posição de liderança na indústria de nutrição animal. Fundada em 1911, acumula experiência de mais de 100 anos em ciência e nutrição animal e está presente em mais de 75 países, sempre com tecnologias inovadoras e de sucesso entre os produtores. Emprega mais de 5 mil pessoas e está entre as Top 13 empresas de alimentação animal no mundo.

No Brasil, são cinco unidades industriais: Rio Claro/SP (2), Apucarana/PR, Toledo/PR e Guararapes/SP; uma unidade administrativa em Campinas/SP e um centro de distribuição em Caruaru/PE.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Granja Boa Esperança apresenta case premiado com leitões

A propriedade suinocultora de Presidente Olegário (MG) é considerada a granja mais produtiva do Brasil

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Divulgação De Heus

Qual o segredo do sucesso da Granja Boa Esperança, de Presidente Olegário (MG), que recentemente foi bicampeã na categoria Produtor Evolução DFA — 301 a 500 matrizes —, quebrando o recorde com um marco de 37,01, na premiação Leitão Black? Para responder a essa pergunta, que gera curiosidade em muitos suinocultores, José dos Reis Amaral, gerente de produção da granja, participou de uma live com a equipe da De Heus.

Fundada em 1996, a fazenda foi comprada pelo suinocultor Agostinho Mansano Peres em 2000. “De 2010 até 2014, éramos uma granja multiplicadora, e depois passamos para uma granja comercial, foi quando o nosso resultado começou a aparecer. Em 2018, fomos campeões de até 500 matrizes e recordistas em 2019, com 37,01 (Desmamado/Fêmea/Ano) — um índice zootécnico reprodutivo da granja —, que permite ser quantificado e conferido por meio de auditoria”, destaca Amaral.

Para ter sucesso na reprodução, o gerente destaca a importância no trabalho de preparação da marrã: “A fêmea recém-desmamada é a matriz do futuro, para tanto são fundamentais uma seleção criteriosa e os melhores cuidados possíveis desde o seu nascimento, para que tenha uma amamentação saudável e um bom desenvolvimento durante todo o processo”.

Com foco em alta produtividade, a Granja Boa Esperança investe em um programa nutricional de qualidade. “As fêmeas seguem as fases de crescimento e terminação com as mesmas rações utilizadas para os animais terminados e, depois (até os 210 dias), a leitoa recebe uma ração de reposição à vontade, a partir daí a ração é diminuída drasticamente pela metade até o pré-flushing, por até 25 dias. Essa ração auxiliará no desenvolvimento da musculatura e na futura lactação da marrã, que é coberta entre 150 a 160 quilos (não menos) e com idade bem elevada, uma média de quase 260 dias. Isso garante uma excelente preparação para a fêmea, por isso nós praticamente não temos a síndrome do segundo parto. Para reduzir o tempo do parto, fazemos um intervalo de consumo de ração — entre três e seis horas antes da procriação —­, garantindo energia para a fêmea durante o processo e uma diminuição do número de natimortos”, detalha Amaral.

A propriedade rural conta com 330 matrizes e faz cobertura de 17 animais por semana: “Para ter sucesso na inseminação, utilizamos um protocolo de 12, 24 e 36 horas, após o início do cio. Hoje, praticamente, não descartamos animais por repetição de ciclo — por ser bem controlado, é baixo­ —, acontecendo apenas esporadicamente, quando a reprodução não é 100%. Sempre temos outro animal pronto para substituição na cobertura. Já as fêmeas, mesmo tendo bons índices, não serão mais inseminadas após o sétimo parto. Trabalhamos com a reposição interna sempre constante de 52%, construindo uma boa imunidade de plantel. E, como o lote selecionado é próprio, diminui a entrada de outros animais e consequentemente os problemas sanitários”, explana Amaral.

Após o nascimento dos leitões, há um acompanhamento especial: “A garantia da mamada do colostro tem trazido resultados positivos na granja apesar dos desafios nesta fase, por isso a mortalidade de leitões na maternidade na nossa fazenda foi de 9,19%, em 2018, para 6,66%, em 2019. Depois do colostro, o animal se alimenta por si só. Normalmente, mantemos 14 leitões por porca, mas isso depende, pois às vezes temos dois partos em um dia, com 18 leitões em cada um. Então, fazemos mães de leite com as fêmeas que serão descartadas.  Com oito dias, damos uma ração pronta da De Heus, que é muito bem aceita pelos leitões”, continua.

Para manter a alta produtividade, muitos suinocultores, assim como a Granja Boa Esperança, investem em um programa nutricional, com foco em performance, que é a linha de produtos do programa Power, com o uso também de algumas especialidades exclusivas da De Heus, como a linha Energy (concentrados energéticos), Milk Pro Farm e Farm Sabor. “O impacto da nutrição de alta performance para o produtor apresenta uma boa resposta produtiva na granja, dependendo de vários fatores, tais como a genética do rebanho, a sanidade, as instalações (ambiência) e a nutrição. No caso da nutrição, o impacto é alto e importante, pois a alimentação permite que o animal demonstre o seu potencial genético, desde que o mesmo esteja sadio e numa condição de conforto ambiental”, detalha Marco Aurélio Marinho Costa, gerente comercial de Suínos.

Segundo Thiago Hirohsi Kuribayashi, Nutricionista de Suínos da De Heus, o case de sucesso da Granja Boa Esperança mostra que o alinhamento entre uma nutrição de qualidade associada a bons manejos ajustados com a equipe técnica da De Heus e a equipe da granja podem trazer bons resultados zootécnicos. “Trabalhamos cada cliente de acordo com sua realidade, de forma a trazer sempre o melhor desempenho e o mais perfeito retorno econômico”.

Organização internacional de origem holandesa, com posição de liderança na indústria de nutrição animal. Fundada em 1911, a Royal De Heus acumula experiência de mais de 100 anos, está presente em mais de 75 países e emprega sete mil colaboradores. Sempre à frente com tecnologias inovadoras e de sucesso entre os produtores, atualmente é considerada uma das 11 principais empresas de alimentação animal no mundo.

No Brasil, possui seis unidades industriais: Rio Claro/SP (2), Apucarana/PR, Toledo/PR, Guararapes/SP e Itaberaí/GO; uma unidade administrativa em Campinas/SP e um centro de distribuição em Caruaru/PE.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Lero Fibras: tecnologias em fibra de vidro voltada ao agronegócio.

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Em um momento que a suinocultura nacional avança de forma exponencial, é de grande importância que se tenham empresas que busquem inovação para auxiliar este processo, buscando desenvolver produtos mais duráveis e de fácil manejo, dando ao produtor melhores resultados. É neste cenário que se encontra a LERO FIBRAS, empresa do oeste catarinense com 15 anos de experiencia no segmento, com Matriz em Riqueza-SC e filial em Caibi-SC, a Lero Fibras tem como principal tecnologia a fibra de vidro. Tanto no processo spray-up como no sistema pultrusado, a empresa disponibiliza uma grande variedade de soluções e equipamentos voltados ao agronegócio, por sua marca LERO AGRO, tendo como principal foco suinocultura e avicultura.

A fibra de vidro é um produto leve, não corrosivo, moldável, flexível e ao mesmo tempo de grande resistência e são essas características que a tornam a matéria prima ideal para a produção de suínos e aves. Com uma linha bem diversificada a LERO AGRO produz itens como perfis T (vigas de fibra de vidro) de diversos tamanhos, divisórias e portas para baias de creches. Campanulas para terminação, creches e maternidade, escamoteador, bandejas para comedouros, entre outros, todos os itens são 100% em fibra de vidro. É importante ressaltar que todos os produtos de fibra de vidro são de fácil higienização, além do mais a Lero fibras ter um cuidado para que seus produtos não tenham alvéolos, evitando assim que possam alojar sujeiras, pragas e insetos.

Com seu DNA inovador, e com o compromisso de trazer ao produtor soluções a equipamentos historicamente problemáticos, a Lero Agro acaba de lançar seu carregador para creches e terminação de suínos 100% em fibra de vidro, leve, prático, resistente ao tempo, feito sob medida. O carregador de suínos da Lero Agro é uma excelente opção para as granjas de suínos.

Outra inovação que a empresa trás a seus clientes  é o Tunnel Door de fibra de vidro, painéis e estruturas todos em fibra de vidro e com dobradiças em inox, o Tunnel Door da Lero Agro é a solução ideal para ambientes 100% climatizados. Tem ótima vedação, é leve e resistente. Fabricado sob medida se adequa a todo o tipo de projeto.

Fonte: Ass. de Imprensa
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NEDAP aposta na experiência prática para modernizar a granja

A Nedap em parceria com seus distribuidores na América Latina, disponibiliza o Sistema Farrowing Feeding com desconto de 20% sobre o preço final do sistema instalado para o mínimo de 20 unidades até o dia 31 de Outubro de 2020.

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Diversas tecnologias estão presentes em nossas vidas e por vezes nem nos damos conta disso no dia a dia. Fazendo um paralelo com a situação que vivemos atualmente, há pouco tempo atrás reuniões virtuais eram raras, somente em casos específicos. Com a necessidade repentina passamos a utilizá-las de maneira quase que natural. Quem aí já está familiarizado com o Zoom, Teams, Skype ou mesmo o bom e velho zapzap? E então se pararmos para pensar: Quantas viagens economizamos com o uso de tecnologias de comunicação que já estavam disponíveis?

O mesmo vale para um sistema de automação para alimentação de matrizes na maternidade. Já imaginou quanto podemos economizar de tempo, desperdício de alimento, melhor utilização da mão de obra que pode ser direcionada à atenção das porcas e dos leitões. Além dos benefícios do aumento no consumo de ração, melhora na digestibilidade, poder desviar a alimentação das horas mais quentes do dia, e por consequência desmamar leitões mais pesados. Fica aqui nosso convite para um passo em direção da modernização na granja. Assim, a Nedap em parceria com seus distribuidores na América Latina, disponibiliza o Sistema Farrowing Feeding com desconto de 20% sobre o preço final do sistema instalado para o mínimo de 20 unidades até o dia 31 de Outubro de 2020.

Controle da alimentação

A sistema Farrowing Feeding atende a necessidade nutricional única de cada matriz com trabalho mínimo. Todos nós sabemos a importância da maternidade para o ciclo de produção de suínos. Há intensivo aporte de mão de obra e investimento nessa etapa. Temos visto relatos significativos de clientes muito satisfeitos com o resultado do Sistema Farrowing Feeding na melhora do manejo nutricional nas salas de maternidade. Na etapa de reprodução quando da utilização do flushing está outro ponto de aplicação que ajuda a aumentar fertilidade de marrãs e matrizes. Nesta tecnologia acreditamos que se encontra a proposta de Nedap de maior relevância em rentabilidade. Os resultados aparecem muito rapidamente. Logo no primeiro ou segundo ciclo de reprodução já se observa grandes melhorias dos índices produtivos da granja.

Destacamos as principais vantagens:

–          Proporciona pequenas quantidades de ração várias vezes ao dia

–          Fornecimento da quantidade de alimento que a fêmea lactante requer para produção de leite

–          Libera sua equipe da tarefa de alimentação manual otimizando a mão de obra

–          Fêmeas em adequada condição corporal ao final de lactação reduzindo dias não produtivos e aumentando fertilidade

–          Leitões mais pesados ao desmame

Conhecimento global, serviços e suporte locais

Nossa rede de distribuição e suporte traz aos clientes da Nedap conhecimento global com serviço e suporte local. No Brasil contamos com as empresas a Ordemilk Suinocultura (ordemilk.com.br) e a Novagri (novagri.org) que atuam na comercialização, instalação e suporte técnico aos nossos clientes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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