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Resolução aprova Programa de Defesa Agropecuária de São Paulo
PDA reflete as políticas públicas voltadas ao SUASA e vai orientar os programas de Defesa Agropecuária para a construção dos planos plurianuais dos governos estaduais.

Foi publicada, no último sábado (20), a Resolução SAA nº 27, que estabelece o Programa de Defesa Agropecuária (PDA) como parte integrante do Plano Plurianual do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (PPA-SUASA) no período de 2023 a 2027 A solenidade de lançamento do PPA-SUASA ocorreu em Brasília no dia 02 de maio e contou com a presença do secretário de Agricultura e Abastecimento, Antonio Junqueira. Essa iniciativa visa fortalecer e promover a sanidade agropecuária em todo o estado de São Paulo.
Naquela ocasião, Antonio Junqueira, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, foi a autoridade que representou o executivo dos Estados participantes. “Me sinto muito confortável em estar aqui, pois sou produtor rural e sei da importância da Defesa Agropecuária para o país e o PPA-SUASA vem para mostrar a importância do Brasil para o agro”, disse o secretário.
São Paulo se junta ao Plano ao lado de outros cinco estados que aceitaram o convite para o alinhamento intragovernamental, sendo eles, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Roraima.
De acordo com a Resolução, o PDA reflete as políticas públicas voltadas ao SUASA e vai orientar os programas de Defesa Agropecuária para a construção dos planos plurianuais dos governos estaduais.
Dentre os benefícios que são esperados a partir da assinatura do plano estão uma maior integração e alinhamento entre Estados e o Governo Federal, melhoria de gestão por resultados, aumento do reconhecimento da importância do Sistema, aderência do planejamento às realidades locais e melhoria na transparência das entregas.
Ainda de acordo com o Plano, as defesas agropecuárias envolvidas irão se engajar para trabalhar as temáticas nas áreas da proteção da saúde animal, da sanidade vegetal, a idoneidade dos insumos e qualidade dos serviços agrícolas, segurança qualidade e identidade dos produtos de origem animal e vegetal destinados aos consumidores. “Estamos adotando o PPA SUASA e usando-o como base para planejar nossas ações do PPA governamental para continuarmos mantendo a sustentabilidade da produção agropecuária do Estado de São Paulo”, acrescenta Luís Fernando Bianco, coordenador da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).

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China, Paraguai e Palau abrem mercados para produtos agropecuários brasileiros
Novos acordos sanitários ampliam oportunidades para exportação de cálculos biliares bovinos, suínos vivos e carnes de diferentes espécies.

As autoridades sanitárias da China, do Paraguai e de Palau aprovaram novos requisitos que permitem a entrada de produtos agropecuários brasileiros nesses mercados. As medidas envolvem a exportação de cálculos biliares bovinos para o mercado chinês, suínos vivos destinados ao abate para o Paraguai e carnes bovina, ovina, caprina e suína para Palau.
Com a China, o Brasil assinou um protocolo sanitário que estabelece as condições para exportação de cálculos biliares bovinos. O produto, utilizado principalmente pela indústria de Medicina Tradicional Chinesa, passa a ter regras definidas para inspeção, certificação e controle das remessas entre os dois países.
O acordo amplia o comércio de um subproduto da cadeia pecuária brasileira e cria uma nova possibilidade de aproveitamento econômico de materiais provenientes da produção bovina. A China é um dos principais destinos das proteínas animais brasileiras e tem papel estratégico para a expansão das exportações do agronegócio nacional.
No Paraguai, as autoridades sanitárias aprovaram o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de suínos vivos brasileiros destinados ao abate. A medida estabelece o padrão documental necessário para os embarques e abre uma nova alternativa comercial para a cadeia suinícola nacional.
Já Palau aprovou os modelos de CSI para importação de carnes bovina, ovina, caprina e suína produzidas no Brasil. Com a aprovação dos certificados, empresas brasileiras poderão iniciar os procedimentos de habilitação e atender aos requisitos sanitários exigidos pelo país insular.
As aberturas fazem parte da estratégia brasileira de ampliar o acesso a mercados internacionais por meio de acordos sanitários. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), uma abertura de mercado ocorre quando o país importador reconhece que as garantias sanitárias oferecidas pelo Brasil atendem aos seus requisitos para determinado produto.
Impacto para o agro
A ampliação de destinos comerciais reduz a dependência de poucos compradores e aumenta as possibilidades de comercialização para diferentes cadeias produtivas. No caso das carnes, a abertura de novos mercados ocorre em um momento de busca por maior diversificação das exportações brasileiras de proteína animal.
Além dos produtos tradicionais, como carne bovina e suína, o avanço de negociações envolvendo subprodutos de origem animal mostra a tentativa da indústria de ampliar o aproveitamento econômico da produção pecuária brasileira.
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Brasil e China discutem avanço de acordo comercial e cooperação em tecnologia
Negociações para um acordo Mercosul-China entram na agenda bilateral, que também inclui parcerias em inteligência artificial, satélites, minerais críticos e fertilizantes.

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Inscrições para prêmio de inovação em fertilizantes terminam nesta segunda-feira
Associação Nacional para Difusão de Adubos vai reconhecer pesquisas acadêmicas sobre fertilizantes, manejo do solo e tecnologias para o agronegócio, vencedor será anunciado em agosto, durante o Congresso Nacional de Fertilizantes.

Estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de agronomia e cursos correlatos têm até esta segunda-feira (27) para se inscrever na 5ª edição do Prêmio Carlos Florence, promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). A iniciativa busca estimular a produção de pesquisas e trabalhos acadêmicos voltados à inovação e ao desenvolvimento do setor de fertilizantes.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
Podem concorrer artigos científicos, ensaios, monografias, dissertações e teses desenvolvidos em instituições de ensino superior brasileiras. Os trabalhos devem abordar temas relacionados ao tratamento e uso do solo, inovação e desenvolvimento de produtos, além de gestão e tecnologias de aplicação de fertilizantes.
Nesta edição, o regulamento também contempla pesquisas alinhadas ao movimento internacional Nutrientes para a Vida (Nutrientes for Life), que destaca a importância biológica, ambiental e econômica dos fertilizantes para a produção de alimentos e para a sustentabilidade da agricultura.
Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora com base em quatro critérios. Inovação e viabilidade de aplicação terão peso 40 cada, enquanto objetividade e clareza receberão peso 20 cada na composição da nota final.
O vencedor será conhecido durante o 13º Congresso Nacional de Fertilizantes, marcado para 25 de agosto.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site da ANDA, onde também estão disponíveis o edital e as orientações para envio dos trabalhos.
Criado para homenagear Carlos Florence, um dos principais especialistas brasileiros no setor de fertilizantes, o prêmio leva o nome do ex-diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA), falecido em 2021. Florence acompanhou as principais transformações da indústria de fertilizantes no país e também se destacou como cronista e escritor.





