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Resistência antimicrobiana na suinocultura: impactos na saúde animal e na produção

Uso intensivo de antibióticos compromete tratamentos, eleva custos e exige novas práticas de manejo para garantir produtividade e saúde pública.

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Fotos: Divulgação/American Nutrients

Artigo escrito por Luana Specht, bióloga e mestre em Biotecnologia, coordenadora de Pesquisa Aplicada na American Nutrients.

A resistência antimicrobiana (RAM) é um dos principais desafios globais para a saúde animal, humana e ambiental. Na suinocultura, o uso rotineiro de antimicrobianos, seja para tratamento terapêutico, profilático ou como promotor de crescimento, tem contribuído para o surgimento e disseminação de microrganismos resistentes. Esses microrganismos são capazes de sobreviver à ação de fármacos antes eficazes, comprometendo o tratamento de doenças infecciosas e criando um ciclo de recorrência, agravamento e disseminação das infecções nas criações.

A RAM não apenas afeta a eficácia terapêutica, como também acarreta sérios impactos na saúde animal. Animais submetidos a tratamentos ineficazes podem sofrer com infecções prolongadas, lesões, perda de apetite e queda no desempenho zootécnico. Além disso, essas infecções podem facilitar a disseminação de patógenos para outros indivíduos do lote, agravando a situação sanitária da granja. Em última análise, a RAM representa uma ameaça à produtividade, ao bem-estar animal e à segurança dos alimentos de origem suína consumidos pela população.

Mecanismos de resistência e principais patógenos

Os microrganismos desenvolvem resistência a antimicrobianos por diversos mecanismos moleculares e celulares, que lhes permitem sobreviver mesmo na presença de medicamentos que anteriormente seriam eficazes. Dentre esses mecanismos, destacam-se a modificação do alvo antibacteriano, que impede a ligação do fármaco ao seu local de ação; a produção de enzimas inativadoras, como as beta-lactamases, que degradam o princípio ativo do antibiótico; o efluxo ativo, no qual bombas transportadoras removem o antibiótico do interior da célula; e alterações na permeabilidade da membrana, que reduzem a entrada da substância ativa.

Na suinocultura, diversos patógenos tem apresentado resistência preocupante. Um dos mais relevantes é Escherichia coli, agente causador de enterites em leitões recém-nascidos e na fase de desmame. As cepas patogênicas resistentes, como as enterotoxigênicas (ETEC), provocam diarreia severa, levando à desidratação, perda de peso e mortalidade elevada. Outro patógeno de destaque é Salmonella spp., que, além de causar enterocolites e septicemias em suínos, representa um risco direto à saúde humana devido à sua natureza zoonótica. Cepas multirresistentes têm sido encontradas com frequência, dificultando o controle sanitário em granjas e nos frigoríficos.

Actinobacillus pleuropneumoniae é outro agente importante, responsável por casos graves de pleuropneumonia suína. A doença se manifesta de forma aguda, com febre alta, tosse, dispneia e morte súbita, especialmente em animais jovens. A presença de cepas resistentes compromete severamente os protocolos terapêuticos e exige medidas rigorosas de contenção. Já Streptococcus suis, além de provocar meningite, artrite e septicemia em suínos, possui potencial zoonótico, podendo causar doenças graves em humanos que manipulam animais ou carne suína contaminada.

Lawsonia intracellularis, agente da enteropatia proliferativa, já demonstra redução de sensibilidade a macrolídeos e pleuromutilinas, comprometendo tratamentos tradicionais. Brachyspira spp., incluindo B. hyodysenteriae, apresenta resistência ampla a tiamulina e lincosamidas, dificultando o controle eficaz da disenteria suína. Esse cenário impacta diretamente performance zootécnica, biosseguridade e custos produtivos.

Esses patógenos não apenas desafiam os tratamentos tradicionais, como também contribuem para a perpetuação da resistência no ambiente da granja, especialmente quando há uso indiscriminado de antibióticos e falhas em medidas de biosseguridade.

Implicações para produção animal

A presença da resistência antimicrobiana em granjas suínas tem impactos diretos e profundos sobre a eficiência da produção e a sustentabilidade do sistema produtivo. Em primeiro lugar, infecções causadas por patógenos resistentes aumentam significativamente a taxa de mortalidade, sobretudo nas fases de maior vulnerabilidade, como maternidade e creche. Nesses períodos, os leitões são mais susceptíveis a agentes entéricos e respiratórios, e a falta de sucesso terapêutico compromete o desenvolvimento de todo o lote.

Além disso, mesmo em infecções subclínicas, os animais afetados apresentam redução no ganho de peso diário (GPD), reflexo da menor ingestão de ração e da utilização ineficiente dos nutrientes. A conversão alimentar torna-se desfavorável, levando a um aumento do custo de produção por quilo de carne produzido. Esse cenário é agravado quando há necessidade de retratamentos, mortalidade de animais e uso de antimicrobianos mais caros e de uso restrito.

Foto: Shutterstock

As implicações econômicas são ainda mais amplas. Granjas com histórico de RAM podem perder certificações sanitárias e enfrentar restrições comerciais, principalmente em mercados internacionais que exigem controle rigoroso de resíduos antimicrobianos e segurança microbiológica. Isso afeta a competitividade do setor e a imagem da produção suína brasileira no cenário global.

No nível de manejo, a RAM compromete a eficácia dos protocolos de biosseguridade. Surtos de doenças tornam-se mais difíceis de conter e exigem medidas drásticas como quarentenas, vacinação emergencial e controle rígido de movimentação de animais, o que eleva os custos operacionais. Em última instância, o produtor vê-se diante de um ciclo vicioso: quanto maior a resistência, maior o desafio sanitário, o que pode levar ao uso ainda mais intensivo de antimicrobianos, perpetuando o problema. Assim, a RAM não é apenas uma questão de saúde, mas uma ameaça à viabilidade econômica e à sustentabilidade da suinocultura moderna.

Alternativas e boas práticas no controle da RAM

A abordagem conhecida como “One Health” — que reconhece a interdependência entre a saúde animal, humana e ambiental — é fundamental para a contenção da RAM. Essa visão integrada orienta políticas de uso racional de antimicrobianos e incentiva a colaboração entre veterinários, produtores, profissionais de saúde humana e autoridades reguladoras.

Entre as boas práticas destacam-se:

Nutrição de qualidade: A formulação de dietas específicas para cada fase da vida dos suínos é uma medida crucial. O uso de fibras funcionais, óleos essenciais, minerais orgânicos, prebióticos, probióticos e aminoácidos de alta digestibilidade ajudam a manter a saúde intestinal, reduzindo a inflamação e melhorando a eficiência dos nutrientes.

Foto: Ari Dias

Uso de ácidos orgânicos e inorgânicos: Compostos como ácido lático, cítrico, fosfórico e ascórbico são amplamente utilizados como aditivos na alimentação suína. Eles atuam reduzindo o pH do trato gastrointestinal, o que inibe o crescimento de patógenos como E. coli, Salmonella spp. e Clostridium perfringens. Estudos demonstram melhora na integridade da mucosa intestinal e no desempenho zootécnico, reduzindo a necessidade de antibióticos preventivos.

Qualidade da água: A água deve ser monitorada quanto à presença de microrganismos, metais pesados, dureza, pH e cloração. A contaminação por biofilmes em bebedouros e tubulações pode servir de reservatório para bactérias resistentes, sendo a utilização de produtos que atuem no seu controle, fundamentais nos sistemas de produção. Além disso, uma água de qualidade é fundamental para maior eficácia dos tratamentos medicamentosos via água.

Outras estratégias complementares: vacinação eficiente, controle de vetores, práticas de manejo que evitem estresse (como densidade adequada, ventilação e enriquecimento ambiental), e protocolos rígidos de biosseguridade devem ser integrados ao plano sanitário.

Conclusão

A resistência antimicrobiana é uma realidade que impõe desafios significativos à suinocultura moderna. Para preservar a eficácia terapêutica, garantir a produtividade e proteger a saúde pública, é fundamental a implementação de medidas integradas e sustentáveis. O uso consciente de antimicrobianos, aliado à adoção de alternativas e boas práticas, é o caminho para uma produção mais segura e eficiente.

As referências bibliográficas estão com a autora. Contato: [email protected]

O acesso à edição digital do jornal Suínos é gratuito. Para ler a versão completa online, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural

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Acompanhe AO VIVO 4º Congresso de Suinocultores do Paraná

Promovido pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o evento reúne os principais elos da cadeia para debater os rumos da atividade dentro e fora da porteira.

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Foto: Divulgação

A suinocultura paranaense enfrenta desafios cada vez maiores dentro e fora da granja. Biosseguridade, mão de obra, sucessão familiar, eficiência produtiva, mercado e exportações estarão no centro das discussões do Congresso de Suinocultores do Paraná, que acontece nesta terça-feira (09), a partir das 09 horas, em Marechal Cândido Rondon (PR).

Promovido pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial para convidados em Marechal Cândido Rondon (PR) e transmissão ao vivo pelo canal do YouTube de O Presente Rural.

Programação do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná

08h – Café de boas-vindas Sicredi
08h30 – Abertura
09h – Frimesa: trajetória e perspectivas na suinocultura brasileira
• Palestrante: Elias Zydek, presidente da Frimesa
09h30 – Mercado da carne suína: oportunidades para o segundo semestre de 2026
• Palestrante: Sula Alves, diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)
10h10 – Coffee break
10h30 – Doenças emergenciais: como um único foco pode impactar toda a cadeia produtiva
• Palestrante: Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Adapar
11h10 – Streptococcus suis em suínos: da colonização à doença – implicações para a biosseguridade
• Palestrante: Aline Viott, médica-veterinária e professora na UFPR
11h50 – Biosseguridade na suinocultura: papel do fator humano e das tecnologias
• Formato: mesa redonda com gerentes de fomento das cooperativas Lar, Copagril, Primato, Copacol e C.Vale
12h10 – Almoço
13h30 – Sucessão familiar no agro: panorama global, realidade brasileira e desafios de reter o jovem no campo
• Palestrante: Milton Melz, mestre em Administração, com MBA em Agronegócios
14h – Retenção de talentos: como superar a crescente escassez de mão de obra na suinocultura
• Palestrante: Leandro Trindade, médico-veterinário e criador do Método BPL
14h40 – Holding rural: uma forma de planejamento patrimonial, sucessório e tributário para o agricultor
• Palestrante: Manoel Terças, advogado, especialista e palestrante em holding rural
15h20 – Mesa redonda sobre mão-de-obra e sucessão nos negócios
• Participantes: Leandro Trindade, Milton Melz e Manoel Terças
• Moderação: Eliana Panty
16h20 – Encerramento

Somando forças com O Presente Rural

Realizado pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o 4º Congresso de Suinocultores do Paraná conta com patrocínio diamante da Ceva, Grouw Fiber (GFS), Imeve, Phibro, Sicoob, Topigs Norsvin e Vetquest; ouro da Agrifirm, Big Dutchman Brasil, Boehringer Ingelheim, DanBred, Havenza, Poly Sell e Sauvet; prata da American Nutrients, Construsui, Embio, GD Brasil, NNATRIVM, Oligo Basics, Sanex, Suitek, Vaxxinova e Vetanco; além da Agroceres PIC, CRJ Logística, Ilender, MSD Saúde Animal, Natural BR Feed, Ourofino e Sicredi.

O evento tem ainda o apoio das Cooperativas Lar, Copagril, C.Vale, Copacol e Primato; da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Paranaense de Suinocultores, ASCMPR, Assuionoeste, Sistema Faep e BPL Educação.

Clique aqui e ative o lembrete da live.

Fonte: O Presente Rural
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Pesquisa sobre javalis tem prazo ampliado até o fim de junho

Baixa adesão no Paraná leva à prorrogação do levantamento nacional que busca mapear a presença de javalis e javaporcos e os prejuízos causados ao agro.

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Produtores rurais paranaenses ganharam mais tempo para participar do levantamento nacional que busca dimensionar a presença de javalis e javaporcos no campo brasileiro. O prazo da pesquisa “Suínos Asselvajados – Percepção de Presença e seus Impactos no Brasil (2025/2026)” foi estendido até 30 de junho, diante da necessidade de ampliar a adesão ao questionário, especialmente no Paraná, onde a participação ainda é considerada baixa.

Foto: Giuliano De Luca/O Presente Rural/ChatGPT

A iniciativa, conduzida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com articulação do Sistema Faep, busca reunir informações diretamente das propriedades rurais para compreender a dimensão do avanço desses animais no país, os prejuízos registrados e os impactos ambientais, sanitários e econômicos relacionados à espécie. O levantamento também deverá subsidiar estratégias mais efetivas de controle e manejo.

“É importante que os nossos produtores rurais participem respondendo ao questionário, para que possamos, posteriormente, cobrar políticas públicas de controle eficiente. A participação é essencial para ampliar a qualidade das informações e fortalecer o diagnóstico”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

A extensão do prazo reforça a importância da participação dos produtores que convivem com a presença dos animais ou já sofreram prejuízos. O questionário permite mapear ocorrências de javalis e javaporcos (resultado do cruzamento entre javalis e suínos domésticos), espécies que têm avançado rapidamente em diferentes regiões devido à ausência de predadores naturais e à elevada capacidade reprodutiva.

A expectativa é que os resultados sejam divulgados no segundo semestre deste ano, permitindo um retrato mais preciso da presença dos animais no país e contribuindo para a formulação de políticas públicas e medidas de enfrentamento mais eficazes. Além da pesquisa, o Sistema Faep também disponibiliza uma cartilha com orientações e informações sobre os riscos associados aos javalis e javaporcos.

Prejuízos

Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep: “É importante que os nossos produtores rurais participem respondendo ao questionário, para que possamos, posteriormente, cobrar políticas públicas de controle eficiente”

No Paraná, a preocupação com o tema não é recente. A mobilização teve origem na Comissão Técnica (CT) de Suinocultura do Sistema Faep, que articulou diferentes instituições em torno do problema. O movimento culminou, em 2020, na criação do Grupo de Trabalho de Javalis do Paraná, formado por órgãos como o Ministério da Agricultura, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Exército Brasileiro, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e representantes do setor produtivo.

Os prejuízos atribuídos aos suínos asselvajados vão desde a destruição de lavouras e ataques a rebanhos até danos à vegetação nativa, degradação de nascentes e impactos sobre ecossistemas locais. Também há preocupação com a segurança sanitária, já que esses animais podem atuar como vetores de enfermidades como a Peste Suína Africana (PSA), a Peste Suína Clássica (PSC) e a Febre Maculosa, representando risco para a cadeia produtiva da suinocultura.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Setor suinícola exporta US$ 1,5 bilhão nos cinco primeiros meses de 2026

Desempenho acumulado é impulsionado pelo recorde de 129,4 mil toneladas embarcadas em maio e pela ampliação dos mercados compradores.

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As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 129,4 mil toneladas em maio, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado é o maior já registrado para um mês de maio e supera em 9% o volume embarcado no mesmo período de 2025, quando foram exportadas 118,8 mil toneladas.

Foto: José Fernando Ogura

A receita das exportações alcançou US$ 302,1 milhões, também o melhor desempenho já registrado para meses de maio, resultado 3,8% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 291,2 milhões.

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, os embarques brasileiros de carne suína chegaram a 661,7 mil toneladas, número 13,1% maior em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 584,8 mil toneladas.

Em receita, o crescimento acumulado alcança 11,9%, com US$ 1,546 bilhão entre janeiro e maio deste ano, frente aos US$ 1,382 bilhão registrados no mesmo período do ano passado.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras de carne suína em maio, as Filipinas permaneceram na liderança, com 27,2 mil toneladas

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Os embarques de carne seguem sustentados graças à diversificação de destinos do setor” – Foto: Mario Castello

embarcadas, volume 3,8% inferior ao registrado em maio de 2025. Em seguida aparecem Japão, com 15,2 mil toneladas (+83,2%), Chile, com 10,9 mil toneladas (-0,1%), China, com 8,9 mil toneladas (-25,9%), México, com 8,6 mil toneladas (+20,4%), Hong Kong, com 8,2 mil toneladas (+13,8%), Argentina, com 5,8 mil toneladas (+13,7%), Uruguai, com 4,7 mil toneladas (+0,3%), Vietnã, com 4,6 mil toneladas (-14,2%) e Singapura, com 4,1 mil toneladas (-50,5%).

No desempenho por estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança nacional, com 62,5 mil toneladas embarcadas em maio (+4,9%), seguida por Rio Grande do Sul, com 32,7 mil toneladas (+19,5%), Paraná, com 18,3 mil toneladas (-4,8%), Mato Grosso, com 4,6 mil toneladas (+52,4%) e Minas Gerais, com 3,7 mil toneladas (+26,5%). “Os embarques de carne seguem sustentados graças à diversificação de destinos do setor. Observamos expansão relevante em mercados estratégicos de valor agregado, como o Japão, e diversos outros com volumes menores como Geórgia, Costa do Marfim, Coreia do Sul e outros que, somados, influenciaram positivamente o resultado do mês. O fato de registrarmos o melhor mês de maio da história para as exportações de carne suína reforça a solidez da demanda internacional e projeta um ano extremamente positivo para a suinocultura brasileira, com potencial para alcançar novos recordes em volume e receita”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Fonte: Assessoria ABPA
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