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Reproduz + 2023 reúne mais de 100 veterinários especialistas em reprodução bovina de todo o Brasil

Evento promovido pela Biogénesis Bagó proporcionou atualização técnica e troca de experiências entre profissionais focados em reprodução

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Participantes da edição de 2023 do Reproduz+ - Fotos: Assessoria

Mais de 100 veterinários especializados em reprodução bovina se reuniram em Campinas (SP), no início de julho, para a edição de 2023 do Reproduz +, evento voltado para networking e atualizações técnicas com as últimas pesquisas, tendências e inovações na área.

Diversos palestrantes compartilharam seus conhecimentos e percepções sobre temas como sanidade, reprodução, genética, nutrição, gestão, sustentabilidade e bem-estar animal, considerados os pilares para a produção do chamado “Boi Azul”, conceito preconizado pela Biogénesis Bagó para a nova pecuária em detrimento do tripé que vinha sustentando a atividade até então – genética, nutrição e sanidade.

Pesquisadora Roberta Saran

O Country Manager Brasil e Diretor Comercial LATAM Norte, Marcelo Bulman abriu a programação do evento com um panorama da pecuária no Brasil, América Latina e no mundo e os investimentos da companhia em especial no mercado de reprodução. Na sequência, as atualizações nos programas de IATF – Inseminação Artificial em Tempo Fixo foram feitas por Roberta Saran, da Repro Saran Consultoria, pesquisadora referência e premiada na área. Em seguida, o diretor executivo de Marketing Estratégico da Biogénesis Bagó, Gustave Decuadro abordou a importância da escolha de um bom DIV – Dispositivo Intravaginal e o gerente de Produtos & Trade da empresa, Caio Borges ofereceu uma visão sobre a BVD – Diarreia Viral Bovina para além da vacinação, destacando a importância de se realizar um programa vacinal correto, identificar os animais P.I. – Persistentemente Infectados e da implementação de medidas de biosseguridade. O consultor Neimar Correa Severo, da NCSevero, aprofundou a importância da avaliação da qualidade do sêmen, enquanto o gerente de Negócios Pecuária de Corte da Rehagro, Paulo Eugênio de Carvalho Camara discorreu sobre o que realmente impacta na lucratividade do sistema de cria.

Angelo Favaro Junior, da Fazenda Santa Nice e Caio Borges, da Biogénesis Bagó

O médico-veterinário Angelo Favaro Junior, gerente administrativo e operacional da Fazenda Santa Nice, localizada em Amaporã (PR), compartilhou com os participantes do Reproduz + 2023 os benefícios que o sistema ultradenso traz para a produtividade das fazendas.

Na conclusão do evento foram apresentados dados de benchmarking dos participantes do Reproduz + e os profissionais premiados como destaques da estação de monta 2022, considerando número de animais na categoria (nulíparas precoces, nulíparas, primíparas e multíparas), constância de resultados dos lotes nesta categoria e uso de pacote tecnológico.

Avaliações positivas

O diretor executivo de Marketing Estratégico da Biogénesis Bagó, Gustave Decuadro

“O Reproduz +, realizado uma vez ao ano, reúne especialistas em reprodução bovina, permitindo o intercâmbio de ideias, dados e protocolos com os colegas da área. O evento no Brasil é tão bem-sucedido que será replicado em outros países, como Paraguai, Bolívia e México”, afirma o diretor executivo de Marketing Estratégico da Biogénesis Bagó, Gustave Decuadro.

“É de grande importância a Biogénesis Bagó promover um evento como esse, com qualidade de informação e de profissionais. Tivemos a contribuição de palestrantes que compartilharam conteúdo qualificado e pudemos trocar experiências com profissionais de outras realidades”, avalia o veterinário João Paulo Spezia, da Spezia Consultoria, de Mato Grosso, que foi um dos premiados do Reproduz+.

Veterinários que foram premiados como destaques da estação de monta 2022

Quem também comemorou a premiação de destaque, foi o veterinário Bruno Bangel, proprietário da Bander Expertise Pecuária, do Rio Grande do Sul. “É um grande orgulho conquistar o prêmio com os melhores índices na categoria de ‘precocinhas’ em um ranking com profissionais excepcionais no mercado de IATF com muitos volumes pelo Brasil. A gente vem trabalhando há bastante tempo com essa categoria, trazendo resultados, entregando prenhez e mais e mais bezerros aos clientes por ano”, afirma Bangel.

“É com muita satisfação que vim da Bahia para mais uma edição do Reproduz +, do qual participo desde o começo, em 2011. O que o evento traz nos ajuda muito no campo, no desenvolvimento do nosso trabalho prestando assistência para as fazendas. Aqui encontramos todas as ferramentas e atualizações que são muito importantes e necessárias para o nosso trabalho”, destaca José Lauro Costa Junior, da + Cria, premiado em outra categoria avaliada.

“Foi um evento muito completo, de bastante importância principalmente por ser um ano de crise no setor. Pela primeira vez desde 2002 foi registrada uma queda no número de IATFs, que vinha numa crescente intensa. Tivemos o primeiro recuo no ano passado e as análises preliminares deste ano já mostram uma diminuição de 5%. Porém, os anos difíceis se apresentam como oportunidades de ajustar para continuar crescendo. Temos suporte, muita tecnologia e bastante conhecimento para continuar investindo nas tecnologias de reprodução, que trazem um retorno enorme”, analisa a pesquisadora Roberta Saran. “O bezerro que produziremos este ano será o nosso desmame, a nossa colheita em 2025, quando deve ocorrer a guinada de crescimento do setor. Então é a hora de aproveitar todo o pacote tecnológico de IATF, nutrição e genética, aplicar nas fazendas para produzir ainda mais e ter uma boa colheita no futuro. Afinal, os melhores crescem nos momentos de dificuldades”, aposta Roberta.

De acordo com o gerente de Produtos & Trade da empresa, Caio Borges, os objetivos do Reproduz+ 2023 foram plenamente cumpridos. “A oportunidade de ter mais de 100 profissionais de alta performance contribuindo entre si durante o evento é algo único e que vem totalmente ao encontro com a nossa missão: ‘Ir além da sincronização de cios’. O Reproduz+ 2023 trouxe consigo uma diversidade de temas que abordaram não só os antigos pilares de sustentação da pecuária, como genética, sanidade e nutrição, mas também os novos pilares, que incluem bem-estar animal, sustentabilidade e gestão), temas que estão totalmente ligados com a eficiência reprodutiva e produtiva das fazendas. Isso porque o que não se mede não se otimiza e o sistema que não passa por otimização não consegue obter os resultados ideais que as fazendas devem entregar em busca da verdadeira produção do ‘Boi Azul’”, analisa Borges.

Fonte: Assessoria

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Vaxxinova participa do SIMPOP 2026 e reforça compromisso com o futuro da piscicultura brasileira

A empresa é uma das patrocinadoras do evento dedicado à discussão de tendências, ao compartilhamento de experiências e à apresentação de tecnologias voltadas ao desenvolvimento da aquicultura brasileira.

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Shutterstock - Arquivo OP Rural

A Unidade de Aquacultura da Vaxxinova é patrocinadora do Simpósio de Piscicultura do Oeste do Paraná (SIMPOP) 2026, que será realizado nos dias 29 e 30 de julho, no Yara Country Clube, em Toledo (PR). O evento reúne produtores, cooperativas, empresas, profissionais técnicos e pesquisadores para discutir tendências, compartilhar experiências e apresentar tecnologias voltadas ao desenvolvimento da aquicultura brasileira.

Reconhecido como um dos principais encontros técnicos da piscicultura paranaense, o SIMPOP reúne importantes representantes da cadeia produtiva em um ambiente voltado ao conhecimento e à inovação. A programação busca estimular o debate sobre os desafios do setor e incentivar a adoção de soluções que contribuam para o crescimento sustentável da atividade.

Rodrigo Pedralli, gerente de negócios da Unidade Aqua da Vaxxinova.

“A participação da Vaxxinova no SIMPOP reforça nosso compromisso em estar ao lado dos produtores e de toda a cadeia aquícola, apoiando iniciativas que promovam conhecimento, inovação e desenvolvimento para a piscicultura brasileira. A troca de experiências é fundamental para impulsionar a evolução do setor”, afirma Rodrigo Pedralli, gerente de negócios da Unidade Aqua da Vaxxinova.

O crescimento da piscicultura em diferentes regiões do país tem ampliado a demanda por tecnologias capazes de aumentar a eficiência produtiva e fortalecer a sanidade dos cultivos. Nesse contexto, eventos técnicos desempenham um papel importante ao aproximar a pesquisa científica, a indústria e os profissionais que atuam diretamente no campo.

Para a Vaxxinova, incentivar espaços de atualização técnica e networking contribui para acelerar a disseminação de boas práticas e de soluções inovadoras para a aquicultura. “A empresa mantém investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento, buscando oferecer ferramentas que auxiliem os produtores a enfrentar os desafios sanitários e produtivos da atividade”, destaca Rodrigo Pedralli.

Segundo Maisa Selingardi, gerente técnica de Aqua, a piscicultura brasileira vive um momento de forte expansão, o que torna ainda mais importante o investimento em conhecimento, tecnologia e integração entre todos os elos da cadeia produtiva. “Apoiar o SIMPOP é contribuir para o fortalecimento do setor, incentivando a disseminação de informações, a troca de experiências e o acesso dos produtores a soluções que promovam um crescimento cada vez mais sustentável e eficiente”, completa.

Serviço
Evento: SIMPOP 2026 – Simpósio de Piscicultura do Oeste do Paraná
Data: 29 e 30 de julho de 2026
Local: Yara Country Clube – Av. Maripá, s/n – Jardim Recanto – Toledo (PR) – CEP 85904-460

 

Fonte: Assessoria Vaxxinova
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Como evitar prejuízos na tilapicultura durante o inverno

Estratégias de manejo no frio impulsiona o lucro da produção e reduz mortalidade de peixes jovens.

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Foto: Divulgação

Com a chegada das estações mais frias, os produtores de tilápia precisam redobrar a atenção nas propriedades. Por ser uma espécie de clima tropical, a tilápia sofre impactos diretos quando as temperaturas da água caem. Esse cenário é ainda mais crítico nas fases de alevinagem e recria, períodos em que os peixes estão mais vulneráveis e qualquer deslize no manejo pode comprometer todo o ciclo produtivo.

A médica-veterinária Talita Morgenstern, coordenadora técnica da unidade de negócio de Aquicultura da MSD Saúde Animal, detalha os principais pontos de atenção e as estratégias recomendadas para atravessar o inverno com segurança.

1. Por que o inverno é um período crítico?

“A tilápia tem seu desenvolvimento ideal em águas que variam entre 26°C e 30°C. Quando a temperatura da água cai para patamares inferiores a 22°C, o metabolismo do peixe desacelera significativamente”, explica Talita.

Como consequência direta dessa lentidão metabólica, ocorre uma redução drástica no consumo de ração, o que paralisa ou retarda o crescimento dos animais. Além disso, o estresse térmico pode comprometer a resposta imunológica da tilápia, favorecendo quadros de imunossupressão e aumentando o risco de maior susceptibilidade à infecção por patógenos oportunistas, incluindo fungos, bactérias e vírus.

2. Pontos de atenção para alevinos e juvenis

Sendo as fases mais sensíveis do cultivo, o manejo de alevinos e juvenis durante o frio exige ajustes diários e precisos. É necessário um monitoramento rigoroso da água. “A medição da temperatura e dos níveis de oxigênio deve ser feita de forma frequente e planejada”, pontua a médica-veterinária.

Outro ponto de atenção é com o manejo alimentar estratégico. Talita diz que, como os peixes comem menos no inverno, a quantidade de ração deve ser ajustada para evitar desperdícios. “Tratar os peixes nos horários mais quentes do dia, geralmente no início da tarde, permite um melhor aproveitamento do alimento. Ração que sobra no fundo do tanque vira matéria orgânica, piorando a qualidade da água.”

Também é indicado evitar estresse desnecessário. Manejos como biometrias, vacinações, transferências de tanques ou classificação devem ser reduzidos ao mínimo possível nos dias mais frios. A manipulação física do peixe sob estresse térmico remove a sua mucosa protetora, abrindo portas para infecções.

Ainda, deve-se manter os tanques com a densidade correta, pois isso evita a competição por espaço e oxigênio. A renovação de água e a aeração devem ser manejadas com cautela para não misturar as camadas de água e resfriar ainda mais o ambiente dos peixes.

3. Sanidade e vacinação: o papel da prevenção

O inverno cria um ambiente favorável para o surgimento de desafios sanitários. Com a imunidade dos alevinos e juvenis comprometida pelo frio, aumenta a incidência de infecções oportunistas, como doenças fúngicas e parasitoses, que encontram condições ideais para se desenvolver.

Por isso, segundo a especialista, a vacinação deve ser realizada idealmente antes da chegada das grandes massas de ar frio. “Aplicar vacinas em peixes que já estão sob estresse térmico severo ou com a saúde debilitada reduz a eficácia do imunizante e pode elevar a mortalidade.”

O produtor deve avaliar a condição fisiológica do lote e a previsão do tempo para traçar a melhor janela de aplicação, favorecendo que o plantel crie os anticorpos necessários antes que o inverno atinja o seu pico.

“Além disso, é importante destacar que a vacinação contra estreptococos deve fazer parte de um programa anual. O animal imunizado durante os períodos mais amenos estará mais protegido quando o ambiente voltar a se aquecer, momento em que desafios como a estreptococose tendem a se intensificar”, afirma Talita.

Para esse manejo, soluções como as vacinas AQUAVAC® Strep SaSi e AQUAVAC® Strep 4, da MSD Saúde Animal, podem ser utilizadas conforme o perfil de desafio presente em cada região, contribuindo para um programa sanitário mais robusto e adaptado à realidade do produtor.

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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Com nova linha de peletização, Primato reinaugura unidade de alimentos para animais em Enéas Marques

Investimento de R$ 16 milhões amplia a capacidade produtiva da unidade e incorpora ao portfólio da cooperativa uma linha de rações micropeletizadas voltada à fase de creche dos suínos

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A Primato Cooperativa Agroindustrial reinaugurou na manhã desta terça-feira (14) sua unidade de alimentos para animais em Enéas Marques, no Sudoeste do Paraná, após um investimento de aproximadamente R$ 16 milhões em ampliação e modernização da planta. O evento reuniu cooperados e suinocultores da região, diretoria e conselho de administração da cooperativa, além de autoridades locais.

A unidade foi adquirida pela Primato no início de 2024, quando passou a operar com a produção de rações fareladas. Ao longo de 2025, a cooperativa avançou em um projeto de expansão para viabilizar a instalação de uma peletizadora voltada à produção de rações micropeletizadas, investimento que, segundo o diretor executivo Juliano Millnitz, deve gerar ganho de faturamento e permitir à cooperativa atender um nicho de mercado que antes não fazia parte do seu portfólio.

O que foi ampliado

Segundo Millnitz, a reforma contemplou:
• Nova linha de peletização de ração para suínos, com capacidade de até 15 toneladas por hora;
• Ampliação do barracão de matéria-prima e produto acabado, em 750 m²;
• Ampliação da expedição a granel, que passou de 8 para 20 silos de 18 toneladas cada;
• Ampliação das áreas de apoio, como salas de pesagem, salas administrativas, área de manutenção e sala de operação.

A nova estrutura foi projetada para produzir rações destinadas às dietas fornecidas aos leitões desde a fase de maternidade até o período inicial da creche, etapa decisiva para o desenvolvimento dos animais.

Ganhos comprovados na fase de creche

É justamente sobre essa parcela do plantel, os leitões em fase de creche, que o gerente de pecuária da Primato, William Wesendonck, oferece uma análise detalhada sobre os benefícios da nova linha de produção. “A ração peletizada segue sendo uma das ferramentas mais custo-efetivas para melhorar o desempenho de leitões na fase de creche, entre 7 e 23 kg”, afirma.

“Nas unidades que acompanhamos, a conversão alimentar que girava em torno de 1,45 kg de ração por kg de peso vivo com ração farelada passou para a faixa de 1,30 kg/kg com o uso de ração peletizada”, detalha o gerente de pecuária.

Ele aponta ainda que: “em uma granja que consome, por exemplo, 100 toneladas de ração de creche por lote, essa diferença representa uma economia direta de mais de 10 toneladas de ração por lote, sem contar o ganho no fluxo financeiro.”

Wesendonck explica que os primeiros dias após o desmame, quando o leitão pesa entre 7 e 11 kg, são o período mais crítico da fase de creche, já que o sistema digestivo do animal ainda está em plena adaptação. Por isso, segundo ele, a Primato trabalha com ingredientes de alta qualidade e digestibilidade para produzir rações micro pellets, com diâmetro reduzido, formuladas especificamente para facilitar a apreensão do alimento e estimular o consumo precoce.

“Isso reduz os impactos negativos do pós-desmame e antecipa a curva de ganho de peso. Somente na última fase da creche o diâmetro do pellet é ampliado, acompanhando o desenvolvimento do animal, um ajuste fino que poucos fornecedores fazem”, detalha William.

Principais benefícios da peletização

• Melhor conversão alimentar, devido à gelatinização do amido e à redução do desperdício de ração;
• Maior digestibilidade de proteínas e aminoácidos, em razão da inativação de fatores antinutricionais presentes em ingredientes como o farelo de soja;
• Consumo mais uniforme da dieta, já que cada pellet possui composição homogênea, reduzindo a seletividade dos animais;
• Redução da carga microbiana da ração durante o condicionamento térmico, contribuindo para maior segurança sanitária.

Qualidade de processo é o diferencial

Para Wesendonck, a qualidade física do pellet, sua durabilidade e o baixo percentual de finos, é tão determinante para o resultado final quanto o próprio processo de peletização. “Pellets de baixa qualidade podem anular boa parte do ganho conquistado”, alerta.

Por isso, o processo na Primato é monitorado com controle rígido da temperatura de condicionamento, evitando a degradação de aminoácidos e a perda de atividade enzimática, além de acompanhamento contínuo dos índices de durabilidade do pellet, o que garante que o benefício comprovado em laboratório se repita lote após lote no comedouro da propriedade.

Impacto regional e compromisso com o cooperativismo

O gerente da unidade, Ivan da Cruz, destacou o significado da ampliação para a região: “o investimento robustece a estrutura da cooperativa no Sudoeste do Paraná e amplia a capacidade de entrega de um produto de qualidade a quem produz na região, além de fortalecer o vínculo entre a Primato e os suinocultores que dependem diretamente da unidade para o abastecimento de ração.”

Encerrando a solenidade de reinauguração, o presidente da Primato, Anderson Léo Sabadin, ressaltou a importância de seguir investindo na região e de manter o cooperado como centro das decisões da cooperativa, destacando que iniciativas como essa expressam o espírito do cooperativismo: gerar desenvolvimento coletivo a partir do fortalecimento de cada produtor associado.

Fonte: Ass. de Imprensa
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