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Rentabilidade ao produtor de leite melhora impulsionada pela redução dos custos de produção e pela sazonalidade da oferta

Mercado de leite enfrenta um cenário desafiador, marcado por incertezas, queda na oferta interna e nos preços ao consumidor.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O mercado nacional e global de leite ainda segue sob grandes incertezas. Na área internacional, os preços perderam um pouco o ritmo de elevação, influenciado principalmente, por uma menor demanda chinesa. Além disso, o gigante asiático vem estimulando a produção interna substituindo parte da importação.

O leite em pó integral fechou em US$3.269/tonelada no leilão GDT do dia 16 de abril. No mesmo mês em 2023 este preço estava no patamar de US$ 3.100/tonelada. Na Argentina, a oferta de leite segue complicada por uma piora na rentabilidade nas fazendas. Nos dois primeiros meses do ano, a produção de leite da Argentina caiu 13,6% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Foto: Ari Dias

Já no mercado interno, as cotações de leite e derivados vêm reagindo, mas o cenário de menor competitividade em preços e queda de braço com as importações permanece. No primeiro trimestre de 2024, as importações brasileiras totalizaram 560 milhões de litros, com alta de 10,8% em relação a 2023. O diferencial de preços, tanto do leite em pó quanto do queijo muçarela, está mais favorável ao derivado importado.

Enquanto isso, governos estaduais tem se manifestado com medidas tributárias e fiscais para tentar reduzir a entrada de derivados lácteos oriundos do exterior. Vale lembrar que em 2023 as importações responderam por 9% da produção doméstica e um recuo nesse volume tende a deixar a oferta mais restrita, sustentando os preços internos. Mas também irá exigir uma resposta mais rápida da produção interna, suprindo a demanda brasileira.

Sazonalidade da produção de leite

A sazonalidade da produção de leite no Brasil é bastante pronunciada, mesmo considerando o crescimento dos sistemas de produção de maior adoção de tecnologias. Os meses de abril, maio e junho são aqueles de menor produção de leite e isso acaba refletindo nos preços neste momento. Os mercados de leite UHT e queijo muçarela tem registrado valorizações, ainda que modestas.

O preço ao produtor também vem registrando elevação, pelo quarto mês consecutivo.

Do ponto de vista macroeconômico, os indicadores de crescimento do PIB vêm melhorando, com perspectivas de expansão próxima de 2% em 2024. No comércio, as vendas dos supermercados seguem positivas, com expansão de 4,7% nos últimos 12 meses, enquanto a média do comércio em geral mostrou elevação de apenas 1,7%. Os indicadores do mercado de trabalho têm registrado crescimento importante. Em janeiro o salário real médio do brasileiro cresceu 4% sobre janeiro de 2023. O número de pessoas ocupadas também aumentou.

Foto: Fernando Dias

O preço dos lácteos ao consumidor, por outro lado, recuaram 2,8% nos últimos doze meses. No caso do UHT, a queda foi de 5,6%, o que acaba ajudando nas vendas. Neste mesmo período a inflação brasileira foi de 3,9%. Ou seja, os lácteos vêm contribuindo para redução da inflação brasileira neste momento.

Custo de produção

Na atividade de produção de leite, as informações de custo de produção têm mostrado um cenário mais positivo. Os preços de importantes insumos recuaram, contribuindo com queda no ICPLeite-Embrapa que, nos últimos 12 meses finalizados em março de 2024, apresentou recuo de 5,58%.

O farelo de soja recuou de 23% em relação a abril de 2023, ficando abaixo de R$2 mil/tonelada. No caso do milho, a queda foi também importante, com o cereal recuando 18,5% na comparação anual. Portanto, a combinação de recuo nos custos de produção com elevação no preço do leite vai sinalizando um ambiente de recuperação de rentabilidade para o produtor de leite, após um cenário difícil observado no segundo semestre de 2023.

Cadeia produtiva do leite

De todo modo, é importante avançar em uma agenda de competitividade da cadeia produtiva do leite, sobretudo com foco em melhorias na eficiência média das fazendas e na gestão. Tem sido observado uma heterogeneidade muito grande nos custos de produção de leite, em alguns casos com diferenças de até R$ 0,80 por litro. A importação traz perdas econômicas relevantes para o setor lácteo no Brasil, mas buscar cotações mais alinhadas ao cenário global é uma forma de reduzir estruturalmente as compras externas. Para isso a competitividade em custos é determinante. O momento ainda é de bastante incerteza, inclusive global. Internamente, a entressafra pode dar um fôlego para a alta recente dos preços de leite.

Fonte: Assessoria Centro de Inteligência do Leite

Bovinos / Grãos / Máquinas Programa Encadeamento Produtivo

Gestão, genética e manejo elevam produtividade e renda na bovinocultura de leite

Programa desenvolvido pelo Sebrae em parceria com a Aurora Coop impulsiona produtividade, rentabilidade e sucessão familiar na bovinocultura de leite, com ganhos expressivos em gestão, genética e qualidade do produto em propriedades de Santa Catarina.

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Visita técnica nas propriedades que atuam com bovinocultura de leite nos municípios de Irani e Lindóia do Sul, no meio oeste de Santa Catarina

Qualidade de vida e melhoria da renda são fatores essenciais quando se fala em sucessão familiar e sustentabilidade das propriedades rurais. É justamente isso que o Programa Encadeamento Produtivo, realizado em parceria entre o Sebrae e a Aurora Coop, está proporcionando a mais de 37 mil empresas rurais atendidas ao longo dos 27 anos da parceria.

Em visita técnica recente a propriedades que atuam com bovinocultura de leite nos municípios de Irani e Lindóia do Sul, no meio oeste de Santa Catarina, foi possível evidenciar os impactos positivos do programa.

Visita técnica nas propriedades que atuam com bovinocultura de leite nos municípios de Irani e Lindóia do Sul, no meio oeste de Santa Catarina – Fotos: MB Comunicação

Na propriedade de Ivonei Romancini, localizada em Linha Pigosso, no município de Irani, as ações do Programa Encadeamento Produtivo tiveram início em 2021.  A família recebeu consultorias do Sebrae em gestão, com foco em Qualidade e inovação, além de orientações voltadas ao melhoramento genético do rebanho. O trabalho foi complementado por acompanhamento técnico dos profissionais da Aurora Coop e da Copérdia. Essa união de esforços e conhecimentos gerou resultados expressivos.

Os resultados obtidos pela propriedade demonstram ganhos altamente expressivos em produtividade, eficiência e rentabilidade, com crescimento de 323% no faturamento, resultado alcançado com um aumento proporcionalmente inferior, de apenas 52% no número de vacas em lactação.

Romancini enfatizou que, ao perceber os primeiros resultados obtidos a partir do conhecimento técnico e do acompanhamento proporcionado pelo Programa Encadeamento Produtivo do Sebrae, passou a acreditar no potencial de crescimento da propriedade e decidiu implementar as mudanças necessárias.

Entre as principais ações realizadas estão a construção de instalações adequadas para o confinamento das vacas, o investimento no melhoramento genético do plantel e a adoção de práticas de manejo mais eficientes. Segundo o produtor, o apoio recebido foi determinante para a evolução do negócio. “Antes do Programa, a gente não tinha estrutura nem o suporte que o produtor precisa para conseguir crescer”, ressaltou Romancini.

Nas propriedades mais consolidadas, o Programa Encadeamento Produtivo também cumpre a função de ajudar a melhorar a produtividade e a renda. Esse é o caso da família Rossetto, que atua na bovinocultura de leite no município de Lindóia do Sul. Além do faturamento anual, que ultrapassou a casa dos 2 milhões anuais, também apresentou melhorias significativas nos indicadores de qualidade do leite, resultado do manejo adequado, do controle dos processos produtivos e do alinhamento às exigências do mercado.

O Encadeamento Produtivo é um projeto que também tem como objetivo o fortalecimento da economia regional

A coordenadora do Programa Conexões Coorporativa do Sebrae/SC, Josiane Minuzzi, detalhou que a entidade trabalha tanto na profissionalização da gestão, apresentando ferramentas para que o produtor tenha uma vida financeira mais organizada, quanto na inovação, com investimento em melhoramento genético, eficiência energética e outros. “Nosso objetivo é levar mais renda para as propriedades. Quanto mais rentável for o negócio, maior será a chance do produtor ficar na propriedade, fazer a sucessão e dar uma qualidade de vida digna à família”, pontuou.

Para a gerente regional do Sebrae/SC no oeste, Marieli Aline Musskopf, o Encadeamento Produtivo é um projeto que também tem como objetivo o fortalecimento da economia regional. “Ao transformarmos a gestão e a genética no campo, elevamos a competitividade de toda a cadeia láctea. Quando o produtor adota uma visão de negócio baseada em dados e eficiência, ele não apenas aumenta seu faturamento, mas garante a sustentabilidade da atividade e cria condições reais para uma sucessão familiar próspera e inovadora”, comentou.

Programa encadeamento produtivo

O Programa Encadeamento Produtivo Aurora Coop é realizado em parceria entre o Sebrae e a Aurora Coop desde 2014, sendo que a colaboração entre as instituições teve início em 1998. Ao longo desse período, o programa já beneficiou mais de 37 mil empresas rurais, promovendo ações de capacitação e consultorias especializadas nas áreas de Gestão, Sustentabilidade, Qualidade, Eficiência Energética e Melhoramento Genético, com foco na bovinocultura de leite e na suinocultura.

A iniciativa contribui diretamente para o fortalecimento da competitividade, da profissionalização da gestão e da sustentabilidade dos negócios rurais integrados à cadeia produtiva da Aurora Coop.

Investir em qualidade

Visita técnica nas propriedades que atuam com bovinocultura de leite nos municípios de Irani e Lindóia do Sul, no meio oeste de Santa Catarina

Leite de qualidade significa mais benefícios ao consumidor, menos custos para a indústria e mais dinheiro no bolso do produtor. O gerente de captação de leite da Aurora Coop, Selvino Giesel, explica que a indústria precisa de um produto com uma composição que tenha menos água e mais sólidos (proteínas e gorduras). “Quanto menos água melhor porque economizamos em transporte, equipamentos, fogo e resfriamento, além do rendimento ser maior”, explicou.

Para alcançar esses resultados, o investimento em melhoramento genético aliado a um manejo adequado é fundamental. Nesse processo, o Encadeamento Produtivo do Sebrae atua como um importante parceiro, apoiando os produtores na tomada de decisão, na adoção de tecnologias, no planejamento reprodutivo e na gestão da propriedade, garantindo que o melhoramento genético seja contínuo, eficiente e economicamente viável.

A Aurora e as cooperativas filiadas passaram a remunerar melhor os produtores que entregam leite com mais qualidade para que os produtores não abandonem o trabalho de melhoramento genético e coloquem em prática um bom manejo.

O gerente de Desenvolvimento Rural Cooperativo da Aurora Coop, Marcos Lopes, enfatizou que o consumidor está cada vez mais exigente e não está atento apenas ao produto que leva para casa, mas também ao bem-estar dos animais. “Quando temos um animal que se sente bem no ambiente onde vive, com certeza ele vai produzir em maior quantidade e um leite com mais sólidos e menor contagem de células somáticas (CCS)”, acrescentou.

Nesse contexto, a parceria com o Sebrae, por meio do projeto Encadeamento Produtivo, tem papel fundamental ao apoiar os produtores na adoção de boas práticas de manejo, organização da propriedade e qualificação da gestão, promovendo ambientes mais adequados para os animais e processos produtivos mais eficientes. A integração entre indústria, cooperativas e o Sebrae contribui para elevar os padrões de qualidade do leite, atendendo às exigências do mercado e fortalecendo a sustentabilidade da atividade leiteira no campo.

Entre as principais ações realizadas estão a construção de instalações adequadas para o confinamento das vacas, o investimento no melhoramento genético do plantel e a adoção de práticas de manejo mais eficientes

O gerente do Fomento de Leite da Copérdia, Flávio Durante, salientou que os produtores que investem de forma contínua em qualidade conseguem atravessar os períodos de instabilidade do setor com mais equilíbrio e segurança. Segundo ele, em momentos desafiadores para a cadeia leiteira, a diferença está na eficiência produtiva e na composição do leite entregue à indústria.

Como exemplo, Flávio explica que produtores que mantêm bons índices de sólidos no leite conseguem preservar melhor sua remuneração por litro, demonstrando que o foco em qualidade é um caminho estratégico para a sustentabilidade do negócio. Nesse sentido, as ações de melhoramento genético, manejo e gestão da qualidade, desenvolvidas com o apoio do Sebrae por meio do projeto Encadeamento Produtivo, fortalecem as propriedades, aumentam a eficiência e tornam os produtores mais preparados para enfrentar e superar os ciclos de crise do setor leiteiro.

Fonte: Assessoria Sebrae
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Carne bovina in natura lidera exportações brasileiras no primeiro mês de 2026

Segmento respondeu por mais de 90% da receita obtida com os embarques, mantendo protagonismo na pauta exportadora do setor.

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Foto: Divulgação

As exportações brasileiras de carne bovina somaram US$ 1,404 bilhão em janeiro de 2026, com embarques de 264 mil toneladas, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). O resultado representa o melhor desempenho já registrado para um mês de janeiro na série histórica.

Foto: Shutterstock

Na comparação com janeiro de 2025, quando foram exportadas 209,4 mil toneladas e US$ 1,002 bilhão, as exportações apresentaram crescimento de 40,2% em valor e de 26,1% em volume, impulsionadas pela ampliação dos embarques e pela demanda consistente dos principais mercados importadores.

A carne bovina in natura manteve a liderança da pauta exportadora brasileira no período. Em janeiro, o segmento respondeu por US$ 1,292 bilhão, o equivalente a 91,97% do valor total exportado, com volume de 231,8 mil toneladas, representando 87,8% do total embarcado no mês.

As carnes industrializadas somaram US$ 58,5 milhões, com embarques de 7,9 mil toneladas, enquanto os miúdos totalizaram US$ 37,3 milhões e 16,9 mil toneladas. Gorduras, tripas e produtos salgados também integraram a pauta de exportações no período.

China mantém liderança entre os destinos

A China foi o principal destino da carne bovina brasileira em janeiro, com importações de US$ 657,2 milhões e 123,2 mil toneladas, respondendo por 46,8% do valor e 46,6% do volume total exportado pelo Brasil no mês. Em janeiro de 2025, a China havia importado 91,2 mil toneladas, o que representa um aumento de aproximadamente 35% no volume embarcado.

Os Estados Unidos ocuparam a segunda posição, com compras de US$ 193,7 milhões e 29,9 mil toneladas. No mesmo mês de 2025, foram importadas 16,5 mil toneladas, resultando em um crescimento de cerca de 63% no volume. Juntos, China e Estados Unidos responderam por cerca de 60% do valor total exportado no período.

Presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Serroni Perosa: “Mesmo com um cenário mais desafiador, marcado por questões geopolíticas e pela menor produção de carne em vários países, o Brasil mostrou em janeiro que mantém capacidade de exportar volumes relevantes” – Foto: Divulgação/Alimenta

Também figuraram entre os principais destinos os Emirados Árabes Unidos (US$ 38,9 milhões, 7,4 mil toneladas), Egito (US$ 35,7 milhões, 8,7 mil toneladas), Rússia (US$ 33 milhões, 7,8 mil toneladas), Hong Kong (US$ 32,3 milhões, 8 mil toneladas), Arábia Saudita (US$ 30,6 milhões, 5,7 mil toneladas) e Israel (US$ 25,1 milhões, 3,7 mil toneladas).

Outros mercados também registraram crescimento expressivo no volume importado em janeiro, com destaque para o Vietnã (+41%), Peru (+41%) e Filipinas (+159%), além de países da África e do Oriente Médio, reforçando a diversificação e a ampliação do alcance da carne bovina brasileira.

“Mesmo com um cenário mais desafiador, marcado por questões geopolíticas e pela menor produção de carne em vários países, o Brasil mostrou em janeiro que mantém capacidade de exportar volumes relevantes. A carne bovina brasileira hoje chega a 177 países, o que ajuda a sustentar o ritmo dos embarques e a presença do produto nos principais mercados”, afirma Roberto Perosa, presidente da Abiec.

Fonte: Assessoria Abiec
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Leite tem novos cortes no Rio Grande do Sul e preocupa cadeia produtiva

Gadolando aponta que produtores enfrentam perdas financeiras após eventos climáticos e cobram explicações da indústria.

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Foto: Isabele Kleim/Divulgação

O preço do leite voltou a ser pauta entre os criadores do Rio Grande do Sul. Mesmo com cenários nacionais e internacionais indicando aumento nos preços, produtores têm relatado redução nos valores pagos pelo produto no estado. A Associação de Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) afirma ter recebido queixas e questionamentos sobre a motivação dessas reduções.

Conforme o presidente da entidade, Marcos Tang, os produtores relataram cortes entre 10 e 20 centavos no valor pago por litro de leite entregue à indústria. “Os produtores estão questionando, com todo o mérito e justiça, por que o preço continua baixando neste mês. Isso ocorre justamente em um momento em que as reuniões do Conseleite e o próprio mercado mundial vêm indicando estabilidade e, em alguns casos, até um leve aumento nas negociações internacionais”, afirma.

Tang pondera que o produtor gaúcho enfrenta um cenário de forte dificuldade, após anos consecutivos de seca e, mais recentemente, episódios de enchentes, o que tem reduzido drasticamente a margem financeira da atividade. “O produtor vem atravessando um período muito delicado, praticamente sem margem de manobra do ponto de vista econômico. Diante desse contexto, não estamos conseguindo entender essa lógica de novas reduções no preço”, observa.

O presidente da Gadolando ressalta a indignação da entidade diante dos relatos recebidos e defende ações imediatas para evitar novos prejuízos ao setor. “Produtor e indústria precisam sentar, conversar e se entender. É necessário um convívio pacífico e equilibrado, porque um depende enormemente do outro para que a cadeia funcione de forma sustentável”, conclui.

Fonte: Assessoria Gadolando
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